Esse é um assunto bem interessante e que faz parte das histórias contadas na mesa de bar. Ao contrário do que muitas imaginam, homem também é fofoqueiro, a diferença é que a fofoca não é pra falar mal de alguém e sim pra compartilhar histórias sobre mulheres, em específico a Remédio.
A mulher Remédio é aquela que nenhum homem (inteligente) quer compromisso. Ela é procurada pra satisfazer um desejo imediato, assim como um xarope faz num acesso de tosse. Não estou aqui pra julgar esse tipo de mulher, cada uma escolhe como quer ser vista pelos homens. Porém, eu nunca vi, em conversas com amigos, alguém falando de intimidades sobre um menina (rolo, namorada, esposa, etc) que consideram e respeitam. A Remédio, porém, sempre gera boas histórias e piadas.
Para facilitar sua vida, fiz este pequeno teste pra você checar se enquadra no perfil:
1-) Quando você sai com um rolo, pra onde vocês costumam ir?
A – Motel;
B – Progamas sociais com os amigos (as) dele;
C – Ahn?Sair? Só vou pra casa dele;
D – Programas sociais só eu e ele, eventualmente pro motel ou pra casa dele.
2-) Com que frequência ele te procura?
A – Quase todos os dias, as vezes chega até ser meio chicletinho;
B – Só nos fins de semana;
C – Ao longo da semana;
D – Procurar? Eu quem sempre ligo pra ele.
3-) Do meio social dele, quem você conhece?
A – Só a faxineira quando vai limpar o apartamento de manhã e os porteiros noturnos e diurnos;
B – Várias, incluindo alguém da família;
C – Não conheco ninguém;
D – Alguns amigos.
4-) Quando vocês estão juntos qual a predominância dos assuntos:
A – Profissão, relacionamento (não é DR!!), família, assuntos do cotidiano;
B – Big Brother, novela das 8, piadas, assuntos do cotidiano;
C – Sobre a chuva de ontem, o frio de hoje, o sol de amanhã e como a temperatura está maluca atualmente;
D – Relacionamento (não é DR!!), novela das 8, assuntos do cotidiano.
5-) O que mais ele elogia em você?
A – A sua inteligência;
B – Que você está cada vez mais gostosa;
C – Elogio….acho que não existe essa palavra no vocabulário dele;
D – Sua personalidade e que você está cada vez mais gostosa.
6-) Quem do seu círculo social ele conhece?
A – Eu!!!;
B – Amigos e alguém da minha família;
C – Amigos;
D – Minha cachorrinha.
7-) Qual o histórico dele em outros relacionamentos?
A – Sempre namorou;
B – Pega(va) geral;
C – Teve alguns relacionamentos que não duraram muito tempo;
D – “Quem vive de passado é museu, tá!”.
Quando ele te chama pra sair, qual a taxa de recusa?
A – 0%
B – 50%
C – 20%
D – -100% (não precisa me chamar, eu vou por vontade própria)
9-) Qual o seu histórico em outros relacionamentos?
A – Ops….pode pular essa??;
B – Sempre namorei ou tive relacionamentos sérios;
C – Tive alguns rolinhos, mas nunca deram muito certo;
D – Gosto de provar todos os produtos que há no mercado.
10-) Se falassem que você é uma mulher-remédio, qual seria sua reação?
A – Perguntaria sobre o que levou aquela pessoa a dizer isso;
B – Ignoraria;
C – Ia concordar;
D – Xingaria até os ancestrais do(a) sacripantas.
Faça a soma da pontuação e descubra o seu perfil:
Posts Relacionados
“O homem não nasce cafajeste. Na realidade, ele nasce puro, a mulher o corrompe”.
Perdão ao querido Rousseau por me apropriar de sua frase original, mas ela resume bem este post.
Meu primeiro amor de infância foi uma garota que passou o verão de 1997 no prédio da minha avó no litoral. Ela era uma gracinha, loirinha, cheirosa, boca macia, toda gostosa. Foi paixão à primeira vista. Sempre ia tomar sorvete com ela, comprava flores, ia no cinema, etc. Quando acabou o verão, trocamos telefone e retornamos à São Paulo . Marcamos de ir no shopping-cinema, mas a garota não me beijou uma só vez (sem nenhum motivo aparente). Eu ligava e ela ficava fria no telefone. Chegou ao ponto de me mandar uma carta com as minhas fotos, pedindo que eu devolvesse as dela e que não ligasse mais. Primeira desilusão.
Essa foi a mais marcante, mas seguiram várias. Entre elas, uma garota que eu quase cheguei a namorar que se dizia santa e tal, mas na verdade, através de um teste bobo de internet, descobri que ela adorava sexo grupal (nada contra os adeptos, mas eu tinha 16 anos!). Outra, que se dizia apaixonada por mim, mas ficava com meu primo ao mesmo tempo. Na minha facu, uma mina que se dizia toda apaixonada pelo namorado (que era da mesma classe e um cara super gente boa), transava com outros 2 caras (da mesma classe também!).
Enfim, comecei a perceber que os caras bonzinhos só tomavam. E vi que aqueles caras que pegavam todas, que não davam atenção, não compravam flores, etc eram os que tinham mais mulheres a sua volta. Comecei a pesar melhor as minhas experiências/vivências e mudar a minha postura.
A palavra “cafajeste”, as vezes trás a noção de um cara ignorante e sem modos (como bem colocado pela Clara). Nesse sentido, eu não me considero um cafajeste. Encaixo-me no rótulo de cafajeste contemporâneo. Sei como tratar bem uma mulher, fazê-la se sentir valorizada, etc, mas também sei controlar a situação, não me deixando levar pelo sentimento e caindo de cabeça.
Sinceramente, eu queria poder me entregar mais num relacionamento, mas os calos são tantos que a defesa se tornou automática. =/
Posts Relacionados
Ontem, a caminho de uma reunião, estava conversando com um colega de trabalho a respeito dessa questão. Ele namora há quase dois anos e nunca traiu sua namorada, mas disse que tem uma amiga maravilhosa e que se um dia ela desse mole, ele pegava.
Comecei então a sondar outros amigos, e posso assegurar que a maioria possui a mesma opinião (claro, grande parte é cafajeste, mas que homem não é?!). A frase mais comum é “Ah, eu daria uns pega, até comeria (sic), mas a 1ª dama é insubstituível”.
Eu tenho um pé atrás sobre a amizade entre homem e mulher, é bem comum um dos lados ter uma certa “quedinha” pelo outro. Das minhas amigas, as mais chegadas são aquelas que eu nunca ficaria, primeiro pra não estragar uma amizade e outra porque não me atraem fisicamente.
Portanto, fique de olho naquela amiguinha bonitona do seu namorado, caso, rolo e afins. Ele vai jurar de pé junto que te ama, mas se ela der em cima, é bem capaz que ele pule a cerca.
Posts Relacionados
Nessa semana fui surpreendido por essa questão 2x.
História I
No carnaval conheci uma garota, coisa carnal, ficamos e transamos no mesmo dia. Como valeu a pena fiquei com ela o carnaval inteiro e ao término do feriado cada um foi pra sua cidade. Num fim de semana ela resolveu me visitar (com a promessa que eu também fizesse o mesmo). Mas percebi que o lance era só carnal mesmo, não temos nada em comum.
História II
Onde trabalho conheci uma garota surper simpática, inteligente e atenciosa. Saímos diversas vezes pra bares, cinemas, etc Porém, novamente, só com a convivência pra você conhecer a pessoa por completo. Apesar das qualidades, ela foi se revelando uma pessoa extremamente racional, gostava de filosofar toda hora e prever o futuro. Enfim, me cansei dela.
Desfecho
Resolvi me afastar das duas, não sumir, mas parar de procurá-las. Aí nesta semana a primeira veio me cobrar que eu não ligava pra ela, que eu tinha sumido, não dava mais satisfação. Se eu queria realmente continuar com ela (?!). A segunda foi pior, ela escreveu posts e posts em seu blog falando um monte de mim, mandou mensagens no celular me agredindo dizendo que eu era muleque por ter sumido.
Ao meu ver, eu não tinha assumido nenhum compromisso, estava na fase de “conhecimento”. Ao perceber que não valeria a pena continuar, eu resolvi me afastar antes que fosse pior.
Será tão difícil entender isso? É mesmo necessário discutir relação?
Hoje sou eu quem procuro resposta.
Posts Relacionados
Ontem a noite (sábado), estava com um grupo de oito amigos fazendo um aquecimento pra balada. Estão solteiros há mais de um ano, mas todos já tiveram namorada(s) .
Entre uma cerveja e outra conversamos sobre os motivos de alguns terem terminado com suas respectivas ex’s, e sairam 9 principais queixas.
Um homem cansa de você, quando:
1-) Liga todo dia pra ele;
2-) Quer sair com seus amigos e você vai junto;
3-) Procura semanalmente discutir a relação;
4-) Ao alugar/assistir um filme escolhe sempre comédia romântica ou algo do gênero;
5-) Não divide uma conta;
6-) Vive falando ou fazendo comparações com o ex;
7-) Racionaliza sentimentos;
8- ) Não possui personalidade, aceita tudo o que o parceiro pede/fala;
9-) Ou o contrário, é inflexível, tudo tem que ser do seu jeito, se não é fica insatisfeita;
Posts Relacionados
Sou suspeito pra falar de casamento. Acredito que ele nada mais é que uma mera tradição imposta à sociedade pela religião (em grande parte, pela católica). Além disso, cada vez é maior o número de casamentos que não duram mais dois anos.
Portanto, não vejo o por quê da preocupação que muitas mulheres têm em relação ao matrimônio. As vezes esse desejo é mais pra satisfazer a família, aquele lance da mãe ver a filha vestida, de ter a benção do padre, bla bla. Respeito a religião de cada um, mas devemos pensar primeiro em nós.
O New York Times recentemente desenvolveu uma série de perguntas que os casais devem responder antes de casar, achei bem bacana:
1) Nós discutimos se queremos ou não ter filhos? Se a resposta for sim, quem será o primeiro responsável pela criança?
2) Nós temos uma idéia clara das responsabilidades e metas financeiras de cada um, e se nossas idéias sobre como economizar e gastar combinam?
3) Nós discutimos como os serviços domésticos da casa serão feitos? E nós concordamos com quem irá coordenar as tarefas?
4) Nós discutimos nosso passado médico pessoal e familiar psicológico e físico?
5) Meu parceiro é apaixonado no nível que eu espero?
6) Nós podemos discutir abertamente nossas necessidades sexuais, preferências e medos?
7) Nós teremos uma televisão no quarto?
Nós realmente ouvimos um ao outro e consideramos honestamente as idéias e queixas um do outro?
9) Nós alcançamos um claro entendimento de nossas crenças e necessidades espirituais, e discutimos quando e como nossos filhos serão expostos à educação moral e religiosa?
10) Gostamos e respeitamos os amigos um do outro?
11) Respeitamos e consideramos os pais um do outro, e um ou outro está preocupado se os pais irão interferir em nosso relacionamento?
12) O que minha família faz que te incomoda?
13) Existe alguma coisa que você e eu não estejamos dispostos a abrir mão por esse casamento?
14) Se você ou eu receber uma proposta para um emprego melhor em outra cidade, longe da família, estamos dispostos a aceitar?
15) Nós estamos totalmente confiantes no comprometimento do outro com o casamento e acreditamos que essa relação pode sobreviver independentemente das mudanças que enfrentaremos?
Desistiu? rs. Siga minha máxima, se pode morar junto, pra que casar?!
