Esse é um lema que todo bom cafajeste leva consigo. Não que mentir seja algo terrível, mas homens têm uma dificuldade imensa em manter uma mentira, sempre caem em contradição ou pecam pelo excesso. Logo, é melhor se esquivar de determinadas questões a ficar inventando fatos.

Por outro lado, mulheres sabem mentir melhor que homens, mas algumas confiando demais nesse “dom” acabam chutando o pau. O melhor (ou pior) exemplo que eu tenho disso foi quando conheci uma garota no carnaval de Ouro Preto em 2006.

Ela era um tesão, loirinha, gostosa, carioca e simpática (apesar de ser uma porta). Mas, pensei, “bom eu não vou querer conhecer minha futura esposa num carnaval babilônia como esse, logo vou investir pra garantir minha noite”. Foi o que fiz.

Depois de um tempo de show passamos a conversar. Fiquei sabendo que a garota morava em Laranjeiras (fui saber depois que é um bairro bacana do Rio), que era filha de um almirante e que tinha uma mansão (sic) no Guarujá.

Ao ouvir tudo isso fiquei até constrangido em levar a guria pra casa que eu tinha alugado, pois ela estava imunda, com cheiro de budum e no meu quarto estavam hospedados mais quatro cuecas . Porém, como o tesão era tamanho, engoli a vergonha e levei-a para o pulgueiro.

Minha surpresa foi que a garota transou comigo ali no meio de 4 caras (tudo bem que estavam todos capotados) e sem qualquer inibição ou receio ela fez barba cabelo e bigode. De manhã fiquei mais constrangido ainda, pois eu tinha que levá-la na república que estava hospeda e o meu carro digamos que não é dos mais apresentáveis (apelidado carinhosamente por meus amigos de “trem-fantasma”). Mas ok, passei por todas as inibições e marcamos de nos encontrar no próximo feriado.

Ela pediu que eu fosse visitá-la no Rio de Janeiro que ela providenciaria transporte e hospedagem na cidade maravilhosa. Não curto ser chupim, mas como ela fez questão que eu fosse, acabei topando. Para impressionar, sai do trabalho em sampa e fui direto ao aeroporto, logo estava todo social e bem apresentável. Para não ter erro, um dia antes eu pedi a ela que me confirmasse onde morava, ela disse tudo certinho, mas o bairro curiosamente mudou para Vila da Penha, pensei “ah, deve ser um bairro adjacente ao das Laranjeiras, blz”. Pobre cafa, ai começou o perrengue.

Chegando no aeroporto ela realmente me recepcionou, só que com mais duas pessoas, seu pai e sua mãe! Bom, o pai dela era bem gente boa, mas não tinha aparência alguma de militar .

Quando o pai dela entrou na linha amarela pra chegar ao bairro, me deu um frio na espinha, pois o carro não parava de avançar pra dentro do Rio. Como era noite, não me atentei aos detalhes da redondeza, a surpresa me aguardava de manhã quando acordei com o alto-falante do carro que vende cândida (?!).

Olha, eu não tenho nada contra bairros periféricos, pois quando eu era pequeno eu morei num em sampa. Agora eu não fui preparado psicologicamente, muito menos nos meus trajes para aquela situação. Fui cair na real quando perguntei de irmos à praia e ela falou que era preciso pegar o metro (que confesso, desconhecia sua existência no Rio). Nome da estação? Irajá (ai me lembrei da música de funk do Claudinho e buchecha, “Nosso Sonho” que cita várias favelas do Rio e essa é uma delas). Bom, ai as mentiras começaram a cair uma por uma. Entre elas que seu pai é professor, e que não tinha mansão no Guarujá (óbvio).

A merda é que por mais que eu seja cafa eu tenho meus princípios e ali tava nítido que a garota tinha mentido pros pais dizendo que eu era seu namorado e cheio da grana, pois eu fui muito bem tratado além da conta (a ponto do pai dela me comprar uns presentinhos e emprestar o carro para darmos um “rolé”).

Não quero dizer que não se deve mentir, mas evite ao máximo procurando sempre omitir. Se for inevitável, fale mentirinhas, coisas que não lhe comprometerão mais pra frente. Essa garota que eu conheci achou que nossa relação ia morrer ali no carnaval, por isso ficou contando mil vantagens, só que não teve a sensibilidade de desmenti-las depois ou de simplesmente sumir do mapa.

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Eu sempre encarei o sexo oral como algo muito mais íntimo que a própria penetração. Confesso que não costumo cair de boca em qualquer uma que transo, há uma série de pré-requisitos pra isso, mas quando ela é pequena, pouco pelo , limpa e o histórico da garota também…putz, ai me perco lá.

Como adoro receber um oral, eu também faço a minha parte no outro sentido, procurando deixar o meninão sempre bem apresentável. Acontece que poucas mulheres sabem fazer um oral bem feito. Por isso levantei 10 pontos para você por em prática:

1-) Surpreenda. É um saco ter que pedir pra garota chupar ou dar a famosa (e inconveniente) tocadinha na cabeça dela pra mostrar o caminho. Quando vocês tiverem trocando uns amassos vai lá e cai repentinamente de boca;

2-) Oral fast-food não. É bem desagradável aquelas garotas que só fazem oral por obrigação, para seguir a cartilha do sexo, e ai dão uma chupadinha de 30 segundos bem meia boca. Se você não gosta, não faça. Se fizer, perca uns minutinhos com o meninão. (não to falando pra cronometrar, mas tenha feeling);

3-) Cuidado nas mordidas. Uma mordidinha de leve é até que interessante. Agora não morda como se fosse um chiclete, a cabeça é extremamente sensível, alguns joules a mais viram uma tortura.

4-) Cuidado com os dentes. Esse é o mais comum. Tem mulheres que não abrem a boca direito ou que movimentam o meninão com os dentes, e ai fica raspando o dente no garoto. Tente usar mais o lábio.

5-) Utilize temperos. Há uma série de ingredientes que colaboram pra deixar o oral mais interessante. Um deles é o halls preto e a aguá gelada (ou a combinação explosiva de ambos). Ponha um na boca e toma uns goles de água, depois caia de boca, é indescritível a sensação. Leite condensado e marshmallow também são uma boa pedida.

6-) Olhar de rabo de olho. Esse é curioso, mas muitos homens adoram quando a garota está fazendo um oral e ela olha nos olhos do cara com aquela cara de cachorro pidão.

7-) E o saco? Algumas mulheres tem nojo, outras o ignoram e poucas conhecem o poder que o saco tem. Um oral bem feito abrange esse amigo do meninão. Há um monte de terminação nervosa nele, o que o torna uma boa fonte de prazer quando estimulado. Dê umas lambidas e chupadas nele (de leve), o resultado é imediato.

8 -) Elogie. Eu sei que pra muitas mulheres isso é um pouco constrangedor. Mas, um elogio curto e sincero (principalmente) é sempre muito bem vindo e inesquecível (homem adora quando elogiam o seu membro, já falei isso).

9-) A polêmica, engole ou cospe? Pra mim isso é indiferente. O que é bem excitante é gozar na boca da garota, não por que me dá prazer em ve-la com esperma na boca, mas por que na hora do gozo o pau está sendo estimulado e isso prolonga o prazer.

10-) Beijo ele depois de chupar? Tai uma pergunta que muitas mulheres me fazem e fico indignado com a escrotidão de alguns homens. Po, a mulher chupou o pau do cara, por que ter nojo de beijá-la novamente? Isso eu acho meio injustificável. É ser muito fresco.

Enfim, é claro que assim como o beijo, não há uma fórmula pronta para se tornar expert, mas tendo atenção nesses detalhes é certeza de que o cara ficará amarradão no seu oral.

Veja outras 10 dicas aqui.

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Desde que comecei a trabalhar e tive meus primeiros relacionamentos amorosos dentro da empresa lembro-me do meu primeiro chefe que dizia “Em casa de ferreiro espeto é de pau”. Bom, como ele era um velho meio nojentão achei que fosse despeito dele e nunca dei muita importância. Porém, com o passar do tempo percebi que essa frase tinha uma certa pertinência.

Bom, pra mim sempre foi muito difícil (ou praticamente impossível) evitar me envolver com garotas que me atraíam dentro do ambiente de trabalho. Era só dar abertura que eu atacava. Mas, neste último ano uma série de relacionamentos malfadados me trouxe um monte de dor de cabeça desnecessária, e pior, me prejudicou em alguns projetos.

Na maioria das vezes eu me enjoei do relacionamento e quis “terminar”, o que sempre era encarado como uma coisa anormal e incompreensível. Ai ficava aquele clima chato de sempre encontrar a pessoa, ter que discutir assuntos profissionais e saber que ela não me suportava.

Acontece que homem sabe separar as coisas, o que foi uma diversão morreu ali e bola pra frente, seguimos trabalhando. Porém, muitas mulheres não. Querem saber por que não deu certo, o que elas fizeram de errado e demais chatices. Por mais que dê mil explicações ficam de bico e não aceitam, ai na primeira oportunidade que tiver ela se vinga.

Só que homem também é meio burro quando só pensa com a cabeça de baixo. Eu, por exemplo, não aprendi a lição e me envolvi com outra garota da minha empresa. Não sei se dará certo, mas se não der preciso me preparar para as futuras conseqüências.

Você acha possível ter um relacionamento com companheiros(as) de trabalho?

Apesar de não conseguir resistir, eu duvido muito.

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No último mês recebi 4 e-mails sobre mulheres que são amantes e acabaram se apaixonando pelo carinha, e ai querem saber minha opinião sobre o que fazer.

Bom, a partir do momento em que elas escolheram ser amantes, elas já sinalizaram pro cara que elas se contentam em ser o estepe. Não recrimino isso, por que há mulheres que não ligam em ser a segunda. Gostam daquela coisa do carnal, dar umazinha sem compromisso e abraço.

Se apaixonar não é algo que escolhemos, as vezes tentamos criar uma defesa, mas quando a coisa bate, não tem jeito (principalmente mulheres que são mais emotivas). Ai se apaixonam pelo cara casado/compromissado e alimentam a falsa esperança de que o cara vai terminar com a garota que ele está para ficar com a amante.

Olha, exceções podem até existir, mas eu jamais vi um cara “que preste” terminar com a namorada/mulher pra ficar com a amante. Se ele pode tirar casquinha das duas, por que vai terminar com a que ele está pra ficar com a segunda? E mais, ela não é a única mulher do mundo que aceita ser amante. Se um dia aparecer uma mulher tão interessante quanto ela e der mole pra ele, ela vai tomar o seu lugar (ou então ele fica com as duas).

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A princesa e a sapa

16.ago
2007

Durante toda minha infância eu fui criado com mulheres ao meu redor. Na minha casa, as viagens do meu pai impediam que eu tivesse um contato maior com ele, conseqüentemente eu vivia a maior parte do tempo com minha irmã e minha mãe; nos fins de semana eu ficava na casa da minha vó (onde se reuniam umas 7 mulheres pra tomar café da tarde); já no meu prédio eu prefiria brincar com as amigas da minha irmã a ficar jogando bola com os muleques.

Com tudo isso das duas uma, ou eu viraria uma maricona ou teria um razoável conhecimento sobre esse ser tão misterioso chamado mulher. Bom, a segunda opção prevaleceu e acredito que vem dai algumas coisas que sei sobre comportamento feminino e determinados anseios.

Digo isso por que há um tempo atrás minha irmã terminou com seu ex por que ele “não era mais o mesmo” (Aliás, tai uma coisa bem normal, as mulheres se gabarem por que terminaram com o ex delas, quando na verdade o cara forçou a situação por que não tinha coragem de terminar). E esse não é um caso pontual, tenho primas e algumas amigas que também reclamaram que o relacionamento tinha esfriado e tiveram que terminar.

Ok, há milhares de motivos pra um relacionamento perder o vigor, por exemplo com a rotina. Mas, um que poucas mulheres se atentam é causado pela metamorfose. Já vi várias gurias que eram bem cuidadas, sempre arrumadas, esbeltas, com o cabelo em dia, e assim que começaram a namorar/casar se transformaram numa verdadeira sapa.

Minha vó diz que beleza não põe a mesa, mas por favor, que homem não quer ter uma mulher do seu lado que se preocupa com sua saúde, que pratica um esporte, anda perfumada, enfim, que se cuida?!

As vezes isso se dá de forma inconsciente, a mulher como já possui um parceiro fixo, acha que não precisa mais conquistá-lo, logo pode negligenciar em algumas coisas.

Eu só namorei duas vezes, mas com a minha primeira namorada acabou esfriando justamente por causa disso. Quando a conheci ela era ótima, linda de rosto e com um corpo fantástico. Com o tempo ela foi ficando um buchinho, só que a gente tinha mó amizade, o que aconteceu? Ficamos amiguinhos, por que meu interesse sexual nela era praticamente zero. Tenho um amigo que me contou certa vez que até depilação a ex dele passou a racionar em época de frio (imagina, mulher caranguejo, terrível!).

Portanto, antes de reclamar que seu caso ficou frio, entre outras tantas possibilidades, cheque se essa não foi uma delas.

Em breve mudarei o blog para www.manualdocafajeste.com. Só estou cuidando da parte do layout (que atualmente está horrível). Assim que estiver ok, passarei a só escrever lá.

Abrc!

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Fio-terra não!

13.ago
2007

Esse foi um típico fim de semana que eu não esperava grandes surpresas, porém o sábado a noite me reservou momentos peculiares.

Quinta-feira estava conversando com meu primo sobre uma garota que ficávamos quando eramos adolescentes e que voltou a nos procurar esse ano (detalhe que a garota namora há 4 anos). E é batata, ela sempre liga e fica falando sobre sexo e assuntos afins.

Bom, no sábado ela me ligou a tarde e perguntou se poderia dar um pulo em casa para conversarmos (hehe, imaginem como eu estava super afim de ficar batendo papo). Como eu estava na casa dos meu pais (onde vou todo fim de semana), a casa tava meio cheia, meu pai no quarto dele, minha irmã dormindo na sala e minha cachorra na cozinha ( que só sabe latir pra mulher). Mesmo assim isso não foi suficiente pra garota se intimidar.

Quando ela entrou em casa foi foda (literalmente), minha cachorra não calava a boca e minha irmã acordou praguejando contra o bichinho. A sorte que meu quarto fica ligeiramente antes da sala, dando tempo de eu entrar sem notarem a presença da garota (exceto pela Sunny que nesse momento ficou fuçando a porta do meu quarto).

Bom, depois de cinco minutos de papinho “relaxa garota” parti pro ataque. Não vou entrar em detalhes do ocorrido (que por sinal foi bem interessante), mas algo que eu pensei só ocorrer em conversas de bar aconteceu.Depois de gozar a garota veio querer colocar o dedo no meu fio o fó (o famoso fio terra), segue o papo:

- Nhamm..

- Sai fora, que porra é essa!?!

- Ahh você vai gostar, deixa vai.

- Tira a mão dai! Que idéia de gerico…

- Como assim? Eu li no livro “360 maneiras de enlouquecer um homem na cama” que essa é uma zona erógena que deixa o homem excitado. Vai deixa um pouquinho.

- Aff, que ridículo. Sai, sai, sai…

Consegui dissuadi-la dessa maluquice, mas o argumento que ela utilizou pra defender a prática me deixou surpreso (“li no livro”). Eu nunca li esse livro (e nem pretendo ler), mas se for escrito por um homem, fico indignado como alguém publica tamanha asneira como se fosse algo normal.

Ok, no rabo há várias terminações nervosas que deixam até os quarentões mais machões de barraca armada em exames de próstata. Mas, e dai? Só por isso é pra ficar enfiando coisa lá?

Isso não é uma defesa machista como algumas mulheres podem levantar, é questão de bom senso mesmo. Há um bocado de zonas erógenas que deixam um cara excitado (pescoço, ouvido, barriga, virilha, saco, etc) sem precisar ter que recorrer para a porta de trás.

Concordo, em termos, com a frase “Em 4 paredes vale-tudo”, pois acredito que o bom-senso sempre deve prevalecer. Prefiro não comentar sobre homens que gostam de dedadas no traseiro, mas se tu não conhece direito o cara, não pressione o botão sem antes entender como funciona a máquina.

Em breve mudarei o blog para www.manualdocafajeste.com. Só estou cuidando da parte do layout (que atualmente está horrível). Assim que estiver ok, passarei a só escrever lá.

Abrc!

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Hoje uma leitora veio contar pra mim que finalmente saiu da seca. O problema é que o cara era bem mais novo. Porém, ela fez uma confissão. Disse que ao ver o tamanho do membro ficou toda excitada.

Ok, esse é um assunto que preocupa muito mais os homens que as mulheres. A questão é que algo curioso acontece. Leio em várias revistas e programas de televisão do gênero “dúvidas sobre sexo” que o importante é o poder da varinha e não o seu tamanho. Só que quando converso com amigas e leitoras sobre o assunto é meio que unanimidade, o tamanho faz muita diferença sim. As únicas que dizem não “sentir” diferença são as com pouca experiência sexual (por não possuírem base de comparação, acredito eu).

Na minha opinião acho que o tamanho não é o fundamental, mas faz muuita diferença para a qualidade da relação sexual. Eu não imagino um cotoquinho transando com uma mulher de ladinho ou ousando em algumas posições sexuais (ou não entra ou deve escapar toda hora). E ficar só no papai e mamãe deve ser meio sacal. Por outro lado, já ouvi falar que homens muito dotados machucam algumas mulheres.

Eu concordo que o poder da vara(inha) também influencia bastante. O que adianta o cara ser bem dotado se não saber fazer uma boa preliminar ou até mesmo excitar a garota (na hora H deve ser uma tortura).

Eu já escrevi aqui sobre a importância que o homem dá ao seu membro e como as mulheres devem tratá-lo. Mas, em casos como o do cotoco, acho melhor pular a parte de elogio a espessura e tamanho do dito cujo, pode soar muito falso (e homens têm noção dessa limitação física).

E pra você, faz diferença?

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A parte pelo todo

6.ago
2007

Essa semana eu voltei a conversar com uma garota que conheço há quase 8 anos. Nossa história é meio estranha, mas não incomum. A gente sempre ficava e quando começava a ficar sério brigávamos e ai eram meses sem se falar até “reatarmos” e depois de um tempo brigar de novo. Isso se repetiu várias vezes até que um dia o desentendimento foi sério e só voltamos a conversar um bom tempo depois. Hoje eu identifico que minha atração por ela era a sua companhia e não ela como parceira.

Isso não aconteceu só com ela. Têm algumas garotas que eu gosto de levar para um programa mais cult (teatro, cinema, exposição, etc) por que são inteligentes e o papo flui; Outras têm um corpo maravilhoso e me atraem fisicamente (sexo); algumas são ótimas psicólogas e me ajudam com as minhas encanações. E o que todas têm em comum é justamente o fato da relação nunca ficar séria.

Apesar de não ir adiante eu não “termino”, pois o que cada uma faz pontualmente, faz muito bem. O problema é que a maioria não saca que nossa relação se limita a algumas atividades (eu jamais chamaria uma burrinha-gostosa pra assistir Eisenstein, por exemplo) e fica cobrando algo sério. Como eu tenho lá minhas dúvidas na amizade entre homem e mulher, pra mim é normal essa amizade colorida que eu levo com elas.

Muitos homens compartilham dessa mesma opinião. Só que mulher, por ser mais emotiva, se envolve mais fácil e ai a dor de cabeça é inevitável.

Se tu curte um carinha, mas ele só te chama pra ir ao motel (e o cara manda bem). Analise. Vale a pena continuar? Você conseguirá administrar esse tipo de relação? Só cabe a você responder.

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Hoje fui citado numa lista de 7 blogs brasileiros “literalmente excitantes” elaborado pela revista Criativa. A escritora Kariny Grativol fez uma matéria bem interessante e moderna que dá dicas às leitoras sobre blogs que podem apimentar a relação ( a única coisa chata é que ela falou que meu blog é um bate-papo entre “amigas” ¬¬ , mas ok a intenção dela foi boa).


Legal saber que as empresas começam a olhar com mais carinho para essa nova mídia. Ponto para a Criativa e para a Sloggi.

E mais uma vez, muito obrigado pela audiência!

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Ontem fui surpreendido por uma leitora que gostaria de saber minha opinião sobre uma discussão que ela teve com seu (ex) caso. Bom, discutir a própria relação já é um saco, imagina ler a dos outros. Mas ok, ela estava meio angustiada e quis saber a opinião de alguém de fora.

Não vou entrar no conteúdo da discussão, porém posso afirmar que li coisas absurdas, totalmente desnecessárias e maçantes. Aliás, como a maioria das discussões de relacionamento. E para contribuir com o post do dia, no msn eu tive uma DR retroativa. A garota gostaria de saber por que não demos certo após o carnaval (!!).

Vejo dois principais motivos para as DR se tornarem um saco para nós homens. Primeiro que a mulher não consegue ser objetiva , ela dá mil voltas até chegar no problema de fato e dificilmente concorda com a primeira resposta do cara ; a segunda é que ela não sabe o momento certo de conversar. Jamais discuta por telefone ou internet, olhar pra pessoa é a melhor forma de saber se o que ela fala é verdade ou não.

Antes de iniciar a discussão pense 2, 3, 4x e veja se realmente tem por que começá-la. Se for o caso peça até opinião de uma pessoa de fora (se possível de um homem, que não tenha interesse por você). Senão tiver jeito, ok, converse com ele pessoalmente e vá direto ao ponto. Não fique dando voltinhas, por que ai quando você chegar no assunto principal o cara já vai estar de saco cheio e vai dar qualquer resposta para você parar de pentelhá-lo.

Particularmente, não acredito que discutir relação seja algo dispensável, as vezes ela é até fundamental para corrigir certos problemas de percurso. O grande lance é identificar quando elas são necessárias, coisa que pouca mulher sabe fazer.

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