Não curto ser repetitivo nos assuntos postados, mas a Roberta Carvalho estimulada por um dos meus posts me indicou uma excelente matéria publicada na revista Nova. Aliás, se vocês tiverem tempo dêem uma visitada nos blogs da Roberta, o Mundo Estranho e o Homem é tudo palhaço. Além de escrever muito bem ela possui um senso de humor único (apesar de eu não concordar com o ponto de vista das mulheres que enviam contribuições para o HTP).
Bom, mas voltando ao assunto principal, a revista Nova decidiu ajudar suas leitoras, através de contribuições enviadas por elas mesmas (será?), a perder um homem depois de algumas trepadas. Porém, como são 1001 dicas eu resolvi selecionar 10 que são infalíveis:
1-)“Estimulo o pênis dele até ficar ereto. Enlaço-o com fitas de seda e elásticos bem macios. Prendo também os testículos e fico brincando até ele gritar para me penetrar.” Cafa: Ela não se tocou que o cara grita por que não suporta aquela situação constrangedora do seu pau enfeitado e seu saco preso.
2-)“Imitei a Sandy cantando Do Fundo do Meu Coração.” Cafa: Ahhh! Mulheres e suas cantorias em horas inapropriadas.
3-)“Comprei a maior casinha de cachorro da pet shop e esperei meu marido dentro dela, nua.” Cafa: Nossa, eu ia chorar de rir. Altamente broxante.
4-) “Visto uma camisa social dele — e mais nada.” Cafa: Só falta dizer, “Bora bater uma bolinha?”
5-)“Ele diz que se apaixonou por mim por causa do meu jeito direto. Quando o conheci, avisei: ‘Cara, quero te comer agora’.” Cafa: Depois ele ficou de 4 e ela mandou ver.
6-)“Comprei uma mesa de apoio para o meu quarto que mudou minha vida de casada. Nela deixo fotos eróticas, vibradores, plumas e frutas.” Cafa: Ahhhhh as plumas!! Essa foi impactada pela matéria sem noção.
7-)“Ele adora quando o coloco de quatro e esfrego a vagina em suas costas.” Cafa: O que acontece com esses homens? Será que ela enfia o dedo depois?
8 -)“Amarrei-o com um lenço de seda na cama e o provoquei com uma pluma. Quando o soltei, o homem se transformou em um potro selvagem.”. Cafa: Caraco, não é que o lance da pluma é mais comum do que eu pensei? “Proto selvagem” é ótimo.
9-)“Quando estamos nus, vou me esfregando nele como se fosse uma cobra cheia de malícia. O roçar dos corpos o deixa a um passo do orgasmo.” Cafa: “Uma cobra cheia de malícia”, será que ela fica fazendo “Cccssssss”?
10-)“Convidei meu gato, que é pizzaiolo, para comer uma pizza personalizada: ele me encontrou nua, salpicada de orégano, com rodelas de tomate nos seios e Azeitonas sobre os pêlos pubianos.” Cafa: Só faltou enfiá-la no forno.
A única coisa que vejo de positivo nessas “dicas” é que elas dão sugestões às mulheres não caírem na rotina em seus relacionamentos (uma das principais causas das separações). Só que você precisa conhecer bem seu parceiro para não acabar caindo no ridículo.
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A questão foi levantada recentemente pela minha colega de blog Roberta Carvalho no seu famigerado HTP e replicada num dos blogs que leio frequentemente, o Solteiras no Rio.
Na minha opinião, no primeiro encontro cabe ao homem, por gentileza (e convenção da sociedade), pagar a conta da garota e nos demais a conta ser rachada. O problema é que há muitas mulheres sem noção que pelo fato do cara ter pago a primeira vez acham que é festa e tem a cara de pau de não sair com um puto na carteira nos outros encontros.
Minha mãe fica indignada quando eu falo dos meus artifícios para fazer a guria sovina pagar alguma coisa entre elas pedir pra garota ir comprar a pipoca enquanto eu compro os ingressos do cinema, ou pedir que ela compre antecipadamente as entradas para determinada peça que depois eu a pago (a minha parte claro). Já um amigo meu no segundo encontro “esquece” a carteira no carro, e pede para a garota pagar a conta que quando voltarem ao estacionamento ele acerta com ela, com isso ele já fez muita guria passar vergonha por sequer levar um cartão.
Ora, a mulher atingiu praticamente sua independência financeira em relação ao homem, ela luta por igualdades em todas as áreas (profissionais, esportivas, sociais, etc) então por que essa convenção de homem pagar a conta ter que perdurar?
Não digo isso por sovinagem ou por ser um cara “sem classe”, pelo contrário. Eu procuro conquistar a minha companheira através de um papo agradável, pela minha pegada, levando-a a lugares divertidos, etc . Se a garota me considera um cara legal só por que eu pago as contas dela, prefiro nem ter um compromisso assim.
Há décadas atrás o “paga-contas” era até compreensível, por que o homem era o grande responsável por prover o lar financeiramente, mas como eu falei, a sociedade mudou. Não dá pra ter o mesmo raciocínio que meu pai.
Mas atenção, não quero dizer que a mulher deva dividir até uma jujuba comprada na doceria ou então a conta do motel. O velho bom-senso sempre deve prevalecer.

Mais uma vez o Manual e seu público leitor são reconhecidos como um novo canal de mídia pelas empresas. Dessa vez o contato veio pela Smirnoff (Diageo) convidando o cafa aqui e seus leitores a participar de uma promoção bem interesante. O prêmio é uma viagem pelo mundo inteiro (durante 300 dias) para conhecer as culturas locais e visitar as principais baladas tudo pago pago pela Smirnoff. Eu adoraria conhecer não só a cultura, mas as mulheres do além-mar, porém eu duvido que meu chefe daria uma férias de 10 meses pra isso.
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Eu nunca curti coisas do tipo fist-fucking, sado-masoquismo, lama negra, chuva dourada e demais nojeiras que algumas pessoas costumam se excitar, mas se há consentimento dos envolvidos, digamos que é até aceitável.
Além destas citadas, grande parte das fantasias sexuais digamos que têm um certo risco seja ele legal ou social, por exemplo, ser pega transando na praia ou ter suas fotos íntimas expostas na internet pelo ex.
Nesse fim de semana recebi uma proposta da garota sem-tato. Ela quer realizar sua fantasia de fazer um ménage à trois (vulgarmente conhecido como sexo grupal) comigo e com meu primo. Detalhe, ela continua namorando. O que me deixou mais impressionado, porém, não foi o seu estado civil (aliás, isso ultimamente já nem me espanta mais, tamanho o número de mulheres que traem o seu parceiro) e sim que o convite partiu dela sem eu falar nada.
Eu a questionei por que ela não realiza a fantasia com seu namorado e mais alguém, a resposta foi “ahh, o P. é muito careta se eu falo isso pra ele, vai querer terminar. E outra você é cachorro tem mais jeito pra coisa”. Não vou entrar no mérito da parte que me toca, por que a partir do momento que eu resolvi sair com ela, eu me sujeitei a pecha de “cachorro”. Mas, a questão é, se a fantasia é tão cabeluda a ponto de não ser realizada com o próprio parceiro , será que vale a pena concretizá-la? Ou então, você confia no seu parceiro pra fazer algo mais ousado?
Uma ex-psicóloga me disse certa vez uma coisa óbvia, mas que ninguém para pra pensar. Fantasia sexual quando realizada, não é mais fantasia, é um fato consumado. É bacana ficar idealizando aquela coisa inusitada, meio que intangível e excitante, mas é bom pensar no depois também. Não há limites para imaginação, nem para as conseqüências.
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A Eliza (leitora do blog) me perguntou no msn sobre essa dúvida que muitas mulheres não conseguem entender.
Bom, há vários motivos que os homens alegam para procurar uma profissional do sexo, mas explicarei os três principais que atendem a 90% dos casos. Segue:
Pressão da sociedade > Esse ocorre geralmente com garotos mais novos (as vezes com alguns nerds mais velhos). Quando o homem se aproxima dos 16, 17 anos e ainda não transou com nenhuma garota e todos os seus amigos já, começa a tiração de sarro pelo fato dele ser virgem. Acontece que muitos garotos dessa idade não tem a mínima noção de como desvirginar uma garota e como a sua personalidade ainda está sendo moldada ele é mais propenso a ir numa “casa de massagem” para resolver o problema. Eu me enquadro nesse perfil. Infelizmente acabei recorrendo ao serviço de uma profissional por imaturidade e me arrependi profundamente, pois na epóca havia uma ficante que poderia ser minha primeira garota, mas eu tinha medo de falhar.
Ausência de feedback > Há homens que assim como os adolescentes citados anteriormente, são inseguros quanto ao sexo. Isso se deve a várias causas como pinto pequeno, vergonha do corpo, problemas de ereção ou de ejaculação precoce, e por ai vai. Outros querem apenas dar umazinha e depois desejar que sua parceira suma de sua frente. O problema é que se eles transarem com uma garota normal, as chances dela falar mal de seu desempenho (para as amigas) ou azucrinar no seu ouvido depois do sexo são enormes. Logo, para evitar feedbacks de suas parceiras, contratam uma profissional que não vai reclamar nem falar mal pra ninguém do rapaz.
Parceira sem sal - Esse geralmente acomete os homens mais velhos. Muitas mulheres depois de determinado tempo de casamento/namoro acabam virando uma sapa, outras apesar de serem ótimas parceiras socialmente, na cama são um fracasso seja por ficarem só no papai e mamãe ou por serem frígidas. Como o cara não quer perder a compania de sua parceira, acaba satisfazendo suas necessidades sexuais com uma profissional.
Apesar de listar os motivos, eu não acho certo a procura desse tipo de profissional. Não por demagogia, pois eu não acredito que ninguém vai pra essa vida por falta de opção. Mas, pela burrice de pagar por algo que hoje em dia é tão fácil de se conseguir de graça.
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Quando comecei a escrever este blog minha intenção nunca foi ser o dono da verdade. As dicas, sugestões e experiências que eu relato são todas baseadas nas experiências que eu vivi ou que ouvi dos meus amigos. Logo, tudo que está aqui não é invenção muito menos escrito por alguém que não tem conhecimento de causa. O que pode acontecer invariavelmente é uma mulher de 45 anos ou uma garota de 17 anos não se identificar com alguns dos posts por que são experiências de um cara com 24 anos.
Fiz essa pequena introdução por que hoje fiquei impressionado com uma revista feminina (estava no dentista) daquelas que em toda capa tem algo do tipo “x dicas para enlouquecer seu homem”. Olha, algumas coisas ali têm até muita pertinência, mas outras são uma tremenda bobagem.
Nesta especificamente tinha uma personal sex trainner (?!!?!!) que dava dicas para as mulheres incendiarem na cama. Uma das dicas era que a mulher deve aguçar todos os sentidos do homem, ou seja, ela deveria esborrifar seu perfume pelo ambiente (deve ficar meio enjoativo, mas blz), deveria lambuzar seu corpo com chocolate (dependendo do lambuzar, ok), colocar uma música bem romântica (Barry white vai lá, agora se for um axé romântico a la Ivete Sangalo, para) e esfregar uma pluma no cara (nessa hora eu comecei a chorar de rir no consultório imaginando a situação de uma mulher tirando uma pluma rosa da gaveta e jogando no meu corpo).
Primeiro, pra precisar de “personal sex trainer” a mulher tem que ser uma coitada. A internet está ai pra isso, amigos mais íntimos também, não é tão difícil se inteirar sobre como se comportar na cama pra deixar um cara amarradão. E outra, o sexo tem quer ser algo que flui pelos amassos, não vai entrar no quarto, deixar o cara com cara de bobo enquanto esburrifa perfumes pelo ambiente. Muito menos tirar uma pluma do armário e ficar roçando no cara.
Eu não entendo como funciona a redação dessas revistas, por que a maioria das pessoas que escreve nelas são mulheres ou gays. E como uma mulher vai entender o que um cara gosta ou não?!? Os homens muitas vezes mentem ou omitem para agradar a parceira. Por exemplo, se eu saio com uma garota e ela tira um espanador e fica passando no meu pau eu vou segurar o riso, mas não vou criticá-la por que ela tentou inovar. Mas, o que acontece? Ela vai falar pra amiga dela “olha pega um espanador e fica passando no cara que eu fiz com meu casinho e ele gostou” (ok, o exemplo é exagerado, mas você entendeu).
Bom, não sou contra essas revistas. Mesmo por que elas não se limitam só a dar conselhos sexuais. Mas, toma cuidado nessa parte que envolve dicas de homens. Algumas coisas são interessantes, mas outras são um tiro no pé.
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Para algumas mulheres isso pode até soar estranho, mas abortar a transa não é algo tão incomum assim para os homens (é difícil, mas não impossível). Digo isso, pois li em alguns blogs do gênero “vamos falar mal dos homens” histórias de caras que nas preliminares ou até mesmo na hora “H” abortaram a ação, uns dando uma desculpa bem bolada, outros mais cara-de-pau.
E você deve estar se perguntando, “Como assim?! Homem recusando sexo?! Duvido!”. Explicarei.
Há dois motivos para o cara não conseguir transar e inventar as desculpas, quando o problema é nele e quando é com você. O primeiro é mais comum (e muitas mulheres acreditam ser o único), encontrado em homens que não conseguem transar com desconhecidas por terem vergonha de ficarem nus, ou devido à camisinha e seu efeito pijaminha (colocou dormiu), ou a garota ser muito areia pro caminhão dele e o coitado não ter ereção de tão nervoso por ter que fazer um belo trabalho, e por ai vai. Já o segundo problema, “você”, é um pouco mais complexo.
Apesar de cafajeste, confesso que já tive que abortar algumas transas. A primeira que eu me recordo se passou em Jundiaí (interior de São Paulo) no sítio de um amigo. Tínhamos acabado de voltar de uma balada (eram 5 homens e 6 mulheres) e eu tinha ficado com uma das garotas. Chegando na casa todo mundo capotou e eu fui pra sala colher os frutos da noite, quando estávamos no início da pegação e eu fui masturbá-la senti uma coisa muito grande lá embaixo (confesso que por uns instantes achei que a garota fosse hermafrodita), a garota tinha um clitóris enorme! Olha, se mulher não é chegada em homem de pau pequeno, mulher com clitóris-pênis também é foda. Eu tirei a mão na hora, não sabia o que fazer direito, mas quando a garota falou “vai continua, quero sentir agora sua boca lá embaixo” eu já emendei “meu, não to passando bem…bebi demais, preciso ir no banheiro”, ai lá eu forjei um vômito e consegui me livrar dessa.
Outra tragi-cômica foi de uma amiga mais liberal. Como ela não consegue atrair homens pela aparência física muito menos pelo papo, ela o faz pela putaria. Era carnaval, estava eu com mais 3 amigos e ela curtindo a noite numa balada no interior de sampa. Lá pro final da noite ela me aparece com um cara completamente bêbado, mas boa-pinta. Desconfiei. Ela estava toda pomposa e disse que não precisaria de carona pra voltar, pois ele iria deixá-la na casa que alugamos. Quando estávamos no meio da estrada retornando à casa toca o telefone, a garota em prantos dizendo que estava perdida em alguma padaria da cidade! Depois ela nos contou que eles ficaram trocando uns amassos dentro carro no estacionamento da casa noturna e que depois de umas preliminares, o cara começou a passar mal, dizendo que precisava de um doce. O que ele fez? Encostou o carro numa padaria, pediu que ela comprasse um Halls e enquanto a esperta foi comprar, ele se mandou (no mínimo ele foi ficando sóbrio até perceber a garota que estava do seu lado e ai arrumou uma forma de se safar).
Bom, conheço dezenas de outras histórias desse tipo, como o cara que programou o celular pra tocar em cinco minutos para ele atender como se fosse uma urgência e assim se livrar da garota, um que a guria estava com bafo de bosta, outro que se deparou com pelos (grandes) entre os peitos da mulher, e por ai vai.
Porém, minha intenção aqui não é defender os homens, mas que as mulheres entendam que muitas vezes a culpa pelo coito na ter ocorrido não está relacionada apenas a problemas eréteis do rapaz, mas algo em você que o cara só foi identificar depois da bebedeira passar ou nos momentos de intimidade.
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No trânsito infernal pra voltar do litoral para São Paulo estava conversando com meus amigos sobre mulheres (pra variar) e a relação delas com a rede social que possui mais de 30 milhões de brasileiros, o Orkut. Foi bem interessante, pois todos tinham experiências engraçadas que só esse serviço pode proporcionar.
Geralmente as pessoas ou o detestam ou não ficam sem dar aquela espiadinha diária. Quem o critica, diz que ele só serve para bisbilhotar a vida alheia, uma visão errada, pois ele é uma excelente ferramenta para reencontrar amigos de infância, compartilhar idéias, fazer networking, pesquisar sobre as mais variadas informações (reviews sobre carro, celulares, pontos turísticos, etc), entre outras coisas.
Acontece que é preciso saber utilizá-lo, e poucas pessoas sabem como. Algo que foi consenso geral entre mim e meus amigos são as “comunidades queima-filme”. Mulheres que por acharem que são livres pra manifestar a sua opinião ou que pra cutucar seus (ex) casinhos entram em comunidades do tipo “Se eu não me lembro, é porque não fiz”, “Eu beijo meus amigos”, “Eu pego, mas não me apego”, “Eu gosto de homem-cachorro”, e daí pra baixo. Ao contrário do que elas pensam, essas comunidades não vão deixar o cara puto, mas vai mostrar a todos os outros que aquela garota é uma mulher remédio.
Não trate as imagens. Eu já sofri alguns perrengues por causa disso. Se você vai sair com um carinha que só te conheceu uma vez na balada ou então on-line e as únicas referências que ele possui são aquelas fotos estratégicas do Orkut, cuidado.
Scrap bom, é scrap lido e apagado. Tudo bem que tem aquelas mensagens de parabéns que são maravilhosas, outras “fofas” de amigas, etc. Maaas, sempre haverão aqueles scraps de antigos rolos, daquele carinha que você ficou numa viagem, de outro que você conheceu na balada, etc. OK, todo mundo tem passado, mas ele não precisa ser um livro aberto em que qualquer um pode consultá-lo.
Ah! E se tiver aquele pentelho que você conheceu que não para de te deixar scraps sem noção é só colocá-lo na lista de ignorados.
Seguindo essas regrinhas dá pra usar o Orkut numa boa e aproveitar todas as suas funcionalidades.
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Estava assistindo hoje a novela das 9 da Globo e tive a inspiração para esse post tamanha a minha revolta pelas pessoas e seus relacionamentos “fru fru” que ela retrata. Tudo é bonitinho, a mulher boazinha que só pensa em bondades, o filho de caseiro que se tornou empresário de sucesso e nunca fez mal a ninguém, o bom filho chato-dos-ringtones que fica rico vendendo músicas pela web (?!) e que não esquece uma menina-de-família toda meiguinha, e por ai vai.
O problema é que a rede Globo tem uma penetração incrível nos lares brasileiros e querendo ou não ela acaba sendo responsável por influenciar inconscientemente nos ideais de relacionamento da maioria das pessoas. Ai é comum gente desmiolada querendo parceiros que só existem nas novelas.
Ainda bem que eu nunca fui fã desse tipo de programa e por isso não concordo com quem me fala “ah cafa, você não namora porque quer uma mulher perfeita”, não! É justamente o contrário, quero uma mulher imperfeita:
- Que não acorda maquiada;
- Que não fica me elogiando todos os dias;
- Que não seja maravilhosa, gostosa e com um cérebro de girino;
- Que não diga “eu te amo” como quem diz “bom dia”;
- Que tenha personalidade para dizer “não”, quando eu esperava um “sim”;
- Que saia da rotina dos programas de casais;
- Que não viva em função de mim;
- Que tenha TPM e fique indomável;
- Que saia com suas amigas quando tiver vontade;
- Que não deixe de ser a pessoa que eu conheci;
- Que seja uma dama na sociedade e uma puta na cama.
Pensando bem, acho que a busca por uma mulher imperfeita acaba sendo tão difícil
(ou impossível) quanto idealizar uma parceira que só existe nas novelas.

Música inspiradora - “Amor meu grande amor” (Barão Vermelho)
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Uma leitora me pediu para dar umas dicas de como atrair homens bacanas na balada.
Bom, antes de mais nada, eu sou um pouco incrédulo sobre encontrar um(a) parceiro(a) interessante na balada. Geralmente, as pessoas estão lá pra encher a cara, se divertir com os(as) amigos(as) e fazer contatos que possam render uns beijos ou uma transa casual.
É claro que há algumas pessoas que valem a pena conhecer nestes lugares. Mas, são bem poucas e por isso você precisa ficar atenta para encontrá-las. Segue 5 breves dicas que facilitarão essa busca:
1-) Não beije de cara. Um dos maiores prazeres de ficar com uma garota (que vale a pena) na balada é a conquista. Se a garota for meia boca e não me beijar de cara eu abro fora. Agora se for interessante, vale a pena a conversa. Então, fala pro cara que você achou ele interessante, mas que ainda é cedo pra beijar (se ele sair fora, você não vale a pena pra ele) prolongue o assunto e ai sim o beije.
2-) Ele esqueceu seu nome? Acontece. O álcool tem o incrível poder de fazer com que o nome das pessoas seja a primeira coisa a ser esquecida. Não encane com isso, a não ser que você veja que o cara mal consegue parar em pé, ai sai fora por que ele nem vai lembrar do seu rosto no dia seguinte.
3-) Chave-de-braço não. O cara pode ser o mais gato da balada, se ele chegou em você guindando, caia fora. Lembre-se, essas dicas são pra achar pessoas interessantes na balada. Se o cara não tem a capacidade de lhe convencer a dar um beijo pela conversa, só deve ter abobrinha ali dentro.
4-) Não seja pedante. Como eu falei anteriormente, na balada as pessoas vão para se divertir com os amigos, se surgir alguém interessante pode rolar de os dois ficarem juntos. Agora, se o cara ficou com você e resolveu voltar à roda de amigos dele, não fique circulando o coitado ou soltando frasezinhas inconvenientes do tipo “já me esqueceu?”, “e ai, curtindo muito?”. Curta a sua noite, se você mexeu com ele, ou ele não te abandona ou ele volta.
5-) Não ande em bando. No máximo vá com 3 amigas para o lugar. Se não for possível, dividam-se em grupos. Muitas mulheres juntas intimidam o cara a chegar junto por dois motivos. O primeiro diz respeito àquelas amigas barangas que não beijam ninguém e na hora que o cara chega pra falar com sua amiga, querem ir ao banheiro com todo mundo junto ou pede pra irem pra outro lugar. O segundo é a vergonha mesmo, apesar do álcool quebrar um pouco isso é meio constrangedor chegar numa garota e 8 ficarem analisando até o fio de cabelo que está fora do lugar.
Boa sorte!
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Sábado estava conversando com a minha mãe sobre as garotas que eu tinha apresentado a ela desde que comecei a assumir alguns relacionamentos mais sérios. E todas que ela simpatizou são aquelas meninas “de família”, simpáticas, educadas, com bons modos, delicadas, e demais adjetivos bonitinhos. E foram justamente as que despertaram menos interesse em mim.
As que eu mais gostei foram às consideradas “despirocadas”, que tinham poucas qualidades mencionadas acima, mas que na intimidade deixavam as “de família” no chão. Isso não quer dizer que eu seja um cafajeste imprestável, não. Mas, pra mim o entendimento na cama é 75% de uma relação. Ao falar isso minha mãe resumiu com a célebre frase, “é não tem jeito, homem gosta mesmo de uma puta na cama e uma dama na sociedade”.
Ok, “puta” é muito pejorativo e a frase um pouco simplista, mas o sentido dela é excelente.
O que eu vejo acontecer hoje em dia é o prevalecimento dos dois opostos, quando na verdade eles deveriam ocorrer em conjunto. Explico. Mulheres que pra não serem taxadas de vulgares ou por terem sido criadas numa família muito conservadora assumem papéis de santa e esquecem de abandoná-lo em 4 paredes, ai fica aquela coisa insuportável de ficar n meses com a garota e ela nada de transar, de tentar um sexo oral e ela vir com “tenho nojo”, ou então ter vergonha de determinadas posições sexuais (sendo que jamais as experimentou, pois acham vulgar ficar de 4, por exemplo.); e na contramão aquelas mulheres que em nome da igualdade de sexo, do feminismo burro e pra mostrar uma pseudo-independência tendem só pro lado da despirocação, dão pro primeiro que aparece, acham que lavar uma louça é descer no patamar das “conquistas feministas”, enfiam um shortinho cavado no útero e um decote “vejam meus peitos”, afinal são livres para isso.
Eu acho muito mais fácil uma garota “de família” se converter em quatro paredes a uma despirocada virar dama. Aliás, se alguém conhecer uma mulher que apresente as duas características, me apresente, por favor
