Esse fim de semana era mais um daqueles que eu não tinha grandes planos e que no final acabou sendo bem produtivo. Como de costume, estava na casa dos meu pais em Santos. Era sábado a noite e não queria pegar balada, logo fui à internet ver o que poderia me render. Apareceram 3 contatos interessantes de mulheres-lanchinho.

O primeiro era uma garota que conheci em Porto Seguro na minha formatura de colegial. Vez ou outra ela vem pra minha casa em sampa a pretexto de ver um filminho e no final é só sexo mesmo. Como estava no litoral, a chamei pra pegar uma praia comigo no domingo. Ela estava bem afim de ir, mas precisava inventar uma boa desculpa pra mãe dela, pois já eram 23:00. Tentei ajudá-la, mas nada criativo surgiu e acabou não rolando. Parti pra segunda.

A segunda era a garota de tatuagem na lomba que conheci na balada. Depois de ver as novas fotos que ela postou no Orkut, digamos que me reacendeu a vontade de “revê-la”. Nem preciso dizer que ela topou na hora o convite, mas disse que iria demorar uma hora pra se aprontar e que gostaria de comer em algum lugar antes. Fiz as contas e não valeria a pena. Já tinha transado com ela, em casa não dava pra eu levar, pois meus pais estavam lá, logo teria que pagar um motel. Ai veio a conta na cabeça “Restaurante + motel + figurinha repetida = muito desgaste. Bom, não dispensei, deixei no modo de espera e parti pra terceira.

Essa terceira eu conheci na época da faculdade, mas nunca tivemos muito contato. Ela namorou durante 3,5 anos e depois de terminar, nesta semana voltou a conversar comigo. Já era uma da manhã e eu perguntei se ela não gostaria de ir até minha casa em sampa ver um filme (técnica-clichê, mas infalível). A garota é inteligente e logo se ligou das minhas intenções e disse que aquilo estava cheirando a bootty call. Eu não tinha a menor idéia do que isso se tratava, então consultei o oráculo Google. Resumidamente, booty call é uma palavra que surgiu num seriado americano na década de 90 e se popularizou por lá, nunca vi essa expressão por aqui, mas gostei do seu emprego devido a sutileza. Booty call é quando você liga (agora no século 21 pode ser também pelo contato na internet) para uma pessoa conhecida no meio da madrugada com o único intuito de fazer sexo (sexo real). Em alguns casos essas pessoas têm parceiros fixos (problemáticos) ou então terminaram recentemente e devido a seu estado de carência utilizam esse recurso para saná-la (foi o caso da garota).

Enfim, depois de muita conversa ela topou. Fui pra São Paulo as 2 da matina. Já em casa, como não tinha vinho, servi whisky mesmo. Acho engraçado quando as mulheres tentam se passar por castas e falam “olha, mas não vai rolar nada viu”, pô não deu 3 rodadas de whisky pra começar os amassos quentes. Não vou entrar em detalhe do ocorrido (só digo que foi ótimo), porém não aconselho muito usar whisky nessas ocasiões. A bebida sobe muito rápido, quando fui “içá-la” no meu colo pra levá-la ao quarto acabei caindo em cima da mesinha de centro da sala, nada que tenha broxado, mas foi uma situação um pouco constrangedora.

Na minha opinião esse “conceito” de botty call tende cada vez mais a se popularizar, a demanda e oferta de mulheres-lanchinho é cada vez maior.

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Devido a alguns posts mais polêmicos, as vezes sou tachado aqui como machista por umas feministinhas. Eu nem dou muita bola, pois sei que em todos os grupos extremistas (desde os religiosos até os sociais) há uma puta insegurança enrustida que é externada em forma de agressividade. Como eu não me enquadro neste grupo e sou muito bem resolvido com as mulheres, acabo mesmo é tendo pena dessas pessoas que acabam ficando amargas e sozinhas.

Apesar de gostar de cutucar essas feministas, dessa vez vou falar do machista. Hoje fui dar uma olhada nas fontes de tráfego para o meu blog (em linhas gerais, é um gráfico que mostra de onde as pessoas estão vindo para o Manual) e vi que tinha uma comunidade do Orkut trazendo um monte de gente. O nome? “O lado obscuro das mulheres“. Pensei que fosse algo interessante onde os membros debateriam sobre dúvidas em relação ao sexo feminino, formas de conquistar uma mulher (nada piegas sobre casamento, pra sexo casual mesmo), enfim que trouxesse algo positivo. Porém, o que eu vi foi um bando de “homem” por trás de fakes (usuário falso) destilando seu veneno nas mulheres, cheio de frases prontas, lugar-comum e teses infundadas.

Lá eles criticavam o post “Sociedade machista ou excesso de feminismo“. Uma das críticas quis contestar dados do IBGE sobre remuneração feminina, outra sobre o caso da banderinha Ana Paula (que sofreu preconceito por ter posado nua e errado numa partida de futebol) dizendo que “piranha da ana paula rouba discaradamente dois times importantes do país, não foi punida como merecia, posa pra playboy e ganha milhões”, o engraçado é que quando o tosco do Vampeta posou pra revista gay ninguém falou nada.

Enfim, paro por aqui por que 80% das coisas postadas lá não se sustentam em 5 minutos de conversa. Porém, eu entendo esses caras (não que eu concorde com suas argumentações). Grande parte deles sofreram nas mãos de vagabundas, outros por não conseguirem conquistá-las por falta de atributos físicos ou de lábia são os mesmos que cospem nelas.

Posso falar disso com muita propriedade, pois já fui um deles. Quando eu era adolescente tinha um visão bem machista das mulheres por n motivos (família conservadora, mulheres vagabundas, ausência de qualidade física e lábia, etc). Só que eu me toquei que não adiantava bravejar, a sociedade muda constantemente, ou eu dançava conforme a música ou ia ficar todo amargurado e pega-ninguém.

Se hoje sou cafajeste, foi por mera adaptação à realidade. Porém, antes ser um cafa e conquistar mulheres a um machista que se satisfaz cuspindo nelas.

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Sei que cada pessoa tem uma forma particular de sentir tesão nessa vida, desde as pessoas que gostam de ser mijadas até aquelas que gostam de transar com animais. Só que não consigo entender o tesão de indivíduos em tirar fotos ou filmar eles transando para depois assistir. Mas caso sinta uma vontade louca de fazer isso, ok, grava, vê e apaga. Peguei nesse tema por que hoje ajudei a evitar que uma garota fosse mais uma vítima da exposição de suas fotos na web.

Hoje a tarde vi um burburinho numa das mesas de trabalho do meu trampo. Um dos meus colegas achou fotos de uma garota dando com seu namorado, recém postada no Flickr. Como são todos ratos de internet, logo descobriram o Orkut dela, onde ela estuda e bairro em que mora em sampa. Entrei em contato com ela e expliquei o ocorrido. Ela ficou desesperada, mas disse que não foi ela quem subiu. No mínimo foi o tosco do namorado que quis mostrar como ele é foda. Felizmente, um funcionário daqui que já trabalhou no Yahoo (responsável pelo Flickr) solicitou que removessem as fotos de lá (ela não conseguia removê-las).

Essa teve “sorte”, mas já vi centenas de outras que tiveram suas fotos publicadas e isso viralizou na internet (e uma vez na net, nunca mais ela some. Imagina, até os filhos da garota um dia irão ver ela com a boca na botija). E sabe de quem é a culpa disso? Da imbecil da guria.

Depois conversando com amigos descobri que uma parte deles possui fotos transando com suas namoradas, ficantes e noivas. Foda. Mulher quando está apaixonada fica burra e cega. Acha que só por que ama o cara e confia nele pode fazer qualquer coisa. Ai depois de um tempo, eles brigam, ela termina e o bonitão vai lá e solta as fotos na internet.

Nessa história o homem se passa por fodão, e a mulher (como sempre) por puta.

O Naga’s me convidou dia desses para um même bem bacana que está rolando na blogosfera. Basicamente é: “O que você faria se tivesse 5 minutos a mais em cada hora do seu dia”. É bem provável que eu trabalharia mais um pouco, mas vou tentar não ser chato e pensar em coisas bacanas:

1-) Faria o post sobre Mulheres interessantes que está complicado de terminar.

2-) Leria mais umas 5 páginas do livro “A Peste” que parece não ter fim.

3-) Responderia as dezenas de pedidos de “O que há de errado comigo?” que recebo de leitoras malucas no msn.

4-) Finalizaria o novo layout e migração do Manual para outro domínio.

5-) Tomaria o famigerado chopp com a Roberta de Carvalho.

Aproveitando o ensejo, convido 5 blogs a dar continuidade ao même, Nao2nao1, Solteiras no Rio de Janeiro, Mundo Estranho, Google Discovery e Me and my secret life.

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Sei que estou devendo dois posts a vocês, mas como fim de semana aconteceu um fato inusitado, tive que fazer esse de oportunidade.

Ontem fui na xxxperience (uma das festas raves mais famosa do Brasil). Apesar de não curtir tanto tempo dançando, nessa eu estava mais empolgado e aproveitei bastante até começar a cair o mundo e o lugar virar um verdadeiro charco (evento muito mal organizado por sinal, só os Dj’s que prestavam).

Como a pista não tinha nenhum abrigo pra chuva, passei a caçar que nem doido um lugar para poder me refugiar. Me enfiei num quiosque que tinha um toldo comprido. Estava um rebu só, todo mundo amontoado. Do meu lado tinha uns 8 moleques filhinhos-de-papai aloprando todas as mulheres que entravam ou passavam pelo lugar. Eram xingamentos absurdos sobre o físico das garotas e condição financeira.

Numa hora entrou uma guria bem gatinha e gostosa, e ficou parada na minha frente. Como eu estava no pó e sem vontade de falar com ninguém, nem ataquei. Já os caras do meu lado passaram a chamar ela de gostosa, abraçá-la, elogiar peito e bunda, etc. Eu não entendi como ela ainda ficava ali até que um deles a beijou. Os outros também tentaram pegar, mas ela não quis. Nisso, um deles que estava atrás dela começou a cuspir nas suas costas e pra finalizar deu uma catarrada no cabelo (ela não percebeu). Detalhe que o cara que a tinha beijado viu tudo e deu risada.

Fique indignado e tentando entender de quem era a culpa, pois nunca vi algo tão escroto em anos de cafajestadas. Os caras são uns merdas por natureza. No mínimo na casa deles a mãe é tratada como um lixo pelo pai ou não passa de uma perua com cérebro de minhoca. Só que a maior culpa nessa história é da garota. Não que eu defenda o que os caras fizeram, mas o que faz uma mulher se sujeitar a isso? Ela nem sabia o nome do cara, idade, cidade onde mora, e por ai vai. E essa garota não é um caso isolado. Canso de ver por ai mulheres que não se valorizam, que abrem as pernas e depois perguntam o nome. Mulheres medianas, merecem homens medianos.

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Mulheres chatinhas

7.Nov
2007

Em alguns posts tenho definido tipos de mulheres chatinhas. Hoje lembrei de mais algumas e resolvi fazer uma listinha com umas 10 (procurando sempre associar ao sexo). Você se enquadra em alguma delas?

Mulher chiclete – Liga de manhã, de tarde e de noite. Não ouse sumir do mapa por um dia do contrário ela fará todo tipo de pergunta chiclete possível (“está com outra?”, “não gosta mais de mim?”, “O que eu te fiz?”). Depois da transa quer ficar abraçada fazendo juras de amor ou perguntando mais chicletices (“gostou?”, “que você achou?”, “quero te ver sempre”).

Mulher intelectualóide – Acha que entende sobre todos os assuntos. Costuma gostar de bandas que só ela e seus amigos chatos conhecem. Para tudo tem uma explicação óbvia e fundamentada. Momentos antes de transar costuma dar uma filosofada sobre relacionamento (uma maneira intelectual de discutir relação). Adora racionalizar sentimentos (como eu ouvi certa vez, “Você gosta de mim com qual intensidade?”).

Mulher múmia – Concorda com tudo. Se você havia combinado de ir ao teatro e na hora “H” decide ir ver o jogo do São Paulo, ela aceita. Se tinham combinado de ir para o litoral e você decide ir ao campo, ela acha o máximo. No sexo é como se estivesse transando com uma boneca plástica, as vezes é bom dar uma sacudidinha pra ver se a múmia não caiu num sono profundo.

Mulher patricinha – Gera um custo danado para se levar pra cama. Há quem diga que a relação custo x benefício de contratar uma profissional do sexo é melhor do que sair com a paty. Na cama, ela costuma pegar o pau com guardanapo (adorei a expressão Roberta). Tem nojo de chupar, acha um absurdo ficar de quatro, e se por acaso um pouco de gozo cair em seu corpo…putz, faz o maior fuá.

Mulher vivida – Geralmente são balzacas. Acreditam que por terem experiência de vida sabem tudo sobre sexo. Acham que as mesmas coisas que os ex’s delas gostavam é o que vai te agradar. São as freqüentadores mais assíduas de Sexshop (adoram uma parafernália sexual). Do nada aparecem com uma posição sexual nada vê ou então compram um casinha de cachorro como parte de um fetiche que só no mundinho dela e da Revista Nova é excitante.

Mulher da night – Pega todos, mas não se apega. É o melhor tipo para aliviar as tensões sexuais, pois dificilmente vai cobrar um retorno seu no dia seguinte. Acham que a liberdade sexual e independência feminina são proporcionalmente diretas ao abrir das suas pernas.

Mulher da net – Geralmente a natureza não a favoreceu. Costumam utilizar serviços como Par Perfeito, chat do Uol e Amigos virtuais para encontrar a sua cara-metade (como se isso existisse). O problema é que 90% delas coloca uma foto estratégica em seu profile e não muito incomum o bruto acaba fugindo ao lhe ver ou transa por desencargo de consciência e pula fora na primeira oportunidade.

Mulher riponga – É toda descolada. Costuma usar saia Hippie, roupas indianas e cabelos cumpridos até a bunda (ou então tudo engruvinhado num horroroso e imundo rasta). Se orgulham de não se depilarem com muita freqüência. Acredito que não curtam sexo oral, como alguém cairia de boca naquela mata suja? (desculpem, mas eu não conheço esse tipo de mulher a fundo para tecer um juízo de fato, fico só nas conjecturas).

Mulher corporativa – Geralmente ela é repleta de neuroses, ou tem um tique nervoso irritante ou é cheia de manias. São bem sucedidas em sua carreira, mas justamente por isso tiveram que abdicar ou não deram a devida atenção a seus parceiros. Por isso, costumam pecar pelo excesso ou pela omissão. Ou acabam se tornando chicletes ou então parece que você está saindo com um colega de trabalho.

Mulher virgem
– Existe?

Claro, estou estereotipando a maioria dos perfis existentes, pois há mulheres corporativas muito bem resolvidas e até mulheres virgens! Porém, creio que 80% dos padrões comportamentais de mulheres chatinhas se encaixam num perfil ou outro (sendo que muitas delas se sobrepõe, como a patricinha corporativa e a vivida da night).

Fiz uma entrevista bacana para o blog Não 2 não 1, quem quiser dar uma fuçada, entre aqui.

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Nelson Rodrigues sempre foi um cara polêmico ao retratar as mulheres e o sexo em suas obras. Particularmente nunca fui muito fã do seu gênero literário, mas ele tem o seu valor por ser um dos primeiros no Brasil a falar tão abertamente sobre relacionamentos. Certa vez ele cunhou uma frase célebre que na época que eu ouvi achei absurda, mas interpretando-a atualmente entendi o significado, segue: “Não são todas as mulheres que gostam de apanhar, só as normais”. Antes que as feministas e precipitadas de plantão me ataquem, vou explicar.

É óbvio que mulher nenhuma (com exceção das masoquistas) gosta de levar um sarrafo. Claro, tem uma boa parte que gosta de tomar uns tapinhas na hora do sexo, mas isso é outra coisa. Acredito que o Nelson usou uma alegoria para explicar algo comportamental, ou seja, mulher não gosta de cara que fique babando no seu ovo (os famosos “bonzinhos“). E comprovo isso empiricamente também, pelas minhas experiências e de boa parte dos meus amigos, as mulheres correm mais atrás dos homens que não ficam no seu pé.

Esse feriado eu tive mais uma prova disso. Lembram da garota que não sabe administrar a geladeira e que eu chamei de gordinha? Me ligou perguntando se eu ia fazer alguma coisa a noite. Como eu havia falado, a cabeça de baixo as vezes manda na de cima e como a química com a garota é forte, aceitei. Infelizmente, acabou não indo para os finalmentes, saímos mais para resolver o mal entendido. Ela ficou toda de charme, perguntou se eu estava saindo com outras, se tinha transado com alguém no carnaval, etc . Agora a pouco recebi uma mensagem dela no celular dizendo que já estava com saudades.

Aos poucos percebo que a frase de Nelson Rodrigues também é aplicável ao homem. Nesse mesmo feriado sai pra dar umas voltas com uma outra garota que conheci na balada. Ela é bem simpática, toda meiguinha, bonitinha, mas não tem química alguma. A pegada dela é muito fraca (não é só homem que tem pegada). A outra mais cachorra, por mais que tenha feito o que fez, tem um beijo excelente e uma puta malícia. Ela sabe “bater” e ser atenciosa (sem ser grudenta). Volto ao meu velho dilema que parece impossível de solucionar, quero uma puta na cama e uma dama na sociedade.

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Ultimamente está complicado atualizar o blog e dar atenção às leitoras no MSN, pois meu trabalho está puxando quase todo meu tempo livre (e o que sobra eu procuro arrumar conteúdo para novas postagens, ou seja, vou à caça). Nessa semana não foi diferente. Fui para Buenos Aires trabalhar num evento da Nokia (que por sinal foi bem legal). Nos primeiros dias eu mal tive tempo de pensar em outra a coisa a não ser trabalho, porém no último consegui arrumar história pra esse post.

Quando o evento acabou foi dada uma festa num dos hotéis mais bacanas de BsAs, o Faena. Eu não tinha idéia do nível do lugar, e acabei indo mais “descolado”. Quando cheguei na festa me senti meio Jeca, pois todo mundo estava de social. Ainda bem que o pessoal da Nokia foi bem receptivo (inclusive uma das mulheres é minha leitora), porém as argentinas não foram.

Estava rolando no lugar duas festas, esta da empresa e outra da alta sociedade argentina. Da empresa eu fiquei comportado por motivos óbvios, porém quando ela começou a miar eu fui dar um pulinho naquela. Chegando lá era incrível o nível das pessoas, só mulher gata, bem arrumada e de nariz em pé. Não sei por que, mas brasileiro é muito mal visto por elas (ainda mais com meu traje). Todas que eu chegava puxando o portuñol me rechaçavam. Ai pensei na tática do francês que, apesar de raramente dar certo aqui no Brasil, na Argentina funcionou.

Faço francês há 5 anos, e consequentemente, já tenho uma boa fluência no idioma. Como algumas mulheres se derretem por estrangeiros, volta e meia quando eu estou zerado numa balada desconhecida eu viro francês para tentar arrumar alguma interesseira tira-colo. Aliás, eu não sou o único que utiliza essa tática, conheço muitos “ingleses” do Pacaembu, alguns “australianos” do Morumbi e uns “espanhóis” da Barra da Tijuca.

Bom, depois de me cansar da indiferença das garotas, comecei a puxar conversa num bom e belo “Que belle! Quel est votre nom?” Foi incrível, de uma hora pra outra eu virei o cara. Curioso que a maioria das gurias que eu conversei falavam um pouco do idioma. Tiveram 3 passagens interessantes, a primeira foi de uma songa-monga que me apresentou toda feliz a um jogador de tênis que tinha ido à França competir (?!), a outra de uma garota que estava acompanhada (eu não tinha visto) e que o namorado dela ao me ver (e saber que eu “era francês”) ficou todo contente e não me largava, e por fim da garota que eu fiquei. Não sei se todas as argentinas são assim, mas essa garota mal deixava eu por a mão na sua cintura, me senti de volta aos meus 14 anos. Depois da 5 tentativa e nada, acabei dispensando-a. Eu tava muito chapado, meu vôo de volta era de manhã e a garota apesar de bonita não tinha sal.

Sempre me disseram que as argentinas eram as mulheres mais interessantes da América Latina, balela. Depois de umas voltas pela cidade e da festa, eu confirmei o que eu sempre tive em mente, as brasileiras são as mulheres mais quentes do mundo (no final do ano eu poderei dar 100% de certeza). Digo isso não só pelos amassos, mas por que são muito mais sensuais.

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