Gostaria de agradecer pelo sucesso do blog as minhas fiéis leitoras (e esporádicos leitores) que me acompanham há tanto tempo.
Coincidentemente hoje começa o carnaval. Não vou falar nada, pois da última vez não me trouxe muita sorte. Ficará no ar o próximo post.
Desejo a todos um excelente carnaval e protejam-se!
abraço!
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Não pretendo fazer disso aqui um guia Capricho do “Certo e errado”, mesmo por que cada um tem seu estilo e não existe o “errado” e sim aquilo que vai na contramão do que é tendência. Com a depilação é a mesma coisa.
Há cinco anos eu ficava indignado por meus amigos depilarem o corpo. Achava que era coisa de viado e narcista. Isso durou até o dia em que uma garota viu minha foto na net e perguntou se eu tinha uma tatuagem na barriga (¬¬), quando na verdade eram os pêlos do caminho da felicidade. Passei a fazer uma pesquisa com as mulheres e cheguei a conclusão que aquelas de até uns 30 anos gostavam de homens sem pêlo (barriga, peito e costas) e as mais velhas achavam homem peludo um charme. Segui meu público-alvo e há 3 anos a Rosana se diverte mensalmente me torturando.
Como o homem passou a ser cobrado em certos aspectos estéticos que antigamente não faziam diferença, a cobrança em cima da mulher ficou ainda maior. Pêlo no pé, perna cabeluda, sovaco mal raspado, buço por fazer e pelinhos em lugares estranhos despertam o asco em qualquer homem urbano. Esses são meio que obrigação de estarem em dia.
É…sei que vocês estão esperando o principal, e a região pubiana?
Desde pequeno sempre ouvi reclamações da minha irmã e amigas em relação a virilha. Não sei se a dor é pior que arrancar o caminho da felicidade, se for parabéns pra vocês mulheres. Por esse motivo têm mulheres que evitam deixar a casa em ordem, outras alegam que não utilizarão biquini ou que não irão transar. Até o dia que pinta uma oportunidade do nada e pronto! O bonitão se depara com uma barba entre as coxas. Se você é adepta do sexo casual ou tem namorado, a depilação da virilha entra na categoria acima.
Quanto ao estilo, voltamos a seção do “Certo e errado”. Tenho tios que adoram mulheres no seu estado bruto, nas palavras deles: “humm essa é pentelhuda” (disgusting). Agora se você não está interessada em tiozinhos, apare! Dai pra frente os gostos se diversificam, tem homens (são minoria) que adoram carequinhas, eu acho tosco, me lembra aquelas crianças na praia que a mãe insiste em deixá-las peladas; outros mais tradicionais gostam do triângulo (aparado!!); mas acredito que a maioria tenha predileção por retângulos ou a famosa “tirinha” (nham, nham). Quanto a desenhos, cores, tererê, etc evite! Faça só se o carinha que você está um dia falar que tem tesão nisso (e você achar que ele merece), pois do contrário vai soar brega e muito provavelmente sinalizará que você está caidinha por ele (jamais uma mulher normal dará pro João com um “P” desenhado nos pêlos).
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A idéia desse post veio depois que uma leitora me questionou a respeito do que fazer / se vestir no primeiro encontro. Isso é algo muito comum entre as mulheres, boa parte se preocupa excessivamente em mostrar aquilo que não é ou de fazer tipinho só para agradar o cara.
Soma-se a isso as dezenas de táticas para corrigir seus “defeitinhos”, entre elas o pó, lápis escuro, sutian com bojo, calcinha com enchimento, chapinha, lente de contato, batom, vestido largo, sem contar os grandes aliados (no caso de balada) o escuro e a bebida. Tudo isso junto faz com que o cara se sinta com uma musa ao lado e no dia seguinte a técnica palhacinha se faz presente ao acordar com uma fubanga.
Assim como muitos amigos, já fui vítima da técnica palhacinha várias vezes. Só que depois de alguns traumas, desenvolvi alguns mecanismos de defesa para não cair em ciladas. A gota d’água foi uma vez que fiquei com uma garota que usava mais da metade dos truques citados acima e combinei com ela de no dia seguinte a festa de nos encontrarmos na praia. Quando cheguei no lugar fiquei desesperado, a garota era enorme, tinha pêlo entre os peitos e no buço, tudo era flácido, com estrias e possuia um bafo matinal horroroso. Apesar de cafa eu não poderia sair andando dali e deixar a coitada sozinha, tentei bancar o amigo e conversar sobre amenidades, só que a garota não se mancava, ficava dando indiretinhas do tipo “ai…tá friozinho aqui, me dá um abraço” e eu quem ficava com calafrios. Não lembro o que falei (faz cerca de 5 anos), mas acabei inventando um desculpa esdrúxula e me mandei dali. Hoje, sempre quando estou na dúvida sobre a técnica palhacinha eu consulto meus amigos mais sóbrios pra me dizer se vale ou não um pós-balada. Caso estejam todos chapados, eu pego o msn ou Orkut da garota (telefone jamais) ai dou aquela analisada nas fotos, como já estou perito em fotos tratadas sei dizer se comprei gato por lebre ou não.
Enfim, não faço aqui uma crítica a utilização de maquiagens e demais recursos que vocês costumam utilizar. É só um toque para aquelas garotas que não entendem por que um cara some depois do primeiro encontro sem todos os disfarces.
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Não sou muito fã de correntes de e-mail, principalmente daquelas fru frus de amor, pois a maioria é uma tremenda baboseira. Porém, tem uma que eu acho bacana que faz uma analogia interessante entre maçãs e mulheres. Resumidamente, a historinha diz que os homens preferem comer as maçãs podres que caem no chão por serem as mais fáceis. Não arriscam subir na árvore e apanhar aquela maçã vistosa que está no topo. Só que não podemos generalizar, há homens que prestam e estão dispostos a buscá-las, tudo depende do momento e caráter do sujeito. Nesse domingo vi na prática essa analogia.
Bom, como vocês já devem saber a minha viagem à Europa foi um pouco frustrante em relação as mulheres. Para me recuperar do atraso fui a famosa balada santista da pegação, o Moby Dick. Como seria a primeira garota do ano eu tinha que escolher bem, e por sorte acabei pegando uma beem gata, gostosa e simpática. O problema é que ela não deixava avançar o sinal, e como estava alcoolizado e doido por um amasso, peguei o contato dela e dei um perdido. No outro canto da balada fiquei na espreita da próxima vítima, só que dessa vez teria que ser uma mais safada, ai vi uma garota que não tirava o olho de mim, cheguei perto dela e apenas estiquei o braço, e sem saber o nome dela já comecei a beijá-la. A garota era uma doida, começou a me beijar que nem louca no meio da pista, lambendo meu pescoço, meu queixo, bochecha, mordendo meu ombro, entre outras maluquices. Como já estavam abrindo um espaço na pista pro casal bizarro, chamei a garota pra ir pra outro lugar mais reservado (um eufemismo pra motel), só que ela estava de perueira, ou seja, responsável por conduzir as suas amiguinhas pra casa. Peguei também seu contato.
Claro, ainda não posso dizer com 100% de certeza que a primeira garota é a maçã do topo, mas comparando as duas que conheci, ela é. Qual vai ser o desfecho dessa história? Bom, a primeira é uma garota que eu tratarei com mais respeito, vou convidá-la pra ir num bom restaurante ou talvez pegar um cineminha. A segunda vou tratar como cachorra, levarei pra um barzinho sem vergonha só pra não ser muito direto e de lá vou pro motel ou talvez drive-in (que ela deve topar na hora).
Muitas de vocês devem ter se colocado num dos dois papéis. Para aquelas que ficam indignada pelo cara ter dado um perdido, não façam o caminho inverso, ou seja, se tornar uma maçã podre pra apanhar mais homens, se o cara te merece ou te curtiu ele volta ou do contrário você parte pra outro. Para as segundas, não tenho conselho a dar, pois grande parte de vocês sabem que são cachorras e não se incomodam com isso, mas só não reclamem depois de só terem urubus aos seus pés.
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Sei que fiquei em dívida com vocês leitoras, pois prometi realizar pequenos posts na Europa. O problema é que trabalho com internet 10 horas por dia e se eu conectasse nas minhas férias eu teria uma crise depressiva aguda.
Bom, a viagem em termos culturais foi excelente. Agora tendo em vista o sexual (que era o mais esperado por vocês, suponho) foi como um daqueles filmes hollywoodianos onde alguns abobados americanos decidem fazer uma viagem de pegação e no final das contas se metem em furada. Como vocês sabem o ano de 2007 foi cheio de tropeços pra mim, seu desfecho não poderia ser diferente.
Contarei por país cada experiência e impressão que tive:
Itália – Chegando no aeroporto internacional da Itália, já não tive bom presságio. Estava aguardando minha mala chegar na esteira enquanto trocava olhares com duas gringas que estavam do meu lado. Depois de um tempo aguardando surge minha mala toda quebrada e enrolada por uma fita adesiva branca com algumas mangas de camisas pra fora. Olhei de relance para as duas gringas e vi uma expressão de riso e pena com aquela situação ridícula que me encontrava. Bom, aquelas eu supus que não eram italianas, pois estas mal olham na cara e não são nada educadas. Lá não há aquela troca de olhares comum por aqui.
A italiana anda sempre muito bem vestida e maquiada (aliás, quilos de maquiagem), e acredito que isso é uma tática pra esconder a falta de higiene, pois a examinar pelos cabelos sempre oleosos vejo que não são muito afeitas ao banho.
Desde o início da viagem, Roma estava fora do calendário de baladas, mas como todo bom brasileiro eu e meus amigos decidimos pegar umazinha. Foi um horror. Chegamos no barzinho e fizemos amizades com 2 brasileiros que eram garçons lá, bebemos pra caramba e só no auge da bebedeira descobrimos que não podia dançar no lugar (nem com o dedinho pra cima) e que ele fechava as 2 da manhã. Ou seja, ficamos bebâdos nas ruas de Roma, sem música e mulher. Em Florença não foi diferente, perguntamos ao recepcionista do hostel se tinha alguma diversão noturna na cidade, disse que tinha mas que não valeria a pena pois as garotas eram frescas e a balada terminava meia-noite!
Áustria – Essa foi a principal surpresa da viagem. Fizemos uma pequena escala em Innsbruck pra tomar um chocolate quente e ver os alpes, sem expectativa de mulher. Porém, já na entrada da cidade eu quase bati o carro entrando na contramão, pois fiquei trocando olhar com uma austríaca. E na rua era direto isso, e olha que estávamos vestidos apropriadamente, não tinha nada bisonho nas vestimentas ou que denunciasse nossa procedência (a não ser a fisionomia). O auge da parada e vacilo foi quando três garotas (de cerca de 16, 17 anos) ficaram fazendo gestos de sexo (os braços e a cintura pra frente e pra trás) e ficamos sem reação, talvez pela idade delas (prefiro acreditar nisso).
Rep Tcheca – A maior decepção da viagem. Em todos os lugares que procuramos informação sobre o país dizia que lá é pegação e que tudo é barato. Olha, até é barato, agora pegação…Fomos nas duas mais famosas boates de Praga e em ambas a proporção de homem por mulher era absurda, o que conseqüentemente faz com que até as barangas do lugar se sintam uma rainha. Decidimos ir numa baladinha local, e presenciamos cenas que oscilavam entre o bizarro e a comédia. As garotas pareciam ter 10 anos de idade, dançavam da forma mais estranha e aparecida possível e os homens todos de vitrine olhando as macacadas (elas não deixavam eles se aproximarem). Do meu lado tinha uma londrina e me pareceu que ela estava dando mole. Quando vi que ela sacou um drops da bolsa fui todo pomposo gastando meu inglês para pedir um a pretexto de puxar assunto. Nunca fui tão escorraçado por uma mulher. Meu amigo que entrou na onda pra me aloprar junto com a gringa também foi enxotado sendo humilhado até pela cor das suas meias. Beirando o desespero pela frustração do lugar, eu quase colei numa japonesa que dividia o quarto com a gente, mas ela era tão porca que mesmo bêbado eu preferi ir me deitar.
Holanda – Um dos melhores países da Europa. As mulheres não costumam dar mole, mas são muito gatas e limpas. Foi o lugar que estive mais próximo de pegar uma gringa. Só que minha sovinagem fez com que eu jogasse no lixo essa oportunidade. Explico. Para vôos internacionais há uma maldita lei “dos líquidos” onde você só pode embarcar portando objetos líquidos com menos de 100 ml, só que meu Rexona tinha 150 ml, conclusão: tive que comprar um novo desodorante na Itália. Acabei escolhendo o mais barato, o Fígaro (que segundo os meus amigos tinha cheiro de Argelino). Voltando a Amsterdan, acabamos comprando ingresso pra uma balada regada a música eletrônica com vocal (perfeito por sinal). Só que embalados pela capital holandesa, estávamos pilhados e eu particularmente suando em bica a ponto da minha camisa ficar encharcada. Nem preciso dizer que o Fígaro me deixou na mão, e toda gringa que aparecia do meu lado ficava poucos segundos.
França – O melhor país da Europa. Só que com as frustações tchecas e holandesas, não tinha mais vontade de partir pro ataque. Minha cabeça já estava no carnaval brasileiro.
