Pra não fugir à regra, meu carnaval teve um começo turbulento e tudo indicava que seria uma porcaria. Felizmente a maré de zica ficou na Europa mesmo. Como a história é um pouco extensa dividirei o post em dois.
Parte I
Na quinta-feira antes do carnaval fui à Santos buscar meu carro e aproveitei pra trabalhar de lá mesmo. Dei uma fuçada na minha agenda de mulheres-lanchinho que topariam um filminho em casa (como vocês sabem, um eufemismo para sexo). Encontrei aquela garota que não sabe cuidar da geladeira e vi ali uma boa oportunidade para me “vingar” do fora que ela tinha me dado no carnaval passado. Bom, os amassos começaram no sofá (meus pais tinham ido viajar), não vou entrar em todos os detalhes, mas a primeira decepção veio quando fui masturbá-la. Como ela estava deitada de costas sobre mim, fui masturbá-la indo por trás quando me deparei com um monte de pêlo no fio-o-fó (apesar da frente estar bem feita e em tirinha). Porra, custa muito quando for na depilação pedir que joguem cera lá atrás também? Você pode não liberar a passagem, mas a casa tem que estar em ordem.
Bom, tirando isso até que a transa foi indo bem até tocar meu celular. Era meu chefe avisando que precisava de uns relatórios naquela madrugada, pois tinha uma reunião sexta de manhã para apresentá-los. Nisso o “meninão” já estava borrachudo, ai aproveitei o momento para ligar para o restante dos funcionários da agência e fazer uma força-tarefa para elaborá-lo. Achando que conseguiria tempo pra uma rapidinha, retomei os amassos e o ato em si. Ai começou um festival de ligações. Chegou um momento em que eu não parava mais, falava com estagiário e dava uma bombada na garota, quando era meu chefe eu pedia pra ela vir por cima e assim me poupar esforço. Apesar de toda essa maluquice consegui finalizar o ato, dispensar a garota e ir trabalhar. Eu e minha equipe finalizamos o trabalho cerca de 4 horas da manhã, o que fatalmente comprometeria minha primeira noite de carnaval, pois pegaria 15 horas de estrada devido a uma barreira que caiu na cidade de Palhoça.
Cheguei em Laguna – SC ao meio-dia de sábado praticamente sem dormir a 1 dia. Meus amigos decidiram comprar umas bebidas no supermercado local. Irritado, sujo e com sono tomei um baque ao me deparar com um bando de cariocas faço-jiu-jitsu-e-tenho-um-pitbull que ficaram extasiados ao ver pela primeira vez na sua vida um Red Bull a R$ 5,00. A cada 3 segundos soltavam um “Coé, coé” e uns “Merrrrrmão…5 reaissssssss..demorô..demorô”. E para piorar, eles estavam hospedados no mesmo hotel que eu.
Com essa maré de sorte meu carnaval começou. E para deixar meu sábado mais animado ainda encontrei no meio do bloco uma ex-colega de faculdade mala pra cacete (daquelas que sempre levantam a mão pra fazer um comentário desnecessário e puxa-saco ao professor). Derrotado pelo cansaço físico e psicológico acabei indo para o hotel dormir e me recuperar para o domingão. Ai minha sorte passou a mudar.
(continua)