Sei que esse é o típico post que não vai surtir efeito nas mulheres apaixonadas, mas se alguma ainda tiver o mínimo de discernimento, já valeu.
É incrível como mulher quando se apaixona fica cega e burra. Além de todas as experiências que presencio através de amigos e suas respectivas ex, toda semana sou obrigado a deletar no Cafa Responde dezenas de perguntas como-trazer-meu-homem-de-volta (mesmo colocando mil observações antes pra não fazerem essa pergunta).
Certa vez teve uma garota, que nem leitora do blog é, que enviou uma pergunta gigante (engraçado que geralmente essas perguntas têm o mesmo padrão “Elogio ao cafa + tempo que namorou + eu sou uma mulher bonita + problema + me salve”). Ela era lanchinho de um cara e ele não estava nem ai pra ela, ficava com outras na sua frente, desprezava, não ligava e ela desesperada queria saber como fisgá-lo. O mais absurdo é que essa desmiolada chegou a ir à mãe-de-santo, tirou o menino Jesus do Santo Antônio, escreveu mil depoimentos/scraps no Orkut, fora o flood de mensagens SMS no celular do coitado. Pra piorar até o suicídio a desmiolada cogitou.
Ontem um amigo estava mostrando seu celular e as mensagens que uma maluca apaixonada enviou pra ele. Fiquei com pena e raiva da garota ao mesmo tempo. Ela mandava mensagens a cada cinco minutos e todas extremamente chatas, piegas e melosas. Alguns exemplos:
- “Só eu sei como te conquistar, sei que meu abraço te faz falta, sei da ausência que eu te faço..ah meu querido! Eu sei de tudo” (ele não respondeu);
- “Ok, devo estar te incomodando né? Só não se esqueça que eu te adoro viu. Promete não me esquecer?” (ele não respondeu);
- “Nossa você está me dando maior gelo né, eu fiz alguma coisa de errado? Pisei na bola?” (ele não respondeu);
- “Cansei de você, só eu fico correndo atrás. Passar bem. Até nunca mais” (Ele respondeu curto e grosso “quando você perder mais 10 quilos a gente se fala);
- “Ai T* você é o maior chave-de-cadeia que eu conheço. Seu danado. Resolveu aparecer?”
Eu não acreditava. Se essas mensagens tivessem partido de uma garota de 15 anos, vai lá. Mas, a mulher tem 30! Ela sufocou o cara até não poder mais. Pior foi que ele respondeu grosso (porém, falou a verdade) e ela simplesmente abstraiu o “perder 10 quilos” e ainda quis manter o papo. Acha que vencerá pelo cansaço.
Já dei essa dica uma vez aqui e volto a repetir, se o cara te deu um pé, suma! Viva a sua vida independentemente se ainda é apaixonada por ele. Se o homem realmente gosta, ele precisa sentir falta da mulher pra ele se ligar. Agora se todo dia a mulher manda e-mail, mensagem, telefona, manda recadinho por amigos, fuça Orkut, etc, etc só vai cansar o cara mais ainda e afastá-lo.
Se mesmo ignorando o cara, ele não voltar. Ponha isso na sua cabeça, ele simplesmente não te quer.
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Ano passado fiz um post mencionando a importância de manter a geladeira funcionando e conservar os lanchinhos lá. Depois desse feriado e de algumas situações que passei vejo que tão importante quanto à sua manutenção é preservar a qualidade dos lanchinhos lá e não contamina-la com piriguetes.
Fim de semana retrasado estava tomando cerveja com meus amigos num postinho quando uma garota chegou com duas amigas pedindo fogo para o cigarro (nem preciso dizer como foi a cantada em seguida). Elas tinham um papo extremamente limitado e eram meio baixaria, mas como era gostosinha, relevei e peguei contato para sair em outra ocasião. Essa ocasião surgiu sexta passada.
A garota tem todo o estilo piriguete, cabelo carregado de oxigenada, decote absurdo, só fotos de baladas no Orkut (abraçada por trás com diferentes homens), nick chulo no MSN (“escondido é mais gostoso”) e ainda assim o Cafa aqui pensou com a cabeça de baixo e saiu com a garota. Fomos a um barzinho. Bebemos pra caramba e à medida que a bebida entrava a verdade saia. Resumidamente, a garota encaixava seu ex em metade dos assuntos conversados. Ela praticamente anulou sua vida em função do cara. Não cursou faculdade, brigou com a família e daí pra baixo. Eu não conseguia evoluir em assuntos mais interessantes por que a limitação era gritante. Para acabar logo com aquilo, resolvi levá-la para um motel. Ai veio o maior choque da noite e talvez de todas minhas experiências com piriguetes. Ao colocá-la de quatro, vi que a garota tinha uma tatuagem na lomba escrito “Rômulo”. Foi necessária muita concentração, quase broxei.
Para fechar com chave de ouro, sábado a garota do kitnet disse que teria um curso em São Paulo durante a semana e que dormiria na minha casa no domingo. A casa dela está localizada numa direção completamente oposta a minha, ainda pedi que ela se dirigisse a um posto em Santos para me facilitar, só que ela disse não ser possível. No meio da estrada ela me perguntou se eu sabia chegar ao hotel que ela ficaria (!!!), como eu estava com dois amigos no carro eu preferi nem questiona-la sobre o nosso “acordo” de sábado. Apenas respondi que não seria possível deixá-la no destino em virtude da parada gay, que no máximo a deixaria num ponto de táxi. Para completar o abuso e cara de pau, ao parar no posto para abastecer o carro, todos contribuíram menos ela. Pior que isso, perguntou a mim quanto tinha dado a quilometragem do carro, pois a empresa a reembolsaria do gasto (!!!!x2). E pra finalizar, saiu do carro em direção ao ponto de táxi sem me agradecer pela carona.
Hoje a diferença entre lanchinho e piriguete ficou bem clara pra mim. A primeira é aquela pizza gostosa que você saboreia na hora e depois coloca na geladeira para quebrar seu galho nos outros dias, a segunda é uma batata-frita do Mc Donalds, tem que ser comida na hora do contrário fica chocha e intragável.
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Quinta-feira passada fui chamado para trabalhar durante três dias na Colômbia. Fiquei feliz não só pelo desafio profissional que a viagem proporcionou, mas também pela chance de conhecer o comportamento e as mulheres do lugar e poder compartilhar com vocês.
Como a maioria dos brasileiros, fui ao país crente que encontraria mulheres com cara amassada e fisionomia de índio. Que nada! As colombianas são tão bonitas quanto as brasileiras e em alguns casos mais bem cuidadas (sabem usar maquiagem e são esbeltas). Na sexta à noite fui a uma balada pequena, mais para conhecer a mulherada e ver como seria a aproximação para beijá-las (e etc). Fiquei assustado. Não havia pessoas ficando na pista com exceção de raros casais. Eu não conseguia flertar com nenhuma garota, pois elas mal olhavam para o lado. Minha guia de baladas (uma colombiana muito simpática para a qual eu trabalho) disse que isso era normal, que as pessoas lá saem para dançar e se divertir com os amigos. Fiquei frustrado.
Sábado à noite minha guia me levou para a melhor balada que tem na cidade (se algum dia vocês forem para Bogotá, passem lá, se chama Andrés Carne de Res). O lugar é bem engraçado, parece cenário daqueles filmes clichês americanos sobre a América Latina onde nos lugares há luzes coloridas no teto, merengue rolando solto e coisas bregas espalhadas na parede como decoração. Só que de brega o público não tinha nada, só gente bonita. Quando entrei no local, fui surpreendido por uma versão espanhola da música “Mila” do Netinho. Em outra situação eu acharia aquilo um horror e iria embora, mas as pessoas cantavam com tanta felicidade (algumas em cima da mesa) que entrei no clima e até ensaiei uns passinhos.
Contagiado pelo clima, pelas amizades colombianas que fiz na pista, e principalmente, depois de uma garrafa de aguardente (bebida típica local) eu segui uma das regras da cafajestagem e virei um merengueiro de primeira. Acabei conhecendo uma garota interessante dançando e…consegui beija-la! (para a tristeza das leitoras que gostam de me ver na pior). Ficamos o resto da noite juntos e perguntei se ela não gostaria de dormir comigo no meu hotel, para a minha surpresa ela aceitou e só foi eu dar uma saidinha para ir ao banheiro que ela desapareceu (para a felicidade das leitoras que gostam de me ver na pior).
No dia seguinte fiquei conversando com a minha guia sobre a garota que eu tinha beijado e como os colombianos encaram essa situação. Ela ficou surpresa por eu ter conseguido e disse que o principal motivo foi por eu ser brasileiro (e eu crente que a tinha seduzido pela dança). Disse a ela como funcionava no Brasil e contei sobre os casos das piriguetes que dão sem mal saber o nome do cara. Ela ficou chocada.
Conversando um pouco mais com ela e analisando alguns relatos de leitoras do blog, percebi que um dos principais motivos para esse choque não é tanto cultural, mas sim regional. Explico.
Bogotá assim como cidades com população relativamente pequena ou que possuem círculos sociais restritos, há o famoso “ficar falada”. Se a garota dá pra um cara que não namora e no mês seguinte dá pra outro, acaba acontecendo a fofoca e pronto, ela é apontada como piriguete. Em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro isso não acontece ou é raríssimo, pois além de milhares de habitantes os círculos sociais são muito amplos, e o efeito “ficar falada” acaba não ocorrendo (a não ser que a garota seja tão safada a ponto de dar para todos da mesma roda de amigos).
Ufa, ainda bem que moro em São Paulo.
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Hoje estava lendo um artigo bem legal que comentava sobre a revolução dos estudantes parisienses em Maio de 68. Pra quem nunca ouviu falar, um resumo, foi quando parte da população jovem francesa se revoltou contra o governo e os “velhos valores” da sociedade e promoveu uma série de greves. A partir de então foram quebrados vários tabus entre eles da sexualidade e prazer. E ai foi o início da abertura para a mulherada gozar dos mesmos privilégios do homem nessa área. Só que hoje muitas mulheres confundem essa liberdade conquistada com putaria e ai surgem situações como a citada abaixo.
Sexta passada um amigo de Santos resolveu me visitar em São Paulo para que eu o levasse sábado de manhã ao Brás. Para quem não conhece, o Brás é um bairro em São Paulo famoso pelas lojas de roupas baratas. E sabe como funciona a fórmula, roupa barata + dia das mães = muita gente. Eu nunca tinha ido para aquela região, e fiquei impressionado pelo trânsito em pleno sábado e pela quantidade de gente (feia) nas ruas. Como não havia lugar para parar o carro, decidi encostá-lo em frente a uma entrada de prédio e aguardar meu amigo comprar o maldito vestido para sua mãe. O problema é que o cabeça de vento estava sem bateria no celular e esqueceu o lugar onde eu estava o aguardando. Depois de 2 horas dando volta por aquele mar de exus, sem sequer uma bonitinha para trocar olhares, um número de celular desconhecido me ligou. Era meu amigo pedindo que eu fosse buscá-lo numa rua x.
Chegando ao local, o bonitão convidou “duas amigas” dele pra entrar no carro. Elas eram horríveis. Dei uma olhada de relance e duas coisas ficaram registradas na minha mente, o rosto repleto de espinhas de uma e o cabelo fiz-chapinha-não-posso-lavar de outra. Além disso, estavam usando um perfume vagabundo que empesteou o carro todo. Como se não bastasse, pareciam duas retardadas falando. Alternavam erros grotescos de gramática (“ele mim disse que era perto”) com o uso abusivo de gírias (“eu gosto, tipo assim, de fazer compras” / “a carol briga, tipo assim, de ficar mim esperando”). Olha, sendo bem sincero, uma mulher com capacidade de articular frase igual a de uma criança de 10 anos é tão (se não mais) broxante quanto um cabelo ensebado.
Irritado pela espera de 2 horas no local, pelo trânsito infernal e com a surpresinha trazida pelo meu amigo, meu humor ficou lá embaixo. Fiquei com a cara fechada e monossilábico. Cada vez que ouvia “tipo assim” minha cara franzia e eu dava uma bufada. Para me deixar mais feliz, as garotas não tinham a mínima idéia de como chegar na casa delas de carro. Impaciente, eu disse que estava indo pra Santos que se a casa delas fosse no caminho, ótimo, do contrário eu as deixaria num ponto de ônibus (o que acabou acontecendo).
Assim que elas saíram do carro tive outra surpresa. Meu amigo havia conhecido os exus na rua ao pedir informação sobre lojas. Como ele é muito caridoso, resolveu convidá-las pra dar uma voltinha no meu carro e elas toparam sem hesitar.
Agora imagina se eu sou um sem-vergonha que faz o que o cara aprontou com minha amiga. Ou pior, se sou um tarado e decido levar as garotas para um matagal e forçar elas a transar? Posso ser repetitivo, mas vou sempre bater nesta tecla, antes de sair dando por ai conheça o cara. Aproveite a liberdade alcançada lá atrás para progredir.
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Quem foi ao evento do Pangea Day, depois comenta a respeito. Quero saber o que acharam. Quanto ao kit banho, falei com o responsável e ele disse que está sendo enviado.
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Nunca fui muito fã do programa “leva um amigo que eu levo uma amiga”, principalmente quando eu era o amigo a ser levado. Isso por que, no geral, uma das partes não agrada muito a outra. Para evitar isso eu sempre procuro ver a foto da amiga antes, porém nem sempre dá certo (dentes encavalados não são revelados nas fotos do Orkut).
Fiz essa introdução por que umas das exigências que a loirinha do parque impôs para sairmos foi que eu levasse um amigo para fazer companhia a sua amiga que já possui carta de motorista (a loirinha fez 18 anos semana passada). Só que quando minha peguete enviou o Orkut da dita cuja, foi um espanto. A garota era um exu. Para não perder a saída com a minha nova aquisição, fiz um filtro das melhores fotos e enviei ao meu amigo que acabou achando-a interessante.
A amiga além de feinha era meio chupim. Falou para eu buscá-la quase perto de sua casa, pois deixaria o carro num estacionamento baratinho (para não ter que gastar com gasolina e manobrista que é bem caro na Vila Madalena). Bom, fui até o local buscar as duas e evitei olhar para meu amigo para não cair na risada. A amiga-chupim já foi urubuzando pra cima dele e notei pelo retrovisor que ele estava um pouco assustado (ele é tímido). Não chegou a atacá-la.
O intuito de ir ao barzinho era tomar umas e outras e em seguida ir pra casa-house mais descontraídos e fazer o que realmente interessava. Só que a amiga-chupim já estava no cardápio de comida, louca pra jantar no local, mas como os outros três integrantes da mesa estavam mais preocupados com a bebida ela teve um pouco de bom-senso e desistiu da idéia.
Além de toda a chupinhança, a garota era meio porta e aliada a loirinha de 18 anos que não possui muita bagagem de vida o papo não evoluiu muito. Em um dado momento as garotas decidiram ir ao banheiro juntas (mulher adora isso, como eu gostaria de ouvir os papos de banheiro feminino). Ai meu amigo aproveitou para destilar sua indignação (e claro, eu a minha) sobre as aberrações da noite. Depois de passar um tempinho falando mal da amiga-chupim, ele me apontou a bolsa da garota que estava na mesa. Eu não havia reparado, mas era uma bolsa ridícula, de um extremo mal gosto. A gente chorava de rir e isso foi o estopim para nos soltarmos, abstrairmos as adversidades e reduzir nosso senso crítico para entrar no mundo delas.
Depois de bem alegrinhos, sugerimos ir até a casa-house ver um filminho. Claro, a amiga-chupim topou desde que pedíssemos uma pizza. Pedi, comemos, tomamos vinho e ai começou a pegação. Um num sofá e o outro no do lado. Eu já estava com a camisinha no meninão quase pegando a garota de ladinho quando ela sugeriu irmos ao quarto (realmente não seria muito agradável o casal ao lado nos ver transando, mas a minha cabeça de cima já não funciona muito bem nessas horas).
Obviamente que ao chegarmos ao quarto o meninão já estava meio borrachudo ou como alguns dizem “a 75% da capacidade”. Porém, quando a garota tem a pegada, ao mais leve toque já fica rijo. Pronto para iniciar as preliminares, tive um probleminha. Não possuía mais nenhuma camisinha (tinha somente duas na carteira e uma eu havia emprestado ao meu amigo). Puto da vida e impaciente com a situação, fui pelado mesmo até a sala buscar uma camisinha na carteira do meu amigo. Dei uma espiada no sofá e pra minha surpresa meu amigo dormia com a garota como se fossem dois namorados. Vasculhei a carteira inteira e não encontrei o preservativo. Tive que me contentar com o 5 contra 1 da loirinha e providenciar no dia seguinte um estoque de camisinha no meu armário.
Não deu pra chegar aos finalmentes, mas as piadas daquela noite e toda as situações engraçadas por que passamos valeram a pena. Nem sempre o sexo é o ator principal de um encontro.

Haverá um evento neste sábado (10/05) de Pangea Day (patrocinado pela Nokia) no Morro da Urca no Rio de Janeiro. Quem visitar o site e se interessar pelo evento, me add no MSN, pois possuo convites a serem distribuídos para algumas leitoras (é um evento fechado, só entra com convite). Ah, e não vou seqüestrar ninguém.
