As leitoras que me acompanham há um certo tempo sabem que meu blog se originou pra ser um contraponto ao blog Homem É Tudo Palhaço. Por isso ele é um dos únicos blogs que eu linko aqui juntamente com o do Inagaki (o cara que me incentivou a postar) e o Jacaré Banguela (que com 3 links catapultou a audiência do Manual e o tornou popular).

Confesso que não sou muito leitor de blogs, mas volta e meia dou uma fuçada no HTP para ver tendências, me inspirar, e principalmente dar risada. Dou risada com a quantidade de mulheres cegas (ou burras mesmo) que mandam suas histórias indignadas com o homens.

Achei engraçada a última história e resolvi postar comentando-a com o homem deve ter raciocinado. Segue:

“Eu, leitora: o clássico número do desaparecimento precoce

Cafa > Ela, leitora: O clássico número da baranga cega

A simpática leitora reconhece o caráter lúdico e educativo do HTP: “Também sempre fui adepta do “se não vai ligar, não pede telefone”, mas lendo o blog percebi que já passei por muito espetáculo circense sem me dar conta”. É, querida, é a vida.

Cafa > Homens pegam telefone pra dar uma avançada no que ficou pela metade ou para um repeteco. Se eles não ligam deve ser por dois motivos, ou eles perderam o número (o mais improvável) ou foram lembrados pelos seus amigos bondosos que a mulher é um exu.

Além da constatação, a moça nos brinda com o relato de mais uma apresentação de um clássico circense. Depois de ler alguns palhaços vão cometnar “ah, mas eles não tinham compromisso”, “ah, mas boba é ela que ficou esperando”. Então pouco conhecer uma pessoa é motivo para ser mal educado? O único compromisso que ele tinha com ela era o que eles combinaram. Se não quer/pode ir tem que avisar, nem se que seja um torpedo “não vai rolar”. Como eu sempre digo, quase todas as palhaçadas se resumem a “não precisava”.

Cafa > Eu penso de outra forma. Quase todas as vítimas das ‘palhaçadas’ não tem bom senso ou são inocentes. Pela história a seguir, ela estava preparada pra qualquer coisa, então não podia esperar que um gentleman batesse a sua porta.

Vamos ao espetáculo. Que rufem os tambores!

Nunca fui de aceitar estranhos no orkut, msn e afins. Como sou paranóica com organização, até a minha lista de IM é dividida em vários grupos e subgrupos. Eis que vejo um ser – até então desconhecia sua origem circense – sem grupo, lá… abandonado. Como não tinha noção de como ele havia ido parar ali, deletei o moço.

Cafa > O cara deve ter o msn lotado de mulheres “x” que certa vez ele adicionou depois de conhecer na balada, mas que acabaram caindo no limbos de nicks / nomes estranhos no MSN. Como ele já deveria ter suas lanchinhos suprindo suas necessidades, deixou aquela estranha em stand by.

Para minha surpresa, um belo dia ele veio falar comigo, questionando justamente de onde nos conhecíamos, pois não se lembrava. Como tenho total convicção do meu bom estado mental, sei que não sou louca de adicionar estranhos; talvez um breve momento de alzheimer tenha me feito esquecer do mocinho.

Cafa > Um belo dia o cara encontrou sua geladeira vazia. Não tinha a quem recorrer e foi fazer uma prospecção no limbo de nomes e nicks estranhos do MSN. Foi então que ele encontrou nossa amiga. Como 90% das mulheres, ela tinha uma foto estratégica no perfil, super produzida, tirada da cintura pra cima e no seu melhor ângulo. Além disso, tinha um papo interessante e parecia uma pessoa agradável.

Conversa vai, conversa vem, patati-patatá, mais de um mês se passou… E como o papo era ótimo, decidimos nos encontrar (não sou desesperada, mas não está sobrando homem solteiro com bom papo por aí).

Cafa > Depois de um tempo temperando finalmente ele conseguiu marcar um encontro.

Ele pegou meu telefone, combinamos a hora e até o lugar (ele sugeriu que eu escolhesse entre dois restaurantes carésimos, numa tentativa de impressionar, mas, ok, “vamos dar uma chance ao rapaz”, pensei). Tchan, tchan, tchan… quem adivinha o final da estória? Ele não me ligou, tampouco mandou sinal fumacinha no céu, cancelando o encontro. Sumiu… e sumido permanece.

Cafa > Mulheres. Se o cara reserva um restaurante boca de lixo elas falam que ele é sovina, se reserva um restaurante caro ele quer se achar. Mas ok, vamos analisar o final da história. O cara percebeu que a garota não era qualquer ameba, parecia interessante e como valorizou o produto não saindo logo de cara, pensou: “Com essa dai eu tenho que levar em um lugar a sua altura. Vai valer o investimento de um restaurante caro”. Tchan, tchan, tchan… Como todo homem precavido, ele chegou mais cedo no lugar pra ver a garota chegar. Foi ai que viu que aquela produção toda da foto escondia uma tremenda bruaca. Pensou, “vou ou não vou”. Colocou os prós e contras na balança, como eles não tinham amigos em comum, nenhum vínculo que o comprometesse e não queria ganhar uma amiguinha e ter o desgaste de bater papo por um longo tempo com alguém que não iria comer transar, correu dali. Era só ele deletá-la do MSN e ser feliz. Assim o fez e assim permanecerá sumido.

E depois não querem aceitar que homem é tudo palhaço. Façam-me o favor!”

Cafa > Homem é palhaço? Ou a nossa amiga que foi inocente? Vamos parar de pensar no mundo cor de rosa e de filmes românticos onde os homens agem como um lorde até mesmo com desconhecidas. Não estou defendendo a conduta do cara, mas ele não tinha nada com a garota, apenas uma conversa de MSN.

Já fugi umas 3x de encontros furados de net e já tive que encarar alguns porque eu tinha certo vínculo com a pessoa. Nas 3x que eu fugi, as garotas ficaram na dúvida sobre o motivo e devem ter me achado um “palhaço” também. Nos encontros que não pude fugir já estava praticamente certo que iríamos ficar, mas não rolou e a garota deve ter ficado pensando o motivo, será que sou chata? Feia? Tenho bafo?  Ai eu quero saber a opinião de vocês, melhor acreditar que a culpa é do cara ou que você não agradou?

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“A colher safada, a banana quente, lichias vaginais e pepino na fronha”. A primeira vista, e para as pessoas que beiram os 25 anos e normais, isso mais parece a maravilhosa cozinha da Ofélia na putaria. Mas não é. Essas anomalias estão presentes na matéria de capa dessa semana de uma revista destinada ao público feminino com o apelo de ser ‘o truque das mulheres mais ousadas do planeta’ (que ao meu ver deveriam ser ‘as mais ridículas do pedaço’ ou ‘tiazonas desesperadas fazem qualquer coisa pra sair da rotina’).

Talvez com o passar dos anos eu seja mais compreensivo, mas com 26 esse tipo de matéria soa como uma piada pra mim. Entendo e já vivenciei que a rotina é uma merda, que constantemente é preciso se reinventar e/ou procurar novas aventuras pra não se entediar do parceiro e da vida extraconjugal. Só que muitas vezes o bom senso e o amor próprio são jogados ao vento na tentativa de fugir da rotina. E essa matéria mostra muito bem como muitas mulheres viram uma piada ao procurar inovar no seu relacionamento e fazer as coisas mais bizarras e inimagináveis.

Eu não gostaria de repetir esse tipo de post com pena das coitadas que se esforçaram pra fazer aquele traste barrigudo querer dar umazinha, mas eu não tinha como. A cada dica que lia lágrimas caiam do meu olho e como meu blog não visa passar a mão na cabeça das mulheres, vou colocar as mais grotescas.

1-) “Algemei meu amor na cama durante a noite. Quando acordou, passou o dia fazendo todas as minhas vontades em troca da liberdade”. Cafa > Essa tática eu renomearia como a Tática do Desocupado. Imagino domingo a senhora cafa me algemando na cama e em plena segunda-feira, cheio de reuniões eu acordando com ela de galhofagem fazendo doce pra me soltar, ou pior, em pleno sabadão louco pra tirar o mofo da semana e preso dentro do quarto.

2-) “Ficamos nus e brincando de gato mia. Meu amor me achou ronronando ao lado da churrasqueira”. Cafa > Meu deus. Eu não consigo imaginar essa cena patética. O cara com o pau meia bomba e a bunda de fora procurando uma gata travessa. Quando ele a acha, ela começa a emitir ‘rom rom rom rom´s’.

3-) “Preparei um autêntico Ceviche, um prato peruano, e me vesti de deusa inca, com cocar e mantos coloridos. Por baixo da fantasia nadinha” . Cafa > Ai. Eu imagino essa entidade entrando no quarto. Isso nada tem de sensual, é assustador. Se ela resolvesse bater um tambor, mais pareceria um ritual de umbanda.

4-) “Reproduzi o clipe Boys da Sabrina, nas piscina do meu prédio. Com a câmera, camiseta branca molhada e tudo”.  Cafa > Tudo menos o bom senso, né? Ai depois algum condômino filma esse circo, joga na internet como a maluca-topa-tudo-do-prédio e a mulher vai reclamar que invadiram sua privacidade.

5-) “Ele era louco pela Angélica. Fiz um pinta na coxa e o chamei de Luciano Huck”. Cafa > Nossa. A auto-estima da nossa amiga está no mesmo patamar que a carreira do Cesar Filho. Se um dia eu tivesse que imitar o Gladiador para deixar minha namorada com tesão, seria o momento de eu rever minhas atitudes como homem e o meu relacionamento no geral.

6-) “Adicionei um tempero brasileiro na transa: Joguei caldinho de feijão morno no peito dele”. Cafa > É. Se eu fosse o cara eu entraria nesse clima romântico. Enfiaria um torresmo no fio-o-fó dela e uma couve na periquita.

7-) “Copiei uma cena do filme Cidade de Deus: banana quente nela. ui!” Cafa > Para essas mulheres que gostam de seguir tudo o que veem por ai eu sugiro uma tática infalível, põe uma luva de borracha na cabeça, enfia um espanador no fio-o-fó, fica rebolando e sai gritando cocó pelo quarto. Essa é a dica do cafa, pode seguir que é batata.

8- ) “Furei uma laranja e encaixei no pênis do meu amor. Ai, era só espremê-la devagar e beber o suco”. Cafa > Meu, imagino a cena ridícula do pau do cara parecendo que está com um vestidinho verde com pano de forro laranja.

9-) “Na academia peguei uma corda e sugeri ao meu noivo usarmos de jeitos ousados. Testamos nossa criatividade a noite”. Cafa > Juro que eu não consigo imaginar a criatividade e o barato de usar uma corda na hora do sexo. Será que eles conseguiram transar pulando corda? Será que cada um enfiou em um buraco e ficaram brincando de rodar? Será que ela ficou passando a corda entre as pernas achando que esse método higiênico é excitante? Quantas dúvidas.

10-) “Depois da crise financeira, sexo só de luz apagada e com brinquedos que temos à mão: gravata, legumes, lenços…” Cafa > É…essa ai mostrou que possui o intelecto de uma ostra em coma. Seu engajamento na luta contra a crise financeira me deixou arrepiado. E que porra é essa de usar gravata, legume e lenço? Leitora, onde você enfiaria uma gravata? E um lenço?! Bom, ao menos o legume a garota do tópico 6 saberia dizer.

Eu poderia me estender aqui em mais umas 700 asneiras que li na matéria, mas não é essa minha intenção (talvez eu recupere algumas nos posts categorizados como “Rapidinhas do cafa”). Só gostaria de pontuar aqui que realmente é preciso inovar para que o relacionamento saia da rotina, mas a solução não está em uma matéria tão tosca como essa.

Talvez, o Juca da Feira ache o máximo ver sua mulher com uma banana enfiada na bunda na hora do sexo, mas isso não representa nem 0,01% do universo masculino. Ao invés de usar uma revista, use o bom senso e o cérebro. Já é um bom começo.

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Em um determinado momento da minha fase cafajestense, eu era completamente desencanado com a qualidade das mulheres que eu me relacionava. Obviamente que eu não saia com garotas sem dente na boca, beijava sujas ou me deitava com alguma com nojeiras pelo corpo (quando ocorria, eu corria).

A qualidade que eu me refiro é do beijo, das atitudes, da inteligência, do sexo, enfim, de coisas ‘intangíveis’. Eu não me importava, pois encarava estas mulheres como meros buracos. Eram úteis apenas para me aliviar fisiologicamente.

Só que depois de certa idade e/ou com o amadurecimento nos relacionamentos, comecei a perceber que estes tipos de mulheres não me acrescentavam em nada, não me ajudavam a evoluir como pessoa, pelo contrário, eu tinha que me rebaixar para poder ficar no mesmo nível delas. E a partir do momento que você se rebaixa, você rebaixa seu posicionamento e ai #vaidamares, é vista como uma piriguete ou como um pau-loco o que fatalmente afastará pessoas ‘que prestam’.

A leitora Genivalda trouxe uma história que ilustra esse ponto e nos faz refletir se vale a pena se nivelar por baixo ou ficar na seca. Vamos à história comentada.

“Em janeiro fui convidada a ir numa festa com uma amiga. Já que estava (e ainda estou) na fossa por causa de um cara que me trata com indiferença, topei. O ambiente estava ótimo, e me senti a vontade para beber umas e outras, me divertir e dar umas risadas com o pessoal.

Cafa > Mulher só muda de endereço, né? É só tratar com um pouco de indiferença que ficam todas bobas. Isso ilustra o gráfico de uns posts atrás.

No local tinha vááááááários garotos bonitos, mas nem me atentei muito a este detalhe – até por que estava triste por causa do idiota que gosto. Até que a bebida faltou e um cara me convidou para ir com ele comprar umas caixas de cerveja.

Fomos com minha amiga junto, ele me tratou de modo cordial e voltamos à festa. Enquanto isso, todas as minhas amigas já tinham ficado com algum rapaz e estavam acompanhadas por eles. Até aquela que foi comigo no bar comprar as bebidas “se arrumou” num clique.

Este rapaz começou a me cercar… Papo vai e papo vem, ficamos.
Eis a surpresa: O CARA BEIJAVA HIPER MAL! Não havia jeito de rolar um encaixe, e olha que sou paciente. Quando fui embora da festa, pensei comigo: “nunca mais, Deus me livre”! Química para mim é importante.

Cafa > Foi o que eu disse no post da Hora do Beijo. O beijo é um dos primeiros passos para saber se há química, se ele já foi uma merda, 50% do negócio foi pro saco.

Na segunda-feira já recebi uma mensagem dele (detalhe: nem trocamos o número de celular) e assim foi durante a semana inteira. Na sexta seguinte fui numa festa e ele estava lá. Bebeu todas e tentou me agarrar a força, mas recusei de todas as formas. Teve um momento que não suportei e disse palavras chulas para ele, a pressão estava demais (meus amigos o conhecem, aí aumentou o stress).

Cafa > Pi! Radar de mala a vista apitando. Meu, o cara que te manda uma mensagem quase no dia seguinte que se conheceram sendo que nem trocaram telefone. Tem cobra nesse mato. Das duas uma, ou é um tremendo desesperado-come-ninguém ou está apaixonado. Eu fico com a primeira hipótese. Se eu curti a garota, mas não peguei telefone, eu vou tentar me encontrar ‘casualmente’ com ela de novo, não forçar a amizade.

Passou uns dias, pensei… e reconsiderei. Talvez o seu beijo ruim fosse pura timidez… Começamos a sair, em todos os lugares e festas possíveis. Ele é uma ótima companhia: educadíssimo, divertido, cavalheiro (como namorei dois anos com uma pessoa hiper pão-dura, que ralhava até por 10 reais numa conta, me surpreendi com sua educação ao pagar e fazer mimos), trata bem as minhas amigas, mas… A Química ZERO persistia.

Cafa > Na minha opinião, química é que nem caráter, ou tem ou não tem. Não se adquire com o tempo. ‘Talvez o seu beijo ruim fosse pura timidez’ ahhahahahahaha piada né? Ah, agora que estou mais a vontade vou beijar melhor. Balela.

Sei que o entrosamento físico não é tudo, mas imaginem uma pessoa que não sabe usar a línguas e os dentes (pasmem! Dentes!¬¬)… Muito complicado. Sem contar que ele cisma que gosto do meu ex namorado (o que não é verdade, a pessoa que habita meu coração é outra). E mesmo se amo alguém, não devo satisfações à ele, sempre fui clara em dizer que no momento só posso curtir, sem me apaixonar e me envolver. Mas ele sempre joga na minha cara que gosta demais de mim. Me sinto péssima. =/

Cafa > Sendo bem clichê, você é a Madre Teresa? Oh! Ele gosta de você, então por isso você tem que receber mordidas na língua. Para. ‘Sei que o entrosamento físico não é tudo’. Não, é 70%. Novamente, o cara se mostrou sem pegada e um tremendo pentelho.

A última foi na semana passada. Ele ficou bêbado e começou a dizer que eu andava estranha por causa do meu ex namorado. Os amigos dele enfiaram na cabeça dele que o nosso problema é esse. Aí como já tinha bebido todas também, fui tremendamente grossa com ele e passei a evitá-lo desde então.

Cafa > ‘Os amigos dele enfiaram na cabeça dele que o nosso problema é esse’ mas que cacete de relacionamento é esse?

Esta semana meu celular foi invadido por spams: mil mensagens de texto e ligações dele, todas sem o meu retorno. Apenas disse para ele que me cansei das cenas e das mentiras em que ele acredita.

Cafa > Fez bem. Se fosse uma desmiolada já teria voltado.

Cafa, tirando as coisas ruins, ele é uma boa pessoa e ótimo parceiro para saídas e afins.

Cafa > Ou seja, é sua melhor amiga.

Gostaria de uma opinião sincera: fico sexualmente nula, tendo um companheiro bacana em outros quesitos; ou passo adiante?”

Eu acho assim, se o cara já faz caca na hora de beijar, imagina quando for transar? Deve deixar chupões no seu pescoço, morder a sua periquita ou algo mais tosco.

Como eu falei lá no início do post, você prefere se nivelar por baixo ou ficar um tempo na seca? Tudo depende da sua necessidade e carência.

Tenho conhecida que já reclamou do desempenho sexual de um colega meu e ainda assim corre atrás dele. Só pode ser masoquismo ou carência.

Veja bem, não digo que temos que nos relacionar com professores, intelectuais ou geniozinhos. Ninguém é perfeito ou nasceu sabudo. As pessoas têm defeitos, mas esses defeitos não podem fazer com que você se diminua ao nível delas.
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Quer tentar participar da Sexta das Leitoras? Envie sua história para cafa@manualdocafajeste.com. Quer ter a certeza que sua história será comentada pelo cafa? Conheça a coluna Cafa Responde.

p.s. A Paula foi a ganhadora da promoção Hora do Beijo com a frase:

” Porque se a hora do beijo for especial já é candidata a oficial, se o cafa tiver pegada, vai ficar apaixonada, se disparou o coração já não tem mais jeito não, se fizer bem direitinho, nunca mais será lanchinho e se no outro dia ele te ligar, pra titia não vai mais ficar…”

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Antes de mais nada, eu acho essa palavra ’sedutor’ demasiadamente cafona. Porém, qualquer homem que se preze tem um ‘q’ de sedutor. Pois se não tivesse, não conseguiria ficar com mulher alguma.

A sedução pode ter várias formas, entre elas: pelo porte físico, pela beleza interior, pela financeira, pelo poder, pela popularidade, etc, etc. Mas, uma das formas mais comuns de sedução e que dá certo com quase todos os homens que sabem utilizá-la, é a referente ao papo.

Já vi homens horrorosos que eu jurava não pegar ninguém beijando mulheres maravilhosas após um bom papo. Um dos primeiros passos que eles utilizam é conseguir fazer a mulher rir com uma aproximação diferenciada, depois engatar os assuntos com naturalidade sem parecer que está fazendo um interrogatório na garota, fazê-la se sentir a vontade, evitar o contato físico sem que uma aproximidade seja estabelecida, enfim há uma série de regrinhas utilizadas que no final quase sempre ajudam a atingir o objetivo do approach.

Para deixar este truques mais claros, vou citar um vídeo que assisti recentemente indicado por um amigo (@piresende) e que retuitei no meu Twitter.

Nele, um carinha parecido com o latino tenta bancar o sedutor. Porém, ele comete duas falhas grotescas. Uma, ao invés de xavecar uma garota, ele tenta xavecar milhares; segunda, utiliza todas as técnicas possíveis e imagináveis de sedução de uma forma tosca e forçada.

Vejam o vídeo, na sequência mostrarei os truques utilizados:

0 a 13’’ – O velho truque da surpresa. A idéia é tratar a garota como se fosse única e exclusiva. Na seqüência ele usa o artifício gentleman da educação.

17’’ – Alguns homens quando falam possuem alguns vícios corporais de sedução. Os caras mais bombados gostam de cruzar os braços e/ou estufar os peitos. Os vaidosos costumam mexer com bastante freqüência no cabelo. Os que possuem bigode, cavanhaque ou algo do gênero (como é o caso do nosso amigo), costumam coçá-los.

30’’ a 35’’ – O velho truque de jogar a bola da mulher pra cima.

37’’ a 40’’ – Vícios corporais detectados.

45’’ – Jogando a bola da mulher pra cima.

48’’ – Um sorriso bonito é uma das principais armas da sedução. O cara que ri toda hora é um abobado, mas aquele que o poupa e sabe mostrar em horas apropriadas, consegue ganhar alguns pontos com a garota. No caso, ele utiliza o artifício a esmo.

49’’ a 58’’ – O truque da sabedoria misturado com o do esoterismo. Toda mulher com o mínimo de neurônio na cabeça valoriza o cara inteligente. O truque da sabedoria visa mostrar pra garota, sem ser pedante, que o cara possui certa bagagem cultural. No caso do nosso amigo, ele só faz cara de conteúdo e lança uma filosofia barata. Em relação ao esoterismo, qualquer um sabe que 80% das mulheres amam uma coisinha esotérica, nem que seja pra falar que o seu signo combina com o do cara. O nosso sedutor utiliza esse truque pra provar que há algo de místico nesse encontro virtual ao ‘acaso’.

1’02’’ e 1’08’’ – Tática sedutora empregada: Floreamento do Discurso. Essa tática tem caído em desuso, pois quando se floreia muito as palavras, elas soam fake e poéticas. Tiozão adora utilizá-la. O nosso amigo lança a pérola de ‘oportunidade bonita’.

1’10 a 1’20’’ – Uma sequência vexaminosa e clichê da tática de jogar a bola da mulher pra cima.

1’30 a 1’34 – A tática do retorno. Algumas mulheres não sabem ser xavecadas ou são malas e chega num determinado momento que só o homem fala e ai o risco de cair num interrogatório / monólogo é grande. Para evitar esse problema, é emprega a tática do retorno, na qual o homem estimula a mulher a fazer perguntas. Como o amigo fala com uma webcam, ele tem que pedir retorno sobre o curta que ele produziu.

1’39’’ – A tática do baixo custo. Chega a hora em que o cara já sabe o nome da garota, sua idade, o que faz, já fez com que ela sorrisse, com que ela perguntasse e agora é preciso dar um passo adiante na no approach. No mundo real o cara pediria um abraço ou um beijo no rosto sobre a alegação de ‘não custa nada’, ‘o que você tem a perder?’, etc. Nosso amigo virtual alega no caso que a interação virtual não custa nada (oh!).

1’40’’ a 1’58’’ – O truque da firmeza no discurso. Esse é utilizado em larga escala pelos políticos. Você já reparou que quando político fala, ele gesticula e ergue firmemente as mãos? Isso passa segurança ao interlocutor e firmeza nas idéias. Nosso amigo o emprega, mas exagera ao dar um abraço solitário ao melhor estilo coreografia de pagode.

2’00’’ a 2’08’’ – Uma sequência vexaminosa e clichê da tática de jogar a bola da mulher pra cima [2]. O português se perdeu, ao invés de falar ‘como tal’ ele fala ‘como tá’.

2’09’’ a 2’15’’ – Aqui chega no ponto crítico do discurso. O cara não tem mais o que falar, o papo esgotou, as palavras já não vem com naturalidade, ele repete os mesmos elogios. A solução? Partir para o tudo ou nada. Só que nosso amigo não tem nada.

2’19 a 2’26’’ – Como não tem o que beijar, a alternativa é fazer cara de sedutor, desligar a câmera disfarçadamente e esperar que uma desmiolada entre em contato com o Régis.

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A Hora do Beijo

11.jun
2009

Como eu falei no post passado, minha intenção aqui não é tomar partido sobre o que é melhor: estar casada, namorando, solteira, com lanchinho, etc. A mulher inteligente e bem resolvida é alheia a pressão da sociedade e, no caso das solteiras, se não encontrou alguém que preste, não vai namorar com qualquer um por mera convenção.

Por isso, o post de hoje é algo imparcial e que está presente em relacionamento sério ou casual, que agrada solteiras e compromissadas. Não, não falo de homens. É sobre o beijo.

Quando eu era um cafa pequenino, lá nos meus 16 anos, dava ao beijo um peso enorme. Se não rolava encaixe, eu já pulava fora. Porém, ao passar dos anos e com a facilidade do sexo casual, o beijo foi perdendo um pouco o seu papel principal e a mulher boa de cama foi crescendo em nível de relevância. A garota podia ter um beijo horroroso, mas se sabia fazer o negócio direito, tava tudo certo. Só que com a maturidade, o nível de exigência aumenta e o beijo volta a ter um papel fundamental. E se não há aquele encaixe de boca, a garota vai virar mais um lanchinho jogado entre tantos na geladeira. Agora se há um encaixe, é um bom indício.

Com a minha namorada foi assim. Ela foi mais uma entre as milhares de leitoras que me add no MSN pra conhecer o cafa melhor. Conversamos pra caramba e depois de se mostrar um pessoa divertida, inteligente e com personalidade, resolvi convidá-la para ir a um restaurante (perto da cafa-house, claro). Confesso que meu interesse era um só, levá-la pra cafa-cama e depois colocá-la na geladeira. Porém, depois de muita conversa (e ela falar que não me beijaria), rolou o primeiro beijo, e foi muito bom. Ela acabou conhecendo a cafa-house no mesmo dia, mas não liberou de primeira. Só que aquele beijo fez com que o cupidinho acertasse a primeira flecha e com que eu esperasse mais um pouco para conhecê-la por inteiro. O resto vocês já sabem.

Faço toda essa introdução para divulgar uma campanha bem legal que o Boticário lançou, a Hora do Beijo. Basicamente eles propõem que hoje as 22:22, todos os apaixonados (sejam eles namorados ou não) se beijem para mostrar a ‘energia do amor ao planeta’. Acho um pouco brega essa idéia de energia do amor, mas acho muito bacana refletirmos sobre esse ato que cada vez mais fica em segundo plano devido a facilidade do sexo casual. Legal o Boticário lançar um flashmob como esse ao contrário de tantas marcas que nessa data apenas falam, ‘fiquem ao lado do seu amor e comprem o meu produto pra ele ficar feliz’.

Se você quiser acompanhar a ação que eles estão tocando, entre as 22:00 e as 23:00 de hoje haverá alguns blogueiros comentando sobre beijo (faço segredo se estarei presente no vídeo ou não, terão que acompanhar). Basta acessar o logo abaixo para visitar o site.

Como o cafa é bonzinho com suas leitoras namoradeiras ou solteiras, farei uma promoção. Faça uma frase respondendo a pergunta “Por que beijar é tão bom?” utilizando a palavra “Hora do Beijo” e uma palavra do blog (pode ser uma das que estão na camiseta do blog ou #vaidamares) e mande no comentário desse post. A mais bacana poderá ganhar ou um Egeo feminino OU o Egeo masculino. Semana que vem escolherei a melhor.

Um feliz dia dos namorados e muitos beijos!

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Se você foi uma das leitoras que esperou pelo post do dia dos namorados torcendo pra encontrar uma lista de presentes, dicas de restaurante, como arrumar um namorado ou alguma coisa fofa do cafa recém namorado, caiu do burro. Esse tipo de coisa você pode encontrar em qualquer revista feminina dessa semana, mas se ainda você não ficar satisfeita, dê uma olhada na lista de presente que fiz ano passado. Talvez ajude.

A relação conveniência e namoro já começa pela própria data. Lá fora é comemorado no dia 14 de Fevereiro (dia de São Valentim) e aqui no dia 12 de Junho em uma suposta homenagem ao Santo Antônio que na verdade comemora-se no dia 13 de Junho. E qual o motivo dessa troca de datas? Talvez o comércio não ficaria muito satisfeito em dividir a data dos apaixonados com o período de carnaval. De qualquer forma, eu não vou bancar o chato socialista e deixar de dar presente pra minha namorada só porque foi uma data instituída pelo comércio. Mas, pensa bem. O que tem mais valor, receber um presente no dia dos namorados ou em um belo dia a toa em casa ou no trabalho receber um presente despretensioso de alguém que gosta de você? Eu fico com o segundo.

Grande parte das mulheres solteiras é impaciente e tem certa tristeza por não encontrar a tampa da sua panela. Olham casais na rua, as amigas namorando e troca de presentes no 12 de Junho com uma inveja danada. Só que poucas sabem que uma parcela considerável desses namoros é uma grande fachada. Creio que metade dos casais que eu conheço entra nessa classificação. Citarei os 3 mais comuns:

Fachada mútua – Ambos se enganam. O cara sai com várias mulheres, a garota dá pra vários caras e a noite estão dormindo juntos. Esses casais costumam brigar direto, enchem o saco dos seus amigos falando mal da sua companheira(o) e dali a pouco já estão juntos de novo. “Mas cafa, por que eles não terminam logo?” Conveniência. Eles querem ter a pseudo segurança de uma companhia. No fundo eles querem ter a liberdade de dar /transar para o(a) próximo(a) gostosão (gostosa) do pedaço, mas precisam saber que alguém é seu com “exclusividade”.

Fachada única – Um dos lados é enganado. Aqui eu posso garantir que 80% é o homem quem engana. O porcentual masculino é maior pelo simples fato que mulher para assumir um relacionamento mais íntimo com um homem na maioria das vezes precisa gostar, ele precisa ter tesão. Talvez esse grupo seja o mais comum. Sem brincadeira, mais da metade dos homens que eu conheci que namoravam traiam sua companheira (e a tonta não tinha a menor desconfiança). “Mas cafa, por que ele não termina logo?” Conveniência. Geralmente nesse relacionamento a mulher está de quatro pelo cara, cega de amor. Ele tem ciência disso e ai abusa o quanto pode da bondade dela. Na verdade esse é o mundo perfeito para um homem sem caráter. Afinal, ele tem uma coitadinha dedicada, por ser namorado geralmente come no pêlo (sem camisinha), ela não liga por ele não ter aparecido certa noite (afinal, ela não quer ser grude, mas esquece que é namorada) e o bonitão sai passando a vara geral.

Fachada por interesse – Aqui estão as pessoas mais vis e pobres de espírito. Creio que o grupo é dividido meio a meio por mulheres e homens e eles podem pertencer também aos grupos citados acima. Ambos têm em comum um único objetivo, interesse material. Geralmente são pessoas que não tiveram muito estudo (seja por falta de condição ou por burrice mesmo), fracassadas em suas profissões (no caso das pessoas mais velhas) e/ou acomodadas (no caso das mais novas). Possuem um único bem para oferecer ao seu parceiro(a), seu corpo. Elas fazem de tudo para namorar com o(a) bacana do pedaço e assim ter acesso a um mundo que jamais conseguiria pertencer se fosse por mérito próprio. Elas são tão ordinárias e profissionais no ramo que as pessoas que vêem de fora juram que ela é apaixonada pelo seu namorado(a) e que o casal foi feito um para o outro.

Bom, não encarem esse post como um consolo para as leitoras encalhadas (brincadeira). Só quero deixar claro que muitos dos casaizinhos bonitinhos que a gente vê na tv no dia dos namorados ou andando pela rua de mãos dada em um dia qualquer, nada tem de bonitinho. A essência muitas vezes é bem podre.

Ter um relacionamento sério vai muito além de simples conveniências. Convencionalmente meu namoro começou numa manhã de sábado preguiçosa deitado na cama com a minha namorada. Porém, o respeito, a consideração, carinho, admiração, etc começaram muito antes. Namorar foi só dar um nome, foi só uma convenção.

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Os adesivos do blog já estão quase prontos. Quem quiser fazer a encomenda, entre aqui. Amanhã começarei a despachar as camisetas  já pagas.

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É constante o número de reclamações / questionamentos que recebo no cafa responde de mulheres insatisfeitas com o desempenho sexual do parceiro e com a falta de sintonia na cama, quando na verdade a maior dificuldade que elas possuem é em entender como seu corpo funciona e descobrir o que lhe dá prazer.

Tá, isso parece papo de psicóloga sexual tiazona que escreve uma coluna na Revista Marie Claire, mas eu concordo com a essência do problema. As mulheres foram criadas em torno de tantos tabus e machismos que boa parte acha que se masturbar é coisa de vagabunda ou de mulher desesperada. Ficam com vergonha de explorar seu corpo sozinha e com o parceiro por ter uma vergonha idiota.

Digo isso, pois algo curioso ocorreu essa semana e me fez lembrar do assunto. Como vocês podem ter visto, desde semana passada está sendo veiculado no blog um anúncio do KY no canto lateral direito do blog anunciando uma promoção da marca. Desde domingo umas 3 leitoras vieram me perguntar no MSN se eu tinha autorizado essa propaganda ou se tinha sido algo imposto pelo Google no Adsense. Falei que eu tinha autorizado e ai surgiram alguns comentários meio absurdos do tipo “Você não acha isso uma coisa de mau gosto?”, ou “Esses cremes são meio nojentos” ou pior “Cafa, isso não é creme de bicha? O que está fazendo no seu blog?”. Fiquei meio abismado com o preconceito e falta de informação destas leitoras.

O principal mito é esse último argumento que gel lubrificante só deve ser utilizado por gays ou pra quem quer fazer sexo anal. Claro, confesso que meu primeiro contato com um KY foi pra fazer sexo anal (antes que surjam as piadinhas de alguns leitores do blog, foi com uma garota que usei) e posso dizer negócio vai que vai. Porém, ele já serviu algumas vezes em mulheres que possuem pouca lubrificação vaginal. Pra ser mais exato, conheci duas mulheres assim.

Uma delas foi bem interessante. A garota era um caso das antigas. Uma colega de faculdade que depois de formados acabou virando um lanchinho na minha adormecida geladeira. Percebi na primeira transa que a garota não ficava ‘molhada’ (como gostam de dizer os tiozões) e como todo homem preocupado em corresponder às expectativas, ficava grilado achando que eu não estava proporcionando tesão suficiente para satisfazer a garota. Um dia, depois de muita intimidade atingida e Cabernet Sauvignon na cabeça, ela me confessou que não sabia o que era um orgasmo. Nem preciso dizer que o cafa sentiu sua masculinidade ir ao chão que nem a moral da nossa colega Damares do post passado (#vaidamares).

Dias depois e pensando mais racionalmente, logo me liguei que naquela secura toda, um objeto cilíndrico emborrachado dificilmente faria a garota sentir algum prazer. Foi então que numa bela noite resolvi utilizar a tática da minha ex do creme exclusivo e aproveitar o tubinho de KY que eu tinha guardado na gaveta para usar com a garota. Foi bom por um lado e ruim pelo outro.

Foi bom porque a garota virou um bicho na cama e pelo visto gozou umas 3x (e cá entre nós homens, fazer uma mulher ter orgasmos múltiplos é como ganhar aquelas medalhinhas vagabundas de ‘ouro’ quando se é criança). Porém, o lado ruim sempre consegue detonar o bom. Já dizia o meu tio fanchona, “Cafa, amor de pica, quando bate fica”. Imagina uma coitadinha que nunca gozou de repente ter vários orgasmos numa noite só? Virou um grude sem tamanho e quando começou a torrar minha paciência e querer demarcar território no Orkut, tive que dar a sumidinha básica. Ela deu uma surtada, mas deve ter se recuperado.

O que quero passar aqui é que antes de ficar apontando culpado, dizendo que os homens estão frouxos, que não encontra ninguém com química e blablabla, olhe melhor para o seu corpo e veja se o problema não está em você. E não digo os de fator físico, mas sim e principalmente os psicológicos. Não estou chamando ninguém de maluca, mas dando um toque para tentar se desprender de alguns tabus e ter uma vida sexual mais saudável.

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p.s. Antes que perguntem, o próximo post será sobre namoro. Não esperem fofurice.

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Depois da mudança bem sucedida com a Sexta das leitoras, vou tentar outro tipo de post, os pílulas.

Como vocês sabem, tenho pouco tempo para atualizar o blog, que em 90% das vezes ocorre de madrugada. Para tentar aumentar o número de posts publicados e saciar as leitoras mais eufóricas, farei um teste com os pílulas. Basicamente post pílula são aqueles curtinhos, engraçadinhos e que não exigem muito tempo para produção.

De maneira alguma isso substituirá os posts normais. É só uma maneira de deixar o blog mais dinâmico. Se não der certo, tento outra coisa.

Hoje recebi de uma amiga um gráfico americano bem engraçadinho sobre como conquistar uma mulher. Não achei a fonte, mas traduzi, fiz algumas alterações e acho que serve para resumir boa parte dos casos de conquista (ao menos dos cafas).

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P.s   Tive problema com o fornecedor na entrega das grades das camisetas. Isso deverá ser normalizado essa semana. Na próxima já começo a enviar as camisetas de quem já pagou. Ah, os adesivos ficaram ótimos, assim que receber uma prova, eu escaneio e mostro pra vocês (obrigado pela força Paula Chiuratto!)

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