Já falei várias vezes aqui no blog sobre mulheres que querem se declarar para os homens, chegar neles na balada, dar uma trepada com um cara completamente desconhecido e depois perguntar o seu nome (ou nem lembrar dele), enfim atitudes tipicamente masculinas e que ficam completamente estranhas no sexo feminino. Porém, o mesmo movimento (só que ao inverso) tenho observado nos homens hoje em dia, a sua feminilização.Vivemos uma inversão de valores meio bizarra.
Dia desses fui dar uma aparada na peruca em um salão perto de casa. Ao entrar no lugar, vi um colega do mercado (publicitário) saindo, cumprimentei e boa. Esperando o barbeiro vagar, fiz amizade com uma depiladora que estava sentada ao meu lado. Papo vai, papo vem o assunto entrou no campo das “depilações bizarras” e para exemplificar uma delas, a mulher citou o “rapaz bonitão que tinha acabado de sair” o qual a cada quinze dias faz depilação completa, inclusive anal. Como diz o pessoal na Bahia, é muito fresco. O cara não é gay, vai casar no próximo ano e me vem com essa de depilação anal?! Bom, caso 1.
Caso 2. Ontem estava lendo jornal e fui impactado por uma matéria a respeito de lugares que oferecem o “Dia do Noivo”. Fiquei curioso achando que era algo relacionado a um barzinho com os amigos, degustação de cerveja, sei lá algo pra falar merda, relembrar os tempos de solteirice e tal. Puff, que nada. É um serviço exclusivo que o salão Jacques Janine (que é uma finura só) oferece para os noivos no dia do casamento. O que oferece? Coisas muito úteis e indispensáveis, como o tratamento das mãos e unhas com retirada de cutícula e aplicação de base (imagina sair na foto do casamento sem base na unha, que absurdo!), um spa relaxante com aplicações de pepino sobre os olhos, e bom vou parar por aqui por que realmente é vergonhoso os serviços femininos prestados ao donzelo. O melhor foi o repórter entrevistando um cara que tinha adquirido o serviço e ele muito feliz disse que tinha sido ótimo, pois estava muito nervoso com a proximidade do casório e como o salão oferece um exclusivo almoço com a noiva, ele pode ficar mais relaxado. É muito fresco [2]. Aposto que ele deve ter se atrasado para entrar na igreja.
E isso não são casos isolados. Canso de tomar conhecimento toda semana de homens com atitudes femininas e que não são gays (pelo menos não demonstram), cara que vai fazer alisamento no cabelo, homem colocando silicone no peito para parecer mais forte, isso sem contar naqueles que em nome do “estilo” pintam o olho, fazem o contorno da sobrancelha, passam pó, entre outras frescuras.
É óbvio que (quase) nenhuma mulher vai querer sair com um ogro que a destrata, que solta pum na sua cara e sem nenhum modo na mesa. O cara ser sensível em alguns momentos faz parte do jogo e agrada as mulheres, só que há hora e situações para a sensibilidade e hora pra colocar “o pau na mesa”, como dizia o mais rústico. Homem que cai de boca em uma mulher como se tivesse comendo jiló, que fica parado com ela em cima admirando a margarida, que deixa ser conduzido a todo instante e depois da fodinha meia boca pergunta o que ela achou, vai sempre ser a mulherzinha otária da relação.
Com a ascensão e destaque da mulher na sociedade nas últimas décadas, os homens absorveram demais a feminilidade e acabaram esquecendo ou achando que virilidade é sinônimo de ogrice. Agora temos um movimento de extinção dos ogros e florescimento dos donzelos (que atualmente se mascaram na palavra bonitinha de “metrossexual”). Uma beleza.
(Ok, esse post serviu mais para os leitores que leitoras do blog, mas eu precisava desabafar).
Como vocês sabem, passei o feriado passado em Manaus. A experiência foi bastante positiva no quesito “conhecer coisas novas”. E não digo no sentido sexual (como muitas devem estar pensando) e sim comidas, lugares e cultura. Porém, é óbvio que nessa jornada involuntariamente o contato com o sexo feminino acaba ocorrendo. Vou contar brevemente como foi o feriado.
Antes de tudo, o lugar que eu considero um dos mais bacanas para conhecer alguém interessante é o aeroporto. Óbvio que é preciso fazer um filtro de quem está lá viajando a trabalho e de quem está indo para um rave de micareta na Bahia (nada contra quem gosta, mas eu prefiro uma boa distância). Tirando esse grupo, grande parte das pessoas que viaja a trabalho geralmente são maduras, independentes, sérias e sabem o que quer da vida. Por isso, sempre que viajo gosto de chegar com certa antecedência no aeroporto e ficar de flertes com algumas incautas. Só que na sexta o trânsito em sampa estava ridículo e cheguei no aeroporto a 20 minutos do avião decolar, ou seja, não tive tempo do meu lazer aeroportuário favorito (além de comer Pizza Hut com chopp Brahma..nham).
Ao chegar no avião fiquei caçando a leitora que disse fazer parte da tripulação daquele vôo. Só que muito esperto, eu não perguntei o nome da garota e todas as aeromoças que eu cruzava, lançava um sorriso maroto com uma piscadela e era correspondido com um frio “boa noite, bem vindo” (¬¬).
Tinha esperança de sentar na poltrona do meu lado alguma garota bacana, mas sentou uma mulher com um cachorro (até que simpático) que se afeiçoou a mim e queria toda hora ir para o meu colo ou lamber meu braço. Como ele não parava quieto, a comissária pediu para que eu trocasse de lugar com a garota (eu estava na janela). Só que detesto viajar no corredor, pois não sei o que está passando lá fora e se o avião vai pousar bem. Enfim, passei certo perrengue no vôo e sudorese nas mãos até a aterrissagem.
Ao desembarcar no saguão do aeroporto fui brindado por um festival de gente feia. Achei que estava em um pedaço do inferno e ao sair do aeroporto quase tive certeza ao tomar uma lufada quente e uma umidade de 90% na cara.
Chegando no hotel, tudo o que eu queria era um banho e pedir uma pizza (o que não rolou, pois depois da meia-noite não existe delivery em Manaus). Comi uma batata horrorosa e cara do frigobar e fui com o meu amigo para uma baladinha de rock. Eu achava que teria outro dissabor, mas estava enganado.
A entrada da balada não parecia como tal e sim uma churrascaria pseudo chique. Por isso, estava esperando para ouvir um rock tipo Charlie Brown, Pitty, etc mas fui positivamente surpreendido ao entrar no lugar e ouvir logo que cheguei um ACDC e outras dezenas de clássicos do rock. Eu e meu amigo acabamos fazendo amizade com duas garotas que estavam no espaço externo da balada, uma era feiota, a outra até que bonitinha. Ficamos uns 10 minutos conversando e assim que a banda terminou de tocar, descobrimos que a bonitinha era comida do guitarrista e lá foram eles embora. A feiota se mostrou uma pessoa bem inteligente e tivemos uma aula de cultura manauara com a garota. Fim da noite.
Dia seguinte fomos fazer o passeio do Encontro das Águas, onde o Rio Negro encontra o Solimões (sim, surge dai o nome cafona dessa banda). O tour é bem agradável, mas o que eu queria mesmo era ver de perto jacaré, a Sucuri (sem piadinhas de tiozão, por favor) e pegar o bicho-preguiça no colo que dizem que é todo simpático e abraça quem o segura. Quando os indiozinhos trouxeram os animais, veio um jacarezinho minúsculo muito do borocoxô e uma cobra que tentou se enrolar no meu pescoço. Minha esperança residia na Preguiça, mas de preguiça ela não tinha nada e ficou toda ligeira quando eu a peguei e queria voltar para o colo do indiozinho. Bom, de resto não tinha muita coisa pra apreciar no passeio além da flora, pois grande parte dos visitantes eram chineses e/ou população ribeirinha.
Voltamos para o hotel e decidimos dar um pulo na piscina para ver o que tinha de bom por lá. Tinha uma vovó fazendo alongamentos estranhos e um gordinho andando descalço na esteira. Ou seja, nada de bom por lá a não ser uma piscina bacana e espreguiçadeiras. Nessa noite resolvemos conhecer a balada mais “chique” do lugar.
Era realmente bacana a música e espaço, mas parece que o povo escroto das baladas top de São Paulo foi literalmente exportado pra lá. Pra variar, tinham os camarotes-zoológicos ao lado da pista para abrigar os pavões e galinhas que gostam de aparecer para o público pagante e ser alimentados com champagne e pulseiras. Eu estava bem tranquilo de chegar em alguém, mas meu amigo investiu em uma loira. A garota era de São Paulo e fazia medicina lá, segundo ele, a o papo estava fluindo bem, mas a garota começou a fazer umas perguntas meio estranhas (do tipo, o que seu pai faz, em que bairro mora em São Paulo, etc), ao perceber que ele não era da mesma casta que ela, a garota voltou pra gaiola e foi tomar sua champagne. Curtimos mais um pouco o lugar e vazamos para o hotel, pois dia seguinte tinha passeio pra cachoeira.
Fomos ao passeio, foi bacana e tal. Na volta, meu amigo disse que agora não queria saber de balada “finura”. Queria conhecer um forró risca-faca e pra lá fomos. Fiquei com medo. O lugar dava um povo BEM estranho e nós estávamos meio que bem arrumados (e bem cuidados) em relação a média. Não somos um galã de cinema, mas a coisa ficou bem tensa. As mulheres olhavam descaradamente e puxavam pra dançar. Recusei por dois motivos, um que detesto forró e outro que não curto mulher com bigode. Meu amigo se engraçou com uma gigante, mas resolveu não finalizar com medo de ter alguma surpresa. Voltamos para o hotel.
Dia seguinte foi dia de fazer city-tour pelo centro da cidade. Novamente o inferno nos deu as boas vindas junto com as suas capetas. Era uma sensação térmica de 40 graus e andando pelas ruas tínhamos a sensação de ser uma celebridade , várias mulheres (feias) olhando e mexendo. Pelo menos valeu para dar uma inflada no ego. Aliás, toda mulher reclama de cantada de pedreiro, mas aposto que acha o máximo se sentir desejada.
Era o último dia na cidade, resolvemos fazer um esquenta no lobby do hotel e ver como estava o movimento por ali. Um horror. Só tinha homem de terno, militar (?!), velho e famílias. E creio que na visão deles estava um casal gay ali no saguão enchendo a cara e caçando homem. Fomos pra balada.
Fazia tempo que não ia para um lugar tão animado, com um público bacana e uma banda boa. Estávamos lá curtindo e de repente passou uma garota por mim e falou “você se chama clodoaldo*?”. Tinha acabado de encontrar uma leitora do blog na balada. Ficamos conversando por um tempo, estava ela e mais uma amiga. As garotas eram muito simpáticas e agradáveis. Depois de um tempo, fui até o banheiro e sai um pouco na área externa para tomar um ar (é, coisa de velho). Lá fora, uma garota deu um grito “Cafa!!!”, morri de vergonha e fingi que não era comigo. Ela insistente foi atrás toda feliz e ficou pedindo para que eu contasse histórias “proibidonas” do blog. Disse a ela que não queria bancar o story-teller, mas que agradecia o carinho. Enfim, tomei o ar e vergonha suficientes lá fora, chamei meu amigo e decidimos ir para o aeroporto.
Chegando lá, já bem alterado, quis mandar uma mensagem para a garota bacana que mencionei há alguns posts, mas (in)felizmente a bateria do celular tinha ido para o saco. Melhor assim, cafa tranquilo em Manaus e sem avançar o sinal.
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* nome fictício
Não sou de participar de memes, pois geralmente são aquela coisa idiota de indicar não sei quantos blogs para poder ganhar um selinho, fazer um coleguinha virtual e ganhar alguns views. Não tenho saco pra isso. Porém, uma leitora indicou um meme bacana no blog do indefectível Inagaki e resolvi participar.
A parada é falar 9 coisas sobre mim. Sei que o foco do blog não é esse, mas eu acho interessante saber um pouco mais sobre as pessoas que eu leio e acredito que muitas de vocês pensam assim. Por isso, contarei algumas coisas curiosas sobre mim preservando o anonimato.
1-) Quando pequeno eu quase virei autista. Não gostava de brincar com os amiguinhos da escola, nem do prédio que viviam quebrando os meus brinquedos e interrompendo a linha de raciocínio das histórias que eu criava com meus Comandos em Ação. Isso atrapalhou meu rendimento escolar e minha mãe que acabou me ensinando a ler. Meu problema de socialização e semi-autismo só foi resolvido quando minha mãe comprou uma cachorrinha pra mim. Antes tive aquário e gato que acabaram não dando muito certo, pois estraguei os dois, o gato ficou maluco e o aquário sem peixes.
2-) Meu primeiro amorzinho de infância foi incentivado pela minha mãe e pela mãe da garota nos colocando pra dançar juntos nas festinhas do colégio. Porém, tinha um pequeno problema, eu não conseguia memorizar os passos e dançava ridiculamente, já a garota era praticamente um molem-molem. O professor de Educação Física disse que não daria mais para nos manter juntos e foi assim que ela se engraçou com o seu novo par e eu voltei para os meus Comandos em Ação.
3-) Tentei fazer aula de violão, mas o professor não tinha paciência comigo e parei o curso sabendo tocar apenas “era uma casa muito engraçada”. Fiz caratê e parei na faixa amarela, pois a professora me colocava pra lutar com o pessoal mais velho e eu sempre apanhava. Fiz 5 aulinhas de futebol, mas por algum motivo idiota eu não conseguia chutar a bola sem dar uma rasteira, era como se fosse um tique nervoso. Resultado? O professor premiou na quinta aula todos os alunos com uma medalha, menos eu e um garoto que tinha síndrome de down (bom senso daquele ordinário ficou em casa). Surgia um perna de pau.
4-) O primeiro beijo foi com 13 anos de idade, no bingo beneficente que meu pai organizou no prédio que morávamos. Ele era síndico do prédio, o que fazia com que eu gozasse de algumas regalias e imunidade condominial. Uma dessas regalias era o usufruto da escada de emergência do prédio e foi pra lá que eu levei a garota. Logo no primeiro beijo “senti” que a ela não sabia beijar e a bunda dela era estranha. Nascia um crítico.
5-) Minha primeira experiência sexual durou 30 segundos. A segunda não durou.
6-) Meu primeiro carro foi um gol bolinha roxo sem nenhum opcional. Eu o bati (sem gravidade) 10 vezes. Tinha um dado de pelúcia no retrovisor e os vidros só abriam com a ajuda das duas mãos. Tinha cheiro de pula-pula e me deixou na mão uma vez no drive-in, sendo necessário empurrar o carro com a garota dentro pra pegar no tranco.
7-) Era um adolescente feinho, cabeçudo e desmilinguido. Não fazia muito sucesso com as mulheres até meus 16 anos. Após essa idade me mudei pra Santos, aprendi a malemolência da vida caiçara, perdi a cor de palmito, encorpei, deixei de ser o garoto-de-apartamento-criado-com-farinha-láctea-e-leite-Bônus, aprendi que mulher precisa ser pisada um pouco (no bom sentido, por favor) e assim o embrião cafa foi plantado.
8 -) Eu queria ser militar desde pequeno, mas as forças armadas não me queriam. Passei em todos os exames do processo seletivo, mas fui barrado no psicológico. Acabei indo fazer engenharia e não fiquei 6 meses no curso diante de tanta matéria chata e nerd. Parei sem querer na Publicidade e acabei me encontrando.
9-) Era um péssimo aluno de Redação. Minhas notas ficavam na média ou abaixo dela. Para colaborar, minha letra sempre foi um horror e quase todos os professores implicavam com ela. Aliás, não gostava de escrever e achava o mundo de blog coisa de nerd. Porém, em uma conversa descontraida justamente com o Inagaki, dentro de um carro, indo para um happy hour em janeiro de 2007 que surgiu a ideia e o nome do blog. Hoje minha letra continua feia, mas adoro escrever aqui (e vocês, claro).
Como todo bom meme, indico para participar deste o Cid do Não Salvo, a leitora do Verdade Feminina e a Roberta do Homem é Tudo Palhaço.
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No próximo post conto como foi a viagem para Manaus
(continuação do texto anterior)
Fiquei conversando com o conhecido e meio que fingi não notar a garota do meu lado. Só que de repente, do nada, eu tomo uma bundada. E não foi aquelas bundadas de sedução, mas tip0 um chega pra lá que nem o Nhô-Nhô dava no Chaves com a barriga, no meu caso com a bunda. Dei uma derrapada no chão e por um triz não caio. Dei uma risada amarela para o cara que conversava e a garota fingiu que nada aconteceu.
Tomei uma segunda bundada. Fiz cara feia e ela nem tchum. Nessa hora meu conhecido inventou uma desculpa qualquer e fugiu dali. No mínimo ele estava pensando que eu ia dar um fatality na garota, só que minha real vontade era virar o Gim Tônico na cabeça dela. Tomei uma terceira bundada.
Puto e cansado de levar surra de bunda, pedi pra ela deixar de ser retardada e dançar como uma pessoa normal. Ela ficou meio puta, mas quieta. Achei que o assunto estava resolvido. Ledo engano. Virei para o outro lado pra dar uma olhada na pista e de repente…nhac! Tomei uma mordida! Pelo menos não foi na minha bunda, mas no ombro. Só que doeu pra cacete. Era motivo pra jogar água na cachorra louca, mas achei melhor manter a calma e ir para o outro canto da pista.
No outro canto da pista avistei uma garota sensacional. Apesar do vestido periguetoso, ela tinha um corpo bem interessante e uma lataria impecável. Depois de observar ela dando fora em 3 caras, ganhou mais alguns pontinhos. Como eu estava de boa, preferi não atacar, mas ela não tirava o olho de mim e se eu pelo menos não puxasse assunto com ela, acordaria dia seguinte me sentindo um frouxo. E fui.
Não bastaram 2 minutos de conversa para eu ser banhado pelo tédio e impaciência. A garota era uma pequena anta, dei uma acelerada no papo pra dar um vazare e percebendo que eu estava querendo dar uma volta ela pediu para que anotasse seu telefone. Peguei meu cel e…a bateria tinha morrido. Era uma excelente desculpa, mas não pra ela. A garota sacou seu celular da bolsinha (brega) que carregava e pediu para que anotasse o meu, obviamente que passei o errado. E fui.
Lá pelas tantas vi no meio da pista uma garota que eu sempre observava na praia e sabia por conhecidos que ela tinha um CV bacana. Troquei alguns olhares e resolvi bater um papo. Foi um papo mecânico, bobo, horroroso, me senti um mongolóide de 17 anos de idade chegando na garotinha bonita da balada. Pra piorar, percebi que a louca das bundadas estava por perto. Parei no meio do papo e resolvi curtir a noite sozinho, sem desgaste, sem risco. Só que ela não estava perdida.
Lá pelas tantas recebi um sms* por engano de uma garota x dizendo que estava com um ingresso sobrando para o show do Bon Jovi e gostaria de saber se eu estava a fim de ir (acreditando que eu fosse a amiga dela). Bom, só que isso é outra história e mais pra frente conto ela melhor aqui.
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Feriado estou indo para Manaus. Já peguei ótimas dicas de passeio e balada. Se alguém soube de alguma festa ou algo diferente na cidade, me avise! cafa@manualdocafajeste.com
* Vi que já perguntaram como eu recebi sms se o cel estava sem bateria. Na verdade estava com bateria, mas como está com bug, esporadicamente ele apaga e reinicia sozinho. “Smart”phone ¬¬*