O quarto candidato tem um estilo diferente de escrita. Esse foi um dos motivos principais por tê-lo selecionado. Como eu disse em um dos comentários, minha ideia não é selecionar alguém igualzinho a mim, mas que mantenha a qualidade do conteúdo independentemente da forma. Vamos lá:

“Tudo planejado.

O encontro estava marcado para às 20h no apartamento dela. Ele colocou sua melhor roupa, sua blusa verde favorita, seu melhor perfume e, pela primeira vez, não chegaria atrasado. Tudo tinha que ser perfeito para aquele momento e nada poderia atrapalhar.

Os dois não se viam há mais de um ano. Antes disso, se amavam feito loucos e, nesse meio tempo, a saudade sempre os acompanhou. Como seria agora, eles não faziam a menor idéia.

Depois de 40 minutos que saiu de casa, exatamente às 19h58, ele tocou a campainha do apartamento 121. Ela abriu a porta e fez perceber que continuava do mesmo jeito, apesar da tinta no cabelo. Ainda era o tipo de mulher ideal para ele.
Cumprimentaram-se.
Ela usava um vestido vermelho, com detalhes brancos. Ele nunca tinha a visto de vestido, daquele jeito e com aquela elegância. Com toda certeza ela também esperava bastante daquela noite.

Por um instante, no começo da conversa, sentiram o estrago que a distância e o tempo fizeram com os dois. Faltava assunto, faltavam palavras, sobrava timidez.

Nada que 15 minutos de conversa, espera e ansiedade não resolvesse. Entregaram-se àquela que havia sido a paixão mais arrebatadora de suas vidas.
Desde que haviam se reencontrado, 15 minutos bastaram para que a timidez estivesse no chão. Desde que começaram a se beijar, 10 minutos bastaram para que estivesse no chão o vestido vermelho, a blusa verde e qualquer outra vestimenta que usavam.

Mesmo tendo se amado tanto, por tanto tempo, aquela era a primeira vez que deitavam-se juntos. O calor do momento não permitia que nada do passado viesse a tona. Não permitia que vissem, ouvissem e sentissem nada a não ser aquele momento único de prazer que era proporcionado por suas antigas paixões.

Algum tempo depois, eles riam. Riam por tudo e por nada. Riam por não fumarem, riam da janela entreaberta, riam da camiseta que acabara de ser vestida ao contrário. Riam do que tinham acabado de fazer. Estavam felizes e satisfeitos.

Terminou de se vestir. Despediu-se dando um último beijo, dessa vez no rosto dela, e saiu do apartamento.
Saiu para nunca mais voltar. Os dois sabiam que dali por diante nunca mais se veriam e, se por um acaso do destino ainda se encontrassem novamente, nunca fariam o que tinham feito.

O amor e a paixão que uniram os dois há tanto tempo já estavam mortos e enterrados há quase um ano.

Saiu do apartamento e sorriu.

Olhou no relógio e começou a correr. Estava com pressa. Ainda tinha que passar em casa e tomar um belo banho antes de se encontrar com sua namorada, às 23h no outro lado da cidade”.

Ok, hoje não é sexta, mas acabei atolado de trabalho, que somado ao MBA, não tive tempo de publicar a Sexta das leitoras do terceiro candidato. Enfim, vamos lá:

“Bom, tenho 20 anos – farei 21 daqui menos de 2 dias – e não sei se é pela proximidade da data, se é pela vida em geral, mas estou naquele momento de colocar a vida em perspectiva, e estou bem confusa.
Namoro há 2 anos e 10 meses, com esse cara incrível. Somos o primeiro tudo um do outro – primeiro namoro, primeira transa.

Cafa3 > Primeiro relacionamento e primeiro parceiro sexual é uma combinação bem complicada. Não há regras em relacionamentos, claro, mas normalmente quando se trata do primeiro namoro e primeira transa, a tendência é que sempre haja aquela dúvida na cabeça, sobre como seria com outra pessoa e aí a chance de alguém de fora se mostrar muito atraente é grande.

Ele sempre me tratou muito melhor do que eu poderia merecer, me ama de um jeito que eu não acreditava ser possível – sem breguice, afinal, não custa reconhecer que ele me faz sentir a melhor pessoa do mundo – e eu sempre tento fazer com que valha a pena, fazê-lo sentir 1/10 tão bem quanto ele me faz. Ah, mas aí você se pergunta – que diabos essa louca tá fazendo por aqui então? Bem, por dois motivos.
Claro que algumas coisas me incomodam nele, da mesma maneira que a recíproca é verdadeira, até aí tudo bem. O problema é o padrão de atitudes infantis, ou melhor, a maneira um pouco infantil com que ele lida com determinados assuntos.

Cafa 3 > Já tentou falar com ele sobre essas infantilidades? Vai ver o cara acha que tá abafando com essas coisas e na verdade você tá confundindo ele com um menino da 5º série. Difícil manter um relacionamento a longo prazo com uma coisa que te incomoda tanto.

Por exemplo, sexo. Na maior parte das vezes ele fala de sexo como se fosse um adolescente de 13 anos – mas ele tem 23. Se ele quer dizer que comprou alguma coisa no sex shop, ele fica falando com risadinhas sobre ‘coisas de sacanagem’. Se por um lado eu entendo que ele não tem muita experiência, por outro eu gostaria muito de não parecer personagem de algum filme da Disney. Óbvio que nao é por isso que nego fogo, e por nos vermos tão pouco, sempre que dá, tem. haha.

Cafa 3 > Falta de experiência não se confunde atitudes bobas. Percebe-se que apesar de não negar fogo, você não tá no clima total. Essas atitudes de 13 anos estão afastando o seu tesão. Se continuar assim, a chance de dar m. no seu namoro é grande..

Bem, eu só consigo vê-lo de final de semana, pois durante a semana estudo e trabalho em Sampa. Se tudo der certo, me formo no fim do ano, então estou tendo que correr com o TCC, fora o trabalho 10h por dia, meu cérebro frita às vezes.

Mas a confusão que me motivou a te escrever é: eu gostaria de sentir essa segurança de estar com um homem que sabe o que faz. De alguém que me pegue e me chame de lagartixa, e eu não tenha que ficar pensando sobre. Em vez de guiar, se guiada. Por*a, não tenho vocação pra papa-anjo ou professora.
E aí que de uns tempos pra cá comecei a comparar meu namorado com… meu chefe.

Cafa 3 > Até aí tudo normal. Mulher, por mais que negue, quer um homem de pulso, que mostre os caminhos e que passe segurança. Teu namorado não corresponde. O chefe, até pela posição hierárquica, transmite isso. Ambiente de trabalho é propício para esse tipo de coisa e pegação.

Profissionalmente falando, sinto uma admiração enorme pelo boss. Ele é gestor do departamento – que tem 4 pessoas com ele incluso. Gosta muito do que faz, que manja muito, compentente, ético, excelente para se trabalhar – e eu nunca tinha percebido tão veementemente o quanto inteligência pode ser atraente, até esses tempos.
Para explicar: não sinto nada ‘emocional’ pelo boss.

Cafa 3 > Novamente está tudo normal. Você tem um namorado que tem atitudes de criança e conhece um homem que se mostra seguro, que sabe o que quer. É natural que você se sinta atraída por ele.

É isso que eu não entendo, e que me deixa confusa. Enquanto meu namorado me faz arrepiar de pensar nele, tremer de desejo, vontade de cuidar, de agarrar, eu me sinto atraída por esse ‘papel’ que atribuí ao meu chefe, por que a gente se dá muito bem, se zoa o tempo todo, se ajuda no trabalho, temos uma ótima sinergia no trabalho. Não somos amigos nem nada, mas se pudesse, seria amiga dele.

Cafa 3 > Por toda a sua história, não acredito muito que você sinta esse tesão todo pelo seu namorado. Caso você mantenha contato com o seu chefe fora do trabalho, como “amiga”, vai juntar a fome e a vontade de comer. Vai ser difícil não se envolver com ele, pois você já irá entrar nessa “amizade” balançada e atraída.
Nem estou entendo direito essa história, então vamos por partes
a) nunca ousaria trair meu namorado, a mera idéia de fazer isso me quebra em mil pedaços – agora estou sendo brega – e não
b) não sei o que é isso que me confunde tanto com o meu chefe. E não seria qualquer homem, é essa sincronia que me faz projetar.
c) não sei qual é o meu problema”

A) Faz bem em nem pensar em trair. Caso não esteja feliz, termine o namoro.

B) É aquilo, calhou de você estar insatisfeita com uma atitude específica do seu namorado e encontrar exatamente o oposto no seu chefe. Isso te atraiu.

C) Você não tem problema nenhum. Relacionamentos se desgastam e nos atraímos por outras pessoas.

Por último, acho que você deveria ter uma conversa séria com seu namorado e falar para ele parar com essas atitudes de mané. Tu tem que falar com o cara; é difícil saber o que mudo tá querendo. Se achar que vale a pena continuar tentando, siga em frente. Caso veja que essa é uma característica do cara e que não vai mudar de jeito nenhum, talvez seja melhor você repensar esse relacionamento. Vá curtir a vida, sair com as amigas, beber, dançar e se divertir.

E o mais importante, se quer manter o seu namoro e não trair, nem pense nessa história de virar amiga do seu chefe. A amizade entre homem e mulher não é algo tão simples assim. A linha entre a camaradagem e a putaria é muito tênue. Ainda mais no seu caso, que está carente em um ponto e já atraída pelo cara. Não cheira bem essa amizade.

E com vocês o terceiro candidato:

“Eu ficava com uma menina há alguns meses, desde a época em que terminei meu relacionamento. Como ela era uma tanto de festa e bem piriguete, nunca dei muitas esperanças para ela de que o nosso lance pudesse avançar para algo mais sério.

Como eu sou um cara que ralo feito um doido e estudo muito para conseguir algumas coisas,moro em um bom lugar, tenho um carro até bacana e trato bem as mulheres, aí juntou o lance de ela achar um bom partido e não ser acostumada a ser tratada tão bem pelos ogros, a moça acabou se apaixonando. Até aí tudo bem. Abri o jogo pra ela e falei que havia saído de um relacionamento a pouco tempo e não iria me envolver em outro.

Eis que um dia vou para um pesque pague aqui na minha cidade com alguns amigos. Saí de lá bêbado às 10 horas da noite. Quando chego em casa e entro no MSN, ela está online. Agoniado para conseguir sexo, começo com uma conversinha pilantra e a chamo para ir no meu apê. De começo ela fez o cu doce de sempre, claro, mas acabou aceitando, desde que fosse buscá-la. Tudo bem, se ela não morasse há mais de 40 Km da minha casa. Falei que estava bêbado e não iria arriscar dirigir, mas que estava a esperando lá em casa.

Para a minha surpresa, mais de 1 hora depois, o porteiro interfona e avisa que ela tinha chegado. Fiquei surpreso, pois pensei que ela não iria. Assistimos um filme, transamos legal e depois ela vem me falar que queria conversar. Disse que queria namorar comigo, que estava gostando de mim e pegou um ônibus para ir até lá achando que eu iria valoriza-la e pedir em namoro. Expliquei tudo pela vigésima vez e a moça começou uma crise de choro sem tamanho. Falei para ela se acalmar e que se quisesse eu a levaria em casa. Preferiu dormir lá comigo. Transamos novamente e dormimos.

No outro dia, pela manhã, ela vem novamente com a mesma história. Só que agora não aceitou a rejeição, ficou toda histérica e disse que não transaria comigo nunca mais. Dei o devido esporro nela, para parar de loucura e gritaria. Foi embora toda com raiva. Acha que nunca mais me ligou? No mesmo dia, a noite, estava me mandando mensagens pedindo desculpa e perguntando se podia ir lá pra casa de novo. Olha o vacilo no pensamento dela: Achou que o sexo iria me segurar. Ir lá pra casa tarde da noite pra me agradar e essas coisas. Tudo seria muito bom, se ela estivesse no mesmo clima. Mas não, faz isso só pra agradar e ver se consegue namorar”.

E agora a Sexta das Leitoras do candidato 2:

Cafinha² chegando! A Leitora Marilda mandou uma historia interessante, pois relata principalmente a falta de comunicação no relacionamento e falta de experiência quando encaramos relacionamentos longos e cedo. Vamos lá.

“Bom, tenho 20 anos – farei 21 daqui menos de 2 dias – e não sei se é pela proximidade da data, se é pela vida em geral, mas estou naquele momento de colocar a vida em perspectiva, e estou bem confusa.

Cafinha²> Normal este momento da vida. Parabéns pelo aniversario.
Namoro há 2 anos e 10 meses, com esse cara incrível. Somos o primeiro tudo um do outro – primeiro namoro, primeira transa. Ele sempre me tratou muito melhor do que eu poderia merecer, me ama de um jeito que eu não acreditava ser possível – sem breguice, afinal, não custa reconhecer que ele me faz sentir a melhor pessoa do mundo – e eu sempre tento fazer com que valha a pena, fazê-lo sentir 1/10 tão bem quanto ele me faz. Ah, mas aí você se pergunta – que diabos essa louca tá fazendo por aqui então? Bem, por dois motivos.
Claro que algumas coisas me incomodam nele, da mesma maneira que a recíproca é verdadeira, até aí tudo bem. O problema é o padrão de atitudes infantis, ou melhor, a maneira um pouco infantil com que ele lida com determinados assuntos.

Cafinha²> O fato de o cara te fazer tão feliz ele deve ter muitas qualidades, só que ninguém nesse mundo é perfeito e assim vêm os defeitos no caso ele é infantil. A balança final é: os defeitos dele apagam as qualidades? Pensa nisso.
Por exemplo, sexo. Na maior parte das vezes ele fala de sexo como se fosse um adolescente de 13 anos – mas ele tem 23. Se ele quer dizer que comprou alguma coisa no sex shop, ele fica falando com risadinhas sobre ‘coisas de sacanagem’. Se por um lado eu entendo que ele não tem muita experiência, por outro eu gostaria muito de não parecer personagem de algum filme da Disney. Óbvio que não é por isso que nego fogo, e por nos vermos tão pouco, sempre que dá, tem. haha.
Bem, eu só consigo vê-lo de final de semana, pois durante a semana estudo e trabalho em Sampa. Se tudo der certo, me formo no fim do ano, então estou tendo que correr com o TCC, fora o trabalho 10h por dia, meu cérebro frita às vezes.

Cafinha²> O fato dele ir até o sex shop é muito bom pois demonstra que ele quer inovar etc.. Porém as atitudes infantis dele devem ser rebatidas com muita ousadia da sua parte, homem gosta de mulher com atitude, e demonstrar para ele como gostaria que fosse tratada e dizer: Chegou à hora de falar sério!!!!! Já que não nega fogo aproveite esse fogo todo para incendiá-lo, quem sabe ele não passa a ter outra postura na cama. Como você disse que “Somos o primeiro em tudo um do outro’’ vocês aprenderam muito um com o outro, então esse aprendizado não pode parar, mostre a mulher que deseja mais pegada para incentivá-lo nesse amadurecimento.
Mas a confusão que me motivou a te escrever é: eu gostaria de sentir essa segurança de estar com um homem que sabe o que faz. De alguém que me pegue e me chame de lagartixa, e eu não tenha que ficar pensando sobre. Em vez de guiar, se guiada. Por*a, não tenho vocação pra papa-anjo ou professora.
E aí que de uns tempos pra cá comecei a comparar meu namorado com… meu chefe.

Cafinha²> Sinceramente as comparações trazem a tona um desejo por outra pessoa. Agora comparar uma pessoa com outra(seu chefe) que tem que passar uma postura talvez diferente que do que ela tem fora do trabalho não é o certo! Está indo pelo caminho errado!
Profissionalmente falando, sinto uma admiração enorme pelo boss. Ele é gestor do departamento – que tem 4 pessoas com ele incluso. Gosta muito do que faz, que manja muito, competente, ético, excelente para se trabalhar – e eu nunca tinha percebido tão veementemente o quanto inteligência pode ser atraente, até esses tempos.
Para explicar: não sinto nada ‘emocional’ pelo boss. É isso que eu não entendo, e que me deixa confusa. Enquanto meu namorado me faz arrepiar de pensar nele, tremer de desejo, vontade de cuidar, de agarrar, eu me sinto atraída por esse ‘papel’ que atribuí ao meu chefe, por que a gente se dá muito bem, se zoa o tempo todo, se ajuda no trabalho, temos uma ótima sinergia no trabalho. Não somos amigos nem nada, mas se pudesse, seria amiga dele.

Cafinha²> Admirar a postura de outras pessoas é normal, mas nesse caso é justamente a postura que você deseja em seu namorado. Ta encantada na “figura” chefe, pois é o oposto do namorado, e como disse você não é amiga dele quando passar a conhecê-lo fora do trabalho pode ser que ele seja melhor ou bem pior que seu namorado.
Nem estou entendo direito essa história, então vamos por partes
a) nunca ousaria trair meu namorado, a mera idéia de fazer isso me quebra em mil pedaços – agora estou sendo brega – e não
b) não sei o que é isso que me confunde tanto com o meu chefe. E não seria qualquer homem, é essa sincronia que me faz projetar.
c) não sei qual é o meu problema”

Cafinha²> A vontade de conhecer um pouco mais o homem que é o seu chefe, demonstra o desejo que vem sendo reprimido pela ausência da maturidade do seu namorado. Um pouco de verdade não dói chega para o namorado e fala que não gosta de certas atitudes, acerta os pontos sem pudor. Admiro muito as mulheres que não deixam chegar no limite pra soltar os problemas, chega devagar sugerindo uma coisa, falando que poderia ser sempre desse jeito e assim vai.

Tenho certeza que se ele gostar realmente de você como disse ele vai assimilar.

O segundo candidato a me substituir no blog é carioca (estou me sentindo um apresentador barato), já namorou 6 vezes e pelo visto já entrou em apuros como todo bom cafa. Vamos lá:

“Bom como todo começo de ano, o Brasil todo vai se preparando para o carnaval e na minha cidade não é diferente. Todo final de semana eram feitos blocos aquecimento para o carnaval e lá estava eu batendo ponto em mais um bloco, só não sabia que aquele iria me levar a uma historia meio *grande, larga e nojenta.

Domingão, cerveja gelada, muitas mulheres, as musicas de micareta pra instigar o povo a cair na pegação, resolvi da umas voltas pelo bloco para abrir logo o placar em cima dos meus amigos. Quando em umas dessas voltas batemos de frente com um conhecido *homo e uma amiga dele ao lado muito bonita por sinal. Deu para perceber de longe que o (conhecido homo) comentava de mim para amiga e ela parecia afirmar o que ele falava.

Já vou falar aqui como um cafinha.. Se aproveitar dessas situações é muito bom, usar o amigo ou amiga que aparentemente gostou de você para poder chegar no seu objetivo é muito valido e geralmente é o caminho mais curto.

Enfim voltando ao bloco fui até o conhecido e pedi para ele me apresentar amiga dele, pois nunca tinha visto a menina pelo bairro e tinha ficado muito afim dela. Conversa pra lá .. e para cá a menina realmente não era do meu bairro, era de um bairro na zona norte do Rio de Janeiro.

Por fim consegui beijar a menina, só que ela tinha pegada diferente e sabia muito bem provocar. Acabamos trocando telefone, msn.. etc. Ficamos conversando todos os dias da semana na parte da noite e a provocação continuava, particularmente adoro mulheres mais velhas(ela na época com 21 e eu 19) pois é muito bom provar o contrario da sua idade tanto na maturidade, tanto na pegada, no sexo, entre outras coisas.
Em uma quinta-feira em uma de nossas conversas que já chegava ao ponto de ser quase um tele-sexo ela me fala a seguinte frase “você vai ver como eu sou grande e profunda” pensei logo ela deve ta falando da boca e respondi logo “na sexta-feira eu vou conferir”.

O combinado foi de ela vir me encontrar, a distancia é mais ou menos uma hora da casa dela até a minha. Quando ela chegou percebi que ela veio do trabalho direto para me encontrar, depois de uma pizza no restaurante o que eu queria realmente era o prato principal. Fomos para um motel próximo, chegando lá mesmo eu vindo de casa após tomar banho etc .Fui tomar um banho e a convidei pra tomar comigo ela não quis.

Por fim voltei do banho, eu não iria ficar insistindo para menina tomar banho e fui pra cima dela. Tirando a calça dela tentei ver se havia possibilidade de um oral … Nossa!!! Senhora!! O cheiro era muito desagradável. Ela mesma falou “melhor não eu fiquei o dia todo trabalhando e ainda vim de ônibus para cá” prontamente eu concordei e o jeito era tomar coragem e partir pro finalmente.

Quando começamos percebi que tinha alguma coisa de errado, imagina encestar bolas de Tênis em um aro de basquete (olha que nunca reclamaram e pelo contrario sempre elogiaram o cafinha lá de baixo) como se não desse para piorar a menina sussurra no meu ouvido “ viu como sou grande e profunda”.

Pensei muito na hora…. e realmente faltou um P*¨¨% no ouvido dela no momento, mas a minha reação foi um sorriso de sarcasmo e pensar na mulher mais gostosa do mundo pra acabar com aquela tortura, no entanto ela não queria gozar e ficava me segurando quando percebia que ia chegar LÁ.

Quando finalmente ela chegou lá ai sim a menina resolveu tomar seu banho. O combinado era de dormimos no motel e no outro dia eu a levaria em casa. Por sorte neste final de semana eu estava com alergia atacada e garganta muito ruim, o ar condicionado do motel acabou me trazendo varias crises de tosse e assim menti para ela falando que tinha Asma e que não poderia ficar ali sem remédio e que iria em casa buscar, deixei a conta paga com a recepcionista e expliquei que iria na farmácia buscar um remédio e que a minha namorada estava no quarto que poderia ligar para confirmar.

Não voltei para o motel e nunca mais falei com ela.
Recebi depois uma mensagem no celular no outro dia “ é o seu objetivo era só me comer né”. No final eu sou errado! ”