SEXO 6 de setembro de 2015

Camisinha e probabilidade

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Apesar de Matemática não ser meu forte na época do colégio, quando cursei “Estatística” na faculdade e pude empregar os conceitos de forma prática, tive paixão pelo negócio e até virei monitor da professora (e claro, porque eu também ganhava bolsa).

Um dos assuntos que mais curtia é Probabilidade, que a grosso modo é a chance que um fenômeno ocorra dentro de um evento. Por exemplo, a probabilidade de engravidar ou de ser infectado após transar sem camisinha. Digamos que quanto mais vezes você transa sem camisinha, maior a probabilidade que um dos dois fenômenos ocorram. Após três tentativas, eu virei estatística.

O primeiro evento foi em meados do ano passado. A minha vida estava numa fase que minha psicóloga categorizava como “auto-destrutiva”. Eu não conseguia me envolver com ninguém, meu emprego me trucidava, meus melhores amigos estavam namorando e minha família distante por conta de viagens. Foi quando eu resolvi largar tudo e dar a volta ao mundo.

Enquanto planejava a viagem, o grande passatempo no fim de semana era sair com a maior quantidade possível de mulheres. Eu chegava a ponto de dividir o fim de semana com quatro, uma para cada período (dia e noite) e dia (sexta, sábado e domingo).

Adepto do Tinder-louquismo, eu saia curtindo tudo sem ver foto e depois filtrava nas combinações (por isso muitas vezes os homens não puxam assunto por lá. Você foi um like da pesca de arrastão). Em uma delas eu dei like em um cabelo. Era apenas uma foto da garota de costas com um baita cabelo bonito. Alguma coisa fez com que eu puxasse assunto com o cabelo e depois de conversar bastante, trocar whatsapp, a garota enviou mais fotos e ela era sensacional.

Obviamente que eu tinha minhas dúvidas se não era um menino por trás daquilo e por isso combinei o primeiro encontro em um lugar movimentado e neutro. Segui a dica de um amigo e fui num restaurante japonês que mais parecia uma pastelaria chinesa devido ao fedor de óleo e quantidade de gente esquisita dentro.

A garota chegou com uma hora de atraso, quando eu estava quase indo embora depois de comer dois pasteis horrorosos de flango. Ela era melhor que nas fotos, estava impecável e morri de vergonha de tê-la convidado para ir naquele lugar. Porém, depois de 10 minutos de conversa, percebi que todo o sangue que circulava naquele corpão era insuficiente para irrigar o cérebro, então resolvi ficar por lá mesmo.

Ela era muito misteriosa. Não quis falar onde morava, nem seu nome completo. Disse que era relações públicas em uma empresa, mas caiu em contradição e travou quando fiz perguntas específicas sobre a área.

Fomos pra minha casa sem muita hesitação da parte dela e fizemos um sexo maravilhoso. Saímos mais umas quatro vezes, na real ela só ia pra minha casa transar. Na última a camisinha estourou e só percebi quando eu tinha inundado a garota de cafinhas. Falei para ela tomar pílula do dia seguinte, mas retrucou que fazia muito mal pra ela. Não dei a mínima e fui até a farmácia comprar e fazê-la com que tomasse na minha frente. Eu jurei que ela tinha tomado.

Depois daquele episódio eu peguei bode da garota e cortei contato.

Após dois meses, uma bela manhã estava em reunião na empresa e ela veio puxar papo. Respondi que não podia falar, mas ela insistiu que era urgente. Eu fiquei pálido e com olhar catatônico, todos olharam pra mim e perguntaram se eu estava bem. Pedi licença e fui falar com ela.

A garota primeiro me deu um esporro, pois disse que eu tinha a usado e deixado na mão. Típico papo de adolescente que perdeu a virgindade mês passado. Depois do papo chato ela disse que estava há dois meses com a menstruação atrasada. Eu comecei a suar frio. Perguntei se ela tinha feito o exame de gravidez e ela respondeu que não, pois tinha medo. Nessa hora eu já estava sentado na minha cadeira e o coração disparado. Pedi que ela fosse imediatamente na farmácia e fizesse um teste. Foi uma hora da minha vida em que eu envelheci dois anos.

Ela fez o teste comigo no telefone e depois de alguns minutos disse que tinha aparecido duas barrinhas, ou seja, positivo. Meu mundo desabou. Eu não tinha nenhuma admiração que não fosse carnal por ela, mal sabia quem a garota era. Eu estava pra abandonar meu emprego e viajar o mundo em dois meses, e de repente teria que rever todos os planos.

A garota disse que ia pra casa da mãe e desligou o telefone. Tentei ligar de volta e não atendia. Era uma sexta-feira e fiquei sem conseguir falar com ela até segunda, quando finalmente atendeu, revelou que havia mentido pra mim, que aquilo era uma lição por eu tê-la usado. Quando eu comecei a falar palavras bonitas, a garota desligou o telefone e nunca mais nos falamos.

O segundo caso foi ainda mais tenso. Explicarei em detalhes no livro que estou editando sobre a viagem, mas contarei o resumo.

No quarto mês de viagem, já em Israel, conheci uma belga no hostel. Ela era o tipo de mulher que eu jamais me interessaria, tinha uma tatuagem imensa na coxa, usava um shorts mega curto, estava completamente bêbada e flertava com todo mundo.

Eu estava preparando a minha janta na cozinha, quando a vi passando atrás de mim fazendo o maior estardalhaço. Apenas me lembro de olhar de relance, nossos olhos cruzaram, eu fiz uma cara de reprovação e voltei a cozinhar. Sim, eu agi como um vô. Jantei e fui pra área social.

Ela era imensa, cheia de sofás, narguilé a vontade e vista para a cidade. A maioria das pessoas ficava ali fazendo um esquenta e depois ia pra balada. Naquele dia era esse o plano, mas a belga sentou do meu lado e me perguntou em um tom bem sexy se eu tinha fogo. Foi então que eu reparei melhor e ela era bem gata, apesar daquela aura maluca. Eu tive que fazer o trocadilho de eu ter fogo e acho que na Bélgica essa piadinha babaca não é tão manjada e assim acabei beijando-a. Foi uma explosão, um beijo incrível.

Depois de uns amassos fortes, fomos para um canto ali mesmo na área social e começou uma pegação forte. Eu nunca tinha feito sexo com tantas pessoas por perto e meu amigão não tava colaborando. Foi então que ela me deu um tapa e perguntou se eu não gostava de mulher. Aquilo despertou meu amigão e fui pra cima com força total. Foi bom pra cacete, um sexo completamente inusitado, arriscado e sem muita racionalidade.

Ficamos amigos e casal. Depois de alguns dias era o momento de ir embora e ela perguntou se poderia me acompanhar nos próximos meses na minha viagem. Como nos dávamos bem dentro e fora da cama, ela acabou me acompanhando e me gerou muitas histórias. O ponto é, como erámos um casal, depois de algumas semanas transando e pelo fato dela tomar pílula, a camisinha foi abandonada.

Nossa relação acabou não dando certo e na Tailândia terminamos. Passaram algumas semanas e começou a me dar um piriri terrível. Uma coisa incontrolável que rendou também momentos inusitados. Algumas vezes gripei e um dia acordei com dor em glândula linfática. O que o gênio fez? Coloquei no Google esses sintomas e descobri que todos estavam relacionados com o HIV. Eu ainda tinha 6 meses de viagem pela frente e apesar de ter excelentes recordações, esse fantasma ficou nas minhas costas.

Ao chegar no Brasil a primeira coisa que fiz foi realizar exames. O resultado só sairia em duas semanas e vivi um calvário. Eu sabia que se desse qualquer resultado positivo, o laboratório liga para que seja refeito o exame. Todo dia eu rezava para meu celular não tocar. Faltava um dia para a data final do resultado e um número estranho ligou no celular. Envelheci mais dois anos e mais cabelos brancos. Do outro lado da linha uma mulher com voz mecânica:

– Por gentileza, o senhor Cafa?

– Que-que-quem gostaria de falar com ele? Qua-qua-qual o motivo da ligação?

– Meu nome é Rosicleide, trabalho na Claro e gostaria de informa-lo sobre os benefícios do Claro Clube.

– (tu tu tu tu)

Tal qual minha tia, eu quase mandei a garota chupar cú de passarinho. Porém, ela não tinha culpa da minha tensão.

Dia seguinte recebi um sms do laboratório que os resultados já estavam disponíveis. Para o meu alívio, eu estava limpo. O meu problema era algo simples, intolerância à lactose somada a uma vida sem rotina durante um ano.

Passaram algumas semanas e vi na televisão que o banco de sangue na baixada santista estava crítico. Como sou O+, é um sangue que ajuda um bocado e fui lá doar. Na triagem a enfermeira recusou a minha doação, pois disse que a minha conduta sexual no último ano era de risco. Mesmo tendo passado o período de janela imunológica e com o exame de sangue em mãos, fui impossibilitado de doar até que tenha a rotina sexual de casado, ou seja, não doarei tão cedo. Virei estatística, mas pelo menos em algo que não é irreversível.

Odeio dar lição de moral, mas é incrível o número de mães e pais precoces que conheci no último ano. Pior que isso são pessoas que se infectam, mas como doença não é que nem gravidez, esses casos não chegam no nosso ouvido. Não teste a probabilidade, após várias tentativas você finalmente pode ser premiado(a).

  • Fraenze

    Desculpa Cafa, mas eu acabei rindo com a menina que falou que tava grávida. Hahahaha que filha da égua, bicho.

  • Natália Alves

    Eu tive uma crise de risos de cinco minutos.

  • Ana Paula Parice

    Cafa VC caiu no golpe hahahaha, um amigo meu ligou desesperado falando q a menina estava grávida dele e apenas perguntei como foi a conversa, e ela fez o drama do abandono, nessa já saquei que estava grávida nada, mulher quando descobre gravidez não cobra a presença do cara, apenas se desespera querendo saber o que fazer. Mandei ele relaxar e mandar ela entregar o exame e pronto a menina assumiu não estar grávida e queria vê-lo novamente , e claro que ele fugiu

  • http://deborahmirllydeaaz.blogspot.com.br/ Déborah Mirlly

    Gostei muito do post. Não deixa de ser um alerta importante, Cafa! A verdade é que eu acho que todo mundo em algum momento já deu algum fora com relação a camisinha. Seja de esquecer de comprar, esquecer de colocar ou simplesmente achar que não tem necessidade mesmo. O melhor é prevenir mesmo, mas tem jeito pra quase tudo hoje em dia. Graças a Deus nunca passei nenhum apuro por isso, mas não critico ninguém e fica a experiência.

  • Aline Carlesso

    Você foi mega irresponsável. Pega a moça, e acha que transando algumas semanas consecutivas a probabilidade dela ter uma doença é zero dai? Coisa de principiante isso. Era virou uma FF, e com FF não se transa sem camisinha. Se você conseguiu transar em 2 dias com 4 mulheres, pensa que as mulheres também fazem isso. Eu não confio em cara, muito menos deixo o tesão me tornar irracional.

    • cafa

      Parabéns pra você

  • Rosana

    Não quero ser premiada :/

    • Gabriele Ramos

      então não jogue hahah camisinha sempre

  • Débora Cardoso

    kkkkkkkkk eu tive que rir, e impossível não lembrar de dois seriados que amo, a historia da gravidez me fez lembrar de um episódio de two an half men em que o Charlie faz o teste de gravidez da garota pelo telefone e a sua segunda história me lembrou o episódio de Sex an the city em que a Samantha vai fazer o teste de HIV e a mulher do laboratório pergunta todo o histórico sexual dela e depois que ela faz o exame a mulher chama ela numa sala separa para falar o resultado e ela se desespera e desmaia no corredor kkkkkkkkkk
    Mas cafa vc é safo e ainda cai nessas a primeira menina q vc conheceu no tinder (ainda não entendi pq vc usa esses aplicativos de namoro) já deu pra vc no mesmo dia, e a doidinha do hostel tbm não ficou atrás, feministas que me desculpem mas se essas garotas toparam transar com vc (um estranho) assim fácil quem garante que tbm não fez com outros. Camisinha incomoda as vezes quebra o clima mas vai te dar menos dor de cabeça que um bebê não planejado ou uma DST

    • claudia

      kkkkkkkkkkkk lembrei de sex and the city tbm kkkkkkkk ri muito com esta cena, mas imagino o terror que ela (e o cafa) sentiu no momento.

    • Denevieve

      Mas ele usou camisinha com elas, a doidinha ele parou de usar quando eles passaram a ser um casal e viajar juntos!

  • Lu

    Meu Deus, como vc consegue transar com tanta gente assim? Ia enlouquecer se fizesse isso. O sexo não fica meio mecânico, não? Só pra ficar claro: sem julgamento moral, só curiosidade mesmo, porque acho meio impossível sentir tesão de verdade em tanta gente.

    • cafa

      Só nascendo com um ser pendurado no corpo pra saber

  • brabul

    Post pesado mas de utilidade.publica. parabéns!

  • Elen Tolentino Ogando

    Tai, não esperava este post. Nossa que texto “bonitinho” e
    bem intencionado, mesmo quando as historias que o inspiraram não sejam.

    Alias, gostaria de registrar que pra mim vc é um ser
    extremamente ambíguo, é incrível como eu não consigo te decifrar (mesmo sendo
    leitora antiga), pois tem horas que eu te acho tão FDP, ao passo que, tem horas
    que te acho tão fofinho (achei tão bonitinho o fato de que, mesmo intrinsecamente, se preocupou com uma possível gravidez de uma garota que mal conhecia,
    chegando a pensar em como seus planos seriam mudados, o que é incomum já que a
    maiorias dos homens apenas ligariam o foda-se e desligariam o celular) . Enfim… achei legal.

    Ps, gostaria de deixar uma sugestão, estava aqui pensando
    que no antigo blog tinha muitos textos legais.
    Deste modo, imaginado que vc deva te-los guardado, acredito que seria
    bacana se vc os republicassem.

    Se me permite, seria interessante se uma vez por semana você
    publicasse os posts que vc mais gostou de escrever, só que desta vez, tecendo alguns
    comentários (assim como vc faz com a sexta das leitoras) acrescentando seu ponto de vista, acho que seria uma experiência
    legal (tanto pra vc, quanto para as
    leitoras) saber se vc ainda concorda com
    a opinião do cafa de anos atrás.

    Att: Elen

    Obs: Desculpa a prolixidades, prometo que em um novo possível
    comentário tentarei ser mais sucinta.

    AHH, estou gostando muito da freqüência das publicações.

    • Bruna Vanessa Alves Rodrigues

      Eu pensei a mesma coisa dos textos antigos. hehe

  • ynah

    Minha primeira reação foi de felicidade qdo vi seus posts voltando,mas a felicidade durou pouco. Moço,cê tá mais sem coração que antes.

  • Paulini Lopes

    Pq eu sinto que vc não está sendo absolutamente sincero nessa postagem, Cafinha?

  • Cinthya Menezes

    Eita, Cafa! Se arriscou muito, mas isso tu já sabes e ninguém pode te julgar, pois muita gente já cometeu esses deslizes de não usar camisinha… Fico feliz que nada de pior aconteceu. Queria ter tua coragem de largar tudo e passar tanto tempo viajando… Beijos e sucesso!

  • Jacke Cavalcante

    kkkkk A vingança da garota… Ri Litros kkkkk
    Pelo visto o cérebro dela não é tão isquêmico assim.
    😀
    Sobre o segundo relato… Não vacila dessa forma, Cafa!
    Um único bilhete e a pessoa pode ser sorteada… melhor
    não arriscar.

  • Tatiane Moura

    Adorei o post ! Quem namorou por muito tempo sabe como eh difícil se acostumar com a camisinha de novo e a maioria dos caras sempre tentam transar sem mesmo com peguetes! Cedi uma vez (não resisti meu peguete tinha um baita potencial rs) e desenvolvi a cândida após uma semana…. Não eh tão sério mas é chato p caramba além de tomar a pílula do dia seguinte e ficar com ciclo menstrual fudi… só prejuízo rs

  • Zizicris Almeida

    Gostei da preocupação com a probabilidade de gerar uma criança. So pra te ajudar no alerta: algumas dst ‘s geram muitas consequências piores que o HIV, como no caso do HPV que pode se tornar um câncer de vagina, vulva, colo do útero.

  • Elaine

    Perfeito! Se quiser adrenalina existem outras opções bem menos traumáticas. Tanto homens quanto mulheres tem que ter essa preocupação.

  • Elen Tolentino Ogando

    Nossa legal, vc respondeu meu comentário (não só
    uma, mas duas vezes srsr) sinto-me lisonjeada a agora :)

    Então, que bom saber que republicar já fazia partes dos seus planos,
    fico muito feliz com isso, mais ainda, em saber que vc pretende lançar o tão esperado
    livro (só não demora muito a produzir e lançar ok?? Srrsr), gosto muito, muito
    da sua escrita ao msm tempo que me divirto muito com suas historias,
    principalmente quando vc não se da tão bem, pq fica mais engraçado srrs.

    Respondendo seu questionamento: te acho FDP em alguns momentos,
    principalmente quando vc descreve a
    forma impessoal e fria como vc trata as
    meninas que vc fica vez ou outra. Tenho mania de me colocar no lugar dos outros
    as vezes, e por esse motivo penso que não gostaria de estar no lugar de algumas
    delas. Mas de resto, como disse, te acho muito fofo, serio, tipo o senhor Gru
    (do filme meu malvado favorito) que faz um esforço danado para ser malvado mas
    no fim é bonzinho.

    Deixa eu parar de escrever por aqui, pq já estou sendo prolixa novamente
    srsr

    Obrigada pela atenção

    • http://www.manualdocafajeste.com cafa

      :)

  • Andressa Gongora

    Fazendo um limpa em quem eu seguia no twitter, achei o @cafa e abri o perfil pra ver se ainda estava ativo, não estava! Arrisquei entrar no blog e tinha postagem recente. Fiquei feliz! Acompanhava o blog no começo e depois de uma fase que vc deixou de escrever, uns substitutos assumiram, abandonei. Então, me diz uma coisa, é o Cafa de antes? É outro? heheh
    beijão

    • claudia

      eu tbm redescobri o blog fazendo faxina no twitter kkkkkkkk É o velho e bom cafa, mais maduro, mas igualmente cafa.

  • Lara

    Ahhahahhaha gargalhando…

  • Ana Luisa Vieira

    Hahahaha… uma coisa a gente tem que reconhecer: essa menina que inventou a gravidez soube dar um troco de mestre!
    Há um ano conheci um cafajeste, daqueles que se fazem de bom moço (o que dificulta um pouco para reconhecer o mau caráter do cara). Quando eu descobri, fiquei louca de raiva e queria dar o troco… mas acabei deixando quieto. Agora já anotei no meu caderninho de maldades essa tática de inventar uma gravidez por um fds! Rs

  • Layon Silva

    Rapaz, você quase se fudeu nessa hein, e bom eu ler esses relatos para não cometer esses erros.To adorando o blog continue com os post.