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	<title>Manual do cafajeste (para mulheres) &#187; balada</title>
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	<description>Blog destinado às mulheres. Trás dicas sobre relacionamento, como pensa um homem, e dá conselhos para você não ser enganada por um cafajeste.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 16:58:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Papos de homem &#8211; desmarcando um encontro</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 21:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher safada]]></category>
		<category><![CDATA[O que é um cafajeste]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo na primeira vez]]></category>
		<category><![CDATA[Solteira]]></category>
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		<category><![CDATA[papos de homem]]></category>
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		<description><![CDATA[Li no começo desse mês um post no Banheiro feminino (o blog, claro) e achei bacana fazer algo parecido aqui no Manual. Estou pensando até em deixar como uma coluna &#8220;fixa&#8221;, assim como a Sexta das Leitoras e Rapidinhas do Cafa, que na verdade de fixas mesmo só o nome. Depois de lerem me digam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li no começo desse mês um post no Banheiro feminino (o blog, claro) e achei bacana fazer algo parecido aqui no Manual. Estou pensando até em deixar como uma coluna &#8220;fixa&#8221;, assim como a Sexta das Leitoras e Rapidinhas do Cafa, que na verdade de fixas mesmo só o nome. Depois de lerem me digam se vale a pena.</p>
<p>Bom, quem nunca teve interesse em saber o que os homens conversam na mesa de bar, pelo MSN, no vestiário, etc? Pois bem, vou reproduzir aqui algumas dessas conversas. Já adianto que o que vou falar não são flores, politicamente correto e coisas frufru. E antes que alguém reclame da superficilidade, não entrarei em assuntos mais sérios (como política) para não deixar o texto pesado.</p>
<p>Posto isso, vamos lá, a temática de hoje é &#8220;Desmarcando um encontro&#8221;.</p>
<p>Gerivaldo &gt; E ai viado, como tá?</p>
<p>Cleyson &gt; Opa, bem. E tu?</p>
<p>Gerivaldo &gt; De boa. E ai qual o esquema errado para essa sexta?</p>
<p>Cleyson &gt; Ah velho, preciso economizar, vou trazer a ju aqui pra minha casa, aliviar um pouco e ai amanhã a gente faz algo.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Ju? Quem é essa?</p>
<p>Cleyson &gt; A Ju, aquela pentelha da pós-graduação que vive me chamando pra sair. Uma vez dei uns pegas nela no estaciona da pós, ganhei um boq por tabela e agora quero finalizá-la.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Não sabia dessa. De família a garota, né?</p>
<p>Cleyson &gt; Opa, mas foda-se, não quero casar com ela. Pelo menos quando eu preciso aliviar já tenho uma safada a tira gosto.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Hehe, mas vem cá. Vocês estavam em aula por horas e suponho que a coisa lá embaixo estava meio vencida, não?</p>
<p>Cleysone &gt; Porra, Ge, não conhece a tática do pinto na pia?</p>
<p>Gerivaldo &gt; hahahhahahahahhaha Sim, que homem nunca deu uma ducha expressa no pirulito pendurado na pia do banheiro? É por isso que evito lavar minha mão em banheiro que a pia não é automática. Imagine a quantidade de pintos por tabela que você não põe a mão ali?</p>
<p>Cleyson &gt; Credo. Mas então, ai hoje eu vou ficar de boa com ela. Só espero que ela se manque e não queria dormir em casa. Odeio fazer sala e ficar de fofurice com mulher sanduíche. E você, tá pensando em fazer o que hoje? Aliás, faz tempo que não te vejo com uma mulherzinha, se enjoou da fruta?</p>
<p>Gerivaldo &gt; Ha-ha-ha. Cara, se tem uma coisa que me bodeia é essas minas vagaba que querem ser tratadas com fofurice, como se fosse namorada. Porra, ela sabe muito bem porque está ali, não queira fazer um papel que não lhe pertence. E quando pedem para tomar banho junto? Nossa, me dá nos nervos. Enfim, não to com saco pra correr esse risco, hoje quero sair com os brothers, encher a lata e ver o que pinta por ai.</p>
<p>Cleyson &gt; Ah, eu até curto um banho junto depois da foda. Já me animo de novo e mando bala na safada no chuveiro.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Aff. E nesse meio tempo fica lá com o pinto murcho e bunda de fora na frente da garota? To fora.</p>
<p>Cleyson &gt; Ihh, tem pintinho? Hehehe. Não vejo galho não desde que ela não decida secar o cabelo e ficar anos em casa.</p>
<p>Gerivaldo &gt; To vendo que noite passada você dormiu com o bozo e acordou gozado. Por falar em bozo, o que era aquela roupa da Fernanda hoje? Parece que veio do Cirque de Soleil do Zimbabué. Puta mal gosto.</p>
<p>Cleyson &gt; Hahahahhahaaha. Cara, eu ia comentar isso contigo, mas esqueci. A Fe é bonita, mas ela quer inventar moda e fica parecendo um palhaço. E quando ela vem com aquelas flores no cabelo? E a saia-sou-do-reggae? Sapato do Aladim? Brinco individual do rabo do papagaio? Puff..</p>
<p>Gerivaldo &gt; Cara, to me acabando de rir aqui.Você sabe que a Fe gosta de levar uns tapas na bunda, né?</p>
<p>Cleyson &gt; Hahhaha, sei sim. Aliás, todo mundo sabe, né? Conheço dois caras que já finalizaram ali e me confirmaram isso. E digo mais, pede pra engolir porra.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Mentira! Pede leitinho? Hahhahaha genial. Nunca imaginei com aquela carinha dela.</p>
<p>Cleyson &gt; É fio. Tá fácil não. Tu vai começar a namorar a guria achando que é de boa e depois de um mês descobre que ela é especialista em engolir porra no meio do cinema.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Por isso faça como eu, não namore <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . E outra, vai se fuder, vamos sair hoje. O Marcão vai e disse que arruma uns vip pro pico, vai levar a prima e amigas dela. Só safada. Come essa Ju outro dia.</p>
<p>Cleyson &gt; Humm. A prima dele é uma delícia e me deu mole no outro dia. Acho que vou bodear da Ju. Só preciso arrumar uma desculpa bem crível, pois pelo visto ela foi no salão só pra se arrumar para o encontro. Não posso queimar esse cartucho e perder os boqs do estaciona. hehehe</p>
<p>Gerivaldo &gt; Verdade. Nunca se pode queimar cartuchos como esse. Faz o seguinte. Liga pra ela e diz que você teve um problema familiar em uma cidade X e que está indo pra lá nesse momento, que provavelmente vai chegar aqui mais tarde, por volta das 2:00/3:00 da manhã e como você quer muito ver ela, gostaria de saber se rola se encontrarem nesse horário e que ser for muito ruim vocês marcam outro dia. Eu dou minha bunda se ela não quiser marcar outro dia.</p>
<p>Cleyson &gt; Você é um gênio. Olha, do jeito que essa mulher tá necessitada, é capaz que ela aceite vir pra casa as 3:00 da matina! E ai eu não vou querer comer sua bunda.</p>
<p>Gerivaldo &gt; Velho, vai na minha. Se ela aceitar você fala “ok” e deixa pra lá. Quando tiver perto das 3 da matina e você tiver arregaçando a prima do Marcão, desliga o celular. Liga na manhã seguinte pra Ju dizendo que você teve que ficar na cidade com seus parentes, pede mil desculpas e que vai compensar muito quando se verem, ela vai cair e tá tudo certo.</p>
<p>Cleyson &gt; Devo lhe dizer que tu é um tremendo filha da puta. Demoro, é nois hoje!</p>
<p>Gerivaldo &gt; E que venha a prima e amigas do Marcão!</p>
<p>Cleyson &gt; /o/</p>
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		<title>Cafa tranquilo em Manaus</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 04:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[cafa]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Como vocês sabem, passei o feriado passado em Manaus. A experiência foi bastante positiva no quesito &#8220;conhecer coisas novas&#8221;. E não digo no sentido sexual (como muitas devem estar pensando) e sim comidas, lugares e cultura. Porém, é óbvio que nessa jornada involuntariamente o contato com o sexo feminino acaba ocorrendo. Vou contar brevemente como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como vocês sabem, passei o feriado passado em Manaus. A experiência foi bastante positiva no quesito &#8220;conhecer coisas novas&#8221;. E não digo no sentido sexual (como muitas devem estar pensando) e sim comidas, lugares e cultura. Porém, é óbvio que nessa jornada involuntariamente o contato com o sexo feminino acaba ocorrendo. Vou contar brevemente como foi o feriado.</p>
<p>Antes de tudo, o lugar que eu considero um dos mais bacanas para conhecer alguém interessante é o aeroporto. Óbvio que é preciso fazer um filtro de quem está lá viajando a trabalho e de quem está indo para um rave de micareta na Bahia (nada contra quem gosta, mas eu prefiro uma boa distância). Tirando esse grupo, grande parte das pessoas que viaja a trabalho geralmente são maduras, independentes, sérias e sabem o que quer da vida. Por isso, sempre que viajo gosto de chegar com certa antecedência no aeroporto e ficar de flertes com algumas incautas. Só que na sexta o trânsito em sampa estava ridículo e cheguei no aeroporto a 20 minutos do avião decolar, ou seja, não tive tempo do meu lazer aeroportuário favorito (além de comer Pizza Hut com chopp Brahma..nham).</p>
<p>Ao chegar no avião fiquei caçando a leitora que disse fazer parte da tripulação daquele vôo. Só que muito esperto, eu não perguntei o nome da garota e todas as aeromoças que eu cruzava,  lançava um sorriso maroto com uma piscadela e era correspondido com um frio &#8220;boa noite, bem vindo&#8221; (¬¬).</p>
<p>Tinha esperança de sentar na poltrona do meu lado alguma garota bacana, mas sentou uma mulher com um cachorro (até que simpático) que se afeiçoou a mim e queria toda hora ir para o meu colo ou lamber meu braço. Como ele não parava quieto, a comissária pediu para que eu trocasse de lugar com a garota (eu estava na janela). Só que detesto viajar no corredor, pois não sei o que está passando lá fora e se o avião vai pousar bem. Enfim, passei certo perrengue no vôo e sudorese nas mãos até a aterrissagem.</p>
<p>Ao desembarcar no saguão do aeroporto fui brindado por um festival de gente feia. Achei que estava em um pedaço do inferno e ao sair do aeroporto quase tive certeza ao tomar uma lufada quente e uma umidade de 90% na cara.</p>
<p>Chegando no hotel, tudo o que eu queria era um banho e pedir uma pizza (o que não rolou, pois depois da meia-noite não existe delivery em Manaus). Comi uma batata horrorosa e cara do frigobar e fui com o meu amigo para uma baladinha de rock. Eu achava que teria outro dissabor, mas estava enganado.</p>
<p>A entrada da balada não parecia como tal e sim uma churrascaria pseudo chique. Por isso, estava esperando para ouvir um rock tipo Charlie Brown, Pitty, etc mas fui positivamente surpreendido ao entrar no lugar e ouvir logo que cheguei um ACDC e outras dezenas de clássicos do rock. Eu e meu amigo acabamos fazendo amizade com duas garotas que estavam no espaço externo da balada, uma era feiota, a outra até que bonitinha. Ficamos uns 10 minutos conversando e assim que a banda terminou de tocar, descobrimos que a bonitinha era comida do guitarrista e lá foram eles embora. A feiota se mostrou uma pessoa bem inteligente e tivemos uma aula de cultura manauara com a garota. Fim da noite.</p>
<p>Dia seguinte fomos fazer o passeio do Encontro das Águas, onde o Rio Negro encontra o Solimões (sim, surge dai o nome cafona dessa banda). O tour é bem agradável, mas o que eu queria mesmo era ver de perto  jacaré, a Sucuri (sem piadinhas de tiozão, por favor) e pegar o bicho-preguiça no colo que dizem que é todo simpático e abraça quem o segura. Quando os indiozinhos trouxeram os animais, veio um jacarezinho minúsculo muito do borocoxô e uma cobra que tentou se enrolar no meu pescoço. Minha esperança residia na Preguiça, mas de preguiça ela não tinha nada e ficou toda ligeira quando eu a peguei e queria voltar para o colo do indiozinho. Bom, de resto não tinha muita coisa pra apreciar no passeio além da flora, pois grande parte dos visitantes eram chineses e/ou população ribeirinha.</p>
<p>Voltamos para o hotel e decidimos dar um pulo na piscina para ver o que tinha de bom por lá. Tinha uma vovó fazendo alongamentos estranhos e um gordinho andando descalço na esteira. Ou seja, nada de bom por lá a não ser uma piscina bacana e espreguiçadeiras. Nessa noite resolvemos conhecer a balada mais &#8220;chique&#8221; do lugar.</p>
<p>Era realmente bacana a música e espaço, mas parece que o povo escroto das baladas top de São Paulo foi literalmente exportado pra lá. Pra variar, tinham os camarotes-zoológicos ao lado da pista para abrigar os pavões e galinhas que gostam de aparecer para o público pagante e ser alimentados com champagne e pulseiras. Eu estava bem tranquilo de chegar em alguém, mas meu amigo investiu em uma loira. A garota era de São Paulo e fazia medicina lá, segundo ele, a o papo estava fluindo bem, mas a garota começou a fazer umas perguntas meio estranhas (do tipo, o que seu pai faz, em que bairro mora em São Paulo, etc), ao perceber que ele não era da mesma casta que ela, a garota voltou pra gaiola e foi tomar sua champagne. Curtimos mais um pouco o lugar e vazamos para o hotel, pois dia seguinte tinha passeio pra cachoeira.</p>
<p>Fomos ao passeio, foi bacana e tal. Na volta, meu amigo disse que agora não queria saber de balada &#8220;finura&#8221;. Queria conhecer um forró risca-faca e pra lá fomos. Fiquei com medo. O lugar dava um povo BEM estranho e nós estávamos meio que bem arrumados (e bem cuidados) em relação a média. Não somos um galã de cinema, mas a coisa ficou bem tensa. As mulheres olhavam descaradamente e puxavam pra dançar. Recusei por dois motivos, um que detesto forró e outro que não curto mulher com bigode. Meu amigo se engraçou com uma gigante, mas resolveu não finalizar com medo de ter alguma surpresa. Voltamos para o hotel.</p>
<p>Dia seguinte foi dia de fazer city-tour pelo centro da cidade. Novamente o inferno nos deu as boas vindas junto com as suas capetas. Era uma sensação térmica de 40 graus e andando pelas ruas tínhamos a sensação de ser uma celebridade , várias mulheres (feias) olhando e mexendo. Pelo menos valeu para dar uma inflada no ego. Aliás, toda mulher reclama de cantada de pedreiro, mas aposto que acha o máximo se sentir desejada.</p>
<p>Era o último dia na cidade, resolvemos fazer um esquenta no lobby do hotel e ver como estava o movimento por ali. Um horror. Só tinha homem de terno, militar (?!), velho e famílias. E creio que na visão deles estava um casal gay ali no saguão enchendo a cara e caçando homem. Fomos pra balada.</p>
<p>Fazia tempo que não ia para um lugar tão animado, com um público bacana e uma banda boa. Estávamos lá curtindo  e de repente passou uma garota por mim e falou &#8220;você se chama clodoaldo*?&#8221;. Tinha acabado de encontrar uma leitora do blog na balada. Ficamos conversando por um tempo, estava ela e mais uma amiga. As garotas eram muito simpáticas e agradáveis. Depois de um tempo,  fui até o banheiro e sai um pouco na área externa para tomar um ar (é, coisa de velho). Lá fora, uma garota deu um grito &#8220;Cafa!!!&#8221;, morri de vergonha e fingi que não era comigo. Ela insistente foi atrás toda feliz e ficou pedindo para que eu contasse histórias &#8220;proibidonas&#8221; do blog. Disse a ela que não queria bancar o story-teller, mas que agradecia o carinho. Enfim, tomei o ar e vergonha suficientes lá fora, chamei meu amigo e decidimos ir para o aeroporto.</p>
<p>Chegando lá, já bem alterado, quis mandar uma mensagem para a garota bacana que mencionei há alguns posts, mas (in)felizmente  a bateria do celular tinha ido para o saco. Melhor assim, cafa tranquilo em Manaus e sem avançar o sinal.</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>* nome fictício</p>
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		<title>Mulher de balada II</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2010/09/01/mulher-de-balada-ii/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
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		<description><![CDATA[(continuação do texto anterior) Fiquei conversando com o conhecido e meio que fingi não notar a garota do meu lado. Só que de repente, do nada, eu tomo uma bundada. E não foi aquelas bundadas de sedução, mas tip0 um chega pra lá que nem o Nhô-Nhô dava no Chaves com a barriga, no meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(continuação do texto anterior)</p>
<p>Fiquei conversando com o conhecido e meio que fingi não notar a garota do meu lado. Só que de repente, do nada, eu tomo uma bundada. E não foi aquelas bundadas de sedução, mas tip0 um chega pra lá que nem o Nhô-Nhô dava no Chaves com a barriga, no meu caso com a bunda. Dei uma derrapada no chão e por um triz não caio. Dei uma risada amarela para o cara que conversava e a garota fingiu que nada aconteceu.</p>
<p>Tomei uma segunda bundada. Fiz cara feia e ela nem tchum. Nessa hora meu conhecido inventou uma desculpa qualquer e fugiu dali. No mínimo ele estava pensando que eu ia dar um fatality na garota, só que minha real vontade era virar o Gim Tônico na cabeça dela. Tomei uma terceira bundada.</p>
<p>Puto e cansado de levar surra de bunda, pedi pra ela deixar de ser retardada e dançar como uma pessoa normal. Ela ficou meio puta, mas quieta. Achei que o assunto estava resolvido. Ledo engano. Virei para o outro lado pra dar uma olhada na pista e de repente&#8230;nhac! Tomei uma mordida! Pelo menos não foi na minha bunda, mas no ombro. Só que doeu pra cacete. Era motivo pra jogar água na cachorra louca, mas achei melhor manter a calma e ir para o outro canto da pista.</p>
<p>No outro canto da pista avistei uma garota sensacional. Apesar do vestido periguetoso, ela tinha um corpo bem interessante e uma lataria impecável. Depois de observar ela dando fora em 3 caras, ganhou mais alguns pontinhos. Como eu estava de boa, preferi não atacar, mas ela não tirava o olho de mim e se eu pelo menos não puxasse assunto com ela, acordaria dia seguinte me sentindo um frouxo. E fui.</p>
<p>Não bastaram 2 minutos de conversa para eu ser banhado pelo tédio e impaciência. A garota era uma pequena anta, dei uma acelerada no papo pra dar um vazare e percebendo que eu estava querendo dar uma volta ela pediu para que anotasse seu telefone. Peguei meu cel e&#8230;a bateria tinha morrido. Era uma excelente desculpa, mas não pra ela. A garota sacou seu celular da bolsinha (brega) que carregava e pediu para que anotasse o meu, obviamente que passei o errado. E fui.</p>
<p>Lá pelas tantas vi no meio da pista uma garota que eu sempre observava na praia e sabia por conhecidos que ela tinha um CV bacana. Troquei alguns olhares e resolvi bater um papo. Foi um papo mecânico, bobo, horroroso, me senti um mongolóide de 17 anos de idade chegando na garotinha bonita da balada. Pra piorar, percebi que a louca das bundadas estava por perto. Parei no meio do papo e resolvi curtir a noite sozinho, sem desgaste, sem risco. Só que ela não estava perdida.</p>
<p>Lá pelas tantas recebi um sms* por engano de uma garota x dizendo que estava com um ingresso sobrando para o show do Bon Jovi e gostaria de saber se eu estava a fim de ir (acreditando que eu fosse a amiga dela). Bom, só que isso é outra história e mais pra frente conto ela melhor aqui.</p>
<p>____________________________________</p>
<p><em>Feriado estou indo para Manaus. Já peguei ótimas dicas de passeio e balada. Se alguém soube de alguma festa ou algo diferente na cidade, me avise! cafa@manualdocafajeste.com</em></p>
<p><em>* Vi que já perguntaram como eu recebi sms se o cel estava sem bateria. Na verdade estava com bateria, mas como está com bug, esporadicamente ele apaga e reinicia sozinho. &#8220;Smart&#8221;phone ¬¬*</em></p>
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		<title>Mulher de balada (parte 1)</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2010/08/29/mulher-de-balada-parte-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 04:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
		<category><![CDATA[Como perder seu homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Boba]]></category>
		<category><![CDATA[Solteira]]></category>
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		<category><![CDATA[interesseira]]></category>
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		<description><![CDATA[Como vocês devem ter reparado, ultimamente não tenho muito saco para conhecer mulheres em baladas (ou &#8220;nights&#8221;) e me arriscar em um after night perigoso. Além desse risco de acordar com uma tremenda jabiraca do lado, já não tenho mais paciência para ficar pensando em um approach engraçadinho, ter que me preocupar em ser descolado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como vocês devem ter reparado, ultimamente não tenho muito saco para conhecer mulheres em baladas (ou &#8220;nights&#8221;) e me arriscar em um after night perigoso. Além desse risco de acordar com uma tremenda jabiraca do lado, já não tenho mais paciência para ficar pensando em um approach engraçadinho, ter que me preocupar em ser descolado, perguntar nome, idade, ocupação, ahhh cansa só de pensar. Talvez seja a  idade, talvez seja porque conheci uma pessoa bem bacana, independentemente do que for, o soldado não vai mais à guerra. Quer dizer, até vai ao campo de batalha, porém não com o intuito de atacar o inimigo.</p>
<p>Ainda saio com os meus amigos, e apesar de estar tranquilão, sempre acabo presenciando e vivenciando situações peculiares.</p>
<p>Nessa última, estava na minha cidade natal batendo um papo com meus pais em uma bela tarde ensolarada de sábado (ai como sou poeta), quando um dos meus amigos disse que naquela noite haveria um festa incrível em uma balada x e que iria um monte de mulher gata com ele. Abro parênteses aqui.</p>
<p>Sempre quando alguém da minha cidade natal fala que está levando &#8220;amigas gatas&#8221; junto eu volto ao meu passado, quando eu tinha um Gol roxo pé de boi e todas essas &#8220;amigas gatas&#8221; mal cumprimentavam o pé-rapado que acabara de ser apresentado na roda. Fecho parênteses.</p>
<p>Como a festa tinha uma temática anos 80/90, o tiozão aqui se animou e resolveu topar e ver também qual é que era dessas &#8220;amigas gatas&#8221;. Falaram que era pra chegarmos cedo no local, pois queriam jantar na balada. Achei bizarro ficar com restos de comida entre os dentes e depois ir pra pista, mas ok.</p>
<p>Já no postinho para o aquece,  uma das garotas só faltou pular no meu colo. Me chamou pela primeira sílaba do meu nome (o que eu detesto) e veio toda soltinha comentar que ficou sabendo (?!) que eu gostava do som e que ia me amarrar no lugar e blablabla whykas sache. Até que era uma garota bonita e com um corpo ajeitado, mas tinha um cérebro de minhoca e síndrome de fantasminha camarada (quer ser meu amiguinho?).</p>
<p>Na entrada da balada rolou um pequeno fuzuê. Não tinham colocado nossos nomes na lista e a fantasminha camarada começou a destratar a coitada da hostess. Fiquei preocupado, pois pensei que sem os nomes na lista não poderíamos entrar. Porém, só depois descobri que na verdade sem o nome na lista os R$20,00 de entrada pra mulher não seriam consumíveis (o que em São Paulo é nada). A camarada não satisfeita com o barraco, quis dar uma carteirada vagabunda falando que conhecia o fulano Y que é promoter do lugar (¬¬). Constrangido, meu amigo disse que pagaria a entrada.</p>
<p>Na fila de entrada observei um pouco da estrutura interna e comentei com o pessoal que achava aquela balada um avanço, pois não tinha a bobagem de área vip. Nisso a barraqueira surgiu com ares de imponência falando que sim, que o camarote era logo ali. Dei uma olhada e realmente em um sala minúscula ficava amontoada as pessoas VIP´s, disse que aquilo parecia um chiqueirinho e a garota me olhou com desprezo.</p>
<p>Quando sentamos na mesa ai entendi porque elas queriam jantar no lugar. O nosso amigo em comum marcou todos os pratos na comanda dele e parece que sempre o faz para impressionar as mulheres. Durante a janta o papo não andava, a garota só falava groselha e era extremamente fútil. Fiquei de saco cheio daquilo e resolvi interagir com um conhecido que estava em pé do lado da nossa mesa. 20 minutos depois ela veio atrás.</p>
<p>(continua no próximo post)</p>
<p>______________________________________</p>
<p><em>Concedi uma entrevista para a Revista Vip desse mês (tem a Leticia Spiler na capa) e a matéria ficou bem bacana. Vou tentar escaneá-la para colocar o link aqui (o nome que saiu é fictício).</em></p>
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		<title>Percalços de um fim de semana agitado</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 04:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse fim de semana acabei indo para Santos, que como muitas de vocês já sabem, é onde meus pais moram e sempre que possível vou para lá visitá-los. O problema é que apesar de ser uma cidade bastante agradável e tranquila, não há 1/10 das opções de lazer de São Paulo e a mentalidade provinciana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse fim de semana acabei indo para Santos, que como muitas de vocês já sabem, é onde meus pais moram e sempre que possível vou para lá visitá-los. O problema é que apesar de ser uma cidade bastante agradável e tranquila, não há 1/10 das opções de lazer de São Paulo e a mentalidade provinciana é algo que incomoda bastante. Por isso, não curto muito sair por lá, mas nesse fim de semana eu não tive muita opção.</p>
<p>Não tive opção, pois minha mãe insistiu para que eu fosse numa festa do filho do amigo da irmã dela me dizendo que nessa festa teria um pessoal bonito, bacana e interessante. Traduzindo o que ela queria, &#8220;Cafa, vai nessa festa arrumar uma garota bom partido para você&#8221;. Tá, não fui só por causa do pedido dela, mas também porque quis mostrar o novo cafa móvel para meus amigos de lá.</p>
<p>Bom, antes de sair para a festa estava conversando com uma leitora de Santos no MSN. Papo vai, papo vem ela me chamou para ir até sua casa, pois estava sozinha. Topei, claro. Porém, com a condição que fôssemos dar uma volta e não que eu subisse para o seu apto (uma sábia decisão). Chegando próximo a casa dela, me deu um vontade doida de ir no banheiro (fazer o número 1) e acabei parando em uma padaria para tirar água do joelho (uma sábia decisão 2). Ai quando eu estava chegando no apto dela pensei em descer do carro e tocar o interfone, mas por preguiça acabei ligando do celular (uma sábia decisão 3).</p>
<p>Ao encostar o carro em frente ao prédio, vi que um veículo também tinha parado só que do outro lado. Até ai normal. Ai saiu um cara e foi até o interfone do prédio. Tudo bem. Só que quando a garota atendeu o telefone, ela me perguntou se era eu quem tinha interfonado. Eu disse que não. E quem era o rapaz? O namorado dela. Desliguei o telefone meio que puto, mas agradecido por ter sido difícil, torneira furada e preguiçoso. Se uma das 3 sábias decisões não tivessem sido tomadas, daria merda.</p>
<p>Só que a noite não estava perdida. Fui com o meu amigo para a tão famigerada festa. Porém, antes de entrarmos ele sugeriu que esperássemos um tempinho na entrada para verificar a qualidade dos frequentadores (sábia decisão 4). Primeiro que só entrava homem. Segundo que as vestimentas eram lastimáveis. Não no sentido de humildes, mas de cafonice mesmo. Não sou um estilista, mas um lugar aonde 85% dos frequentadores vão com gel no cabelo, corrente de prata, regata com calça jeans e sapato skatista, boa coisa não deve ter dentro (do lugar e da cabeça). Ainda assim resolvi esperar mais um pouco, pois de repente a tal bom partido poderia aparecer. Só que quem apareceu foram dois amigos solteiros do meu pai. Sério. Quando eu vi os dois entrando no lugar, recebi o golpe de misericórdia e sai voando dali.</p>
<p>Decidimos dar uma olhada em outra baladinha e que a julgar pelo som, estava muito boa. E de fato estava. Som bom, sem fila e gente (mais ou menos) bonita. O problema é que eu já estava empanturrado de cerveja pelo aquece que fiz com o meu amigo e não gostaria de tomar destilado pra não dar PT. Qual a opção? Vinho.</p>
<p>O lorde aqui ficou apenas nas tacinhas de vinho e olhando o movimento. Identifiquei uma garota interessante, não precisou de muito esforço para conseguir beijá-la, nem para bodiar dela no segundo seguinte. Ao perguntar o que ela fazia a garota respondeu &#8220;manicure&#8221;. Nada contra essas profissionais, mas a garota era especialmente acéfala e beijava mal pra cacete. Acabei abrindo fora e fui procurar algo melhor e encontrei.</p>
<p>Era uma morena fenomenal. Gata, elegante e não tirava o olho de mim. Cheguei. Na conversa descobri que ela também trabalhava em sampa,  que era independente e estava solteira. Perfeito. Pois bem, mas não para o sortudo aqui. Primeiro ela veio com um papo de que eu era &#8220;muito forte&#8221; pra ela, depois falou que não costumava sair com &#8220;homem de balada&#8221; e por fim arrematou com um &#8220;não fico com homem que toma vinho&#8221;. Bom, se ela gosta de homem franzino, reduz uma pessoa dentro de um estereótipo ao qual ela pertence (&#8220;de balada&#8221;) e gosta de homem que toma cachaça, realmente não é para o meu bico, mas então que não fique olhando.</p>
<p>Revoltas a parte, resolvi curtir a bandinha, o meu vinho vagabundo e trocar ideia com o meu amigo. Justamente no exato momento que a vocalista tocou uma música que marcou o início do meu antigo namoro. Apesar de estar com a situação bem resolvida, as músicas tem um poder incrível de dar aquela nostalgia doída mas bacana de algo ou momento que passou, só que digamos que balada não é o melhor lugar para sentirmos isso. Fiquei reflexivo e bodiei do lugar.</p>
<p>Foi então que tive o melhor momento daquela noite, passei na esquina da esfiha e comprei 3 bem gordurosas. Acordei as 11:00 da manhã de domingo com os mimos da minha mãe e apesar dos pesares agradeci por estar sozinho.</p>
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		<title>Brasileiros no exterior (parte I)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa última viagem que fiz foi um pouco diferente das que eu estava habituado. Isso porque, como vocês já sabem, eu estou namorando e ir para o exterior compromissado nunca esteve nos meus planos. O que não quer dizer que eu só viajava com o único intuito de comer uma gringa, mas digamos que era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa última viagem que fiz foi um pouco diferente das que eu estava habituado. Isso porque, como vocês já sabem, eu estou namorando e ir para o exterior compromissado nunca esteve nos meus planos. O que não quer dizer que eu só viajava com o único intuito de comer uma gringa, mas digamos que era algo que me atraia. Agora nessa viagem, eu aproveitei o meu &#8220;estado civil&#8221; para aprofundar minha análise como espectador e não ator.</p>
<p>Bom, antes de viajar para Budapeste, uns amigos que moram lá e que me abrigaram em sua casa já tinham cantado a bola, &#8220;Cafa, se prepara que isso aqui é uma Babilônia&#8221;. Achei que fosse mais um daqueles tantos &#8220;alertas&#8221; que eu recebia antes de viajar para fora, mas que ao chegar ao local era tudo balela. Porém, não foi o caso.</p>
<p>Assim que cheguei na sexta-feira a noite, eles já me colocaram em um esquenta e começaram a contar as histórias de putaria. Por incrível que pareça, as húngaras e gringas em Budapeste são muito mais fáceis e acessíveis que as brasileiras, mas eu ainda acreditava que aquilo era conversa de brasileiro, eu precisava ver pra crer. E vi.</p>
<p>Fomos a uma balada que fica embaixo do prédio deles. Eram 6 brasileiros e sempre que algum colava em uma húngara ou gringa e falava que era brasileiro, ouvia-se uns gritinhos e risos maliciosos. O grande truque não era iniciar uma conversa ou falar frases bonitas, era chegar encoxando, mostrando virilidade e jogo de cintura, isso adido ao fato de ser brasileiro, já garantia 80% de sucesso na empreitada. 3 dos brasileiros se engraçaram com duas irlandesas e de repente sumiram do lugar. Eu e mais dois ficamos mais um tempo bebendo e resolvemos voltar para o apartamento. Ai eu vi a Babilônia.</p>
<p>Vou poupar vocês de cada detalhe, mas em linhas gerais, um dos brasileiros levou uma irlandesa para o quarto e ficou por lá. Sim, a matemática não fecha. Sobraram 2 brasileiros e uma irlandesa. Digamos que os 3 se entenderam no meio da sala e ao chegar pude observar de camarote que a garota parecia um ama de leite sentada na mesa e amamentando dois homenzarrões. Eu e os outros 2 brasileiros caímos na gargalhada com a cena e ela ainda  nos convidou para participar, mas ignoramos.</p>
<p>No dia seguinte, a única coisa que eu pensava era, essa garota deve estar morrendo de vergonha e vai se jogar da janela quando se lembrar o que fez. Mas que nada! As duas tomaram café da manhã com a gente na sala e rasgaram elogios para os brasileiros, &#8220;Olha o corpo de vocês, olha os olhos, vocês tem pegada, tem sensualidade&#8221;. Apesar de eu não ter pegado, nem preciso dizer que depois de tantas viagens malfadadas, senti uma pontinha de felicidade e orgulho de macho bobo brasileiro.</p>
<p>No mesmo dia fomos ao shopping e mais massagem de ego estava por vir. Não quero bancar o gostosão e achar que sou uma parada, mas estava impossível. Juro para vocês, de 10 garotas que passavam, 8 olhavam com cara de safada e desejo e 5 mexiam ou seguiam. Um dos caras que mora lá me disse que não era incomum ele conhecer uma garota na rua e já levar pra casa para finalizar. Ai eu quis entender essa mecânica e o motivo das mulheres serem tão fáceis lá (sendo que são maravilhosas) e alguns lugares (como no Brasil) as mulheres serem tão difíceis (e muitas vezes meia boca).</p>
<p>Percebi que os homens lá são lerdos, não carinhosos e sem pegada, quase não chegam nas mulheres. E por isso, elas precisam ser mais ativas (e segundo os brasileiros, são ativas até na cama) e ai ficam todas derretidas quando chega um cara com mais pegada e gentil. Já no Brasil, grande parte dos homens vai com sangue nos olhos na mulherada, a concorrência e disputa são grandes e ai aquela garota que não é tudo isso, é mais exigente com os homens que se aproximam.</p>
<p>Outro ponto que me chamou a atenção é que muitas mulheres &#8220;fáceis&#8221; lá, são extremamente inteligentes e articuladas. Em uma das noites teve uma festa de despedida de um cara lá e em um determinado momento ficamos conversando (homens e mulheres) na cozinha. Fiquei impressionado. A maioria das &#8220;piriguetes húngaras&#8221; tinha cérebro e sabia conversar desde política até assuntos do cotidiano internacional. Eu ficava pensando comigo, quando que no Brasil isso seria possível. Piriguete aqui no máximo vai saber discutir sobre o último eliminado do BBB.</p>
<p>E por falar em mulheres no exterior, tive um gostinho do que são algumas mulheres brasileiras vivendo na Europa e porque a fama delas cresce lá. O meu vôo de volta de Milão para São Paulo foi um circo. Havia uma dezena de travestis e mulheres vulgares embarcando. Uma delas parecia um outdoor ambulante brasileiro vestindo do tênis ao gorrinho roupas com a bandeira do Brasil, outras com os peitos pulando para fora do decote em uma cidade que fazia -2 graus Celsius, sem contar a imensa massa de oxigenadas-salto alto-barriga de fora-masca chiclete.</p>
<p>Já dentro do avião, como estava friozinho, coloquei um casaco bonitão que comprei na Eslováquia. Ao sentar na poltrona percebi uma movimentação irrequieta na poltrona ao lado. Tinha um judeu na ponta e ao lado dele uma oxigenada-salto alto-barriga de fora-masca chiclete. A garota tentava puxar assunto com o coitado, mas como ele parecia ortodoxo, não dava muita bola. Logo, percebi que ela queria me incluir na conversa, mas eu não estava com o mínimo saco de falar sobre o carnaval em Olinda (onde ela iria passar) e demais assuntos banais de um cérebro atrofiado.</p>
<p>Infelizmente se tornou impossível a não comunicação com ela, pois devido ao meu casaco, ela achou que eu fosse gringo e começou a tentar falar inglês (sofrível) comigo. Ao perceber que eu era brasileiro, ela me passou o seu Ipodre para ouvir uma música especial &#8220;I got a feeling&#8221;, dando a entender que a noite seria &#8220;a good good night&#8221; cantada safada, mas bem sacada. Levantei para tomar um vinho atrás do avião e ela veio atrás&#8230;</p>
<p>(continua no próximo post, com promoção!)</p>
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		<title>Rapidinha do Cafa &#8211; Como terminar um namoro</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 03:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A animação abaixo reflete muito bem a mecânica de &#8220;estar solteiro vs namorar&#8221; que povoa a cabeça dos homens. É um vídeo já meio velhinho, quem já viu vale a pena rever, quem não viu, se divirta. ____________________________________________ O Manual saiu no maior jornal do Paraná! Vejam aqui a matéria. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A animação abaixo reflete muito bem a mecânica de &#8220;estar solteiro vs namorar&#8221; que povoa a cabeça dos homens. É um vídeo já meio velhinho, quem já viu vale a pena rever, quem não viu, se divirta.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/i4sTnqwIIK4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/i4sTnqwIIK4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>____________________________________________</p>
<p>O Manual saiu no maior jornal do Paraná! <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/viverbem/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=934971&amp;tit=Mocinho-ou-Bandido" target="_blank">Vejam aqui a matéria</a>.  <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Dia dos Leitores &#8211; Sociedade machista ou mulheres masculinizadas?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 05:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme definido nos comentários do post anterior, a coluna Dia do Leitor será randômica, ou seja, não haverá dia fixo para publicá-la. Isso porque não quero ter mimimis de leitoras falando que a coluna foi extinta, fazendo cobranças do motivo pelo qual não postei, etc, etc. Ao contrário do que alguns sugerem, não posto por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme definido nos comentários do post anterior, a coluna Dia do Leitor será randômica, ou seja, não haverá dia fixo para publicá-la. Isso porque não quero ter mimimis de leitoras falando que a coluna foi extinta, fazendo cobranças do motivo pelo qual não postei, etc, etc. Ao contrário do que alguns sugerem, não posto por falta de tempo, não é jogada de marketing, nem desleixe.</p>
<p>A idéia foi bem recebida. Vieram muitas histórias bacanas. As duas principais diferenças para a Sexta das leitoras é que as histórias são mais objetivas (leia-se curtas e diretas ao ponto) e com mais erros de português.</p>
<p>Bom, a história que o leitor Bertoldo mandou ilustra bem alguns temas e situações que eu posto aqui, e abre o velho dilema: A sociedade é machista ou as mulheres que estão se masculinizando? Vamos ao causo:</p>
<p>“No começo desse ano fui para um aniversário de um amigo em uma balada aqui em  Brasília. A festa era open bar até 1h. Como sempre, entramos uma galera em torno de 11h30 e virar vodka já era de praxe: de 5 em 5 minutos os copos esvaziavam. A galera ainda estava toda parada, apenas conversando e brincando.</p>
<p>Ai, já bem torto, eu e o primo do aniversariante resolvemos ir &#8220;à caça&#8221;. Nem andamos muito e já encontramos uma loira e uma morena. Voamos em cima com aquele papinho besta, puxando risadas, etc&#8230; Acabei de me concentrando na loira e peguei. Meu amigo, apesar de várias tentativas, na morena, não conseguiu nada e, meio contrariado, saiu de perto. Quando deu um tempinho, a loira, que eu estava ficando, foi ao banheiro e eu comecei a conversar com a morena.</p>
<p>Papo vai, papo vem, acabo pegando a morena também&#8230; Quando a primeira volta e me vê a com a amiga, fica indignada, chama a amiga pra conversar e eu fico ao lado só ouvindo&#8230; &#8220;Mas amiga, você não viu que ele tava ficando comigo agora mesmo ? Esse moleque não vale nada, larga esse menino, etc&#8230;&#8221; Não discordo dela, mas convenhamos que a amiga também não vale um centavo. Bom fiquei com a morena o resto da noite e ainda encontrei a loira algumas vezes e ela realmente estava muito puta, me chamando de babaca e tudo mais.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Aqui vale uma observação sobre “amigas”. Já fiz um post sobre isso certa vez, mas volto a repetir, é incrível como boa parte das amigas de mulher é falsa. Em uma proporção que não se vê entre os homens. Como diz o Bertoldo mais pra frente, há um código de ética entre nós e não ficar com a ficante ou não chegar no prospect do amigo é algo extremamente respeitado. Homens que não seguem esse acordo são excluídos da roda. No caso em questão, ao invés da loira chamar a amiga de vagabunda, simplesmente deu uma de Poliana e a alertou dizendo que o cara não prestava.</strong></p>
<p>Numa outra noite, quase um mês depois, fui pra outra balada com amigos e andando pela festa topamos em duas loiras e meu amigo foi azarar uma. Como código de amigos, imediatamente fui conversar a com a amiga dela. Ao começar a conversar achei o rosto familiar mas não lembrava da onde. Perguntei da onde a conhecia e ela respondeu com um sorriso sarcástico: &#8220;Do Café Cancun (balada aqui de brasília)&#8230;&#8221; Na hora percebi quem era a guria e já vi que tinha entrado num buraco. Só respondi: &#8220;Ihhh&#8230; foi mal, beijomeliga&#8221; e já fui indo embora, mas para minha surpresa, ela pega no meu braço e pede pra eu ficar.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Opa. Sei como é isso. Nessa hora o cafometro apita, as sirenes acendem e a palavra “Piriguete! Foda em vista!” soa.</strong></p>
<p>Conversa vai, conversa vem e pego ela de novo. E dessa vez, saímos juntos da balada e direto transar&#8230; Ao final, deixando ela em casa, por costume, pedi o telefone e talz, ela me passou e foi anotar o meu e ai veio a minha maior surpresa: &#8220;Qual o seu nome mesmo?&#8221; Fiquei abismado. Uma mulher tendo uma atitude assim de homem ? Transando com um cara que nem sabe o nome&#8230;</p>
<p><strong>Cafa &gt; Você ficou abismado? Eu já não me assusto com isso. Você fez bem ao entrar no jogo e oferecer o que ela quer. As mulheres dão as pistas, é só aprender a decodificá-las. Se ela quer ser tratada como uma vagabunda, assim será tratada. Pode ter certeza que se naquela outra balada você tivesse ficado de casal com ela, provavelmente não teria comido tão fácil (poderia sofrer da Síndrome do Bom partido).</strong></p>
<p>Realmente os tempos mudaram e como diz um amigo meu que ficou solteiro agora depois de 5 anos namorando: &#8220;Não sei mais como funciona esse mundo&#8230; tá tudo invertido&#8221;. Depois me lembrei dela falando que eu não valia nada, etc. Eu concordo que não valho, mas agora a guria não tem nenhuma moral para falar algo de mim.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Eu sempre falo que quem coloca o freio na relação é a mulher. E é isso que dá a graça na “caça”. Gosto de saber que a garota liberou pra mim, porque eu tive a capacidade de conquistá-la, não porque ela dá para o primeiro que diz boa noite e depois nem o nome dele lembra. Sobre o seu amigo, ele deveria ficar feliz, afinal para um cara solteiro que não tem pretensão de namorar, o mercado está farto e as mulheres facinhas.</strong></p>
<p>Meu relato pode parecer machista, mas é apenas a surpresa de ver mulheres agindo como homens. Apenas uma coisa: se querem agir como homens, tenham cabeça pra segurar depois e não ficar se sentindo mal porque o cara não ligou”.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Essa pecha de “machista” brotará nos comentários desse post. Há mulheres que não entendem que a grande maioria dos homens pensa assim. Antes eu era uma voz solitária nos posts, pelo menos agora perceberão que não se trata de uma opinião isolada.</strong></p>
<p><strong>____________________________________<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Você tem uma história bacana, engraçada ou curiosa com o sexo feminino? Envie para o <a href="mailto:cafa@manualdocafajeste.com">cafa@manualdocafajeste.com</a>, se ela realmente for boa virará um post.</p>
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		<title>Frases proferidas pelos homens e seu real significado</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2009/10/04/frases-proferidas-pelos-homens-e-seu-real-significado/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 03:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos principais motivos das mulheres lerem meu blog é saber o que passa na cabeça dos homens, o que eles querem ? o que valorizam ? O que abominam? Como eu disse certa vez, não tenho a resposta pra tudo e algumas das coisas que eu falo as vezes não são aplicáveis a todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais motivos das mulheres lerem meu blog é saber o que passa na cabeça dos homens, o que eles querem ? o que valorizam ? O que abominam?</p>
<p>Como eu disse certa vez, não tenho a resposta pra tudo e algumas das coisas que eu falo as vezes não são aplicáveis a todos os homens. Porém, como faço parte do gênero, conheço os bastidores e como este personagem se comporta nas mais diversas situações. Por isso, acredito que pelos menos 80% do que falo reflete o que os homens pensam.</p>
<p>Posto isso (sempre quis usar essa expressão), hoje vou fazer um post mais leve sobre qual o real intuito dos homens em algumas frases proferidas. Vamos a elas:<br />
<strong><br />
1-) &#8220;Seu sorriso é lindo. Além do que, você parece ser uma pessoa muito inteligente&#8221; &gt;</strong> Essa é a típica cantada do cara esperto que quer pegar uma pseudo-esperta. Geralmente a garota é muito gata e já está acostumada a receber elogios que valorizam seus atributos físicos. Para ganhar esse tipo de mulher o jeito é falar do sorriso (que além de toda mulher gostar, só de falar &#8220;Você tem um sorriso bonito&#8221; a bobona já abre um sorrisão) e elogiar atributos psicológicos. Mulher gatona sabe de suas qualidades físicas e por isso adora saber que também é inteligente (mesmo tendo um cérebro de empada).</p>
<p><strong>2-) A série &#8220;Você merece alguém melhor que eu&#8221;, &#8220;Não dá, você me lembra uma pessoa que eu amava&#8221;, &#8220;Não quero te fazer sofrer&#8221;, &#8220;Preciso de um tempo pra mim&#8221;, &#8220;Você é uma ótima pessoa, mas não sei se é isso que eu quero&#8221;, &#8220;Nos conhecemos na hora errada&#8221;, blablablabla whiskas sache &gt;</strong> Quem aqui tem +20 e nunca ouviu uma dessas frases? Posso garantir com plena convicção que 9 entre 10 é pura mentira e enrolação. Algumas leitoras vão falar &#8220;Isso é uma grande molecagem, coisa de homem que não sabe dizer na cara o verdadeiro motivo por estar terminando&#8221;. Nem sempre. É que o desgaste de ter que terminar com alguém que você não teve um relacionamento intenso, não compensa o preço da verdade. Um exemplo prático. Certa vez eu conheci uma garota bacana, mas que só depois de algumas saídas descobri que ela não era muito afeita ao trabalho e só tinha papo idiota. Vou falar o que? &#8220;Vai trabalhar e ler um pouco?&#8221; É melhor falar que preciso de um tempo pra mim e chutá-la.</p>
<p><strong>3</strong><strong>-) Mulher: &#8220;Se eu for pra sua casa você vai achar que eu sou uma vagabunda&#8221;; Homem: &#8220;Eu?! Imagina, você está com vontade e eu também, nada mais natural. A sociedade mudou.&#8221; &gt; </strong>Realmente a sociedade mudou, mas se vocês não se conheceram previamente e vai dar para o cara de primeira, pode ter certeza que boa parte dos homens vai pensar &#8220;Vai logo vagabunda, dá pra mim&#8221;. E outra, a colocação dessas mulheres tem o único intuito de mostrar um pseudo moralismo. No fundo ela sabe que é isso que o cara vai pensar dela (afinal, nenhum homem falará francamente o que pensa), mas quer ouvir uma mentira pra se reconfortar. Quer dar? Dê, mas não fique de falso moralismo.</p>
<p><strong>4-) (mulher pedindo opinião do cara sobre a roupa que está); Homem: &#8220;Tá linda&#8221; &gt; </strong>Se o cara não tem intimidade com a garota e ela não passa de um lanchinho, jamais ele falará o contrário. Ela pode estar com um cinto de oncinha, uma blusa de zebrinha e um sapato rosa que ele vai falar que está bom, afinal dali a 30 minutos ela estará sem nenhum desses adornos cafonas.</p>
<p><strong>5-) &#8220;Restaurante? É que estou um pouco cansado, não prefere alugar um filme?&#8221; &gt;</strong> Tática aplicada pelos homens solteiros que não tem saco pra social com lanchinhos. O cara sabe que a mulher não vale a conta do restaurante e que a possibilidade de sair dali e ir pra cama é mais difícil. Porém, ele sabe também que não pode fazer um convite indiscreto e direto do tipo &#8220;Vem aqui pra casa pra gente ouvir uma música&#8221; A garota precisa se sentir valorizada e que o cara não está saindo com ela com o único interesse de transar.  Então, ele usa o eufemismo &#8220;não prefere alugar um filme&#8221;, pois está subentendido que é um convite pra ir pra casa e mais subentendido ainda que o filme vai começar no sofá e terminar na cama.</p>
<p><strong>6-) &#8220;Você precisa conhecer ____________ &#8221; (preencha o espaço com &#8220;minha coleção selo&#8221; ou &#8220;meu pug&#8221; ou &#8220;minha discografia X&#8221; ou &#8220;meu petit gateau&#8221; , etc &gt;</strong> Mesmo objetivo do item anterior.</p>
<p><strong>7-) &#8220;Desculpa ir assim tão acelerado, é que você mexe comigo&#8221; &gt; </strong>As vezes pode até ser verdade, mas em grande parte das vezes o cara quer mexer com o ego da garota. Que mulher não gosta de se sentir A gostosa, que tem Aquele sex appeal, enfim, que enlouquece os homens? Ela se acha a tal e acaba liberando para o cara não porque é facinha (imagina!), mas porque é irresistível. Rá.</p>
<p><strong>8 -) &#8220;Eu acabei de sair de um namoro, preciso de um tempo pra respirar, mas quem sabe mais pra frente&#8230;&#8221; &gt;</strong> Como se namoro tirasse o ar de alguém. Aqui o cara simplesmente está dizendo que cansou de ficar com uma mulher só e agora quer comer a maior quantidade possível que ele conseguir, mas não quer perder a boquinha.</p>
<p><strong>9-) &#8220;É que eu já combinei de sair com meus amigos, vamos sair outro dia&#8221; &gt; </strong>Aqui ele quer dizer, &#8220;olha só, cansei de sair com você, preciso agora me divertir com meus amigos, beber, pegar algumas mulheres e quem sabe levar uma pra casa, porém não quero que você fique brava, pois algum dia eu posso estar sozinho e ai só me restará você&#8221;.</p>
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<p><em>Desculpem a ausência tão prolongada, mas meu trabalho está bem pesado. Em breve vem promoção pra compensar. <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p>
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		<title>Carta aberta à minha filha (parte 1)</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 04:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade HxM]]></category>
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		<description><![CDATA[Calma. O namoro do Cafa vai bem, mas ele ainda não será papai, nem está prestes a bater as botas. Explico o motivo do post. Desde pequeno eu nunca pensei em ter filha. Tinha em mente aquele pensamento machista, &#8220;não quero ter filha e saber que algum homem vai comê-la&#8221;. Porém, com o passar do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calma. O namoro do Cafa vai bem, mas ele ainda não será papai, nem está prestes a bater as botas. Explico o motivo do post.</p>
<p>Desde pequeno eu nunca pensei em ter filha. Tinha em mente aquele pensamento machista, &#8220;não quero ter filha e saber que algum homem vai comê-la&#8221;. Porém, com o passar do tempo, amadurecimento e analisando os comentários femininos aqui do blog, percebi que filha mulher tem muitas vantagens e qualidades que raramente há nos homens e que eu nunca tinha parado pra pensar. Por isso, além de um cafinha eu pretendo ter uma mocinha.</p>
<p>Só que tenho observado que com toda a liberdade feminina (seja comportamental, financeira ou sexual) muitas mulheres se perderam no caminho. Ao invés de usar essa liberdade a seu favor, trocaram os pés pelas mãos, procuram se igualar em tudo aos homens e depois ficam chorando pelos cantos tentando entender onde que erraram e no fim jogam a culpa nos próprios homens e nessa sociedade machista.</p>
<p>Nesses dois anos e meio de blog recebi centenas de e-mail de leitoras e comentários aqui no blog me agradecendo por ter aberto os olhos delas e feito compreender que o mundo não é assim tão rosinha e simples como um conto da Cinderela e um Sex and The City que no final tudo é resolvido com umas comprinhas em loja de grife e uma putaria com um desconhecido. Portanto, assim que minha filha completar 15 anos, vou fazer questão que ela leia os textos que escrevi neste blog (que provavelmente não existirá mais), mas antes mostrarei uma carta pra ela. Segue-a abaixo.</p>
<p>&#8220;Querida filha,</p>
<p>Escrevo essa carta muito antes de você nascer e espero que com seus 15 anos de idade você já tenha maturidade e inteligência suficientes para encarar todos os problemas e desafios que virão daqui pra frente.</p>
<p>Essa carta poderia conter várias dicas escolares e/ou profissionais, vários lugares comuns e declarações kitsch de amor, mas isso são coisas que em simples conversas de pai pra filha se resolvem e em alguns gestos de carinho. Porém, há certos assuntos que nem sempre são fáceis de resolver em uma conversa devido a timidez e vergonha em relação a temática, mas que são importantes para o seu desenvolvimento emocional. Além disso, quero evitar que você sofra em vão e chore por coisas (e gente) que não valem a pena. Dividirei por tópicos (coisa de um chato metódico).</p>
<p>Popularidade &#8211; Espero que você não seja a garota popular do colégio ou faculdade. Geralmente essas garotas são fúteis e ocas por dentro. Acreditam que conseguirão tudo na vida dando apenas um sorriso e mostrando a bunda, mas quando ficam velhas não conquistaram nada (no máximo um marido rico). Quando jovens, pessoas inteligentes e com senso crítico não são muito valorizadas pela maioria e consequentemente não são populares. Não se preocupe com isso.</p>
<p>Amigas &#8211; Você deve conhecer muitas garotas e as julga amigas. Mas cuidado, mais da metade delas não pensará duas vezes se tiver que pisar em você pra conseguir algo. Muitas delas ficarão com garotos que você paquera, outras falarão mal e tirarão sarro de você pelas costas. Não se nivele a elas, não brigue, trate-as como colegas. A vida se encarregará do resto. Suas melhores amigas você contará dos dedos da mão (e talvez as encontrará apenas quando for mais velha) e as valorize muito, elas são a família que você pode escolher e você aprenderá muito com elas.</p>
<p>Balada &#8211; Espero que você aproveite as baladas tanto quanto seu pai curtiu quando era mais novo. Dance bastante, beba (só depois dos 18) e se divirta com as suas amigas. Se aparecer algum cara bonitão e principalmente com bom papo e algo na cabeça (que não seja gel e boné), dê uns beijos. Sua avó não teve essa liberdade, sua mãe teve um pouco e você terá bastante. Porém, não entre em ondinhas que os homens colocam como &#8220;super descoladas&#8221; e depois te chamam de vagabunda pelas costas. Alguns exemplos: beijar mulher na balada, transar na primeira noite que conheceu o cara, encher a cara até vomitar, etc. Na hora tudo parece muito bom e divertido, mas nos dias seguintes, em grande parte das vezes, é só decepção.</p>
<p>Virgindade &#8211; Se você já perdeu a virgindade, espero que ao contrário de grande parte das garotas, ela tenha sido prazerosa e com alguém especial. Se ainda não perdeu, mantenho a expectativa de que ela seja boa. Se não for, saiba que melhores (e muito melhores) virão. Porém, quero que você entenda que provavelmente o garoto que transar pela primeira vez com você, não será o homem de sua vida, mas você jamais se esquecerá dele. E cá entre nós, não seria bacana ter a recordação de um abobado para o resto da vida, por isso saiba escolher essa pessoa especial.</p>
<p>Namoro &#8211; Seu pai não teve muitas experiências em relação ao namoro (quando escrevo essa carta estou com 26 anos e namorei apenas 3x), mas aprendeu bastante com a terceira namorada. Nunca namorei, pois sempre que ficava com alguma garota, sentia que algo faltava nela. Se rolava química, a garota era uma mula. Se era inteligente, não rolava química. A união dos dois sempre foi um problema e acredito que será para você também. Por isso, não comece a namorar até você ter certeza de que encontrou alguém bacana e &#8220;completo&#8221;. Conheço vários casais que começaram a namorar por mera convenção e um vivia traindo o outro (algo que eu espero que você nunca faça) e insatisfeito. Se você não encontrou alguém bacana, gerencie a sua geladeira com pessoas especiais e vai curtindo sua solteirice até achar alguém que desperte algo diferente em você e que isso seja recíproco. E muito importante, não se desespere mesmo se com seus 20 e poucos anos não encontrar alguém interessante. Não há nada mais deprê que uma mulher solitária atirando pra tudo quanto é lado pra ver se fisga algum homem. Uma parte significativa dos homens só está a fim de curtição e completamente desencanado de algo sério, mas se você for especial para algum deles (que não seja um acéfalo), pode ter certeza que ele continuará na curtição, mas com você do lado. (&#8230;)</p>
<p>(continuará no próximo post)</p>
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