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	<title>Manual do cafajeste (para mulheres) &#187; Cafa em apuros</title>
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	<description>Blog destinado às mulheres. Trás dicas sobre relacionamento, como pensa um homem, e dá conselhos para você não ser enganada por um cafajeste.</description>
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		<title>Não fui eu, foi meu amigo lá embaixo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 03:40:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tai uma desculpa que seria muito plausível de um homem dar pelas cagadas que fez se ela não fosse tão absurda. Porém, não deixa de ter um fundo de verdade. Explico. Bom, obviamente vocês nunca saberão o que é ter um troço pendurado entre as pernas, mas devem acreditar que é algo muito simples e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tai uma desculpa que seria muito plausível de um homem dar pelas cagadas que fez se ela não fosse tão absurda. Porém, não deixa de ter um fundo de verdade. Explico.</p>
<p>Bom, obviamente vocês nunca saberão o que é ter um troço pendurado entre as pernas, mas devem acreditar que é algo muito simples e até cômodo. Afinal, dá pra mijar em qualquer canto, é auto limpante depois de umas balançadinhas (nojento? É, mas 90% dos homens não passam papel) e não cospe sangue uma vez por mês. É, pensando por esse lado até é, mas as vantagens param por aqui. E não digo que as desvantagens são aquelas do senso comum (cosquinhas que volta e meia dão no saco ou ter que mijar em mictório sob o risco de aparecer um boiola na privadinha do lado bisgolhando o meninão alheio, por exemplo). A questão é um pouco mais profunda.</p>
<p>Digamos que o pau tem vida própria. E excetuando-se o cara nerd que o utiliza como enfeite ou em um monólogo por assim dizer,  os homens tem que conviver com um jovem rebelde, incontido e inconsequente todos os dias. É uma eterna e árdua luta entre duas cabeças, uma agida pela razão e outra pela emoção. E ao contrário das mulheres, a cabeça que age pela emoção não quer saber de amor, só de tesão.</p>
<p>Quando o cara já desenvolve um pouco mais o cérebro, ele até consegue ter um domínio um pouco maior sobre o camarada lá embaixo e isso explica em partes o motivo pelo qual um peão de obra é tão chulo e vulgar diante do sexo feminino. Só que após determinado período sem dar entretenimento para o garoto ali embaixo, até o cara mais inteligente que há começa a perder o controle sobre o bicho e ai&#8230;shit happens.</p>
<p>Ai temos a justificativa para as mulheres que não se conformam de ver homens lindérrimos (ficou gay, mas blz) pegando altas jabiracas (que dão de primeira), homens que frequentam puteiro, se masturbando vendo filmes pornôs vagabundos e por ai vai. Comigo não é diferente, mas como eu não curto filme pornô, detesto puteiro e evito jabiracas, me resta recorrer a geladeira em busca do lanchinho a tiracolo. Foi o que rolou essa semana.</p>
<p>Estava uma pilha pela quantidade de trabalho que surgiu ao mesmo tempo, mal tive tempo de ir ao boxe, comendo mal pra cacete e pra colaborar uma dor no peito sinistra que apareceu do nada. Resumindo, meu corpo estava pedindo arrego, mas o adolescente lá embaixo obviamente que não. E não se pode ignorá-lo, pois do contrário faz mal criações a noite (a polução noturna). </p>
<p>Mas por outro lado, o adolescente quando fica ansioso costuma perder o controle nas horas mais inapropriadas. E ai ou queima a larga e mal chega inteiro pra festa (o famoso broxar) ou então faz cagada logo que entra na festa (a ejaculação precoce). E assim foi.</p>
<p>Entrei em contato com uma garota que eu conheci há uns 2 anos e meio em uma viagem que havia feito ao Rio de Janeiro. Ela se mudou pra São Paulo há alguns meses e junto com a mudança trouxe um par de silicones de 300 ml, o que obviamente interessou muito ao pimpolho. Troquei meia dúzia de ideia fraca e ela topou me visitar para &#8220;manter o papo em dia&#8221;.</p>
<p>Ao chegar em casa, percebi que além dos 300 ml no peito, ela trouxe mais 5 kilos no resto do corpo e aquilo deu uma leve desanimada no adolescente que ficou de birra e murcho. Para contornar a situação, servi umas doses de whisky (não tinha vinho), mas acabei excedendo na dosagem e fiquei bêbado. A pegação começou e o jovem lá embaixo já estava todo todo. Botei a camisinha no garoto e assim que ela sentou&#8230;..eu gozei. Juro, foi ridículo. Há anos que eu não tinha uma trepada tão rápida e zuada. </p>
<p>Minha vontade era de transformá-la em pizza logo depois do gozo, mas meu orgulho de macho me impedia parar por ali. Eu tinha que contornar a situação. Dei uns 5 minutinhos e retomei os esforços, dessa vez o ser lá embaixo colaborou  e tudo estava indo bem, mas não pra garota. Ela simplesmente broxou e pediu pra parar no meio. Foi a minha deixa para sugerir que a levasse de volta para a sua casa.</p>
<p>No caminho tive vontade de falar: Veja bem, não fui eu, foi meu pau. Porém, o argumento cairia no ridículo e eu seria motivo de chacota posteriormente. Resolvi ficar no silêncio mortal e deixar o jovem de castigo. Porém, como todo pai coruja, já estou com pena dele.</p>
<p>_________________________________</p>
<p>Não deixem de acompanhar<a href="http://www.leilaodeblogueiros.com.br/"> o Leilão de blogueiros no site</a> e votar na candidata mais bonita pra ganhar o prêmio <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Percalços de um fim de semana agitado</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 04:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse fim de semana acabei indo para Santos, que como muitas de vocês já sabem, é onde meus pais moram e sempre que possível vou para lá visitá-los. O problema é que apesar de ser uma cidade bastante agradável e tranquila, não há 1/10 das opções de lazer de São Paulo e a mentalidade provinciana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse fim de semana acabei indo para Santos, que como muitas de vocês já sabem, é onde meus pais moram e sempre que possível vou para lá visitá-los. O problema é que apesar de ser uma cidade bastante agradável e tranquila, não há 1/10 das opções de lazer de São Paulo e a mentalidade provinciana é algo que incomoda bastante. Por isso, não curto muito sair por lá, mas nesse fim de semana eu não tive muita opção.</p>
<p>Não tive opção, pois minha mãe insistiu para que eu fosse numa festa do filho do amigo da irmã dela me dizendo que nessa festa teria um pessoal bonito, bacana e interessante. Traduzindo o que ela queria, &#8220;Cafa, vai nessa festa arrumar uma garota bom partido para você&#8221;. Tá, não fui só por causa do pedido dela, mas também porque quis mostrar o novo cafa móvel para meus amigos de lá.</p>
<p>Bom, antes de sair para a festa estava conversando com uma leitora de Santos no MSN. Papo vai, papo vem ela me chamou para ir até sua casa, pois estava sozinha. Topei, claro. Porém, com a condição que fôssemos dar uma volta e não que eu subisse para o seu apto (uma sábia decisão). Chegando próximo a casa dela, me deu um vontade doida de ir no banheiro (fazer o número 1) e acabei parando em uma padaria para tirar água do joelho (uma sábia decisão 2). Ai quando eu estava chegando no apto dela pensei em descer do carro e tocar o interfone, mas por preguiça acabei ligando do celular (uma sábia decisão 3).</p>
<p>Ao encostar o carro em frente ao prédio, vi que um veículo também tinha parado só que do outro lado. Até ai normal. Ai saiu um cara e foi até o interfone do prédio. Tudo bem. Só que quando a garota atendeu o telefone, ela me perguntou se era eu quem tinha interfonado. Eu disse que não. E quem era o rapaz? O namorado dela. Desliguei o telefone meio que puto, mas agradecido por ter sido difícil, torneira furada e preguiçoso. Se uma das 3 sábias decisões não tivessem sido tomadas, daria merda.</p>
<p>Só que a noite não estava perdida. Fui com o meu amigo para a tão famigerada festa. Porém, antes de entrarmos ele sugeriu que esperássemos um tempinho na entrada para verificar a qualidade dos frequentadores (sábia decisão 4). Primeiro que só entrava homem. Segundo que as vestimentas eram lastimáveis. Não no sentido de humildes, mas de cafonice mesmo. Não sou um estilista, mas um lugar aonde 85% dos frequentadores vão com gel no cabelo, corrente de prata, regata com calça jeans e sapato skatista, boa coisa não deve ter dentro (do lugar e da cabeça). Ainda assim resolvi esperar mais um pouco, pois de repente a tal bom partido poderia aparecer. Só que quem apareceu foram dois amigos solteiros do meu pai. Sério. Quando eu vi os dois entrando no lugar, recebi o golpe de misericórdia e sai voando dali.</p>
<p>Decidimos dar uma olhada em outra baladinha e que a julgar pelo som, estava muito boa. E de fato estava. Som bom, sem fila e gente (mais ou menos) bonita. O problema é que eu já estava empanturrado de cerveja pelo aquece que fiz com o meu amigo e não gostaria de tomar destilado pra não dar PT. Qual a opção? Vinho.</p>
<p>O lorde aqui ficou apenas nas tacinhas de vinho e olhando o movimento. Identifiquei uma garota interessante, não precisou de muito esforço para conseguir beijá-la, nem para bodiar dela no segundo seguinte. Ao perguntar o que ela fazia a garota respondeu &#8220;manicure&#8221;. Nada contra essas profissionais, mas a garota era especialmente acéfala e beijava mal pra cacete. Acabei abrindo fora e fui procurar algo melhor e encontrei.</p>
<p>Era uma morena fenomenal. Gata, elegante e não tirava o olho de mim. Cheguei. Na conversa descobri que ela também trabalhava em sampa,  que era independente e estava solteira. Perfeito. Pois bem, mas não para o sortudo aqui. Primeiro ela veio com um papo de que eu era &#8220;muito forte&#8221; pra ela, depois falou que não costumava sair com &#8220;homem de balada&#8221; e por fim arrematou com um &#8220;não fico com homem que toma vinho&#8221;. Bom, se ela gosta de homem franzino, reduz uma pessoa dentro de um estereótipo ao qual ela pertence (&#8220;de balada&#8221;) e gosta de homem que toma cachaça, realmente não é para o meu bico, mas então que não fique olhando.</p>
<p>Revoltas a parte, resolvi curtir a bandinha, o meu vinho vagabundo e trocar ideia com o meu amigo. Justamente no exato momento que a vocalista tocou uma música que marcou o início do meu antigo namoro. Apesar de estar com a situação bem resolvida, as músicas tem um poder incrível de dar aquela nostalgia doída mas bacana de algo ou momento que passou, só que digamos que balada não é o melhor lugar para sentirmos isso. Fiquei reflexivo e bodiei do lugar.</p>
<p>Foi então que tive o melhor momento daquela noite, passei na esquina da esfiha e comprei 3 bem gordurosas. Acordei as 11:00 da manhã de domingo com os mimos da minha mãe e apesar dos pesares agradeci por estar sozinho.</p>
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		<title>Os perigos de um encontro às cegas (parte II)</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2010/05/11/os-perigos-de-um-encontro-as-cegas-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 03:14:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[(continuação do post anterior) Chegamos na cafa-house e apesar de saber que eu precisaria de muita paciência para adentrar com o meninão na garota, confesso que estava ansioso pra saber como seria quando rolasse, pois como eu disse nos comentários do post passado, só tentei uma vez desvirginar uma garota e não entrou nada. Bom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(<a href="http://www.manualdocafajeste.com/2010/05/05/os-perigos-de-um-encontro-as-cegas-parte-1/" target="_blank">continuação do post anterior</a>)</p>
<p>Chegamos na cafa-house e apesar de saber que eu precisaria de muita paciência para adentrar com o meninão na garota, confesso que estava ansioso pra saber como seria quando rolasse, pois como eu disse nos comentários do post passado, só tentei uma vez desvirginar uma garota e não entrou nada.</p>
<p>Bom, começamos a ver um filme na sala e a beber vinho. O negócio esquentou, pegação, mão aqui, mão ali e de repente zupt! Nos pirulitamos para a cama. Novamente pegação, aquece e tal. No meio do aperto a garota lançou no meu ouvido &#8220;Como sou virgem, coloca sem a camisinha&#8221;. Nessa hora o Bino berrou no meu ouvido &#8220;É cilada cafa, é ciladaaa&#8221;. Inventei uma desculpa qualquer, falei que passaria KY na camisinha para não machucar tanto e boa. Peguei a arma e fui para o ataque e no momento que achei que haveria resistência no campo inimigo, zupt! O negócio entrou na maior moleza. Veja bem, não sou insensível nem tenho pitoco, sei quando está fechadinha e sei quando já está mais &#8220;alargada&#8221;, o que era o caso da garota.</p>
<p>Apesar disso, ao penetrá-la ela começou a gritar. Fiquei assustado e um tanto broxado. Falei para ela vir por cima e assim controlar a intensidade. Novamente, zupt! O negócio entrou na maciota. A dramatização continuou e a transa também. Eu já estava de saco cheio daquilo, me concentrei pra gozar rápido e fui. Deitei pra dar aquela relaxada e ouvi que ela estava choramingandozinha. Eu sabia que aquilo fazia parte do teatro e puxei um assunto qualquer para descontrair. Não satisfeita, ela colou a cara no meu ombro e apertou os olhos nele para mostrar que estava chorando. ¬¬´.</p>
<p>Ai eu não aguentei e tive que falar o que pensava, que ela não era virgem. A garota ficou puta, disse que era um absurdo eu achar aquilo e blabla. Bom, acendi a luz, fui recolher camisinha e embalagem no quarto e trocar o lençol. E&#8230;nada de sangue. Fomos dormir.</p>
<p>Dia seguinte o primeiro assunto da garota foi, &#8220;nossa, minha calcinha estava cheia de sangue&#8221;. Tive que retrucar, &#8220;Como você viu se estava com uma calcinha preta?&#8221;. Silêncio.</p>
<p>Eu não tinha como dispensá-la afinal a menina veio do sul (deixo com vocês a repetição da piada) e ia embora somente no domingo. Não restava outra opção a não ser passeiozinho por sampa. Bom, em um dos papos a garota falou algo curioso. Disse que era vítima de um stalker que ligava pra ela todas as noites e ficava mudo do outro lado. Eu pensei comigo, &#8220;esse cara deve ser um coitado&#8221;, mas ok, deixei pra lá e seguimos no papinho bobo de amenidades.</p>
<p>Transamos aquela noite e novamente mais um teatrinho. Dia seguinte eu já estava puto e fiquei a tarde inteira no computador trabalhando para recuperar o tempo perdido. Deixe-a na rodoviária e por mim aquilo estava encerrado.</p>
<p>Como toda mulher pentelha, na segunda=feira veio puxar assunto no MSN. Eu não estava nem um pouco a fim de conversar, além de estar completamente atolado de trabalho. E na segunda pergunta que ela fez e eu não respondi, recebi uma saraivada de DR. Tive que bloqueá-la. Fim (ou pelo menos parecia).</p>
<p>Bom, passaram alguns os dias e uma leitora x me adicionou no MSN. Era uma tremenda gostosa, mas com uma cabeça de empada. Veio com uns papos estranhos que iria morar em sampa, que gostaria que eu apresentasse a cidade pra ela e blabla whyskas sache. Como eu já sei que se tiver uma chuva de Xuxa no meu colo cai Pelé, aquilo ali não podia ser verdade. E não era.</p>
<p>Foi só questão de tempo para descobrir que a tremenda gostosa era a &#8220;a virgem&#8221; do sul. Bloqueei novamente e isso se repetiu mais uma vez até eu me ligar e passar a pedir orkut de quem fala comigo. Achei que meus problemas tinham acabado, mas não.</p>
<p>Comecei a receber todo dia ligações anônimas no meio da madrugada. Era uma coisa absurda. De 10 a 15 ligações e quando eu atendia a pessoa ficava em silêncio e depois parava de ligar. Isso começou a gerar um incômodo,  pois ou me acordava ou tocava no meio da transa. Sem alternativa, passei a desligar meu celular a noite. E? As ligações começaram a ocorrer na parte da tarde.</p>
<p>Liguei na porcaria da Claro e nenhum dos amebas que me atendeu sabia me auxiliar sobre como identificar o número anônimo. Resolvi procurar na internet e achei a solução que compartilho com vocês caso alguém seja vítima dessa peraltice.</p>
<p>Quando alguém te liga privado geralmente é um macete que a pessoa faz no celular para ele não enviar id de chamada. Se ela te ligar normal, atende e deixa o(a) babaca perder dinheiro. Porém, geralmente o ordinário que faz essa palhaçada não quer gastar e ai liga a cobrar. E qual o truque? Quando alguém te liga a cobrar, o número do sovina  aparece na sua conta de celular independentemente se colocou a chamada  como privada, afinal você tem que saber o número que debita na sua  conta.</p>
<p>Munido dessa informação, aguardei ansioso a ligação. E em um belo esquenta de sábado me ligaram, a cobrar. Atendi e deixei a pessoa ouvindo um pouco da música. Desliguei o som, falei algumas palavras bonitas e desliguei o cel. Dia seguinte descobri o número da pessoa. Foi ai que descobri que era a &#8220;virgem&#8221; do sul me atormentando novamente.</p>
<p>Hoje, estou com medo de um dia chegar em casa e aparecer um carro de som na porta com uma palhaço de bexigas na mão berrando meu nome e lendo um telegrama, ou pior, cruzar a esquina da minha casa e ver meu nome colocado na cabeça de um bode com velas para exu.</p>
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		<title>Os perigos de um encontro às cegas (parte 1)</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 04:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar do nome &#8220;cafajeste&#8221; remeter a algo pejorativo, não me considero um cara escroto, desprovido de caráter e ordinário. Hoje os &#8220;cafas&#8221; nada mais são que homens que se adaptaram ao avanço das mulheres em relação a relacionamento e autonomia sobre o sexo masculino. E ai ao invés de reclamar e mal dizê-las, criamos nossas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do nome &#8220;cafajeste&#8221; remeter a algo pejorativo, não me considero um cara escroto, desprovido de caráter e ordinário. Hoje os &#8220;cafas&#8221; nada mais são que homens que se adaptaram ao avanço das mulheres em relação a relacionamento e autonomia sobre o sexo masculino. E ai ao invés de reclamar e mal dizê-las, criamos nossas &#8220;armas&#8221; para continuar atraindo o sexo feminino e assim &#8220;sobreviver&#8221; (ok, chega de aspas) a nova era.</p>
<p>Posto isso, uma das coisas que sempre prezei aqui no blog foi manter as garotas com quem me relacionei não identificáveis. Claro que com o alcance e audiência que acabei atingindo isso foi meio que impossível de manter em alguns casos. De qualquer forma, quando saio com leitoras (seja em bons ou maus bocados), nunca posto a não ser que ela autorize e eu veja gancho. Porém aconteceu um fato bem chato comigo recentemente e que serve de alerta para vocês.</p>
<p>Não, não tive meu meninão degolado de madrugada, nem acordei dentro de uma banheira de gelo sem meu rim. Só que foi uma situação bem desagradável.</p>
<p>Como todas sabem, costumo adicionar leitoras no meu msn. É bacana ter contato próximo com quem me lê e nessas já fiz ótimos contatos (seja em termos de amizade como profissionais). Como não podia deixar de ser, tempos atrás conheci uma menina que veio do sul (não foi pra dançar o tchan, nem a dança do tchu tchu). Piada idiota a parte, ela parecia ser agradável. Porém, o que mais me chamou atenção mesmo foi as fotos modeletes enviadas. Era uma coisa de parar o trânsito. Só que ai começaram sinais de cilada, bino.</p>
<p>As tais fotos modelete não mostravam o rosto dela direito e as que ela tinha mandado de rosto faziam parte do art of cropping, muito bem produzidas. Antes de marcar o encontro, pedi para que ela liberasse a cam, mas relutou em fazê-lo.</p>
<p>Bom, depois de um tempo conversando, ela chegou a me confidenciar que era virgem, que gostaria que fosse o primeiro e tal. Confesso que me senti em parte broxado por saber quão chato é tirar a virgindade de alguém, mas feliz por ser o primeiro de alguém (coisa que nunca fui). Apesar dos toques, resolvi acreditar no conto de fadas e topei o encontro. Ela passaria um fim de semana na cafa-house. Vejam só, a Disneylândia para uma virgem. Brincadeira.</p>
<p>Bom, ela veio e ai percebi que nem todas as fotos enviadas eram dela, mas como ela tinha me conquistado pela simpatia, relevei. Não é uma pessoa feia, mas abusou do art of cropping e fotos fake. Esse ponto até que não foi crítico, o pior estaria por vir.</p>
<p>(continua semana que vem)</p>
<p><em>p.s Porém, não fiquem tristes, sexta haverá um post relacionado a &#8220;pós-sexo&#8221; que eu fiz para <a href="http://www.vivaoprazeradois.com.br" target="_blank">a campanha de KY</a>. Aguardem.</em></p>
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		<title>Narradora de foda, não!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 02:57:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se há algo que pesa muito em um momento pós-namoro é o entrosamento sexual. Difícil saber do que a pessoa que você meio que acabou de conhecer gosta. Você faz algumas suposições com base no perfil dela, mas às vezes pode errar e ai rola aquele desconforto e frustração. Como saber se é pra bombar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se há algo que pesa muito em um momento pós-namoro é o entrosamento sexual. Difícil saber do que a pessoa que você meio que acabou de conhecer gosta. Você faz algumas suposições com base no perfil dela, mas às vezes pode errar e ai rola aquele desconforto e frustração. Como saber se é pra bombar rápido, se é pra ficar mais lento, se ela gosta de tomar tapa, se gosta de algo mais romântico? Não dá pra fazer uma entrevista durante a foda. Essas coisas você só consegue acertar com convívio e intimidade. Raras vezes a primeira vez é perfeita.</p>
<p>Maaas, se por um lado há o cuidado em não tornar a foda um talkshow, há mulheres que perdem a mão e viram verdadeiras narradoras de foda a ponto de dar vontade de enfiar uma meia (ou outra coisa) dentro da boca da pentelha.</p>
<p>Eu não sei da onde vem a referência para essas mulheres acharem que é prazeroso ficar como uma matraca na cama. Suspeito que seja de filmes pornôs, que fazem um belo desserviço para as pessoas que estão iniciando a vida sexual. Ainda faço um post específico sobre isso, mas quem achar que aquele teatro possui o script da transa perfeita, precisa abrir um pouco mais a cabeça.</p>
<p>Esse assunto veio a tona após duas situações. Uma, obviamente conheci uma matraca; duas, ao compartilhar a história com o meu amigo não sobraram causos (e risadas) para exemplificar esse mal.</p>
<p>A garota em questão tinha o disco arranhado. Era uma narradora de duas frases, só sabia repetir &#8220;faz gostoso&#8221; e uma que me incomodava demais, pois me remetia ao Chaves (e o rosto dele vinha na minha mente), a frase profunda  &#8220;isso, isso&#8221;. O primeiro &#8220;faz gostoso&#8221; já pintou quando empacotei o meninão e suspendi a perna da garota e o &#8220;isso isso&#8221; quando penetrei. Eu tentei fingir que não escutei para não broxar. Até que deu certo, mas logo depois tomei um combo de faz-gostosos e isso-issos e tive que me concentrar pra gozar logo e me livrar daquilo. <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2007/07/06/mal-habito/" target="_blank">Essa pelo menos não cantou quando terminei</a>.</p>
<p>Meu amigo contou umas boas também. Disse que a que mais incomoda é o &#8220;goza gostoso&#8221; . Concordo. Porra. Qual a finalidade de falar isso? Dá vontade de responder, &#8220;Não, não quero que seja gostoso&#8221; ou então &#8220;Ufa, ainda bem que você falou, já ia me esquecer de gozar gostoso&#8221;. Há também aquelas que gostam de pedir feedback, &#8220;E ai, tá gostando?&#8221;, &#8220;É bom me comer, é bom?&#8221;. Aff. Isso sem falar daquelas que incorporam uma criança safada, fazem voz de bobo e usam expressões no diminutivo &#8220;humm..qui gostusinhu&#8221;, &#8220;Come minha b*tinha&#8221;, &#8220;Ai queridinho, ai queridinho&#8221;. Aff[2], deixa eu parar por aqui porque dá vergonha até de escrever isso.</p>
<p>Veja bem, antes que eu seja atacado por alguma narradora ou narrador, não prego aqui a uniformidade de opiniões, gostos e atitudes. Emito opinião com base no que eu considero o bom senso e nas experiências que tive. Deve ter homem que curta mulheres matracas, só garanto que não é a maioria.</p>
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		<title>Mulher bem resolvida&#8230;puff</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 05:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Como perder seu homem]]></category>
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		<description><![CDATA[Há mulheres que batem no peito e falam cheias de orgulho &#8220;Sou bem resolvida, ham!&#8221; e mal sabem que aos olhos dos homens passam por patéticas, pedantes e são os alvos mais fáceis para uma trepada rápida e na sequência um sumiço. Nesse fim de semana fui vítima de uma bem resolvida e tive que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há mulheres que batem no peito e falam cheias de orgulho &#8220;Sou bem resolvida, ham!&#8221; e mal sabem que aos olhos dos homens passam por patéticas, pedantes e são os alvos mais fáceis para uma trepada rápida e na sequência um sumiço. Nesse fim de semana fui vítima de uma bem resolvida e tive que agir feito uma garota difícil para escapar da cilada que me meti.</p>
<p>Bom, tudo começou no sábado a noite em Santos. Eu estava bem tranquilo, não queria ir pra putaria, mas também não queria ficar em casa e ser vítima das piadas de salão do Zorra Total ou então de convites da minha mãe para ver os lindos ppt´s com mensagens de Jesus que ela recebeu da minha tia. Foi então que meu primo apareceu no MSN e sugeriu que déssemos uma voltinha para tomar umas cervejas, jogar conversa fora e ver o que o sábado revelaria para nós.</p>
<p>Estávamos dando uma volta pela cidade, quando meu primo sugeriu que buscássemos um amigo dele para se juntar a gente. Pegamos o cara e depois de alguns quarteirões o sinal fechou e do meu lado parou um Monza com uma loira que parecia ser interessante dentro. Por instinto eu virei a cabeça para o lado (para o lado da garota, claro) e soltei um beijinho. Ela ficou cheia de gracejos e abriu o vidro do carona. Ao descer o vidro, vi que de interessante ela não tinha nada.</p>
<p>Ela perguntou onde que nós estávamos indo e eu disse que até um postinho para tomar umas cervejas (típico programa que nenhuma mulher toparia fazer com um desconhecido). Para despistar, eu falei para ela passar o telefone dela que eu ligaria mais tarde, assim me livraria daquele inferno. Aqui apareceu o primeiro indício de bem resolvice.</p>
<p>A garota falou que não passaria o telefone dela, pois disse que eu não ligaria. Tive que dar risada de tamanha audácia e na sequência ela me intimou para que eu desse o meu para ela. Muito mongol, eu passei meu telefone certo e acabei pagando o preço por isso.</p>
<p>Já no postinho, eu e meus amigos vivenciamos algumas cenas estranhas. Primeiro, só tinha pirralha no lugar. Porém, o mais curioso era o circo que se formava ali. Posso parecer um velho com essa mentalidade, mas se o tamanho da roupa das mulheres for diminuindo como está, ao passar das décadas, lá em 2020 vai ter mulher indo só de tapa-sexo pra balada. Enfim, depois de uns 10 minutos a loira do monza ligou no meu cel.</p>
<p>Ela veio com um papinho que ia dar uma passada no posto, eu fiquei meio desesperado, disse que ia ver, que estava complicado e tal, mas que eu retornaria pra ela. Desliguei. 5 minutos depois colou um monza no estacionamento do posto. Desespero [2]. Já estávamos dispostos a sair correndo caso elas aparecessem. Só que ninguém saiu do Monza. Meu telefone tocou. Desespero [3]. Por motivos óbvios não atendi.</p>
<p>Foram mais 4 ligações e todas não atendidas. Saímos do posto de fininho, mas por sorte o Monza não era o da garota. Decidimos colar em uma baladinha mais tranquila da cidade, mas ela era tão tranquila que nem cartão aceitava e como não tínhamos dinheiro em cash na carteira, abortamos a missão. Fomos para um barzinho.</p>
<p>Cerveja vai, cerveja vem e qual foi a pedida da noite? &#8220;Ah, cafa. A garota não é tão feia assim e a amiga pode ser mó gatona, dá um toque nelas&#8221;. Resolvi ouvir meus amigos e ligar pra garota. Desespero [4].</p>
<p>A garota além de ser um tribufu, era amiga da Fiona. Elas acabaram sentando na nossa mesa. O papo estava chatíssimo e a amiga Fiona nem agradável era. Ficou com cara de bunda a noite inteira. A loira deu umas investidas em mim, mas fiz questão de falar pra ela que estava com a minha ex no postinho e que ainda não estava muito bem, por isso não queria sair com outras garotas. Eu estava incomodadíssimo por fazer um papel de mulherzinha e queria sumir dali.</p>
<p>Um dos nossos amigos ainda insistiu para que apostássemos a ficha ali, pois geralmente essas bem resolvidas pagam boquete sem compromisso. Mas sei lá, minha fase boca de porco passou e o desgaste de gozar e ficar com alguém insuportável do lado é algo terrível. Me despedi das duas e ainda tive que virar o rosto para não tomar um selinho da jabiraca. </p>
<p>Bom, cheguei em casa e o que aconteceu? Tcharam&#8230;SMS no meu celular, claro! A garota elogiou minha consideração pela ex, mas que poderia me fazer esquecer dela se eu permitisse. ¬¬´</p>
<p>Qual será o objetivo dessas garotas &#8220;bem resolvidas&#8221; ? Mostrar que podem desempenhar o papel do homem e ser mais foda por isso? Imaginem que maravilha seria a garota ligar para o cara na madrugada de sexta e falar pra ele &#8220;vamos sair?&#8221;, na sequência ela embica o carro em um drive-in, dá para o cara, paga a conta, o deixa em casa e some no dia seguinte. Seria uma maravilha, não?</p>
<p>Ah pa porra, o dia que eu fizer papel de mulher para conquistar uma garota, vou mudar de lado, não vai ter graça.</p>
<p>________________</p>
<p><em>Pessoal, a Visa está com uma campanha bem legal e inovadora. Se eles conseguirem 2000 amigos no msn juntospelodescontovisa@gmail.com , o dvd do Up &#8211; Altas Aventuras (um puuta filme) será vendido por 19.90. Se quiserem dar uma forcinha, é só add o email no seu msn <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Cafa ficará feliz.</em></p>
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		<title>Praga de ex ou espírito zombeteiro?</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 05:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
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		<category><![CDATA[namoro]]></category>
		<category><![CDATA[praga de ex]]></category>
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		<description><![CDATA[Ouvi dizer que praga de ex é pior que costurar a boca do sapo e jogar pimenta no formigueiro do cemitério. O que eu sempre considerei uma grande bobagem. Porém, pelos fatos recentes começo a desconfiar que há algo de verdade nessa crendice popular ou que espíritos zombeteiros andam me assolando. Primeiro, logo após a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi dizer que praga de ex é pior que costurar a boca do sapo e jogar pimenta no formigueiro do cemitério. O que eu sempre considerei uma grande bobagem. Porém, pelos fatos recentes começo a desconfiar que há algo de verdade nessa crendice popular ou que espíritos zombeteiros andam me assolando.</p>
<p>Primeiro, logo após a primeira saída com uma garota que não fosse a minha ex, entrei em mal bocado que já relatei <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2010/03/25/descompressao-do-namoro/" target="_blank">aqui no blog</a>. Está certo que no fim de semana seguinte sai com uma leitora bacana de Santos e deu pra curtir um pouco. Porém, acabou por ai a marola de felicidade.</p>
<p>No feriado passado (no meu aniversário) eu já tinha feito uma série de planos para sair arrepiando com meus amigos solteiros na cidade que fomos visitar, mas acabei arrepiando o dono da pousada. Calma, eu não ataquei o velhinho. É que no lugar só tinha casal e mulher feia. Não tínhamos opção a não ser encher a cara e conversar. Só que eu passei do limite, fiz uma série de merda que deixaria o capeta envergonhado e tive que lidar com a ressaca física e moral no dia seguinte, tendo olhos de reprovações por todos os cantos que eu passava.</p>
<p>No dia do meu aniversário resolvemos ir comemorar no Baile de Aleluia da cidade. A única atração decente que tinha lá.  O lugar estava infestado de gente brega, adolescentes e caipiras briguentos. Não deu pra ficar meia hora no lugar e tivemos que vazar antes de tomar um pau da cidade. Apesar de ter passado o feriado com as pessoas que eu gosto, todos estávamos na expectativa de tirar uma casquinha caipira e voltamos praguejando a cidade interiorana e os infortuitos passados.</p>
<p>Domingo, de volta a São Paulo, tentei recuperar o tempo perdido e me encontrar com uma leitora que já tinha me dado bolo em 2 encontros marcados na cafa-house. Tínhamos marcado dela vir a noite. Eis que no meio da tarde cafa pai resolve aparecer do nada em casa dizendo que ia dormir aqui. Expliquei a situação pra ele e muito contrariado voltou pra sua casa.</p>
<p>Bom, estava tudo combinado, cafa cheirosinho, casa arrumada e vinho na adega. E&#8230;a ordinária deu o terceiro bolo. Puto, resolvi trabalhar o resto do domingo que faltava e esquecer tantas provações.</p>
<p>Pois bem. Pensei que nessa semana nada poderia acontecer de errado, afinal cafa fica adormecido em dias úteis, mas não. A praga pelo visto foi feita na cabeça de um bode morto com velas para Iansã e posta na encruzilhada da Avenida Ipiranga com a São João.</p>
<p>Começou ontem a noite. Voltei da aula de boxe suando feito um porco e tudo o que eu queria era me enfiar embaixo do chuveiro, tomar aquela banhão e depois comer meu sanduiche preferido. Não é pedir muito, né? Mas é. Comecei a me ensaboar, xampu no cabelo e quando estava uma espuma ambulante&#8230;pum! A água ficou fria justamente na semana que começou a  nevar em São Paulo. Sai correndo  até a caixa de força, como a minha mãe me trouxe ao mundo só que cheio de sabão, desliguei toda a chave e religuei, mas o chuveiro não voltou. A resistência tinha queimado. Tomei a outra metade do banho sambando no meio do box, tremendo de frio. Fui preparar meu sanduíche e o pão de forma tinha embolorado. Tive que fazer pequenos enrolados de peito de peru com queijo e considerar isso minha janta.  Fui deitar e lá pelas 2:00 da manhã acordo com ligações mudas e mensagens no meu celular de alguma abobada dizendo que estava com saudades de mim (e que eu não tenho a mínima idéia de quem seja). Só que não acabou por ai.</p>
<p>Hoje, tinha combinado de ver um filminho em casa com uma leitora das antigas e o que aconteceu? Não, essa não me deu bolo, mas o cafa pai novamente resolveu fazer picardias e apareceu em casa de supetão. Tive que cancelar o encontro. Puto [2], fui pra aula de boxe descontar meu stress. Voltando lembrei que a porra do chuveiro estava queimado e fui até a loja de construção comprar a resistência.</p>
<p>Não sou eletricista, mas tenho noção básica de uma caixa de luz. Desliguei todas as chaves que vi pela frente, mas não observei duas pequeninas que eram justamente as do banheiro / chuveiro. Por um milagre de Deus (e acredito que aqui a praga começou a perder o efeito), eu troquei a resistência sem tomar choque. Porém, observei que tinha um frio atrás do chuveiro meio pretinho e fui passar o dedo pra ver o que era. Era um frio desencapado e tomei um PUTA choque. Meio atordoado, terminei o serviço e consegui tomar meu banho. Só que não acabou por ai [2].</p>
<p>Fui para o meu quarto ficar quietinho no computador trabalhando, por meu pijama de frio, abrir um vinho pra esquentar e uma taça de água para não ficar doidão. Não há riscos aqui, certo? Errado. Juro, do nada um souvenir que eu trouxe da Argentina (um obelisco) que fica em cima da minha adega caiu na taça de água e a fez quebrar. Metade da água foi parar na minha declaração de renda e a outra no meu pc. Por sorte consegui salvar ambos. Só que não acabou por ai [3]. Meia hora depois eu bati sem querer na taça de vinho e essa se quebrou e esparramou vinho pelo carpete e no meu tênis que estava do lado. Depois da pequena faxina, recebi mais mensagens da abobada misteriosa.</p>
<p>Enfim, é melhor eu parar por aqui antes que o PC exploda na minha cara ou que eu me engasgue com o amendoim. Mas ó, se algo acontecer comigo, podem ir na esquina da avenida São João com a Ipiranga que vocês descobrirão o motivo. E chega desse assunto, próximos episódios voltaremos a saga de solteiro.</p>
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		<title>Descompressão do namoro</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 03:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
		<category><![CDATA[Como perder seu homem]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Boba]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo na primeira vez]]></category>
		<category><![CDATA[lanchinho]]></category>
		<category><![CDATA[one night stand]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre após um namoro relativamente longo, há o período de descompressão. Nesse período o cara fica meio atordoado em relação a vida de solteiro. Perde um pouco da malícia do approach nas mulheres, da mecânica dos relacionamentos instantâneos e não raro costuma cometer uma série de deslizes por isso. E como não poderia deixar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre após um namoro relativamente longo, há o período de descompressão. Nesse período o cara fica meio atordoado em relação a vida de solteiro. Perde um pouco da malícia do approach nas mulheres, da mecânica dos relacionamentos instantâneos e não raro costuma cometer uma série de deslizes por isso. E como não poderia deixar de ser, aconteceu comigo.</p>
<p>Dia desses fui a um barzinho com alguns amigos, não estava atrás de um lanchinho a tira a colo. Queria mais era beber, falar merda e ter aquela sensação de liberdade, sem hora pra voltar, sem cobranças e sem satisfações que a vida solteira proporciona. Bom, depois de algumas muitas cervejas colou uma amiga em comum na roda e ai o cafômetro depois de meses desativado começou a apitar. Tentei acalmá-lo, mas o nível etílico e a carência estavam latentes.</p>
<p>Me segurei até onde pode só que o inevitável aconteceu. A garota ficou cheia de graça, riso fácil, esperando para ser xavecada e acabei chegando. Não precisou de muita conversa pra convencê-la a ir para a cafa-house. E não precisou de muita conversa depois para eu me arrepender da decisão.</p>
<p>Já no carro a garota criticava tudo que via pela frente. Uma nuvem negra pairava sobre a cabeça dela. Tudo bem que eu não sou a pessoa mais alto-astral que existe, mas aquilo ali era um azedume. Fui absorvendo aquilo e segurando, acumulando.</p>
<p>Chegou em casa, mais crítica, mais pessimismo. Até a cebolinha de estimação que eu tenho na cozinha foi alvo da nuvem negra. E a alegria que eu estava com os meus amigos há 30 minutos passados deu passo para o aborrecimento. Eu não podia falar um &#8220;ah&#8221; que ela retrucava &#8220;ah, o que?&#8221;, &#8220;O que tem esse ah?&#8221;, &#8220;Por que está falando ah?&#8221;. Decidi tomar um banho antes de começar a fazer qualquer coisa, pois sabia que broxaria na primeira oportunidade diante de tantas palavras de carinho e incentivo.</p>
<p>Tomei um banhão e esperava que ela fizesse o mesmo. Não o fez. Cheirosão, comecei uns amassos e senti que tinha algo vencido nela que não conseguia identificar ao certo. Era uma mescla de cheiro marinho com bodum. Pedi gentilmente que ela fosse ao banheiro dar um tapa na peteca (não com essas palavras). Nisso, minha libido já tinha parado lá no carpete.</p>
<p>Ela voltou e recomeçamos os amassos. Eu estava frio, agindo como se fosse uma máquina. Buscava um estímulo para aquecer e não achava. Não estava com vontade de fazer oral e ela também não mostrava sinais que queria conversar com o amigão. Depois dos amassos básicos, decidi encapar o garoto. Pausa aqui.</p>
<p>Não sei se vocês sabem, mas recentemente eu ganhei um kit de preservativos da <a href="http://www.blowtex.com.br/home_clara.php">Blowtex</a> muito bacana. Entre uns desses preservativos, teve um que me chamou a atenção por ser &#8220;<a href="http://twitpic.com/16m8ip">Extra fino super</a>&#8220;. Porém, como vocês podem ver pela foto, ele vem em uma caixinha plastificada, toda bonitinha, mas não muito funcional. Fim da pausa.</p>
<p>Como ela é ultra master mega fina, decidi experimentá-la. Só que, no escuro, bêbado, sem saco, sem estímulos orais, a camisinha se torna uma daquelas fases de videogame com tempo, que você fica todo atrapalhado pra fazer as coisas rápido antes que morra, no meu caso, broxe. E ai quando eu fui abrir a caixinha, não achava o picote, tentei arrebentá-la, não deu, tentei morder, não cedeu. Sai correndo para o banheiro atrás de uma tesoura, cena patética. Quando finalmente consegui abri-la, o amigão já tava a 50%.</p>
<p>Puto e arrependido de ter iniciado aquilo simplesmente deitei na cama, pedi que ela fosse dormir e adormeci.</p>
<p>Enfim, o período de descompressão de um namoro leva um tempo. Intimidade, cumplicidade e carinho não se encontram com qualquer uma que aparece no bar e para um recém solteiro essas qualidades são bem importantes.</p>
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		<title>Brasileiros no exterior (parte II)</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2010/02/21/brasileiros-no-exterior-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 04:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de continuar a história, agradeço todas as brasileiras e brasileiros que contribuíram com o seu ponto de vista e experiência fora do Brasil. Muito bacana os comentários e saber que tenho leitores em vários países (Continuando&#8230;) A parte onde ficam os vinhos, água e refri é na traseira do avião e logo ao lado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de continuar a história, agradeço todas as brasileiras e brasileiros que contribuíram com o seu ponto de vista e experiência fora do Brasil. Muito bacana os comentários e saber que tenho leitores em vários países <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>(Continuando&#8230;)</p>
<p>A parte onde ficam os vinhos, água e refri é na traseira do avião e logo ao lado da mesinha fica um dos banheiros. Ao chegar nessa parte, a garota disse que iria ao banheiro, mas que estava receosa, pois os banheiros de avião costumam ser sujos e perigosos (uma grande baboseira, pois nem que ela quisesse seria sugada pela privada). Enfim, ela pediu para que eu entrasse antes para verificar. Minha vontade era falar para ela que eu não era faxineiro, nem comissário de bordo, mas seria muita acidez para uma garota que estava criando uma situação para levar vara a 10.000 metros de altitude. Falei para ela ficar tranquilona, pois eu estaria logo ali na porta caso ela ficasse entalada. Deu uma risadinha e entrou sozinha.</p>
<p>Quem diria, após uma séria de viagens malfadadas, cafa finalmente estava dando um fora. Rá.</p>
<p>Bom, por sorte eu não ouvi ruídos flatulentos e pude tomar meu vinho numa boa até ela sair do banheiro. A primeira pergunta que ela fez ao sair foi se eu era realmente brasileiro e morava no Brasil. Afinal, poderia ser a chance de ela arrumar um marido e ganhar cidadania européia (óbvio que o objetivo dela não segue essa sequência). Fui respondendo o questionário que toda piriguete aplica para detectar seu macho até me encher o saco e eu devolver algumas perguntas para detectar uma puta disfarçada.</p>
<p>Ela disse que fazia mestrado em publicidade numa cidade italiana (não falarei o nome, mas essa cidade é conhecida por abrigar a maior comunidade chinesa na Itália e por ter centenas de putas brasileiras), que trabalhava em uma ótica e vivia com o seu &#8220;namorado&#8221;. Fiz mais algumas perguntas indiretas e descobri que o &#8220;namorado&#8221; nada mais é que um malandro italiano responsável por ela e por regularizar a sua situação no exterior. Trocando em miúdos, um cafetão. Depois eu fiz mais algumas perguntas pra pegá-la na mentira e deu certo. Por exemplo, perguntei se a pós-graduação dela era muito puxada e ela saiu falando da sua pós, sendo que antes tinha dito mestrado. Já de saco cheio da situação e mentiras, resolvi mudar de assunto e perguntei sobre onde ela passaria carnaval. Salvador, claro.</p>
<p>Disse que seu vôo faria escala em São Paulo e que ficaria 4 horas sem fazer nada e perguntou o que eu poderia sugerir (no mínimo esperando ouvir &#8220;vai pra minha casa&#8221;). Falei para ela ficar no aeroporto ou redondezas para não perder o vôo no trânsito de São Paulo. Ela insistiu no convite para fazer algo em conjunto e voltei ao tema do carnaval para desconversar. Foi então que tive meu primeiro (e infeliz) contato com a música Rebolation. Não aguentava mais aquela conversa e de me sentir como uma garota difícil e chata. Voltei para a minha poltrona e ela voltou a atacar o judeu ao lado dela.</p>
<p>Ao longo do vôo tiveram outras situações adversas. Como dois travestis me cortejando e uma puta brasileira que trabalha na Espanha e contou sua vida para o vôo inteiro ouvir. Essa última me deixou profundamente incomodado. A mongol está há 10 anos na Espanha e trouxe 2 espanhóis para conhecer no carnaval no Brasil. Fiquei de cara, pois a garota não conseguia formular uma frase simples em espanhol sem cometer um erro grotesco. Quer ser puta no exterior, seja, cada um sabe o que é melhor pra si, mas pelo menos aprende alguma coisa fora da cama.</p>
<p>Desembarcando do avião, fiz amizade com uma velhinha que tinha ido estudar italiano em uma cidade italiana (óbvio) e já na fila da alfândega começamos a falar sobre a quantidade de puta e travesti no vôo. Sim, não é um tema muito bacana pra conversar com uma velhinha fina, mas eu precisava desabafar com alguém. Comentei em particular da garota que foi atrás de mim no avião e a velhinha começou a descer a lenha nela. Ela tinha prestado atenção na garota e disse que ficou com vergonha na condição de mulher e brasileira diante de tanta vulgaridade. De garota difícil e chata, eu virei uma velha reclamona e fiquei tricotando com a minha &#8220;nova&#8221; amiga na fila da alfândega.</p>
<p>Foi então que ao dobrar a fila, vi que a oxigenada-salto-alto-barriga-de-fora-masca-chiclete estava atrás da gente e escutou todo nosso diálogo. Morri de medo de um barraco, mas pelo menos nesse momento ela ficou quieta e eu com pena. Dei uma enrolada no Dutyfree para evitar um encontro fora do saguão e ao sair para retirar dinheiro no caixa eletrônico, vi a garota no guichê ao lado junto com dois italianos. Mais uma brasileira fazendo nossa fama.</p>
<p>_________________________________</p>
<p><em>P.s Não consegui pensar em nada criativo para a promoção, mas nessa semana ainda posto.</em></p>
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		<title>O risco do One Night Stand</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 03:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Boba]]></category>
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		<description><![CDATA[O &#8220;One night stand&#8221; ou popularmente conhecido como &#8220;foda de uma noite&#8221; tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia. Porém, sua adesão não tem unanimidade entre as mulheres. Há aquelas que abominam com o argumento de que não é possível ir pra cama com alguém que mal se conhece e as que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;One night stand&#8221; ou popularmente conhecido como &#8220;foda de uma noite&#8221; tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia. Porém, sua adesão não tem unanimidade entre as mulheres. Há aquelas que abominam com o argumento de que não é possível ir pra cama com alguém que mal se conhece e as que defendem alegando que com este tipo relação evitam o desgaste de um relacionamento sério e ainda conseguem se aliviar.</p>
<p>Como todo cafa que se preze, na minha época de solteiro eu era adepto do conceito, mas confesso (e vocês podem acompanhar nas histórias &#8220;<a href="http://www.manualdocafajeste.com/category/cafa-em-apuros/" target="_blank">cafa em apuros</a>&#8220;) que obtive mais infortúnios que benefícios. Isso porque ou a mulher tinha alguma coisa estranha nos países baixos, ou porque cantarolava na transa, ou porque era uma múmia, ou porque no dia seguinte era um demônio, enfim, a probabilidade de dar merda era sempre alta. Lembrei dessas desventuras depois de ouvir a história de um amigo que passou um apuro semana passada com uma garota.</p>
<p>Ele estava em uma balada open bar e já tinha pegado algumas mulheres, mas nenhuma aceitava sair com ele dali para ir ao motel. Foram passando as horas, o nível  caindo e lá pelas 4:00 da manhã arrumou uma coroa topa tudo (que naquele momento ele julgou ser gata e gostosa). Como ele estava sem carro, foi de carona com a coroa para um motel.</p>
<p>O problema é que geralmente motéis ficam longe de bairros residenciais, em áreas bem isoladas. Essa pequena viagem já fez com que ele ficasse um pouco sóbrio e percebesse que aquela coroa não era assim tão gata, mas pegável. Chegando no motel a mulher pegou uma suíte top de R$400,00 e lá foram. Já dentro do quarto a mulher pediu para ele esperar um minutinho, pois precisava ir ao banheiro. Até ai tudo bem se fosse pra fazer um pipizinho ou pra tomar banho, maas a garota ficou mais tempo que o normal para xixi e não houve barulho de chuveiro. Conclusão? Ela foi soltar um barro.</p>
<p>Quando ela saiu ele resolveu convidá-la para dar um pulo na piscina. Desta forma ele limparia possíveis vestígios no fio-o-fó (afinal papel higiênico não limpa, espalha) da garota e de quebra tiraria todo o budum que fica no corpo pós balada. Porém, ao entrar na piscina, algo inusitado ocorreu.</p>
<p>Ele ficou praticamente sóbrio e ela praticamente um monstro. Essa junção de fatores fez com que ele broxasse na hora. Ela ainda tentou pegar no meninão dele murcho, mas não tinha reza que levantasse o defunto. Ele pediu pra ela dar um tempo na cama, pois iria tomar banho. Deu uma bela enrolada lá dentro e quando saiu a garota estava capotada na cama.</p>
<p>Pensou bastante e como não tinha vínculo com a garota, nem comido e iria pagar uma conta altíssima de motel só pra tomar banho de piscina gelada e duchar-se, resolveu ir embora de fininho. Pegou suas coisas bem devagar e saiu do quarto. Só que em motel 95% das pessoas chegam motorizadas e como ele estava indo embora a pé, o porteiro achou estranho e chamou a atenção dele. Meu amigo disse que tinha deixado dinheiro com a garota e saiu ligeiro do lugar.</p>
<p>Porém, ele estava longe da civilização, sem celular e não podia voltar pra chamar um táxi. Resolveu ir até o ponto de ônibus mais próximo esperar a condução. Passou uma meia hora e ao invés de aparecer um ônibus ou táxi, apareceu a coroa no carro pedindo pra ele entrar.</p>
<p>Ele relutou um pouco, mas não como não tinha opção, entrou. A garota foi o caminho inteiro dando lição de moral. Quando chegou na casa dele, ela soltou &#8220;Isso que dá sair com moleque&#8221;.</p>
<p>Agora vem cá, de quem é a culpa nisso tudo? Do &#8220;moleque&#8221; ou da mulher que leva pra um motel um cara que ela nunca viu na vida? Não quero dar uma de puritano, nem ser falso moralista, mas faltou bom senso por parte da garota. E se ele fosse um pervertido? Forçasse a garota a fazer algo? Tirasse foto dela pelada? Sei lá, tem muita gente podre por ai e mulher por ser mais frágil que o homem deve ter cuidado redobrado com one night stand. O ideal é pegar o contato do cara para em um segundo encontro conversar mais com ele e tentar identificar se não é um maluco ou um &#8220;moleque&#8221;.</p>
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