Confesso que ultimamente o nível das histórias da Sexta das Leitoras tem deixado a desejar. Porém, não vou postar histórias românticas e com final feliz aqui por dois motivos.
Primeiro, aqui não é novela. Se você quer ler coisas fofas e bonitinhas que não doem os olhos, assista a novela das 18:00.
Segundo, meu intuito aqui é por meio de erros (seja das mulheres e/ou dos homens) apontar caminhos para ter um relacionamento bacana e não quebrar a cara.
Outro problema é que grande parte das histórias são mal escritas, grandes e bobas. O mesmo roteiro, “gosto dele, ele não gosta de mim, o que faço?”
As melhores histórias chegam via Cafa Responde, mas grande parte das garotas que manda histórias para lá pede confidencialidade. Ontem, porém, a leitora Berenice permitiu que eu postasse sua história aqui. Eu achei bacana, pois foge da vulgaridade, foi bem escrita e é uma situação bastante recorrente.
Vamos à história de uma leitora envolvida com um cafa profissional:
(introdução)
Cafa > Olha só, vou ser bem realista com base nas informações que você está me apresentando e na vivência e conhecimento que tenho dos homens e cafas (categoria na qual essa cara parece ter mestrado).
“Querido, acredito 100% qdo vc diz que anda beeem difícil encontrar uma menina legal, mas tenha certeza de que a recíproca também é verdadeira. Me considero bonita com um corpo legal, dizem que sou inteligente e simpática também, gosto de boa musica, comida, programas culturais, tenho um trabalho legal… será que é muito difícil conseguir no mínimo a mesma coisa??? Não to pedindo um Brad Pitt milionário e cavalheiro perfeito, mas nem um nível equiparável parece que existe… Apenas um desabafo, mas nem por isso totalmente fora do propósito deste email.
Cafa > Será que não é fora do propósito? Você exige tanto de uma pessoa que acaba se encantando com um andarilho sem perspectiva profissional. Não tem coerência isso. Pelo menos essa introdução.
Passei este Natal em Cambury, São Sebastião, com a família (pais e irmã) como tem ocorrido nos últimos anos. Adoro lá, a praia, os restaurantes, tudo!
Logo nos primeiros dias percebi um cara bem bonitinho (não no sentido pejorativo da palavra de feio arrumadinho… ele realmente me atraiu) que estava trabalhando na recepção de lá. Tá, achei o cara bonito, mas digamos que um caiçara local que trabalhava em uma pousada não seria muito meu ideal, apesar de achar que ele não tinha aparência nenhuma de alguém local.
Cafa > Que diferença faz ele ser local ou não? O cara pode ser local, formado em adm hoteleira na federal do PR e ser filho do dono da pousada ou ser um ilustre viajante paulista sem rumo tomando aulas de surf na praia.
Uns 2 dias depois (ele sempre muito sério e eu, sinceramente, nem aí) fui pegar a chave do meu quarto e na hora de ele me entregar rolou aquele olho-no-olho acidental por uns 2 ou 3 segundos. Fiquei sem graça e saí… no dia seguinte ele nem olhava para mim, evitava qualquer tipo de interação, mas confesso que depois daquela olhada eu fiquei meio balançada de uma forma estranha. Falei para minha irmã até que tinha achado ele atraente, mas ela reforçou a possibilidade de ele ser um cara local trabalhando numa pousada no litoral… verdade… deixei para lá de novo, mas confesso que ele não me saia da cabeça.
*Obs.: To me sentindo uma adolescente retardada contando essas coisas desse jeito… RS
Cafa > Se você seguisse o pensamento masculino, eu acharia normal toda essa história. Homem é muito prático nesse quesito. Ele fica na pousada, tem uma puta gostosa na recepção. O que ele faz? Dá em cima da gostosa, tenta comê-la e no dia seguinte volta pra sua cidade e no máximo coloca a gostosa na sua geladeira pra quando voltar ter alguém pra comer. Ele não se envolve com ela, pois sabe que aquela relação não tem futuro.
Eis que o dia seguinte ao da olhada é véspera do meu aniversário, e minha irmã e eu decidimos comemorar na única balada de lá (que estava bem vazia, diga-se de passagem). Deixo minha chave com o colega dele (o tal sujeito mal se manifestou) com todo o ar de Julia Roberts saindo do elevador em “Uma linda mulher” (nunca pensei nessa cena até agora escrevendo isso), e fomos.
O lugar estava vazio, ficamos no bar batendo papo com o barman e bargirl e bebi um pouco além… umas 2 horas depois, quando a fase aérea já estava acabando, eis que chegam 2 caras, 1 deles falando oi, bem do meu lado. Qdo me viro, é o próprio! Ele começa a puxar papo (já devia ter bebido bastante pq estava bem alegrinho e me confirmou isso até quando perguntei), pede para o amigo ir ao banheiro uma hora que o outro que estava ao meu lado (como se não desse p/ perceber o toque…), encostava no meu braço ou costas qdo falava algum coisa, enfim, parecia que tinha interesse.
Inclusive o cara sabia que era meu aniversário…. disse que olhou no cadastro e qdo viu nós 2 saindo àquela hora, imaginou que estávamos indo p/ lá. Quando saiu do trabalho foi para lá imaginando que poderia nos encontrar.
Cafa > Esse é dos bons.
O fato é que o cara realmente não era local. É de São Paulo, fazia facu de relações internacional e trancou para conhecer o mundo. Morou 1 ano na India, 1 ano em Londres (essa parte eu pude comprovar pq minha irmã mora lá desde setembro e eles ficaram falando sobre a cidade, além dos pontos turísticos típicos), e que agora estava morando em Cambury aprendendo a surfar. Sabe que gostei disso tudo? To bem de saco cheio da mentalidade industrial da minha cidade, e não agüento mais papo de engenheiro… gostei de encontrar alguém diferente.
Cafa > Tá. Então você está sendo incoerente. Qual o perfil de homem que você procura? Alguém com os mesmo gostos e cultura que você ou alguém que leva a vida na flauta e a curte sem compromisso? Para conhecer o mundo você precisa parar a faculdade e viver em subempregos? Se o cara tem 18 anos, ok, agora com mais de 24 já fica estranho. Maaas, repito, se o seu objetivo e ter um passatempo de veraneio ok.
Já era umas 4:30 qdo minha irma falou que estava com sono e que queria voltar para dormir. Fiquei, ele falou de irmos para a pista dançar e, obviamente, nos beijamos… até acenderem as luzes! rs Ele bem que tentou passar a mão, mas eu realmente queria ir com calma… e segurei mesmo o tempo td. Pode parecer cafonice mas eu realmente não gosto de liberar logo e com ele não era diferente. Me conheço, esquento bem rápido então prefiro não deixar muita coisa pq sei que não conseguiria segurar por muito tempo.
Saindo de lá ele era todo carinhoso segurando minha mão (parece idiota mas qdo o cara não está muito a fim ele não se dá ao trabalho de fazer essas coisas). Fomos para a praia mas antes ele comprou um energético (blz, entendi qual era a intenção, mas continuei segurando). Mas nesse meio tempo rolou simples abraços longos, carinhos inocentes, olhares para o sol nascendo. Ele tentou algumas vezes, eu segurei…. depois que ele ficou nitidamente de saco cheio de só receber não, disse que eu era uma menina legal, diferente. Nos beijamos até o sol nascer, mais precisamente foi pouco depois que o sol nasceu quando os borrachudos começaram a atacar rs.
Cafa > “parece idiota mas qdo o cara não está muito a fim ele não se dá ao trabalho de fazer essas coisas”, tá. E essa conclusão você tirou da onde? Do último livro de fadas que leu ou da Capricho? Esse cara é um Cafa profissional. Ele não precisa estar apaixonado pra te tratar bem, basta estar com tesão e querer te levar pra cama (o que ele tentou a noite inteira).
Na volta ele pediu meu cel, se preocupou que eu estava machucando o pé nas pedras, me mostrou onde morava (era caminho), me deixou na porta na pousada, perguntou se podia entrar só para dormir comigo (é óbvio que não!) e nos beijamos mais um pouco. Ali ele não me deixou ir embora muito rápido, ficou enrolando um pouquinho, depois ficou parado na porta… entrei! Entre ele pedir meu cel e eu entrar, me perguntou umas 3 ou 4 vezes se podia mesmo me ligar, eu disse que sim. Inclusive ele ligou no meu telefone na hora para registrar o número dele.
Cafa > Opa, aumentando o estoque da geladeira.
Chegando no meu quarto, recebo uma msg no cel: “Muito bom beijar vc adorei!!! Boa noite com carinho”. Quis dar uma de durona difícil e não respondi…. claro que não consegui nem dormir! De manhã acabei respondendo dizendo que tb tinha gostado e que estava indo p/ a praia, caso ele estivesse a fim. Não recebi resposta…
Cafa > Paixonite instantânea de bêbado. Releva.
Fizemos check-out mais cedo pq íamos almoçar p/ comemorar meu niver e de lá fomos embora… isso foi antes do horário de entrada dele no trabalho, então não consegui falar tchau. Chegando em casa envio uma msg perguntando se ele havia recebido minha resposta, mas não chega nada de volta (calma, meu cel começou a dar erro e imaginei que talvez não tivesse recebido já que não tinha respondido).
Cafa > ahhahahahahahahahha. Adoro essas mensagens de confirmação de recebimento. Mulher adora isso, claro, sempre é o celular que está com problema, como se não existisse a opção de relatório de entrega no cel.
Fiquei triste… e comecei a ficar agoniada… não posso ficar assim, eu sei… afinal de contas ficamos apenas 1 noite.
Dois dias depois um amigo meu vem reclamar que eu não tinha respondido a msg q ele tinha me mandado no meu niver… Aquela esperança se acendeu instantaneamente… fiquei feliz por meu amigo não ter recebido minha resposta… se eu estava tendo problemas com mensagens de texto, enviar outra seria arriscado. Resolvi ligar, afinal de contas ele tinha me ligado só para o número ficar registrado… ninguém atende… deixo recado… nenhum retorno.
Cafa > Da próxima vez aprende. Não troque telefone, peça o MSN.
Puxa vida, achei aquela noite tão legal e achei que ele tinha achado também…. fiquei apaixonadinha sim… odeio dizer isso mas é verdade. Mas o que fazer se ele não me retornou? Será que ficou bravo por eu não ter respondido a msg dele naquela noite???
Cafa > Que ficar bravo o que…não tem essa.
Cansei de ser passiva. Não vou correr atrás do cara, mas pq não dar uma “mãozinha”? Ele planejava ficar lá até o carnaval… quero ir p/ Cambury antes do carnaval “encontrar” ele mas não sei o que faço… não consegui amiga ainda para ir, então é possível que eu vá sozinha… vou aproveitar para relaxar. Não vou ficar na pousada onde ele trabalha, até posso pagar, mas lá vai ficar pesado no bolso, ainda mais sozinha… Um amigo meu sugeriu ir até o trabalho dele e observar a reação… se positiva, ótimo; se negativa, desencana.
Cafa > Cara, o garoto sumiu e só você não se ligou que tem cobra nesse mato. Você já não deixou recado na secretaria? Se ele estivesse tão a fim de você, mesmo tendo perdido o cel, ele ligaria para a caixa postal pra pegar o seu recado ou bolaria um esquema com o telefone do seu pai ou mãe para chegar até você (afinal ele tem esses dados). Mas não, você vai se dar o trabalho de ir até lá para, ou ser sumariamente ignorada por ele ou pra ele tentar te comer de novo.
O fato é que, sendo eu imbecil ou não por isso tudo, acho que rolou interesse da parte dele sim, mas o que eu poderia fazer para estimular isso? E pq não me procurou como disse tanto que ia? Queria conversar mais com ele, conhecê-lo melhor, enfim. Quero ser a “conquistada”, mas o que eu posso fazer para me aproximar dele sem parecer grudenta ou desesperada?”
Cafa > Vamos aos fatos. O cara não faz faculdade, há pouco estava viajando pelo mundo sem rumo e agora resolveu ser recepcionista em uma praia e aprender surf. Se um cara desse leva sua vida pessoal com a barriga o que você acha de um relacionamento? Quantas garotas bonitinhas do interior de São Paulo / Minas / Paraná não passam por lá e ficam babando por um cafa bom de lábia e que sabe tratar bem uma mulher? Várias!
Por que você tem a pretensão de ser A escolhida? Como eu disse, se ele quisesse, ele te achava. Ia ver o sobrenome do teu pai e te procurar no Orkut, forjar que é seu amigo e que tinha perdido seu tel e ligar pra sua mãe pra pegar. Há n formas dele te achar, mas ELE não quer e quanto a isso não há nada o que você possa fazer. Quer dizer, há sim. Fazer uma surpresinha pra ele e virar mais uma bonitinha do interior papada pelo wannabe surfista andarilho.
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“Namorei durante 5 anos com um carinha que jurava que ia ser o meu marido e pai dos meus filhos, mas nos últimos meses de namoro percebi que realmente ele poderia até se casar comigo e ser o pai dos meus filhos, mas eu estaria longe de ser feliz de verdade. A única coisa que havia nos restado era o amor, havia acabado o respeito.
Assim, decidi acabar e hoje me encontro há um pouco mais de um ano solteira e a cada dia tenho mais certeza que não irei encontrar “o cara”, e olhe que nem sou exigente essas coisas todas, só precisa me deixar apaixonada, ser companheiro e me respeitar; mesmo assim (pasme) não conheci ninguém que junte os 3 requisitos simultaneamente.
Cafa > Então a situação está preta pra você mesmo. Eu sou muito mais exigente que isso e encontrei alguém bacana. Demorou, mas encontrei. Tem que ver também que as vezes o problema não está no outro e sim em você, mas vamos à história.
Por vezes achei que o problema era comigo, depois achei que não, mas logo depois começo a achar novamente que o problema é comigo. Não sei se eu tenho cara de metida, de piriguete, se é porque eu era morena, se é porque sou loira, ou seja lá o que for, só sei que “o cara” não se aproxima.
Cafa > Opa opa…seu radar está aguçado.
Sei que tenho uma personalidade forte, adoro dançar d+ (funk então, nem se fala) sou moleca pra caramba e tenho 5 grandes amigas mulheres e 4 grandes amigos homens (estes me acompanham onde vou; pelo menos 1 deles sempre está por perto), tenho uma bunda enorme e definitivamente acho que o conjunto disso tudo afasta “o cara”.
Cafa > As mulheres sempre sabem onde está o problema, o ponto é que sempre fecham os olhos ou fingem que não o vê. Nada contra seu gosto musical e creio que se você for do Rio, funk é algo super “hype e cool”. Eu particularmente acho uma bosta e boa parte (se não todas) as pessoas que eu conheço em São Paulo que curte o gênero, não servem nem pra andar de mão dada no shopping (o mesmo acontece para micareteiras).
Sobre ter amigos e amigas, normal. A merda é que tem mulher que só falta sentar no colo dos amigos e levar as amigas para acompanhá-la no motel, perdem completamente a noção de amizade e privacidade. E ai querem que o rolo ache normal convidar a turma inteira para ir ao barzinho no primeiro encontro dos dois e o cara ser obrigado a uma socialização cansativa e chata.
Sobre a bunda, incluo no tópico peito e barriga de fora. Você acha bonito um cara de shortinho no meio da coxa e regata colada no corpo? Se gosta, relaxa, pois em breve você arrumará um namorado. Se acha o corpo dele bonito, mas um horror o traje, reflita sobre você. Será que não está super valorizando a sua “bunda enorme” e dando muito destaque a ela nas roupas que usa? Volto a esse ponto mais pra frente.
Tenho a impressão que todo carinha sempre só querem me fazer de lanchinho (isso porque minha bunda é enorme). Caramba, será que não dá pra vocês (homens “-” cafa, rsrsrsrsrsrsrs) tirarem isso da cabeça ou pelo menos fingir que não é só que isso que vocês querem? Sinto-me de verdade uma dessas mulheres frutas, comidas, bunda ou qualquer coisa prestes á ser devorada, basta dar bobeira.
Cafa > Se você se posiciona como uma mulher-fruta, vai querer ser vista como? Simone de Beauvoir? Esperto é o cara que vê que você se comporta como uma mulher-melancia, faz você acreditar que é muito inteligente, tira uma casquinha e cai fora na sequência.
Até já conheci uns carinhas legais, não chegavam a ser “o cara”, mas logo deixava de rolar, até porque quando não vale à pena prefiro não insistir (não tenho paciência de ficar tentando dar certo, até porque passei 5 anos fazendo só isso).
Tenho a impressão que só quem se interessaria por mim seria um cara que nunca tivesse me visto na vida e de preferência de outro Estado! Ninguém mais me quer, soou meio melodramátoica né?! Mas é isso que penso
”
Cafa > Ou seja, um cara que não conhece nada do seu gosto e passado, né?
Como devo agir para achar “o cara”? Tenho que parar de dançar, sorrir mais feito uma doida ou dar uma de emburrada e não sorrir nunca? Não liberar nunca, não liberar jamais,liberar de vez em quando? Ser menos moleca… Aish! Dúvidas cruéis.
Cafa > Bom, vamos lá. O que é “o cara” pra você? Seguindo 75% do desejo das mulheres, acredito que deva ser Inteligente, bonito, com pegada, trabalhador, independente e educado, certo? O que você acha que esse perfil de homem procura / gosta? Alguém que coloca a bunda em destaque, que trata seus amigos como se fosse um rolinho e convide o cara para ir ao baile funk? Se você faz parte dos outros 25%, como eu disse, relaxa. É questão de tempo pra encontrar “o cara”.
Seria hipocrisia eu falar que homem não gosta de bunda. Ainda mais o brasileiro. Eu particularmente adoro e prefiro mais uma bundona a um peitão. Mas há dois pontos aqui.
Primeiro, homem que “escolhe” uma namorada pela bunda, tem o cérebro de um galináceo. Quando a garota só tem bunda é uma cabeça de empada, ela serve pra dar umazinha de vez em quando, sem envolvimento (de preferência de costas). Esse tipo de garota é aquela que todos os homens gostariam que virasse uma pizza depois da transa.
O segundo ponto, é que muitas mulheres dão um destaque exagerado a essa parte do corpo. Se a genética te presenteou com uma bela bunda, parabéns! Mas saiba usar esse diferencial no momento oportuno e não banalizá-lo como se a todo tempo fosse necessário mostrar ao porteiro do prédio, aos funcionários da empresa e a amiga da vó que você tem um belo traseiro.
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p.s. – Iniciativas solidárias e úteis devem ser divulgadas. Tenho uma amiga que está com um projeto bem bacana de adoção de animais, dêem uma olhada http://adoteanimais.wordpress.com. Outra ação legal é a de adoção de cartas pro Papai Noel que o Correios organiza. Já garanti a minha. Conheçam o projeto clicando aqui.
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É incrível a pressão que a sociedade faz para que o homem tenha um desempenho sexual de uma máquina de sexo. Letras de música (principalmente funk), revistas “especializadas” e filmes enaltecem o Homem Máquina. Aquele que dá 5 seguidas, que possui um mastro entre as pernas e faz com que a mulher tenha múltiplos orgasmos e fique literalmente arreada na cama.
Isso é muito bonito no papo e no filme pornô, mas na realidade a coisa é bem diferente. Em boa parte das vezes, na terceira seguida o meninão já dá sinais de esfolamento, a sensibilidade cai drasticamente tornando as próximas relações nada prazerosas, o mastro na verdade é um pitoco e o orgasmo da garota não está necessariamente associado ao desempenho do cara e sim da mulher que não consegue se soltar.
E é justamente sobre esse último tópico que trago a história do leitor Jocenir, sobre mulher múmia.
“Sexta-Feira uma conhecida ligou fazendo um convite para irmos a algum barzinho ou uma balada qualquer. Aceitei e no horário combinado nos encontramos.
Passamos a noite conversando e colocando os assuntos em dia. Em certo momento, a conversa acabou se dirigindo para sexo e relacionamento dos nossos últimos lanches.
Ela acabou confessando que estava sem fazer sexo há um bom tempo e que pra minha surpresa ela nunca havia tido um orgasmo (nem com o ultimo namorado a qual eles ficaram juntos quase 1 ano e acabou porque ela descobriu que ele a estava traindo).
Cafa > Como você disse no final da história, quando a oferta é muito atraente, desconfie da qualidade do produto. Mulher se oferecendo assim, ou está com algum problema ou você é muito foda.
Discretamente ela me convidou para ir dormir na casa dela, disse que a amiga que dividia o apartamento estava viajando por causa do feriado e ela estaria sozinha. Passamos em um supermercado 24 horas pra comprar umas coisas e outras e fomos pro ap.
Cafa > Opa, que discreta essa garota não? Fala que a amiga foi viajar, que está sozinha e te chama pra ir lá.
Depois de fazer um joguinho ou outro, dar uma de difícil e criar certo charme (abrir uma taça de vinho, colocar um som ambiente, etc.) já estávamos no quarto tirando as roupas e caindo na cama.
Pra minha surpresa [2], descobri que a guria é uma estatua, depois que se deitou na cama ficou imóvel ali esperando eu “terminar” (ou começar) o serviço. Sinceramente foi a pior transa da minha vida. Eu precisava fazer ela abrir as pernas, se movimentar, pra querer beijar ou qualquer coisa assim. Mudar de posição papai e mamãe nem pensar então.
Cafa > Sei bem como é isso. As vezes é bom você dar um tapinha na cara pra ver se ela não está dormindo ou se não desmaiou. As vezes é falta de intimidade, mas tomar algumas atitudes é o mínimo que se espera da garota. Ai depois as mulheres reclamam quando o cara pede pra “dar uma chupada”, é porque há mulheres que precisam ser avisadas, pois se não esquecem.
Enquanto EU fazia alguma coisa com a boneca de plástico, fiquei imaginando se transar com uma arvore não seria melhor do que “aquilo”, pelo menos quando desse algum vento a arvore iria se mexer pra algum canto.
Cafa > Olha, deve ser melhor mesmo. Além dela balançar com um ventinho, não vai te ligar no dia seguinte.
Por mero orgulho decidir ir até o fim e fazer à infeliz ter um orgasmo descente (começou a fazer sentido por que ela nunca tinha tido um antes e por ter sido traída). Após a bandeira da vitoria ser erguida e o meu ego aumentar de ver a guria cansada, esperei ela dormir para então virar pro outro lado e fazer o mesmo.
Cafa > Essa é a melhor parte, o ego. A transa pode ter sido uma grande bosta, mas saber que você foi O cara para a garota, já dá uma satisfação imensa. O problema é o preço que você paga por isso.
De manhã acordei com ela falando alguma coisa e querendo se aproximar de mim como uma garota inocente. Rolou um segundo round (exatamente igual à primeira vez, sem nenhuma melhora ¬¬ ) e depois do café disse que precisava ir embora. Ai veio à pior parte: Ela quis iniciar uma D.R (Discutir Relação) onde o “R” nunca existiu..
Cafa >Ah sim, é muito comum após uma transa casual surgirem esses ataques súbitos de puritanismo, “oh, eu nunca fiz isso antes”, “ai, como eu sou loca”, “O que você vai pensar de mim”, o único intuito é convencer a consciência dela que é uma santa. Sobre a DR, é típica de mulher xonadinha. Se ela não gostasse da noite, ia fazer com que você sumisse dali. DR está associada a mulher que não quer perder o cara e precisa puxar uma discussão pra saber se ele só quer farra ou algo sério. A múmia dessa história se precipitou. Carente demais a coitada.
Passei o dia recebendo sms, uns dois e-mails e mais alguns telefonemas marcando outro encontro e agradecendo pela noite com alguns mimimis a mais..
Como diria Gabriel O Pensador: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia, essa mina deve estar com algum problema!!!”
Cafa > Essa dai definitivamente não lê o blog. Não entendo o que passa na cabeça dessas mulheres de fazerem spam quando curtem o cara. Será que acreditam que se não mandarem 4535 mensagens ele vai se esquecer dela? É muita falta de auto-estima e carência. Jocenir, se prepara. Essa dai foi acometida pelo amor de pica. Vai te dar um trabalhão. Pelo menos você sabe que se um dia estiver necessitado e não quiser ficar no 5×1, vai ter a múmia a sua inteira disposição para dar umazinha.
Para as leitoras que me lêem, vocês não recebem tanta pressão como nós homens recebemos em relação ao desempenho sexual, mas saibam que o desempenho de vocês também é avaliado e comentado. Mas veja bem, ninguém precisa ser uma máquina sexual para que uma relação seja prazerosa.
Não é necessário dar de ponta cabeça, fazer sumir o membro do parceiro dentro da boca ou grã-mestre em pompoarismo para que você seja boa de cama. Basta agir com naturalidade, fazer o que tiver vontade e deixar o negócio fluir. É um conselho bobo, mas que poucas mulheres seguem justamente por ter a cabeça povoada por leituras podres, músicas ordinárias e referências questionáveis.
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Uma das frases mais repetidas pelas mulheres e que já caiu no lugar comum é a famosa “Não há homem que preste”. Se você perguntar para 10 mulheres o motivo pelo qual elas continuam solteiras, 80% vão soltar essa frase, 10% vão falar que estão bem sozinhas (sendo que 8% delas são um verdadeiro tribufu) e 10% vão mentir (mas na verdade estão no grupo dos 80%).
Estatísticas cafísticas a parte, é uma resposta que merece uma atenção especial. O que seria um “homem que preste?”. Aquele que…
…tenha pegada, mas que não seja pegador?;
…que seja bonitão, mas que não seja tanto a ponto da vó se interessar pelo rapaz?;
…que seja inteligente, mas que não seja nerd?;
…que seja trabalhador, mas que tenha tempo pra você?;
…que tenha dinheiro, mas que não seja esnobe?;
…que seja bonzinho, mas que não seja um bobo?;
…que seja maduro, mas que não seja um chato?;
…que seja engraçado, mas que não seja um palhaço?;
…que seja família, mas que não viva na saia da mãe?;
…que seja sociável, mas que não queira socializar com amigas?;
Enfim, algumas mulheres buscam tanto a perfeição nos homens que das duas uma, ou acabam ficando encalhadas e amargas ou ficam pulando de galho em galho (ou de cama em cama) a procura do homem perfeito. O mais triste é que esse cálculo é diretamente proporcional a idade (estou todo matemático hoje), ou seja, conforme a idade avança, a quantidade de homens tranqueira aumenta.
Porém, não recrimino essas mulheres que buscam alguém “completo” para ter um relacionamento sério. Homens que trabalham, se cuidam, com caráter, que estudam e correm atrás dos seus objetivos, também buscam uma mulher com algumas (várias) qualidades citadas acima e não vão amarrar seu burro no primeiro par de peito ou bunda empinada que aparecer (no máximo vão dar uma comidinha e descartar). E ao contrário do que algumas mulheres pensam, esses homens têm faro para mulher ordinária e as vezes não é necessário uma investigação muito profunda para identificar uma cilada. 5 pontos para identificar uma mulher ordinária em minutos de conversa:
Aparência – A mulher ordinária anda vulgarizada, com pouca roupa e muita coisa de fora. Em alguns casos precisa andar que nem uma palhaça pra mostrar que é descolada, imita a moda da novela das 9 e se veste como uma índia da 25 de março, faz uma maloca no cabelo pra mostrar que é da paz, coloca strass e acessórios brilhantes ou dourados pelo corpo para forjar um brilho que não possui.
Comportamento – A ordinária não tem meio termo ou gosta de chegar berrando para que seja o centro das atenções ou fica quieta feito uma múmia. No primeiro caso geralmente são aquelas garotas que cortam a conversa dos outros, não querem saber o que o cara tem pra dizer (a menos que seja algo que ela possa tirar proveito, como dinheiro), gesticulam feito um molusco epilético, cometem erros sutis de português (“seje”, “menas pessoas”, “mazoquista”) e não se incomodam em tirar aquele resto de remela com maquiagem na frente do rapaz e depois olhar o dedinho pra ver o que saiu. No caso da múmia, não há muito que dizer, ela só abre a boca pra colocar comida e…deixa pra lá.
Trabalho – Não é afeita ao trabalho. Ou não precisa, pois sua família banca seus caprichos e viverá a eterna geração canguru dentro da bolsinha da mamãe; ou tem preguiça. No primeiro caso, sonham em encontrar um cara rico que a banque, geralmente tem mais sorte que a segunda, pois parte desses caras também será gerente de herança. No caso da que tem preguiça, é só tristeza. Pois pobre e preguiçosa, nem o coveiro vai querer. E essa característica pra mim é muito emblemática. Digo com muita convicção que das mulheres que eu conheci, 90% das que não trabalhavam (mais matemática) eram ordinárias.
Artes – Essa é batata. A tríplice pergunta livro, cinema e teatro é capaz de identificar uma ordinária em minutos. Se a garota responder “não gosto” para duas das 3 opções, ordinarice detected. Agora, se ela falar que é fã dos livros da Gasparetto / Paulo Coelho, que amou o último filme da Xuxa na Serra Pelada e que a última peça que assistiu foi Saltimbancos, é mais do que ordinária.
Feminista de conveniência – Esse tipo é o que mais se prolifera. São aquelas garotas que querem ser iguais aos homens quando lhe convêm. Querem se deitar com quantos homens quiserem na semana pra satisfazer a sua libido, beijar amigos da mesma roda e dar no banheiro da balada e ser chamada de casta. Poreeeem, quando chega a conta do restaurante, voltam para o tempo da vovó e acham um absurdo o cara querer dividir a conta. (continuarei esse assunto no próximo Dia dos Leitores).
Veja bem, para ser uma ordinária, não é necessário preencher todos os requisitos. Uma patricinha acéfala, por exemplo, pode se comportar como uma princesa, mas o quesito trabalho já queima. Por outro lado, uma garota trabalhadora, pode se queimar no quesito “comportamento”. E assim segue a busca pelo senhor e senhora “quase” perfeitos.
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Conforme definido nos comentários do post anterior, a coluna Dia do Leitor será randômica, ou seja, não haverá dia fixo para publicá-la. Isso porque não quero ter mimimis de leitoras falando que a coluna foi extinta, fazendo cobranças do motivo pelo qual não postei, etc, etc. Ao contrário do que alguns sugerem, não posto por falta de tempo, não é jogada de marketing, nem desleixe.
A idéia foi bem recebida. Vieram muitas histórias bacanas. As duas principais diferenças para a Sexta das leitoras é que as histórias são mais objetivas (leia-se curtas e diretas ao ponto) e com mais erros de português.
Bom, a história que o leitor Bertoldo mandou ilustra bem alguns temas e situações que eu posto aqui, e abre o velho dilema: A sociedade é machista ou as mulheres que estão se masculinizando? Vamos ao causo:
“No começo desse ano fui para um aniversário de um amigo em uma balada aqui em Brasília. A festa era open bar até 1h. Como sempre, entramos uma galera em torno de 11h30 e virar vodka já era de praxe: de 5 em 5 minutos os copos esvaziavam. A galera ainda estava toda parada, apenas conversando e brincando.
Ai, já bem torto, eu e o primo do aniversariante resolvemos ir “à caça”. Nem andamos muito e já encontramos uma loira e uma morena. Voamos em cima com aquele papinho besta, puxando risadas, etc… Acabei de me concentrando na loira e peguei. Meu amigo, apesar de várias tentativas, na morena, não conseguiu nada e, meio contrariado, saiu de perto. Quando deu um tempinho, a loira, que eu estava ficando, foi ao banheiro e eu comecei a conversar com a morena.
Papo vai, papo vem, acabo pegando a morena também… Quando a primeira volta e me vê a com a amiga, fica indignada, chama a amiga pra conversar e eu fico ao lado só ouvindo… “Mas amiga, você não viu que ele tava ficando comigo agora mesmo ? Esse moleque não vale nada, larga esse menino, etc…” Não discordo dela, mas convenhamos que a amiga também não vale um centavo. Bom fiquei com a morena o resto da noite e ainda encontrei a loira algumas vezes e ela realmente estava muito puta, me chamando de babaca e tudo mais.
Cafa > Aqui vale uma observação sobre “amigas”. Já fiz um post sobre isso certa vez, mas volto a repetir, é incrível como boa parte das amigas de mulher é falsa. Em uma proporção que não se vê entre os homens. Como diz o Bertoldo mais pra frente, há um código de ética entre nós e não ficar com a ficante ou não chegar no prospect do amigo é algo extremamente respeitado. Homens que não seguem esse acordo são excluídos da roda. No caso em questão, ao invés da loira chamar a amiga de vagabunda, simplesmente deu uma de Poliana e a alertou dizendo que o cara não prestava.
Numa outra noite, quase um mês depois, fui pra outra balada com amigos e andando pela festa topamos em duas loiras e meu amigo foi azarar uma. Como código de amigos, imediatamente fui conversar a com a amiga dela. Ao começar a conversar achei o rosto familiar mas não lembrava da onde. Perguntei da onde a conhecia e ela respondeu com um sorriso sarcástico: “Do Café Cancun (balada aqui de brasília)…” Na hora percebi quem era a guria e já vi que tinha entrado num buraco. Só respondi: “Ihhh… foi mal, beijomeliga” e já fui indo embora, mas para minha surpresa, ela pega no meu braço e pede pra eu ficar.
Cafa > Opa. Sei como é isso. Nessa hora o cafometro apita, as sirenes acendem e a palavra “Piriguete! Foda em vista!” soa.
Conversa vai, conversa vem e pego ela de novo. E dessa vez, saímos juntos da balada e direto transar… Ao final, deixando ela em casa, por costume, pedi o telefone e talz, ela me passou e foi anotar o meu e ai veio a minha maior surpresa: “Qual o seu nome mesmo?” Fiquei abismado. Uma mulher tendo uma atitude assim de homem ? Transando com um cara que nem sabe o nome…
Cafa > Você ficou abismado? Eu já não me assusto com isso. Você fez bem ao entrar no jogo e oferecer o que ela quer. As mulheres dão as pistas, é só aprender a decodificá-las. Se ela quer ser tratada como uma vagabunda, assim será tratada. Pode ter certeza que se naquela outra balada você tivesse ficado de casal com ela, provavelmente não teria comido tão fácil (poderia sofrer da Síndrome do Bom partido).
Realmente os tempos mudaram e como diz um amigo meu que ficou solteiro agora depois de 5 anos namorando: “Não sei mais como funciona esse mundo… tá tudo invertido”. Depois me lembrei dela falando que eu não valia nada, etc. Eu concordo que não valho, mas agora a guria não tem nenhuma moral para falar algo de mim.
Cafa > Eu sempre falo que quem coloca o freio na relação é a mulher. E é isso que dá a graça na “caça”. Gosto de saber que a garota liberou pra mim, porque eu tive a capacidade de conquistá-la, não porque ela dá para o primeiro que diz boa noite e depois nem o nome dele lembra. Sobre o seu amigo, ele deveria ficar feliz, afinal para um cara solteiro que não tem pretensão de namorar, o mercado está farto e as mulheres facinhas.
Meu relato pode parecer machista, mas é apenas a surpresa de ver mulheres agindo como homens. Apenas uma coisa: se querem agir como homens, tenham cabeça pra segurar depois e não ficar se sentindo mal porque o cara não ligou”.
Cafa > Essa pecha de “machista” brotará nos comentários desse post. Há mulheres que não entendem que a grande maioria dos homens pensa assim. Antes eu era uma voz solitária nos posts, pelo menos agora perceberão que não se trata de uma opinião isolada.
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Você tem uma história bacana, engraçada ou curiosa com o sexo feminino? Envie para o cafa@manualdocafajeste.com, se ela realmente for boa virará um post.
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Atendendo a pedidos, resolvi abrir uma nova seção no blog, o dia dos leitores.
Como é crescente o número de homens que lê o blog e comenta, abro este espaço para que eles possam enviar sua história (sigilo garantido) mais engraçada, curiosa ou interessante para que eu possa comentar e as leitoras possam fuxicar e aprender.
Você preferem que eu estipule um dia para postá-la ou que seja randômico?
As histórias deverão ser encaminhadas para cafa@manualdocafajeste.com
obs: Farei um projeto piloto, se der certo, se torna uma coluna fixa no blog. Sugestões serão bem vindas.
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Um dos principais motivos das mulheres lerem meu blog é saber o que passa na cabeça dos homens, o que eles querem ? o que valorizam ? O que abominam?
Como eu disse certa vez, não tenho a resposta pra tudo e algumas das coisas que eu falo as vezes não são aplicáveis a todos os homens. Porém, como faço parte do gênero, conheço os bastidores e como este personagem se comporta nas mais diversas situações. Por isso, acredito que pelos menos 80% do que falo reflete o que os homens pensam.
Posto isso (sempre quis usar essa expressão), hoje vou fazer um post mais leve sobre qual o real intuito dos homens em algumas frases proferidas. Vamos a elas:
1-) “Seu sorriso é lindo. Além do que, você parece ser uma pessoa muito inteligente” > Essa é a típica cantada do cara esperto que quer pegar uma pseudo-esperta. Geralmente a garota é muito gata e já está acostumada a receber elogios que valorizam seus atributos físicos. Para ganhar esse tipo de mulher o jeito é falar do sorriso (que além de toda mulher gostar, só de falar “Você tem um sorriso bonito” a bobona já abre um sorrisão) e elogiar atributos psicológicos. Mulher gatona sabe de suas qualidades físicas e por isso adora saber que também é inteligente (mesmo tendo um cérebro de empada).
2-) A série “Você merece alguém melhor que eu”, “Não dá, você me lembra uma pessoa que eu amava”, “Não quero te fazer sofrer”, “Preciso de um tempo pra mim”, “Você é uma ótima pessoa, mas não sei se é isso que eu quero”, “Nos conhecemos na hora errada”, blablablabla whiskas sache > Quem aqui tem +20 e nunca ouviu uma dessas frases? Posso garantir com plena convicção que 9 entre 10 é pura mentira e enrolação. Algumas leitoras vão falar “Isso é uma grande molecagem, coisa de homem que não sabe dizer na cara o verdadeiro motivo por estar terminando”. Nem sempre. É que o desgaste de ter que terminar com alguém que você não teve um relacionamento intenso, não compensa o preço da verdade. Um exemplo prático. Certa vez eu conheci uma garota bacana, mas que só depois de algumas saídas descobri que ela não era muito afeita ao trabalho e só tinha papo idiota. Vou falar o que? “Vai trabalhar e ler um pouco?” É melhor falar que preciso de um tempo pra mim e chutá-la.
3-) Mulher: “Se eu for pra sua casa você vai achar que eu sou uma vagabunda”; Homem: “Eu?! Imagina, você está com vontade e eu também, nada mais natural. A sociedade mudou.” > Realmente a sociedade mudou, mas se vocês não se conheceram previamente e vai dar para o cara de primeira, pode ter certeza que boa parte dos homens vai pensar “Vai logo vagabunda, dá pra mim”. E outra, a colocação dessas mulheres tem o único intuito de mostrar um pseudo moralismo. No fundo ela sabe que é isso que o cara vai pensar dela (afinal, nenhum homem falará francamente o que pensa), mas quer ouvir uma mentira pra se reconfortar. Quer dar? Dê, mas não fique de falso moralismo.
4-) (mulher pedindo opinião do cara sobre a roupa que está); Homem: “Tá linda” > Se o cara não tem intimidade com a garota e ela não passa de um lanchinho, jamais ele falará o contrário. Ela pode estar com um cinto de oncinha, uma blusa de zebrinha e um sapato rosa que ele vai falar que está bom, afinal dali a 30 minutos ela estará sem nenhum desses adornos cafonas.
5-) “Restaurante? É que estou um pouco cansado, não prefere alugar um filme?” > Tática aplicada pelos homens solteiros que não tem saco pra social com lanchinhos. O cara sabe que a mulher não vale a conta do restaurante e que a possibilidade de sair dali e ir pra cama é mais difícil. Porém, ele sabe também que não pode fazer um convite indiscreto e direto do tipo “Vem aqui pra casa pra gente ouvir uma música” A garota precisa se sentir valorizada e que o cara não está saindo com ela com o único interesse de transar. Então, ele usa o eufemismo “não prefere alugar um filme”, pois está subentendido que é um convite pra ir pra casa e mais subentendido ainda que o filme vai começar no sofá e terminar na cama.
6-) “Você precisa conhecer ____________ ” (preencha o espaço com “minha coleção selo” ou “meu pug” ou “minha discografia X” ou “meu petit gateau” , etc > Mesmo objetivo do item anterior.
7-) “Desculpa ir assim tão acelerado, é que você mexe comigo” > As vezes pode até ser verdade, mas em grande parte das vezes o cara quer mexer com o ego da garota. Que mulher não gosta de se sentir A gostosa, que tem Aquele sex appeal, enfim, que enlouquece os homens? Ela se acha a tal e acaba liberando para o cara não porque é facinha (imagina!), mas porque é irresistível. Rá.
8 -) “Eu acabei de sair de um namoro, preciso de um tempo pra respirar, mas quem sabe mais pra frente…” > Como se namoro tirasse o ar de alguém. Aqui o cara simplesmente está dizendo que cansou de ficar com uma mulher só e agora quer comer a maior quantidade possível que ele conseguir, mas não quer perder a boquinha.
9-) “É que eu já combinei de sair com meus amigos, vamos sair outro dia” > Aqui ele quer dizer, “olha só, cansei de sair com você, preciso agora me divertir com meus amigos, beber, pegar algumas mulheres e quem sabe levar uma pra casa, porém não quero que você fique brava, pois algum dia eu posso estar sozinho e ai só me restará você”.
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Desculpem a ausência tão prolongada, mas meu trabalho está bem pesado. Em breve vem promoção pra compensar.
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Algumas leitoras criticam, outras elogiam o fato de eu ter começado a namorar e a temática dos meus textos ter mudado. As que criticam dizem que eu fiquei sério demais e chato, as que elogiam dizem que estou mais maduro.
Ambas estão certas. Na verdade chato eu sempre fui, mas com o namoro fiquei mais sério e mais maduro. Sinceramente, não vejo problema algum nisso. O que se espera é que as pessoas evoluam com o passar dos anos e com algumas situações (faculdade, trabalho, relacionamento sério, paternidade, etc). Só uma mula ou alguém alienado do mundo conservaria a mesma forma de vê-lo e de se relacionar com as pessoas após cursar uma faculdade, o primeiro estágio e namorar.
No meu namoro, uma das coisas que mais tenho aprendido e observado em um relacionamento sério é a questão do “ceder”. Algo que em um relacionamento casual não ocorre e motivo pelo qual futuros namoros não vão adiante.
Recentemente protagonizei e presenciei essa questão em duas situações.
A primeira delas foi de um conhecido que estava de rolo com uma garota há 3 meses e em vias de namorar. No segundo mês desse relacionamento surgiu uma festa de aniversário do chefe da garota. Era aquelas festas bem chatas, onde todo mundo finge que se gosta, faz piadinhas de escritório e bajula o chefe. Como em algumas empresas ter um relacionamento sério pressupõe comprometimento e maturidade, ela pediu para que o cara fosse com ela como namorado. Apesar da festa ser em uma quinta e de todo esse cenário carregado, o cara, por gostar dela, topou e foram juntos. A festa conforme esperado foi uma bomba, mas ele ganhou muitos pontos com a garota.
Porém, semana passada foi aniversário de um amigo em comum nosso. Esse cara é o típico putanheiro, que nunca namorou, extremamente machista e sempre buscando levar seus amigos que namoram para balada. Traduzindo, a pessoa mais querida pelas namoradas dos amigos. Com a ficante desse conhecido do parágrafo passado não foi diferente. Eles já tiveram muitas discussões anteriormente e não se bicam, porém é o melhor amigo do cara, nasceram juntos. Ele pediu para que ela o acompanhasse, mas a garota negou até o fim, deu um chilique porque ele disse que iria sem ela e como resultado o cara deu um chute (no sentido figurado) na garota.
A segunda situação foi comigo. Como vocês sabem, adoro filmes e o gênero que eu gosto não apetece muito o gosto feminino (adoro terror e guerra e abomino comédia romântica e animações). Porém, toda vez que eu alugava um filme ou ia ao cinema com a minha namorada, no final de tudo era eu quem decidia. E como típico representante da classe homem, não dava conta que eu desprezava as indicações da minha namorada.
Na semana em que fiquei de quarentena pela gripe do porco na casa da minha mãe, nos últimos dias de isolamento ela quis ir ao cinema comigo ver um filme de comédia romântica. Eu aceitei sem pestanejar (mas com máscara no rosto). No dia seguinte contei para minha namorada do filme e ela deu um pequeno escândalo por “sempre assistir filme cabeça e chato com ela”.
Entendido o recado, ontem fui assistir “Up, altas aventuras” com ela. Claro, fui muito a contragosto. Primeiro, pelas ilustrações do filme na porta do cinema, parecia uma coisa meio boboca ao estilo daquela antiga novela do SBT “Vovô e eu”. Segundo, era dublado (em 3D) e repleto de crianças escandalosas na sala. E terceiro, era animação. Porém, só foi o filme começar para a sala ficar inteira em silêncio, a animação se mostrar um puta filme e o cafa se encontrar com os olhos marejados em algumas cenas. O saldo foi positivo. Minha namorada ficou bastante feliz por eu ter cedido e quebrei um preconceito.
Com essas duas situações deu pra entender a importância de ceder em um relacionamento. Aquela garota da primeira história perdeu um cara bem bacana por ter sido egoísta, intransigente e consequentemente imatura.
Isso serve para algumas pessoas que comentam aqui. As mesmas leitoras que não possuem essa percepção para compreender que as pessoas precisam evoluir e mudar em um relacionamento para que ele dê certo, são as mesmas que criticam a mudança nos meus textos e as mesmas que precisam de fórmulas prontas para fisgar o cara que curtem.
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Tai um tema que sempre foi tabu para eu postar. Não que eu tenha cafinhas perdidos pelo mundo ou qualquer outro problema particular com o assunto. É que tenho muitas leitoras mamães e digamos que tenho uma opinião e ponto de vista bem “forte” sobre gravidez precoce e não gostaria de ser grosseiro com um tema tão delicado. Mesmo porque sensibilidade não é muito o meu forte.
Porém, tenho uma quantidade imensa de leitoras jovens e não grávidas, então acho que vale discorrer um pouco sobre o assunto e deixar um “alerta”.
Nas minhas aventuras solteiras e em conversas com amigos uma coisa é fato, 80% das mulheres (piriguetes ou não) não fazem menção alguma à camisinha antes de transar. Se o cara não coloca antes de iniciar as brincadeiras, um abraço. Ele vai colocar o meninão no pêlo. Eu acredito que na cabeça dessas garotas não passa DST, pensam que só pega isso aquela vagabunda que dá pra todo mundo, acham que Aids é coisa de viado e gonorréia coisa de peão.
Mas meu ponto aqui não são as doenças, isso eu já falei certa vez. É sobre gravidez mesmo. De um lado temos as garotas que tomam pílulas regularmente e por isso acham que nunca pegarão nada (no máximo algumas verrugas lá embaixo) e do outro lado aquelas que não tomam pílula, mas acreditam no poder do “gozar fora” e na pílula do dia seguinte, utilizando-a como se fosse um vermífugo. Duas abobadas.
O tema dessa sexta veio a tona depois que recebi o e-mail de uma garota que teve um filho e agora reclama da conta que a vida trouxe pra ela pagar. Vamos a história:
“Já disse anteriormente, sempre fui uma versão feminina do que leio. Quis aproveitar do mundo o que ele poderia me dar. Queria “abraçar o mundo com as pernas”, não vulgarizando a expressão (rs). Ficava com rolos simultâneos e nunca fiquei de consciência pesada por isso. Achava até divertido a inversão de papéis. Eu inventando desculpas, recebendo mensagens spam e nem ligando.
Mas de uns tempos pra cá minha situação mudou drasticamente, muito meeeeeesmo! Se eu me apaixonei por alguém? Não, antes fosse…
Em uma dessas noites em que bebemos além da conta, fiquei com um amigo meu. You Shook Me All Night Long
Na empolgação, camisinha estorou!
A camisinha era daquelas com espermicida, mas logo falei p ele q tomaria a pílula do dia seguinte. E foi o que fiz logo que acordei. Tomei certinho, nos prazos estipulados. Sempre fui neurada com isso. Mas não adiantou, fiquei grávida!!! Com poucos meses (acho que dois) de gravidez passei o carnaval em Olinda e aconteceu de levar uma pancada na barriga, mas nada aconteceu. O bebê poderia ter o nome de Chuck Norris rsrs
Cafa > Primeiro, não engulo história de camisinha e pílula do dia seguinte, mas isso não vem ao caso. Fico é impressionado ao ver uma mãe com tanto zelo e responsabilidade indo grávida para um carnaval de rua.
Mas essa longa introdução foi para chegar ao ponto que eu queria: tem alguma asa de anjo nas minhas costas? Fui canonizada e não estou sabendo? Alguns homens agora me tratam com um respeito irritante!!! Como se eu agora transasse na clássica posição papai e mamãe ou nem transasse. Genteeeeeeee! Eu gosto de sexo (e muito)!
E não imagine que agora estou “despencada”, pq não estou. Voltei ao meu corpo rapidamente. Amo meu filho, mas minha vida sexual-afetiva não o envolve. Será que tenho uma mamadeira tatuada na testa ou um alerta sonoro que apita: fértil! fértil? Rsrs Queria entender um pouco esse comportamento”.
Cafa > Agora chegamos ao ponto que me interessa. (tirarei o negrito para não deixar o texto pesado)
Gravidez é sem dúvida alguma uma das coisas mais bacanas para uma mulher. Deve ser muito foda carregar dentro de si uma pessoa, vê-la nascer, crescer e se desenvolver. Até mulher que não tem filho fica toda boba ao saber que a amiga está grávida ou ao ver uma criança. Só que na cabeça masculina as coisas não são tão fáceis e bonitinhas quanto parece. Se o cara é novo e não é pai, há muito preconceito e aversão com mães precoces. Vou citar os principais pontos e antes que me crucifiquem, isso são observações e comentários que os homens fazem, se for sensível não leia:
Virar pai adotivo – Uma das principais piadinhas que homens fazem quando sabem que algum cara da roda pegou uma mãe é falar que o cara vai virar pai adotivo, que ao chegar na casa da garota o filho dela vai sair correndo na direção dele, agarrar sua perna e falar “papai”.
Corpo alterado – Outro ponto bastante comentado é a respeito do corpo. Dizem que mulher grávida fica com barriga mole, que o peito cai, que a periquita alarga, etc, etc. Bom, uma coisa é certa, todos ficaremos um dia barrigudos, moles e flácidos, mas com 20 e poucos anos não é o que se espera.
Imagem imaculada – Esse é o problema que a nossa amiga teve. Isso é algo que ocorre meio que por instinto, inconscientemente. Quando a mulher fala que já é mãe, meio que remete a uma imagem de pureza, de castidade e proteção, ou seja, nos remete a própria mãe. E ai o respeito em excesso e a preocupação em fazer algo que não seja “feio e impuro” é inevitável.
Pai da criança – Por mais que o cara tenha tido apenas um breve romance com a mulher, sempre haverá a sombra do pai da criança por perto. É um vínculo que não some, apesar de não estar presente em pessoa, sempre estará um pedaço.
Atenção dividida – Mães precoces geralmente deixam a coitada da vó cuidando do filho quando vão sair. Porém, numa hora vão ter que dar atenção à criança e consequentemente a mulher vai ter que dividir a atenção e seu tempo com o cara e a criança.
Ter as mesmas experiências – Eu acho esse um dos pontos principais que para mim sempre fizeram com que mães precoces entrassem em desvantagem em relação as outras mulheres. Como eu disse, a experiência de ter um filho é muito bacana. Cada momento é único, o teste dando positivo, os primeiros chutes, o primeiro choro, as primeiras palavras, etc. Isso é algo muito legal de dividir com alguém, mas se a pessoa já passou por tudo isso, a coisa perde muito o encanto.
Enfim, é ótimo ser solteiro, curtir as baladas, fazer sexo, etc, etc mas é bom ter em mente as consequências de algumas atitudes. A vida sempre cobra a conta de excessos. Quando não planejado, engravidar é uma delas. Só que pra mulher é muito mais complicado, pois quem vai ficar afastado do trabalho e/ou faculdade é ela, quem vai carregar a criança é ela, quem vai amamentar é ela, enfim, vai ter mais uma preocupação na sua vida. E ele? A única preocupação é pagar a pensão e dar atenção de vez em quando, o corpo, trabalho/faculdade e rotina continuarão praticamente o mesmo.
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Dia desses estava conversando com um conhecido sobre relacionamento. O garoto é mais novo, tem lá seu 20 e poucos anos, mas a sua maneira de pensar sobre relacionamento e seus valores são muito próximos a de muitos homens mais velhos.
O cara é um aprendiz de cafa, tempos atrás sempre vinha com uma história de pegação ou uma estripulia com mulheres lanchinho. Porém, há cerca de 2 meses o garotão ficou com uma menina bacana que o fez tirar o pé do acelerador e cogitar a hipótese de namoro.
Nesse dia que estávamos conversando ele me contou sobre como andava o seu relacionamento e o de um amigo próximo. Primeiro ele pediu minha avaliação sobre o amigo dele. Vou resumir a história.
O cara tinha conhecido a garota em uma festa universitária, porém ela se negou a ficar com ele. Trocaram MSN. Depois de ele encher bastante o saco, ela acabou cedendo e eles saíram. Se beijaram. Saíram mais umas 5x e na sexta a garota acabou fazendo um oral para o cara dentro do carro. Ai nessa hora o aprendiz interrompeu a história e falou que o amigo dele estava apaixonado pela garota e que ela é a mulher da vida dele (brega, mas ok), o aprendiz rebateu e disse para o cara pular fora, pois se tratava de uma vigarista. Ai eu o interrompi e fiz alguns questionamentos.
Perguntei se o motivo dela ser vigarista era pelo fato de ter feito boquete para o cara dentro do carro. Ele afirmou que sim. Eu argumentei que já era a sexta vez que eles saíram, que não seria algo tãaao anormal. Ele replicou e disse “Mas cara, no carro? E ele nem tinha tocado nela direito”. Ai eu perguntei sobre a garota que ele estava saindo, se já tinham avançado.
Ele me disse que quando gosta de uma garota e acredita que há possibilidade dela vir a ser sua namorada, ele não avança o sinal, pois se ela ceder logo de cara, ele desiste de ter algo sério e ela vira mais uma lanchinho. Ai já posso imaginar o nó na cabeça das leitoras, “se dou me tacham de piriguete, se não dou dizem que faço c* doce, Ó!!”
Hoje, com um pouco mais de maturidade eu entendo a lógica do raciocínio dele. Boa parte dos homens não quer namorar com uma garota que dê logo de primeira, uns dizem que essas são vagabundas e que não seriam uma companheira fiel ou que ao passear publicamente encontrariam vários “sócios” pela rua, mas eu arrisco outra opção. Quando a garota dá logo de primeira a impressão que passa é que ela faria isso com qualquer um que chegasse com um bom papinho e uma lataria apresentável, que pouco importa a “essência” do cara e o sentimento que tem por ele.
Ai as feministas vão fazer mimimi e falar “Ah, mas e aos homens que saem comendo qualquer uma por ai, também não se aplica a mesma regra?” E respondo, não necessariamente. Há uma diferença muito grande entre como o homem e a mulher enxergam o sexo. É meio clichê, mas não deixa de ser verdade. Para o homem fazer sexo, ele precisa estar com tesão, a mulher de tesão e estar envolvida. As que não precisam estar envolvidas são essas rejeitadas ou tachadas de piriguete. E se alguma feminista ainda insistir em dizer que mulher não precisa estar envolvida para transar, qual a justificativa pra não existir puteiro lotado de mulheres e grande parte da clientela de michês serem de homens gays?
