Uma pergunta muito recorrente que me fazem a respeito do Manual é por que um blog com um layout fraquinho, pouco atualizado e sem recursos visuais nos posts é tão acessado e comentado considerando que há milhares de blogs do gênero por ai.
Acredito que são 3 os principais motivos. O primeiro é a participação das leitoras que por meio dos comentários ajudam a enriquecer os textos e geram uma relação escritor / leitor raramente vista em blogs. A segunda é a eterna busca feminina em saber o que os homens pensam. E a terceira (que está diretamente relacionada com a segunda) é a transparência e objetividade com que exponho os temas. Não me preocupo em agradar determinado grupo de mulheres ou em ser politicamente correto em temas mais delicados. Procuro sempre passar uma visão fria e racional dos assuntos, a visão de boa parte dos homens.
Só que relacionamento, amizade, amor, etc não são uma ciência exata. Por mais que eu queira procurar a objetividade e racionalidade nos temas, tudo pode mudar. Além do que, e por mais clichê que isso possa parecer, sou humano. As vezes pela forma como exponho os assuntos, parece que sou uma pessoa que não erra, uma máquina, que tenho a resposta na ponta da língua e firmeza em todos os assuntos abordados. Mas não sou assim.
Faço toda essa introdução porque esse período em que estive afastado da minha namorada me ajudou a repensar algumas atitudes e rever a forma de encarar os relacionamentos.
Como eu havia falado, dei um tempo, sai com os amigos solteiros, segui as 6 dicas para me manter afastado da minha ex e estava decidido no meu propósito.
Só que em uma bela sexta-feira, a saudade bateu. Ainda assim me mantive firme, pois poderia ser um sentimento de posse que estava me tomando ou apenas algo físico. Fui ao supermercado comprei um vinho, pistache e decidi passar a noite inteira bebendo, comendo porcaria e trabalhando para tirar a ex da cabeça. Só que ao chegar em casa me deparei com uma carta dela.
Não quis abri-la. Pensei em queimá-la sem ler. Mas tomei banho, jantei e decidi abrir de uma vez. Não entrarei no detalhe do conteúdo da carta, mas digamos que me tocou profundamente. Não tinha pieguices, lugar-comum, perfume ou demais patetices que mulher apaixonada enfia em carta romântica. Tinha rasuras, letra torta e alguns erros, mas o conteúdo era sincero e de alguém que havia reconhecido seus erros, apontado os meus e mostrado que a vida / um relacionamento não é uma fórmula matemática. Pensei, repensei e decidi que deveria dar “uma chance” pra nós.
Sim, eu sei que pode parecer incoerente, pois há dois posts eu disse que não acreditava em chances. Mas, como eu mencionei nesse post, é muito fácil tomar uma decisão apenas pensando racionalmente, seguir uma fórmula e esquecer a emoção.
Talvez amanhã eu possa ver que errei, que deveria ter queimado a carta e partido para outra. Só que eu também poderia olhar pra trás e falar “eu deveria ter dado uma chance”. E o que fazer? Não sei vocês, mas eu prefiro relevar alguns dos meus princípios e pecar por ter tentado a ter desistido na primeira dificuldade.
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Uma das frases mais repetidas pelas mulheres e que já caiu no lugar comum é a famosa “Não há homem que preste”. Se você perguntar para 10 mulheres o motivo pelo qual elas continuam solteiras, 80% vão soltar essa frase, 10% vão falar que estão bem sozinhas (sendo que 8% delas são um verdadeiro tribufu) e 10% vão mentir (mas na verdade estão no grupo dos 80%).
Estatísticas cafísticas a parte, é uma resposta que merece uma atenção especial. O que seria um “homem que preste?”. Aquele que…
…tenha pegada, mas que não seja pegador?;
…que seja bonitão, mas que não seja tanto a ponto da vó se interessar pelo rapaz?;
…que seja inteligente, mas que não seja nerd?;
…que seja trabalhador, mas que tenha tempo pra você?;
…que tenha dinheiro, mas que não seja esnobe?;
…que seja bonzinho, mas que não seja um bobo?;
…que seja maduro, mas que não seja um chato?;
…que seja engraçado, mas que não seja um palhaço?;
…que seja família, mas que não viva na saia da mãe?;
…que seja sociável, mas que não queira socializar com amigas?;
Enfim, algumas mulheres buscam tanto a perfeição nos homens que das duas uma, ou acabam ficando encalhadas e amargas ou ficam pulando de galho em galho (ou de cama em cama) a procura do homem perfeito. O mais triste é que esse cálculo é diretamente proporcional a idade (estou todo matemático hoje), ou seja, conforme a idade avança, a quantidade de homens tranqueira aumenta.
Porém, não recrimino essas mulheres que buscam alguém “completo” para ter um relacionamento sério. Homens que trabalham, se cuidam, com caráter, que estudam e correm atrás dos seus objetivos, também buscam uma mulher com algumas (várias) qualidades citadas acima e não vão amarrar seu burro no primeiro par de peito ou bunda empinada que aparecer (no máximo vão dar uma comidinha e descartar). E ao contrário do que algumas mulheres pensam, esses homens têm faro para mulher ordinária e as vezes não é necessário uma investigação muito profunda para identificar uma cilada. 5 pontos para identificar uma mulher ordinária em minutos de conversa:
Aparência – A mulher ordinária anda vulgarizada, com pouca roupa e muita coisa de fora. Em alguns casos precisa andar que nem uma palhaça pra mostrar que é descolada, imita a moda da novela das 9 e se veste como uma índia da 25 de março, faz uma maloca no cabelo pra mostrar que é da paz, coloca strass e acessórios brilhantes ou dourados pelo corpo para forjar um brilho que não possui.
Comportamento – A ordinária não tem meio termo ou gosta de chegar berrando para que seja o centro das atenções ou fica quieta feito uma múmia. No primeiro caso geralmente são aquelas garotas que cortam a conversa dos outros, não querem saber o que o cara tem pra dizer (a menos que seja algo que ela possa tirar proveito, como dinheiro), gesticulam feito um molusco epilético, cometem erros sutis de português (“seje”, “menas pessoas”, “mazoquista”) e não se incomodam em tirar aquele resto de remela com maquiagem na frente do rapaz e depois olhar o dedinho pra ver o que saiu. No caso da múmia, não há muito que dizer, ela só abre a boca pra colocar comida e…deixa pra lá.
Trabalho – Não é afeita ao trabalho. Ou não precisa, pois sua família banca seus caprichos e viverá a eterna geração canguru dentro da bolsinha da mamãe; ou tem preguiça. No primeiro caso, sonham em encontrar um cara rico que a banque, geralmente tem mais sorte que a segunda, pois parte desses caras também será gerente de herança. No caso da que tem preguiça, é só tristeza. Pois pobre e preguiçosa, nem o coveiro vai querer. E essa característica pra mim é muito emblemática. Digo com muita convicção que das mulheres que eu conheci, 90% das que não trabalhavam (mais matemática) eram ordinárias.
Artes – Essa é batata. A tríplice pergunta livro, cinema e teatro é capaz de identificar uma ordinária em minutos. Se a garota responder “não gosto” para duas das 3 opções, ordinarice detected. Agora, se ela falar que é fã dos livros da Gasparetto / Paulo Coelho, que amou o último filme da Xuxa na Serra Pelada e que a última peça que assistiu foi Saltimbancos, é mais do que ordinária.
Feminista de conveniência – Esse tipo é o que mais se prolifera. São aquelas garotas que querem ser iguais aos homens quando lhe convêm. Querem se deitar com quantos homens quiserem na semana pra satisfazer a sua libido, beijar amigos da mesma roda e dar no banheiro da balada e ser chamada de casta. Poreeeem, quando chega a conta do restaurante, voltam para o tempo da vovó e acham um absurdo o cara querer dividir a conta. (continuarei esse assunto no próximo Dia dos Leitores).
Veja bem, para ser uma ordinária, não é necessário preencher todos os requisitos. Uma patricinha acéfala, por exemplo, pode se comportar como uma princesa, mas o quesito trabalho já queima. Por outro lado, uma garota trabalhadora, pode se queimar no quesito “comportamento”. E assim segue a busca pelo senhor e senhora “quase” perfeitos.
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Depois da mudança bem sucedida com a Sexta das leitoras, vou tentar outro tipo de post, os pílulas.
Como vocês sabem, tenho pouco tempo para atualizar o blog, que em 90% das vezes ocorre de madrugada. Para tentar aumentar o número de posts publicados e saciar as leitoras mais eufóricas, farei um teste com os pílulas. Basicamente post pílula são aqueles curtinhos, engraçadinhos e que não exigem muito tempo para produção.
De maneira alguma isso substituirá os posts normais. É só uma maneira de deixar o blog mais dinâmico. Se não der certo, tento outra coisa.
Hoje recebi de uma amiga um gráfico americano bem engraçadinho sobre como conquistar uma mulher. Não achei a fonte, mas traduzi, fiz algumas alterações e acho que serve para resumir boa parte dos casos de conquista (ao menos dos cafas).

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P.s Tive problema com o fornecedor na entrega das grades das camisetas. Isso deverá ser normalizado essa semana. Na próxima já começo a enviar as camisetas de quem já pagou. Ah, os adesivos ficaram ótimos, assim que receber uma prova, eu escaneio e mostro pra vocês (obrigado pela força Paula Chiuratto!)
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É engraçado como as pessoas e políticos adoram instituir dia para comemorar as coisas mais idiotas e que acabam caindo no esquecimento anos depois. As únicas datas que eu me apego são obviamente os feriados e aquelas para comprar presentes, como o dia dos pais e das mães (pelo menos sempre escapo do dia dos namorados). A última data estranha que tive notícia foi de quinta passada, o Dia do Orgasmo.
Como sou muito abelhudo, fui dar uma fuçada para saber como se originou essa comemoração e tive algumas surpresas interessantes. No Brasil a data oficial é 9 de maio, mas pelo visto só é comemorada na cidade natal do político que a criou (Esperantina – PI). Ela ficou internacionalmente famosa em 31 de julho, quando um grupo de Sex shop ingleses se uniu para sensibilizar as inglesas a gozarem mais (talvez dando um consolo). Foi uma manifestação bonita, pois na Inglaterra 80% das mulheres não gozam numa relação e 30% nem sabem o que é o orgasmo. Creio que no Brasil esse número deva ser um pouco menor devido a nossa falta de inibição e maior pegada nas preliminares.
Se há mulheres que mal sabem se atingiram o orgasmo, imagine para os homens identificar se a garota gozou. É praticamente impossível a menos que ele esteja com a boca ou o dedo na botija. Isso faz com que as mulheres possam fingir orgasmo e agradar seu parceiro que achou que é o cara por ter conseguido fazer com que sua mulher tenha chegado lá.
Coloco isso, pois vivi experiência relacionada ao tema há algumas semanas quando conheci uma garota num evento boca-livre. Eu tinha bebido muito e já estava chamando urubu de meu bem quando começamos a trocar olhares e decidimos ir para a cafa house continuar a festa por lá. Trocamos uns amassos na sala e depois fomos para o quarto chegar nos finalmentes.
As garotas mais experientes sabem como funciona quando o cara está muito bêbado, ou broxa ou demora horrores pra chegar lá. Esse último é meu caso. Depois de um tempo transando a garota falou que já tinha gozado e que quando quisesse eu poderia ir também. Só que eu não poderia. Já não aguentava mais bombar, pois além de cansado meus joelhos estavam completamente esfolados, já tive que transar no chão (minha cama tem emitido um barulho broxante quando eu transo, então ou é sofá ou chão ou escrivaninha). Ai ela pegou no meu ponto fraco, o oral, e consegui chegar lá. Só que fiquei na dúvida, será que ela realmente gozou?! Ou fez isso para tirar o peso de cima dela? Na manhã seguinte ela jurou que tinha chegado lá. Não acreditei, mas dei o assunto por encerrado.
Depois, lendo o blog da minha amiga Rachel, percebi que algo parecido tinha ocorrido com ela, só que na situação inversa. Ela disse que tinha chegado lá e que o cara não acreditou, pois ela não emitiu nenhum sinal.
Ai fiquei pensando, po, está certo que o orgasmo cada um sente e curte de uma forma, ma se a pessoa ficar parada feito uma múmia paralítica, como o parceiro vai saber que ela chegou lá? Imaginem o rolo/namorado/caso de vocês quando for gozar fica ali paradinho e só sai gosminha do meninão. Não tem graça nenhuma. Você quer sentir que está propiciando prazer pra pessoa, e ficar mudinha não vai ajudar. Portanto, fingindo ou não, DEMONSTRE que o cara conseguiu te dar tesão. Não precisa ficar uivando feito uma atriz pornô de quinta categoria, mas uns gemidinhos, mordidinhas e apertadas ajudam um bocado.
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Resolvi fazer este post depois de receber várias dúvidas de leitoras sobre como mostrar pra um carinha que está a fim dele e depois de vivenciar na prática neste fim de semana uma situação que ajuda a ilustrar o tema.
Bom, falei aqui certa vez sobre o bloqueio que tenho de chegar em mulheres em lugares públicos como praia, parques, rua, etc. Esse bloqueio é mais relacionado ao constrangimento de levar um fora a timidez em si. Por isso, geralmente espero a garota tomar a iniciativa através de um sorrisinho frouxo ou de um olhar mais prolongado.
Neste final de semana fiquei em São Paulo. Sábado fui até o Parque do Ibirapuera correr com o aprendiz de cafa. Depois de quase uma hora de atividade física, paramos em um canteiro para alongar. Numa árvore em frente a nós estavam 3 garotas tirando fotos em cima dela. Ok, meio brega e infantil, mas tinha uma garota que era o meu número, loirinha, baixinha, magra-gostosa e de aparelho nos dentes (nham!). Ao me ver ela soltou um “nossa”, deu uma risadinha e ficamos trocando olhares. Fiz todos os tipos de alongamentos existentes para ficar ali naquele flerte. Porém, estava travado para chegar nela.
Depois de um tempo elas saíram do lugar, dei um tchauzinho pra garota, ela retribuiu e foi embora olhando pra trás. O aprendiz de cafa me incentivou a ir atrás delas. Confesso que me senti um pouco ridículo com a situação, mas como ela era o meu número, fui atrás. No caminho fui pensando em diversas abordagens:
- “Olá, você vem sempre aqui?” (Não, muito batida);
- “A gatinha aceitaria dar uma volta?” (não, brega pra cacete);
- “Oi, é que vi você me olhando ali e sei lá, gostaria de te conhecer melhor” (Eca, muito colegial)
- O aprendiz de cafa me deu uma sugestão “Olá, querem uma carona pra ir pra casa?” (Também não, muito direto)
Ao alcançá-las foi mais simples do que eu pensei, perguntei o nome delas e como elas estavam com sacolas de faculdade na mão, perguntei se estavam prestando vestibular e ai o papo foi fluindo. O aprendiz de cafa quase queima a largada, ao teimar na carona pra casa (que foi recusada) e sugerir assistirmos um filme na cafa house (que gerou um silêncio perturbador), mas não foi nada que comprometesse.
Apesar de nova (17 anos) a garota tinha um papo aceitável e um corpo ótimo. Pensei em beijá-la ao me despedir, porém estava muito suado e com a boca salgada, como não queria comprometer o primeiro beijo (que sempre é fundamental para que ocorram os seguintes) trocamos contato e em breve combinarei de sairmos juntos.
A dica que deixo aqui é que a mulher deve ser a facilitadora do contato, jamais quem tomará a atitude. Acho péssimo aquelas mulheres em balada que mandam a amiga dar recado pro cara, que chamam o homem pra dar uma volta, etc Se o cara é tímido, de alguma forma vai fazer você perceber que ele está afim. E isso não é ser machista (como muitas adoram apontar) é respeitar a função de cada sexo na relação. Um homem que não tem atitude pra chegar numa mulher, imagina como deve ser na cama.

Dica da semana
Assisti no fim de semana o excelente filme “Piaf” que premiou com um Oscar a gloriosa atriz Marion Cotillard pela sua interpretação da célebre cantora francesa, que sou fã, Edith Piaf. O final é de arrepiar ao cantar Non, je ne regrette Rien (vejam a música e letra aqui). Ideal para aquelas mulheres que se queixam de ter se apaixonado por “homens errados” e demais frustrações amorosas.
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Nelson Rodrigues sempre foi um cara polêmico ao retratar as mulheres e o sexo em suas obras. Particularmente nunca fui muito fã do seu gênero literário, mas ele tem o seu valor por ser um dos primeiros no Brasil a falar tão abertamente sobre relacionamentos. Certa vez ele cunhou uma frase célebre que na época que eu ouvi achei absurda, mas interpretando-a atualmente entendi o significado, segue: “Não são todas as mulheres que gostam de apanhar, só as normais”. Antes que as feministas e precipitadas de plantão me ataquem, vou explicar.
É óbvio que mulher nenhuma (com exceção das masoquistas) gosta de levar um sarrafo. Claro, tem uma boa parte que gosta de tomar uns tapinhas na hora do sexo, mas isso é outra coisa. Acredito que o Nelson usou uma alegoria para explicar algo comportamental, ou seja, mulher não gosta de cara que fique babando no seu ovo (os famosos “bonzinhos“). E comprovo isso empiricamente também, pelas minhas experiências e de boa parte dos meus amigos, as mulheres correm mais atrás dos homens que não ficam no seu pé.
Esse feriado eu tive mais uma prova disso. Lembram da garota que não sabe administrar a geladeira e que eu chamei de gordinha? Me ligou perguntando se eu ia fazer alguma coisa a noite. Como eu havia falado, a cabeça de baixo as vezes manda na de cima e como a química com a garota é forte, aceitei. Infelizmente, acabou não indo para os finalmentes, saímos mais para resolver o mal entendido. Ela ficou toda de charme, perguntou se eu estava saindo com outras, se tinha transado com alguém no carnaval, etc . Agora a pouco recebi uma mensagem dela no celular dizendo que já estava com saudades.
Aos poucos percebo que a frase de Nelson Rodrigues também é aplicável ao homem. Nesse mesmo feriado sai pra dar umas voltas com uma outra garota que conheci na balada. Ela é bem simpática, toda meiguinha, bonitinha, mas não tem química alguma. A pegada dela é muito fraca (não é só homem que tem pegada). A outra mais cachorra, por mais que tenha feito o que fez, tem um beijo excelente e uma puta malícia. Ela sabe “bater” e ser atenciosa (sem ser grudenta). Volto ao meu velho dilema que parece impossível de solucionar, quero uma puta na cama e uma dama na sociedade.
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Uma leitora me pediu para dar umas dicas de como atrair homens bacanas na balada.
Bom, antes de mais nada, eu sou um pouco incrédulo sobre encontrar um(a) parceiro(a) interessante na balada. Geralmente, as pessoas estão lá pra encher a cara, se divertir com os(as) amigos(as) e fazer contatos que possam render uns beijos ou uma transa casual.
É claro que há algumas pessoas que valem a pena conhecer nestes lugares. Mas, são bem poucas e por isso você precisa ficar atenta para encontrá-las. Segue 5 breves dicas que facilitarão essa busca:
1-) Não beije de cara. Um dos maiores prazeres de ficar com uma garota (que vale a pena) na balada é a conquista. Se a garota for meia boca e não me beijar de cara eu abro fora. Agora se for interessante, vale a pena a conversa. Então, fala pro cara que você achou ele interessante, mas que ainda é cedo pra beijar (se ele sair fora, você não vale a pena pra ele) prolongue o assunto e ai sim o beije.
2-) Ele esqueceu seu nome? Acontece. O álcool tem o incrível poder de fazer com que o nome das pessoas seja a primeira coisa a ser esquecida. Não encane com isso, a não ser que você veja que o cara mal consegue parar em pé, ai sai fora por que ele nem vai lembrar do seu rosto no dia seguinte.
3-) Chave-de-braço não. O cara pode ser o mais gato da balada, se ele chegou em você guindando, caia fora. Lembre-se, essas dicas são pra achar pessoas interessantes na balada. Se o cara não tem a capacidade de lhe convencer a dar um beijo pela conversa, só deve ter abobrinha ali dentro.
4-) Não seja pedante. Como eu falei anteriormente, na balada as pessoas vão para se divertir com os amigos, se surgir alguém interessante pode rolar de os dois ficarem juntos. Agora, se o cara ficou com você e resolveu voltar à roda de amigos dele, não fique circulando o coitado ou soltando frasezinhas inconvenientes do tipo “já me esqueceu?”, “e ai, curtindo muito?”. Curta a sua noite, se você mexeu com ele, ou ele não te abandona ou ele volta.
5-) Não ande em bando. No máximo vá com 3 amigas para o lugar. Se não for possível, dividam-se em grupos. Muitas mulheres juntas intimidam o cara a chegar junto por dois motivos. O primeiro diz respeito àquelas amigas barangas que não beijam ninguém e na hora que o cara chega pra falar com sua amiga, querem ir ao banheiro com todo mundo junto ou pede pra irem pra outro lugar. O segundo é a vergonha mesmo, apesar do álcool quebrar um pouco isso é meio constrangedor chegar numa garota e 8 ficarem analisando até o fio de cabelo que está fora do lugar.
Boa sorte!
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Sábado estava conversando com a minha mãe sobre as garotas que eu tinha apresentado a ela desde que comecei a assumir alguns relacionamentos mais sérios. E todas que ela simpatizou são aquelas meninas “de família”, simpáticas, educadas, com bons modos, delicadas, e demais adjetivos bonitinhos. E foram justamente as que despertaram menos interesse em mim.
As que eu mais gostei foram às consideradas “despirocadas”, que tinham poucas qualidades mencionadas acima, mas que na intimidade deixavam as “de família” no chão. Isso não quer dizer que eu seja um cafajeste imprestável, não. Mas, pra mim o entendimento na cama é 75% de uma relação. Ao falar isso minha mãe resumiu com a célebre frase, “é não tem jeito, homem gosta mesmo de uma puta na cama e uma dama na sociedade”.
Ok, “puta” é muito pejorativo e a frase um pouco simplista, mas o sentido dela é excelente.
O que eu vejo acontecer hoje em dia é o prevalecimento dos dois opostos, quando na verdade eles deveriam ocorrer em conjunto. Explico. Mulheres que pra não serem taxadas de vulgares ou por terem sido criadas numa família muito conservadora assumem papéis de santa e esquecem de abandoná-lo em 4 paredes, ai fica aquela coisa insuportável de ficar n meses com a garota e ela nada de transar, de tentar um sexo oral e ela vir com “tenho nojo”, ou então ter vergonha de determinadas posições sexuais (sendo que jamais as experimentou, pois acham vulgar ficar de 4, por exemplo.); e na contramão aquelas mulheres que em nome da igualdade de sexo, do feminismo burro e pra mostrar uma pseudo-independência tendem só pro lado da despirocação, dão pro primeiro que aparece, acham que lavar uma louça é descer no patamar das “conquistas feministas”, enfiam um shortinho cavado no útero e um decote “vejam meus peitos”, afinal são livres para isso.
Eu acho muito mais fácil uma garota “de família” se converter em quatro paredes a uma despirocada virar dama. Aliás, se alguém conhecer uma mulher que apresente as duas características, me apresente, por favor
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A leitora Angela D´Agostino me passou por e-mail um manual bem interessante que foi comentado pela Gláucea em seu blog. Ela me pediu que o comentasse, segue:
MANUAL DA MULHER BEM RESOLVIDA….
1º Se ele se interessou, ele liga!!!!
É isso mesmo, quando o cara quer,
não tem projeto importante,
morte da tia ou trânsito maluco que o impeça
de te convidar pra sair.
R: Bom isso eu já mencionei num dos primeiros posts que eu escrevi. Realmente tem que vir do homem o interesse em ligar pra mulher. O problema é que muitas vezes chapado na balada eu anotei errado o telefone da garota, e torcia pra que ela me ligasse no dia seguinte (o que nunca aconteceu). Pra não correr esse risco troque msn (ninguém tem compromisso de ligar e a conversa acaba rolando mais tranquila).
2º Passou uma semana sem ouvir notícias dele?
Esquece, parte para outra!
Ligar para saber se tá tudo bem, nem pensar!
Homem que tá perdido merece ser encontrado morto
no apartamento, e pelo zelador do prédio,
porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça….
R: Não seja chiclete, nenhum homem suporta grude. Se ele tem interesse por você, vai te ligar com certeza. Se em uma semana ele não deu notícias é meio estranho, mas não dá para tirar conclusões. Pode ligar sim (uma vez!), e ai pelo tom da voz dele você vai saber se o cara não está nem ai.
3º Vocês saíram e ele não ligou mais.
Foi porque você cedeu? Ou foi porque você não cedeu?
Na verdade, pouco importa.
Se o que ele estava a fim era de sexo, e rolou, ótimo!
Sexo é que nem pizza: bom-até-quando-é-ruim..
Mas se você não cedeu, ele provavelmente
não te procurou mais porque achou que ia dar muito trabalho.
Ou seja, pare de se atormentar porque transou ou não!!!
R: É mais complexo que isso. Você pode ser um porre, o papo não fluiu, não teve química, você tem bafo, etc, etc Se rolou sexo e foi bom, ele vai ligar sim, homem nenhum abandona uma mulher se o sexo não for bom (mesmo que o relacionamento se resuma a isso). Se não rolou, mas você é uma pessoa que vale a pena investir, ele vai ligar. Hoje em dia arrumar uma pessoa interessante está cada vez mais difícil.
Duas lições: dar uma de difícil
depois de uma certa idade já era !!!
Ridículo é fazer tipinho!!!
E além do mais você vai se arrepender
de ter cedido e de não ter cedido….
R: Tai uma verdade. Mulher mais velha dar uma de difícil não rola.
4º Homens Comprometidos – diga não!!!
A relação dele tá em crise, péssima,
só falta oficializar o fim??? Ótimo!
Se ele quiser continuar infeliz, dane-se!
Senão, ele termina de uma vez e depois te procura,
combinado?
R: Concordo plenamente. Se você é amante é gosta de viver assim, ok. Agora se tem a ilusão que ele vai terminar com a número um pra ficar com você, espera sentada. Se está cômodo tirar casquinha de duas, pra que ficar só com uma?
5º Ouviu aquela clássica: “Você é boa demais pra mim…”
Acredite, amiga! É mesmo!!!”
Descarte o cidadão
e pare de bancar a Madre Tereza de Calcutá!
R: Frase boba. Homem que diz isso é tosco. Cai fora.
6º Não tente…
Não dá pra namorar um cara
pelo qual você não tem um mínimo de admiração.
R: Nada vê. Admiração a primeira vista é rara. Você passa a admirar a pessoa depois de conhecê-la melhor.
7º Traição…
Não continue com um cara que te chifrou
se você não agüentar a onda de ser traída de novo.
E olho vivo se ele já foi infiel com outras.
A gente sempre acha que com a gente vai ser diferente….
Esqueça!!! Nunca é!!!
R: Certíssima. Se chifrou uma vez, chifra outra. Você não é melhor que ninguém. Se aparecer algo mais interessante, o cara vai jantar fora.
10º E atenção! A “Fila Anda”!!! ”
Pior do que nunca achar o homem certo,
é viver pra sempre com o homem errado”
R: Concordo.
Nosso lema a partir de hoje:
“O homem que não dá assistência
Abre a concorrência
e perde a preferência.”
R: Isso funciona para ambos os sexos.
=)
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Jamais! Quando o cara curte ficar com a garota ele vai procurá-la, só não o fará se tiver rabo preso.
E outra, hoje em dia telefone ficou démodé. Não se passa mais número de tel pra alguém que você acabou de conhecer (a não ser em casos muito específicos). O grande lance é pegar o msn, por que ambas as partes não tem obrigação de ligar no dia seguinte, o encontro acaba sendo casual. E se o cara for péssimo na conversa, tu já pode deletá-lo ali na hora, sem nenhum ressentimento ou retornos indesejáveis (o que fatalmente ocorreria com tel).
