Algumas leitoras do blog e amigas descoladas que converso dizem que são “vacinadas” contra cafas ou que possuem capacidade de pegar e não se apegar, até se verem envolvidas emocionalmente com o carinha e fazerem as mesmas besteiras que eu sempre escrevo aqui.
Dessa vez eu observei um exemplo prático que aconteceu aqui em casa com o aprendiz de cafa. Quem já é leitora a longa data, sabe que ele sempre foi bonzinho com a mulherada e por conta disso amargurou alguns desencantos. Só que ultimamente ele tem se saído um excelente aprendiz e em breve se tornará um profissional.
Ele ainda cursa faculdade e, para minha inveja, sempre arruma uma incauta na faculdade pra lanchar na cafa-house. Porém, nos últimos meses ele estava ficando por mais tempo com uma das garotas. Cansei de falar pra ele tomar cuidado, pois ela poderia se apaixonar e a dor de cabeça ser grande. Até o dia em que ela apareceu com uma cafeteira em casa e deu de presente pra ele sem motivo algum. Não deu outra, estava apaixonada.
Estava apaixonada, mas queria mostrar o seu pseudo desapego em relação a compromisso (mas torcendo pra que ele a pedisse em namoro). Isso se revelou num fim de semana, quando eles tinham combinado de sair na sexta-feira ela disse que sairia com suas amigas pra dançar (e provocar ciúmes, claro). Ele ficou bem puto, mas não externou pra ela. Resolveu descontar na mesma moeda.
Não ligou pra ela o sábado inteiro. À noite combinamos de sair com alguns amigos para uma baladinha. Lá pelas 21:00 ela ligou em seu celular perguntando se ele não gostaria de sair. Hehehe. Ele falou a verdade dizendo que iria para o aniversário de um amigo e que na sequência provavelmente pegaria uma balada. Ela ficou uma arara e desligou o telefone.
Adivinhem o que aconteceu dia seguinte? E-mail cobrança na caixa de entrada do aprendiz de cafa.
A garota escreveu um monte de absurdo falando que ele era moleque, que eles não tinham nenhum compromisso, que não precisa mentir e blábláblá. Se não tinham compromisso, então por que um e-mail chato desses? Ele a ignorou. E ignorar uma mulher é pior do que falar “some da minha frente”, por que ela vai achar que o cara não recebeu o e-mail, que a resposta ficou na caixa de saída ou que ele não leu sem querer, etc. Além do que, ela precisa saber a reação do cara diante disso tudo. E o que aconteceu? Mais um e-mail chato.
Só que dessa vez ela resolveu medir as palavras e reatar o relacionamento que eles tinham anteriormente. Só que uma vez mala, dificilmente o cara vai querer sair de novo. Ele respondeu secamente e disse que era melhor cada um seguir o seu rumo. Segundo ele, a garota fica até hoje caçando seu olhar nos corredores da facu. Coitada.
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Escrevo este post já esperando a saraivada de críticas e esculhambações de algumas leitoras, mas como qualquer homem que vê uma oportunidade de sexo iminente, o cafa não resistiu e cometeu um terrível erro, transou com uma mulher apaixonada que ele não tem a mínima consideração. Pra piorar, ela é a garota do post sobre paixonite frustrada. Vou explicar como se sucedeu e o perrengue que passei.
Sexta-feira a noite meus hormônios estavam a flor-da-pele, e como a loirinha do parque não estaria disponível no fim de semana, e minha geladeira paulista está um pouco vazia, me vi na situação de apelar pro cinco contra um naquela noite, quando recebi um SMS da garota da paixonite frustrada dizendo que gostaria de me ver. Sei que é péssimo, mas como mulher apaixonada é mais fácil de levar pra cama, acabei topando desde que assistíssemos um filme em casa. Ela sugeriu um barzinho, mas eu rebati dizendo que não poderia beber por causa da lei seca. Ela retrucou dizendo que poderíamos ir ao cinema. Inventei a desculpa de que já tinha ido naquela semana e ela acabou topando ir pra cafa house.
Eu não tava com muito saco pra social de namorinho, mas não teria outro jeito de chegar aos finalmentes sem passar por aquilo. O filme estava muito interessante e toda hora que ela virava pra me beijar eu tinha que ficar inclinando a cabeça pra não perder as cenas. Quando acabou o filme, a pegação começou pra valer e o início da minha dor de cabeça também.
Ao colocar a mão para masturbá-la, a região pubiana estava uma maravilha, porém nos grandes lábios tinha uma cabeleira nojenta. Respirei fundo e tentei abstrair, afinal eu era o único culpado por aquilo. Fomos para cama. Não vou entrar no detalhe do ocorrido, mas acho que fazia tempo que sua amiguinha não recebia uma visita, pois foi um parto de ouriço para o meninão conhecê-la. Um pouco antes de gozar, perguntei se ela aguentaria uma segunda, caso contrário eu seguraria mais um pouco, e ela disse que sim. Infelizmente. A depressão pós-sexo foi como uma paulada. Me limpei, deitei na cama no que ela lançou: “ué não vai ter a segunda?”. O cafa não podia negar fogo. Foram uns 10 minutos de transa com o meninão borrachudo, ai fingi que gozei (sim, homem consegue fingir a segunda se está de camisinha) virei de lado e cai numa letargia. A coitadinha me acordou 3 horas depois, já de madrugada dizendo que precisava ir pra casa. Levei com muito custo e quando eu já estava em casa quase dormindo recebi uma mensagem me agradecendo pela noite. O spam de mensagem estava começando. ¬¬
Fui despertado sábado as 9 da madrugada com uma mensagem da garota dizendo novamente que amou a noite e que gostaria de me ver no fim de semana ainda. Fiquei tão feliz. Fiz as minhas coisas no sábado e não atendi 4 chamadas dela ao longo do dia. À noite, mais mensagem. A garota disse que estava indo com seu irmão jogar fliperama e que gostaria que eu aparecesse lá. Programão, né? Ignorei. No final da noite, peguei uma baladinha com meus amigos, e adivinhem? Mais mensagem! E o mais engraçado foi a intimação disfarçada de convite: “Cafa, estou marcando com uma CASAL de amigos meus de ir para a Praia Grande, gostaria que você fosse comigo”. Ignorei. E recebi mais um torpedo: “Vamos amanhã?”. Virou piada na roda de amigos bêbados.
Domingo acordei as 10 da madrugada despertado pela mensagem relógio da garota: “Bom dia”. Ignorei. Mais ligações perdida no meu cel ao longo do dia. E a noite? Mais mensagem, claro. “Como foi seu fim de semana”. Ignorei. E quando eu estava na cama? Mais mensagem: “Não consigo parar de pensar em você”. Fiquei com um tremendo peso na consciência.
Sei que muitas de vocês vão falar: “Que idiota, por que não falou pra garota que não estava mais a fim??”. Minha resposta é, por que eu não suporto discutir relacionamento ainda mais com quem eu não tenho relacionamento. Pelo que eu conheço de mulher xonadinha, ela ia me perguntar o que ela fez de errado. Lembram do meu amigo que chamou a garota de gorda?
Para os homens é tudo muito simples, se o cara não respondeu a uma mensagem já é pra ficar de orelha em pé, não respondeu a segunda? Pára! Não pense que você vencerá pela insistência. Às vezes o cara procura a garota só pra descontrair, não significa que ele está apaixonado. É duro? Sim, mas é a verdade e que muitas mulheres insistem em não acreditar.
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Cansei de falar de mulher chata, mas fico impressionado com a capacidade que as mulheres apaixonadas têm de encher tanto o saco do cara a ponto daquela paixonite inicial se transformar num aborrecimento em poucos dias.
No post passado eu falei da garota que eu conheci na balada e que por estar bêbado, mal lembrava do seu nome. Só lembro que a química tinha rolado. Segunda-feira, porém, após duas ligações erradas, eu finalmente descobri o nome da garota no meu telefone celular.
Conversamos amenidades e trocamos email. O aporrinhamento começara. Mal desliguei o telefone e já veio um SMS “Adorei te conhecer gatinho, não some. Beijinho”. Ok, foi meiguinha. A noite ela entrou no MSN e a primeira coisa que fez foi pedir as fotos que tínhamos tirados juntos (e que eu nem lembrava da existência) pela câmera do meu amigo. Ao ver as fotos, quase cai duro. Eu com uma cara completamente torta e ela xonadinha me abraçando por trás. Jamais passaria essa foto pra ela.
Dei um perdido nela sobre as fotos e na sequência ela pediu que eu a adicionasse no Orkut. Mais aborrecimento. O álbum dela é terrível. A garota com 25 anos de idade e no álbum há fotos de aniversário temático com ela vestida de Cinderela e em algumas fotos com a cara suja por uma espuminha de carnaval que algum parente mongol jogou nela (e que ela adorou pelo visto). Pra fechar com chave-de-ouro no Orkut e marcar território, numa típica atitude de mulher mala, ela deixou um comentário em uma das poucas fotos que meu amigo tirou na balada e que eu sai com cara normal dizendo “Hum, te conheci nessa balada” pra todo mundo ver. A paixão instantânea que tive por ela caiu pela metade.
Não satisfeita, a noite ela mandou aquelas mensagens default de mulher apaixonada “Bjao Cafa, não esquece de sonhar comigo”. Que coisa mais rdícula, “Não esquece”. A paixão reduziu pra 3/4 do início.
No dia seguinte, foi mais uma série de pentelhices. Um toque para vocês leitoras, se você não tem o que falar com o cara no MSN, não fale! É um saco gente que chama só pra falar “Oi, tudo bem com vc?”, “Ah comigo ta tudo bem tb” ou então “Só passei para lhe desejar um bom dia”. E morre ai. Ela costuma fazer isso e observações idiotas do tipo, “Nossa você parece bem feliz nas fotos do seu Orkut”. ¬¬’. Eu deveria estar chorando?
Já de saco cheio da garota, ela veio perguntar se eu estava recebendo as mensagens SMS que ela tinha enviado feito spam (a mala número 6). Da-lhe paciência. Para detonar de vez a paixonite ela me lançou “Nossa, você está tão quietinho, cadê o cafa que eu conheci no sábado a noite?”. A partir de hoje, pra ela virou lembrança. Se ela é mala assim virtualmente, imaginem fisicamente e comigo sóbrio.
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Calma, dessa vez o Cafa não está revoltado com nenhuma garota, nem abandonou a loirinha do parque. A surpresa do fim de semana foi no domingo e ficou por conta da MTV e do seu programa esdrúxulo “A Fila Anda”.
Acordei domingo um pouco triste por que tive uma paixão instantânea na balada do sábado. E como eu bebi algumas vodkas além do necessário, me deu amnésia alcoólica e agora não me lembro do nome da garota que rolou a paixonite. Já mandei uma mensagem pra um nome nos contatos do meu celular que eu suspeitava, mas como não era o da garota achei melhor parar antes que eu me queimasse com lanchinhos esquecidos. Talvez eu passe uns trotes para os números desconhecidos dizendo ser o gerente da casa noturna e prospectando qual das garotas foi pra lá, mas seria muito ridículo. Torço mesmo pra ela ter pegado meu telefone e que mande uma mensagem semana que vem.
Somado a isso, a ressaca e a programação televisiva de domingo, estava quase pulando da janela quando decidi sintonizar a MTV. Estava passando A Fila Anda. Meu domingo foi salvo. Pra quem não conhece esse programasso, farei um breve resumo.
Um cidadão/cidadã que pretende encontrar alguém “bacana” se inscreve no programa ou a produção convida para ficar sentadinho(a) numa cadeira dentro de uma espécie de aquário enquanto 12 pretendentes do sexo oposto realizam uma série de provas para mostrar quem ele é e quão é merecedor do carinha ou da mocinha. Isso sem nenhum contato visual das partes. Até ai tudo bem se não fosse pelo nível dos participantes e algumas surpresas, como o desfecho do programa.
Primeiro levei um baque com a apatia da apresentadora (Carol Ribeiro). Era visível na sua cara o desânimo por apresentar um programa daqueles e ter que conversar com um garotão Q.I de crustáceo, que não gosta de estudar e sonha em ser jogador de futebol. Pior que ele só as “guerreiras” (sic) que disputavam para ficar com ele. Num primeiro momento achei que eram pessoas humildes, que nada! Tinha garotas ali que cursam administração e jornalismo.
Para facilitar a escolha do bonitão, a guerreira fala 3 características que melhor a define. Ao invés de falar “Sou carinhosa”, “Dinâmica”, etc havia pérolas como “Não gosto de ler”, “Tenho uma tatuagem do meu ex” (na hora lembrei do Rômulo) e “Durmo com 3 travesseiros” (nessa qualificação não sei por que ele ficou balançado). Nessa prévia ele já pode eliminar aquelas que não possuíam o perfil dele (claro que a que não gosta de ler ficou). Não sei se por sugestão do programa ou o que, as garotas que são eliminadas são obrigadas a passar em frente ao aquário e fazer um gracejo pro cobiçado. Só que soa tão fake que parece teatrinho de primário.
Depois desse rigoroso critério de seleção vem a próxima etapa que é o bate-papo (via telefone ou MSN). Mais pérolas. O coitado não conseguia articular as frases, parecia uma conversa de doido, sem coerência alguma. Entre os questionamentos dele, a posição que a garota ocupa no Handebol é fator determinante. Nesse momento tive que trocar de canal por que estava ficando com vergonha alheia daquilo tudo.
Quando retornei, outro susto. Eles estavam na prova sensorial. Entre elas, a garota tinha que ficar soltando bafo numa máscara de plástico e o bonitão do outro lado da parede cheirando aquilo. Em outra a garota enfiava a cara num troço de metal que mostrava o formato do rosto dela. A coitada em questão tinha um nariz parecido com o Cirano de Bergerac. Pelo menos o garoto teve bom senso e não falou para a menina sobre sua napa.
Relutando pra não abandonar o canal de vez, chegou o gran finale. Três felizardas que tiveram o crivo do bonitão vão pra final. É formada uma filinha de mulheres e uma por vez entra no aquário com as luzes apagadas e fica beijando o cara na boca. A garota sai e em seguida entra outra pra pegar baba da guerreira anterior. A produção coloca uma câmera especial e o telespectador pode ver tudo inclusive o garoto passando a mão na bunda delas.
Antes de fazer o post dei uma visitada no site e me deparei com a seguinte frase: “Será que ainda existe amor no mundo pós-moderno? Ou apenas um eterno zapping de pretendentes?!”. Olha, eu não tenho dúvida que o amor existe, mas se o nível das pessoas continuar do jeito que está, viverei de lanchinhos e será cada vez mais comum um zapping de pretendentes num programa tosco de tv.
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Hoje estava conversando com o aprendiz de cafa sobre algumas passagens engraçadas vivenciadas por nós ou por amigos. Na maioria delas a garota nem se ligou que estava cometendo um mico e dando material para conversas de bar (e post no Manual). Selecionei as mais curiosas:
1-) O óleo estimulante exclusivo – Depois de alguns meses que terminei com a minha ex, combinei de ir até a casa dela pra “jantar” (vocês devem saber qual seria a sobremesa) e conversar sobre a vida. Quando começou a pegação ela me disse: “Espera um pouquinho que eu comprei um creminho estimulante ontem no Sexyshop para usarmos”. Bom, eu acho meio escroto esses cremes de Sexyshop, pois a grande maioria tem cheiro de motel barato ou de perfume vagabundo, mas ok, legal a atitude dela de pensar em algo para apimentar a noite. Porém, assim que ela tirou o creme da bolsa percebi que ele estava na metade. Po, imaginei quantas picas por tabela eu ia receber no meu corpo com aquilo. Não broxei, mas foi um balde d’água na cabeça e a última vez que transamos. Difícil manter ex como lanchinho.
2-) Nunca fui nesse motel – Certa vez o aprendiz de cafa estava nos amassos com uma garota no carro. Depois de muita pegação ele sugeriu de irem a um motel. A garota ficou de manha, pois disse que só tinha ido em motel uma única vez e em outra cidade. Bom, depois de muito sexo eles beberam um pouquinho e caíram no sono. O aprendiz acordou pelas tantas da madrugada preocupado por causa do per noite e avisou à garota que precisava ligar pra o rapaz trazer a conta. No que ela disse, “Desencana, vamos nos trocar e descer por que aqui só dá pra pagar lá embaixo”. Sábio ditado, a bebida entra, a verdade sai.
3-) A queimada na roda – Onde eu trabalhava havia uma garota que se achava a santa. Já tinha dado pra grande parte dos funcionários e pra cada um deles fazia questão de frisar que ele era o primeiro na empresa (como se homem não conversasse entre si). Para vocês verem como homem é maldoso, certa vez um deles chamou o pessoal e avisou que tinha descoberto outro cara que tinha saído com ela. Foi feita uma brincadeira. Abriram um chat no MSN e todos deveriam escrever quem eles sabiam que já tinha transado com a garota e ao final da contagem regressiva deveriam apertar enter. Resultado: 7 rapazes (porém, o sétimo ninguém acertou).
4-) A porquinha – Quando eu era mais novo, eu não tinha tanto critério e bom senso como tenho hoje. Certa vez eu estava numa feijoada (em Sampa é comum alguns bares oferecerem feijoada e depois ter um sambinha) e conheci uma loirinha bem interessante no final da noite. Ficamos por um bom tempo e resolvi leva-la ao motel. Eu já estava meio chapado e fui logo para as preliminares. Ela pediu que fizéssemos um 69. Péssima escolha. Quando ela colocou sua amiguinha na minha cara, consequentemente meu nariz foi pro seu botão. Só que a garota deve ter exagerado na fejuca e largado um barro no banheiro da balada. E como ela só usou papel higiênico, consequentemente o negócio ficou sujo. O cheiro era de matar. Tentei mudar de posição, mas ela disse que estava gostoso e a cada tentativa que eu dava pra afastar o rosto ela pressionava a cintura e consequentemente o botão na minha cara. Lição básica, todo mundo faz cocô, mas se for transar depois usa o chuveirinho, papel higiênico não limpa, espalha.
5-) A sovina – Tenho um amigo que é bem revoltado com mulheres que trabalham e não se propõe a rachar nada, como se fossem uma “acompanhante de luxo” (sic). Certa vez ele já estava saturado de uma garota que nunca levava bolsa nem carteira ao saírem. Puto da vida ele armou uma pegadinha. Foi num restaurante relativamente caro. Como de costume ela pediu um dos pratos mais caros e uma garrafa de vinho. No final da janta foi solicitada a conta. Quando ele foi tirar a carteira do bolso…”Ixi!!Devo te-la perdido!” (era mentira, ele tinha a deixado no carro). E solicitou a garota: “Você poderia pagar a conta que depois eu te dou o dinheiro?”. E adivinhem?! Ela não tinha um puto. Ele fez uma ceninha e pediu para o garçom e a moça aguardarem enquanto ele ia ver se não tinha a deixado no carro. Só que ele apelou, mandou por meio de um outro garçom o dinheiro da conta e mais uma quantia para a garota voltar de táxi pra casa.
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Pessoal, fui convidado a ser um dos embaixadores do site de relacionamento S2. Apesar de nunca ter me inscrito nesse tipo de site , me cadastrei nele, pois achei um bom canal para conhecer mais mulheres e ganhar prêmios. E o que você ganhará com isso? Bom, se você se acha uma pessoa bem relacionada, cheia de amigas e amigos faça seu cadastro lá (no campo “Quem te indicou, diga que foi convidada pelo “Cafa”) e envie um e-mail para S2@riot.com.br dizendo que também quer ser embaixadora. Toda semana a pessoa que levar mais amigos para o site ganha R$200,00 em bônus do Submarino. Como o site é novo, suas chances de ganhar são bem grandes. Além do mais, poderá ser amiguinha do Cafa na comunidade.
P.s. Se estiver com medo de ser seqüestrada, não faça o cadastro. As leitoras que ganharam sabonetinhos na promoção passada agradecem. ![]()
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Não curto ser repetitivo nos assuntos postados, mas a Roberta Carvalho estimulada por um dos meus posts me indicou uma excelente matéria publicada na revista Nova. Aliás, se vocês tiverem tempo dêem uma visitada nos blogs da Roberta, o Mundo Estranho e o Homem é tudo palhaço. Além de escrever muito bem ela possui um senso de humor único (apesar de eu não concordar com o ponto de vista das mulheres que enviam contribuições para o HTP).
Bom, mas voltando ao assunto principal, a revista Nova decidiu ajudar suas leitoras, através de contribuições enviadas por elas mesmas (será?), a perder um homem depois de algumas trepadas. Porém, como são 1001 dicas eu resolvi selecionar 10 que são infalíveis:
1-)“Estimulo o pênis dele até ficar ereto. Enlaço-o com fitas de seda e elásticos bem macios. Prendo também os testículos e fico brincando até ele gritar para me penetrar.” Cafa: Ela não se tocou que o cara grita por que não suporta aquela situação constrangedora do seu pau enfeitado e seu saco preso.
2-)“Imitei a Sandy cantando Do Fundo do Meu Coração.” Cafa: Ahhh! Mulheres e suas cantorias em horas inapropriadas.
3-)“Comprei a maior casinha de cachorro da pet shop e esperei meu marido dentro dela, nua.” Cafa: Nossa, eu ia chorar de rir. Altamente broxante.
4-) “Visto uma camisa social dele — e mais nada.” Cafa: Só falta dizer, “Bora bater uma bolinha?”
5-)“Ele diz que se apaixonou por mim por causa do meu jeito direto. Quando o conheci, avisei: ‘Cara, quero te comer agora’.” Cafa: Depois ele ficou de 4 e ela mandou ver.
6-)“Comprei uma mesa de apoio para o meu quarto que mudou minha vida de casada. Nela deixo fotos eróticas, vibradores, plumas e frutas.” Cafa: Ahhhhh as plumas!! Essa foi impactada pela matéria sem noção.
7-)“Ele adora quando o coloco de quatro e esfrego a vagina em suas costas.” Cafa: O que acontece com esses homens? Será que ela enfia o dedo depois?
8 -)“Amarrei-o com um lenço de seda na cama e o provoquei com uma pluma. Quando o soltei, o homem se transformou em um potro selvagem.”. Cafa: Caraco, não é que o lance da pluma é mais comum do que eu pensei? “Proto selvagem” é ótimo.
9-)“Quando estamos nus, vou me esfregando nele como se fosse uma cobra cheia de malícia. O roçar dos corpos o deixa a um passo do orgasmo.” Cafa: “Uma cobra cheia de malícia”, será que ela fica fazendo “Cccssssss”?
10-)“Convidei meu gato, que é pizzaiolo, para comer uma pizza personalizada: ele me encontrou nua, salpicada de orégano, com rodelas de tomate nos seios e Azeitonas sobre os pêlos pubianos.” Cafa: Só faltou enfiá-la no forno.
A única coisa que vejo de positivo nessas “dicas” é que elas dão sugestões às mulheres não caírem na rotina em seus relacionamentos (uma das principais causas das separações). Só que você precisa conhecer bem seu parceiro para não acabar caindo no ridículo.
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Quando comecei a escrever este blog minha intenção nunca foi ser o dono da verdade. As dicas, sugestões e experiências que eu relato são todas baseadas nas experiências que eu vivi ou que ouvi dos meus amigos. Logo, tudo que está aqui não é invenção muito menos escrito por alguém que não tem conhecimento de causa. O que pode acontecer invariavelmente é uma mulher de 45 anos ou uma garota de 17 anos não se identificar com alguns dos posts por que são experiências de um cara com 24 anos.
Fiz essa pequena introdução por que hoje fiquei impressionado com uma revista feminina (estava no dentista) daquelas que em toda capa tem algo do tipo “x dicas para enlouquecer seu homem”. Olha, algumas coisas ali têm até muita pertinência, mas outras são uma tremenda bobagem.
Nesta especificamente tinha uma personal sex trainner (?!!?!!) que dava dicas para as mulheres incendiarem na cama. Uma das dicas era que a mulher deve aguçar todos os sentidos do homem, ou seja, ela deveria esborrifar seu perfume pelo ambiente (deve ficar meio enjoativo, mas blz), deveria lambuzar seu corpo com chocolate (dependendo do lambuzar, ok), colocar uma música bem romântica (Barry white vai lá, agora se for um axé romântico a la Ivete Sangalo, para) e esfregar uma pluma no cara (nessa hora eu comecei a chorar de rir no consultório imaginando a situação de uma mulher tirando uma pluma rosa da gaveta e jogando no meu corpo).
Primeiro, pra precisar de “personal sex trainer” a mulher tem que ser uma coitada. A internet está ai pra isso, amigos mais íntimos também, não é tão difícil se inteirar sobre como se comportar na cama pra deixar um cara amarradão. E outra, o sexo tem quer ser algo que flui pelos amassos, não vai entrar no quarto, deixar o cara com cara de bobo enquanto esburrifa perfumes pelo ambiente. Muito menos tirar uma pluma do armário e ficar roçando no cara.
Eu não entendo como funciona a redação dessas revistas, por que a maioria das pessoas que escreve nelas são mulheres ou gays. E como uma mulher vai entender o que um cara gosta ou não?!? Os homens muitas vezes mentem ou omitem para agradar a parceira. Por exemplo, se eu saio com uma garota e ela tira um espanador e fica passando no meu pau eu vou segurar o riso, mas não vou criticá-la por que ela tentou inovar. Mas, o que acontece? Ela vai falar pra amiga dela “olha pega um espanador e fica passando no cara que eu fiz com meu casinho e ele gostou” (ok, o exemplo é exagerado, mas você entendeu).
Bom, não sou contra essas revistas. Mesmo por que elas não se limitam só a dar conselhos sexuais. Mas, toma cuidado nessa parte que envolve dicas de homens. Algumas coisas são interessantes, mas outras são um tiro no pé.
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Para algumas mulheres isso pode até soar estranho, mas abortar a transa não é algo tão incomum assim para os homens (é difícil, mas não impossível). Digo isso, pois li em alguns blogs do gênero “vamos falar mal dos homens” histórias de caras que nas preliminares ou até mesmo na hora “H” abortaram a ação, uns dando uma desculpa bem bolada, outros mais cara-de-pau.
E você deve estar se perguntando, “Como assim?! Homem recusando sexo?! Duvido!”. Explicarei.
Há dois motivos para o cara não conseguir transar e inventar as desculpas, quando o problema é nele e quando é com você. O primeiro é mais comum (e muitas mulheres acreditam ser o único), encontrado em homens que não conseguem transar com desconhecidas por terem vergonha de ficarem nus, ou devido à camisinha e seu efeito pijaminha (colocou dormiu), ou a garota ser muito areia pro caminhão dele e o coitado não ter ereção de tão nervoso por ter que fazer um belo trabalho, e por ai vai. Já o segundo problema, “você”, é um pouco mais complexo.
Apesar de cafajeste, confesso que já tive que abortar algumas transas. A primeira que eu me recordo se passou em Jundiaí (interior de São Paulo) no sítio de um amigo. Tínhamos acabado de voltar de uma balada (eram 5 homens e 6 mulheres) e eu tinha ficado com uma das garotas. Chegando na casa todo mundo capotou e eu fui pra sala colher os frutos da noite, quando estávamos no início da pegação e eu fui masturbá-la senti uma coisa muito grande lá embaixo (confesso que por uns instantes achei que a garota fosse hermafrodita), a garota tinha um clitóris enorme! Olha, se mulher não é chegada em homem de pau pequeno, mulher com clitóris-pênis também é foda. Eu tirei a mão na hora, não sabia o que fazer direito, mas quando a garota falou “vai continua, quero sentir agora sua boca lá embaixo” eu já emendei “meu, não to passando bem…bebi demais, preciso ir no banheiro”, ai lá eu forjei um vômito e consegui me livrar dessa.
Outra tragi-cômica foi de uma amiga mais liberal. Como ela não consegue atrair homens pela aparência física muito menos pelo papo, ela o faz pela putaria. Era carnaval, estava eu com mais 3 amigos e ela curtindo a noite numa balada no interior de sampa. Lá pro final da noite ela me aparece com um cara completamente bêbado, mas boa-pinta. Desconfiei. Ela estava toda pomposa e disse que não precisaria de carona pra voltar, pois ele iria deixá-la na casa que alugamos. Quando estávamos no meio da estrada retornando à casa toca o telefone, a garota em prantos dizendo que estava perdida em alguma padaria da cidade! Depois ela nos contou que eles ficaram trocando uns amassos dentro carro no estacionamento da casa noturna e que depois de umas preliminares, o cara começou a passar mal, dizendo que precisava de um doce. O que ele fez? Encostou o carro numa padaria, pediu que ela comprasse um Halls e enquanto a esperta foi comprar, ele se mandou (no mínimo ele foi ficando sóbrio até perceber a garota que estava do seu lado e ai arrumou uma forma de se safar).
Bom, conheço dezenas de outras histórias desse tipo, como o cara que programou o celular pra tocar em cinco minutos para ele atender como se fosse uma urgência e assim se livrar da garota, um que a guria estava com bafo de bosta, outro que se deparou com pelos (grandes) entre os peitos da mulher, e por ai vai.
Porém, minha intenção aqui não é defender os homens, mas que as mulheres entendam que muitas vezes a culpa pelo coito na ter ocorrido não está relacionada apenas a problemas eréteis do rapaz, mas algo em você que o cara só foi identificar depois da bebedeira passar ou nos momentos de intimidade.
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Esse é um lema que todo bom cafajeste leva consigo. Não que mentir seja algo terrível, mas homens têm uma dificuldade imensa em manter uma mentira, sempre caem em contradição ou pecam pelo excesso. Logo, é melhor se esquivar de determinadas questões a ficar inventando fatos.
Por outro lado, mulheres sabem mentir melhor que homens, mas algumas confiando demais nesse “dom” acabam chutando o pau. O melhor (ou pior) exemplo que eu tenho disso foi quando conheci uma garota no carnaval de Ouro Preto em 2006.
Ela era um tesão, loirinha, gostosa, carioca e simpática (apesar de ser uma porta). Mas, pensei, “bom eu não vou querer conhecer minha futura esposa num carnaval babilônia como esse, logo vou investir pra garantir minha noite”. Foi o que fiz.
Depois de um tempo de show passamos a conversar. Fiquei sabendo que a garota morava em Laranjeiras (fui saber depois que é um bairro bacana do Rio), que era filha de um almirante e que tinha uma mansão (sic) no Guarujá.
Ao ouvir tudo isso fiquei até constrangido em levar a guria pra casa que eu tinha alugado, pois ela estava imunda, com cheiro de budum e no meu quarto estavam hospedados mais quatro cuecas . Porém, como o tesão era tamanho, engoli a vergonha e levei-a para o pulgueiro.
Minha surpresa foi que a garota transou comigo ali no meio de 4 caras (tudo bem que estavam todos capotados) e sem qualquer inibição ou receio ela fez barba cabelo e bigode. De manhã fiquei mais constrangido ainda, pois eu tinha que levá-la na república que estava hospeda e o meu carro digamos que não é dos mais apresentáveis (apelidado carinhosamente por meus amigos de “trem-fantasma”). Mas ok, passei por todas as inibições e marcamos de nos encontrar no próximo feriado.
Ela pediu que eu fosse visitá-la no Rio de Janeiro que ela providenciaria transporte e hospedagem na cidade maravilhosa. Não curto ser chupim, mas como ela fez questão que eu fosse, acabei topando. Para impressionar, sai do trabalho em sampa e fui direto ao aeroporto, logo estava todo social e bem apresentável. Para não ter erro, um dia antes eu pedi a ela que me confirmasse onde morava, ela disse tudo certinho, mas o bairro curiosamente mudou para Vila da Penha, pensei “ah, deve ser um bairro adjacente ao das Laranjeiras, blz”. Pobre cafa, ai começou o perrengue.
Chegando no aeroporto ela realmente me recepcionou, só que com mais duas pessoas, seu pai e sua mãe! Bom, o pai dela era bem gente boa, mas não tinha aparência alguma de militar .
Quando o pai dela entrou na linha amarela pra chegar ao bairro, me deu um frio na espinha, pois o carro não parava de avançar pra dentro do Rio. Como era noite, não me atentei aos detalhes da redondeza, a surpresa me aguardava de manhã quando acordei com o alto-falante do carro que vende cândida (?!).
Olha, eu não tenho nada contra bairros periféricos, pois quando eu era pequeno eu morei num em sampa. Agora eu não fui preparado psicologicamente, muito menos nos meus trajes para aquela situação. Fui cair na real quando perguntei de irmos à praia e ela falou que era preciso pegar o metro (que confesso, desconhecia sua existência no Rio). Nome da estação? Irajá (ai me lembrei da música de funk do Claudinho e buchecha, “Nosso Sonho” que cita várias favelas do Rio e essa é uma delas). Bom, ai as mentiras começaram a cair uma por uma. Entre elas que seu pai é professor, e que não tinha mansão no Guarujá (óbvio).
A merda é que por mais que eu seja cafa eu tenho meus princípios e ali tava nítido que a garota tinha mentido pros pais dizendo que eu era seu namorado e cheio da grana, pois eu fui muito bem tratado além da conta (a ponto do pai dela me comprar uns presentinhos e emprestar o carro para darmos um “rolé”).
Não quero dizer que não se deve mentir, mas evite ao máximo procurando sempre omitir. Se for inevitável, fale mentirinhas, coisas que não lhe comprometerão mais pra frente. Essa garota que eu conheci achou que nossa relação ia morrer ali no carnaval, por isso ficou contando mil vantagens, só que não teve a sensibilidade de desmenti-las depois ou de simplesmente sumir do mapa.
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Esse foi um típico fim de semana que eu não esperava grandes surpresas, porém o sábado a noite me reservou momentos peculiares.
Quinta-feira estava conversando com meu primo sobre uma garota que ficávamos quando eramos adolescentes e que voltou a nos procurar esse ano (detalhe que a garota namora há 4 anos). E é batata, ela sempre liga e fica falando sobre sexo e assuntos afins.
Bom, no sábado ela me ligou a tarde e perguntou se poderia dar um pulo em casa para conversarmos (hehe, imaginem como eu estava super afim de ficar batendo papo). Como eu estava na casa dos meu pais (onde vou todo fim de semana), a casa tava meio cheia, meu pai no quarto dele, minha irmã dormindo na sala e minha cachorra na cozinha ( que só sabe latir pra mulher). Mesmo assim isso não foi suficiente pra garota se intimidar.
Quando ela entrou em casa foi foda (literalmente), minha cachorra não calava a boca e minha irmã acordou praguejando contra o bichinho. A sorte que meu quarto fica ligeiramente antes da sala, dando tempo de eu entrar sem notarem a presença da garota (exceto pela Sunny que nesse momento ficou fuçando a porta do meu quarto).
Bom, depois de cinco minutos de papinho “relaxa garota” parti pro ataque. Não vou entrar em detalhes do ocorrido (que por sinal foi bem interessante), mas algo que eu pensei só ocorrer em conversas de bar aconteceu.Depois de gozar a garota veio querer colocar o dedo no meu fio o fó (o famoso fio terra), segue o papo:
- Nhamm..
- Sai fora, que porra é essa!?!
- Ahh você vai gostar, deixa vai.
- Tira a mão dai! Que idéia de gerico…
- Como assim? Eu li no livro “360 maneiras de enlouquecer um homem na cama” que essa é uma zona erógena que deixa o homem excitado. Vai deixa um pouquinho.
- Aff, que ridículo. Sai, sai, sai…
Consegui dissuadi-la dessa maluquice, mas o argumento que ela utilizou pra defender a prática me deixou surpreso (”li no livro”). Eu nunca li esse livro (e nem pretendo ler), mas se for escrito por um homem, fico indignado como alguém publica tamanha asneira como se fosse algo normal.
Ok, no rabo há várias terminações nervosas que deixam até os quarentões mais machões de barraca armada em exames de próstata. Mas, e dai? Só por isso é pra ficar enfiando coisa lá?
Isso não é uma defesa machista como algumas mulheres podem levantar, é questão de bom senso mesmo. Há um bocado de zonas erógenas que deixam um cara excitado (pescoço, ouvido, barriga, virilha, saco, etc) sem precisar ter que recorrer para a porta de trás.
Concordo, em termos, com a frase “Em 4 paredes vale-tudo”, pois acredito que o bom-senso sempre deve prevalecer. Prefiro não comentar sobre homens que gostam de dedadas no traseiro, mas se tu não conhece direito o cara, não pressione o botão sem antes entender como funciona a máquina.
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Em breve mudarei o blog para www.manualdocafajeste.com. Só estou cuidando da parte do layout (que atualmente está horrível). Assim que estiver ok, passarei a só escrever lá.
Abrc!
