Para dosar o clima tenso que ficou no post passado, resolvi selecionar para a sexta das leitoras uma história bem curtinha e que faz com que pensamos que quando a gente acha que já viu de tudo nessa vida, sempre há um imbecil para mostrar o contrário.
“Eu estava saindo com um cara, até então nunca haviamos passado dos beijinhos (e se eu soubesse oque tinha por vir pararia por ai mesmo). Ele era um cara legal, conversa bem, simpático e blábláblá. Quando num belo dia…
Estavamos na casa dele e começou aquele pegada mais ‘forte’, pra começar olha oque o sujeito me faz: estavamos deitados na cama cobertos com um lençol, do nada ele levanta, vai até os pés da cama se enfia por debaixo lençol e vem subindo, vem subindo, vem subindo e quando ele chegou, colocou só o rosto pra fora e me solta essa: ‘uuuuuuuuuh fantasminha do prazeeer!’ , (¬.¬’) quase tive um treco quando ouvi isso, muito broxante! mas respirei fundo e deixei essa passar.
Quando chegou na hora H, eu ia ajuda-lo a colocar a camisinha, mas estranhamente ele não deixou, depois de um tempo enrolando pra por, ele me solta mais uma pérola: ‘ aaaah a camisinha ta grande’´. Quando ele falou isso eu não aguentei, qse fiz xixi nas calças de tanto rir, minha barriga doia, eu nem conseguia falar, mas me fala como não rir numa situação dessas? Ele ficou indignado, falou um monte de asneiras pra mim e eu falei pra ele que não dava mais, que não ia rolar”.
É difícil acreditar que aja alguém assim, mas não deixa de ser engraçado imaginar o fantasminha do prazer pregando suas peças.
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ps1 Promo relâmpaga para as leitoras de São Paulo (capital). Quem estiver a fim de ir na estreia da peça “O Despertar da Primavera” (hoje, sexta-feira) é só me seguir no Twitter e falar “@cafa, sou leitora do blog e quero ganhar um par de ingresso para assitir a www.despertardaprimavera.com.br” . As 3 primeiras ganham um par.
ps2 Quer tentar participar da Sexta das Leitoras? Envie sua história para cafa@manualdocafajeste.com. Quer ter a certeza que sua história será comentada pelo cafa? Conheça a coluna Cafa Responde.
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Nos comentários do post passado, o tema “pagar a conta” voltou a aparecer. E vasculhando os e-mails dos leitores, encontrei uma história que ajuda as mulheres a entenderem um pouco a mentalidade masculina quando o assunto é “pagar a conta”. Vamos à história do Sidney:
“Em um dos encontros que tive frutos da internet (acho que foram uns cinco, na época do mIRC), ocorreu algo que serve para ilustrar, hoje, um tema polêmico: dividir ou não a conta.
Ela me pareceu interessante e marcamos de ir ao cinema. No dia, atrasada, ela ligou pedindo para que eu já comprasse os ingressos. Comprei e ela, muito atrasada, não chegou a tempo de assistirmos ao filme. OK, ela era bem gatinha, então podíamos gastar aquele tempo de forma, digamos, mais produtiva. O problema começou quando percebi que hora alguma a mocinha lamentou o fato de eu ter comprado as entradas à toa. Totalmente, indiferente. Enfim, ela tinha que me pagar de alguma maneira. Peguei.
Cafa > Quando eu era mais novo e liso, usava estratégia parecida com a da garota. Enquanto eu ia comprando o ingresso do cinema para os dois eu falava “Vai comprando a pipoca para não nos atrasarmos” (só uma vez uma chinela pediu dinheiro tal qual uma mendiga, mas foi exceção).
Estou de acordo com o seu pensamento. Quando não temos consideração pela garota (é apenas um one night stand ou uma diversão), o custo-benefício é levado em conta. Tem mulheres que são mais caras e exigem um restaurante mais invocado, outras se contentam com um dog da morte, mas o importante é ter o retorno sobre o investimento.
O primeiro beijo rolou em um restaurantezinho, onde tomamos algo e ela pediu algo para comer que não me lembro. Até que chegou a conta. Aí já podem estar pensando: “Jura que o Cafa deu espaço a ele só porque a menina não pagou por um ingresso de cinema e uma continha no restaurante?”. Não foi por causa disso, mas pela postura da garota. Tenho uma percepção aguçadíssima. Quando a conta foi posta na mesa, ela virou o rosto e resolveu ficar admirando a paisagem ao lado. Na sequência, nenhuma menção sobre o que foi pago até ali. Saímos dali e ficamos “namorandinho” frente a um dos belos cartões- postais do Rio. Ficamos assim à tarde quase toda.
Cafa > Você pagou a conta e ela não te pagou em favores sexuais, certo? Leitoras, esse é um cálculo que os homens fazem por instinto. Funciona assim > Levo a garota para um lugar bacana $ + Sou fofo + Finjo que posso ser um namorado = Você tem que dar pra mim. A maioria sempre cai.
No fim da tarde, ela disse estar com fome e perguntou se podíamos ir a algum lugar comer algo. Nesse momento, ela não havia se mostrado muito mais que uma garota bonita. Então confesso que concluí, lembrando uma alcunha usada pelo meu avô: “Não vou pagar mais nada para esta ‘morta de fome’!!”. Sabem o que fiz? Nessa época, meus avós tinham uma casa de suco em Copacabana. E lá, foi 0800 (de graça). E, por opção minha, essa é a história do meu único encontro com ela.
Cafa > Ou seja, você foi o famoso paga-lanches. Se você abrisse um pouco mais a carteira e a levasse para uma suíte fodástica de um motel de renome ou um restaurante mais refinado, o desfecho seria diferente. Essas mulheres que se atentam ao dinheiro são facilmente manipuláveis quando em contato com pequenos luxos. Você gasta um pouco mais, mas consegue levá-la pra cama. É a famosa puta de escambo ou a feminista modernosa.
Particularmente, taí uma hora que gosto de ser enganado pela mulher: quando ela ao menos finge que quer dividir a conta. Não precisa nem querer de verdade, mas ficar indiferente quando ela (a conta) chega é terrível. Pra mim, passa um certo ar de abuso. E não venham falar em gentileza, porque vocês sabem que os tempos são outros. Lutam, com justiça, pelos mesmos cargos, salários, reconhecimento, mas na hora do “racha” voltam a ser super retrô. É o que sempre chamei de “feminismo de conveniência”. Afinal, é muito conveniente cobrar esse cavalheirismo – percebam também como esta palavra soa antiga – com o dinheiro dos outros. Na boa, mas para mim ser gentil é muito mais que isso. Só que já vi muita mulher aguentar desaforos, porque o homem paga as suas contas.
Cafa > Concordo. Já abordei esse tema por aqui. É muito bacana ser A moderninha e falar “eu também posso me deitar com quem eu quiser e peidar na cara das minhas amigas”, mas ai quando você fala em dividir a conta, voltam para a época de nossas avós. O argumento que eu mais vejo é “gasto horas de depilação, acessórios, maquiagem, cabelo, etc, etc em função dele e ainda tenho que pagar a conta? Um absurdo!”. Como se homem não tivesse que cortar o cabelo, malhar, comprar roupa e presentinhos para agradar os lanchinhos.
Não concluam que sou um pão-duro inveterado, acontece que para gastar o meu dinheiro com alguém eu tenho que querer, achar que vale a pena; e não porque é uma convenção social. Na história supracitada, mal conhecia a garota e a total indiferença dela com as contas não me estimularam a outros gastos. Inclusive, romancei com uma garota por quem nutria uma grande admiração, entre outros motivos, por ela ter o discurso “faço questão de pagar a minha parte. Trabalho para isso”. E sabia o que eu fazia? Insistia para pagar algumas contas, pois era uma satisfação para mim. Ela merecia, por sua postura”.
Cafa > Essa questão de atitude faz toda a diferença. Quando eu era mais novo, um cinema com pipoca, um barzinho com porções e um restaurante bacanudo pesavam bastante no final do mês. Se todas as garotas com quem eu saia não ajudassem com alguma parte, eu teria que passar metade do mês dentro de casa.
Depois, quando comecei a fazer um pé de meia a coisa que mais me incomodava era o descaso da garota com o meu dinheiro. Eu me revoltava quando a ordinária esquecia sua carteira de estudante em casa e não fazia a menor expressão de desculpa. Pior ainda quando ela vinha com sugestões de programas caríssimos, que obviamente ela não dava nem a gorjeta do flanelinha.
Se um jantar compra o seu carisma pelo rapaz, não entrarei nesse mérito. Ao menos tenha a delicadeza de se oferecer para pagar.
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p.s Você tem uma história bacana, engraçada ou curiosa com o sexo feminino? Envie para o cafa@manualdocafajeste.com, se ela realmente for boa virará um post.
p.s 2 Feliz dia internacional das mulheres! :*
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Dia desses estava assistindo um dos únicos programas que presta na tv aberta, o 1 contra 100, quando fui fisgado pelo programa que veio na sequência, o SBT repórter (que a despeito da apresentação fúnebre do César Filho, tem matérias interessantes). Fui fisgado, pois a temática era sexualidade feminina e a chamada do programa antecipou algumas cafonices da matéria que eu não poderia deixar de assistir.
O ponto máximo foi quando o repórter visitou uma espécie de templo feminino onde mulheres infelizes, reprimidas, algumas encalhadas e outras jabiracas se expunham ao ridículo para “encontrar a sua feminilidade perdida”.
O conceito do lugar é até interessante e já o abordei aqui algumas vezes. Basicamente, eles pregam que as mulheres após a revolução feminina se perderam com a liberdade que conquistaram e quiseram se igualar aos homens, quando na verdade deveriam se diferenciar. Muito bacana a idéia do templo, se não pecassem na venda do resgate de feminilidade de uma forma tão esdrúxula.
Olha, eu não sei quanto aquelas mulheres pagam para brincar naquele templo, mas a julgar pela localização e pelo jeito de perua da dona, deve ser uma bica. Vou tentar resumir mais ou menos a mecânica do lugar.
Determinada mulher foi orientada desde pequena a ser bem-sucedida na vida (leia-se mercado de trabalho) e em função disso acabou se anulando como mulher e virou um homenzinho de sucesso. Ai ela se vê no auge dos seus 30 anos, sem nenhum relacionamento fixo decente, cheia de idéias fixas sobre homens, com o corpo todo esculhambado e com dinheiro sobrando no banco. O que ela faz? Recorre aos orixás, ou melhor, ao templo que liberta a deusa de dentro das mulheres para torrar o seu dinheiro e encontrar uma forma de atrair os homens.
No templo, a dona se veste com umas asinhas brancas, balangandãs no corpo e mantém uma pose de a deusa suprema do templo da libertação feminina. A coitada do parágrafo anterior toda r(d)eprimida recebe algumas aulinhas para seguir a deusa mor e se libertar. Ai ela passa umas maquiagens cafonas na cara com alguns strass vagabundos colados na testa e faz algumas odes ao além. Há diversas “dinâmicas de grupo” onde as outras coitadas se unem, dão as mãos e começam a passear pelo bosque com o vestido ao vento, pés na terra deixando a natureza possuí-las. Um lance bacana é que há também um momento em que elas compartilham frustrações, uma espécie de psicologia em grupo. Porém, falta um elemento fundamental nesse teatro, o homem. Como elas vão saber que tipo de merda tão fazendo se só tem mulher para avaliá-las?
Algumas vezes não é necessário ter a presença masculina para encontrar algumas respostas. Ler um livro ou simplesmente assistir um filme já ajuda bastante e não é preciso gastar rios de dinheiro. Só que para isso é necessário paciência e/ou capacidade de interpretação, qualidades que parte das mulheres hoje em dia não tem. E quando tem, muitas vezes interpretam de forma errada. Lêem o livro ou assistem um filme (a la “Ele não está a fim de você”) e acham que estão “imunes” aos homens, como se homem fosse uma doença.
Se vocês repararem nos meus posts, quase todos têm uma coisa em comum, o uso do bom senso. Não se transforme de garota ingênua enrolada pelos homens, em uma mulher mala desconfiada dos homens.
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Antes de continuar a história, agradeço todas as brasileiras e brasileiros que contribuíram com o seu ponto de vista e experiência fora do Brasil. Muito bacana os comentários e saber que tenho leitores em vários países
(Continuando…)
A parte onde ficam os vinhos, água e refri é na traseira do avião e logo ao lado da mesinha fica um dos banheiros. Ao chegar nessa parte, a garota disse que iria ao banheiro, mas que estava receosa, pois os banheiros de avião costumam ser sujos e perigosos (uma grande baboseira, pois nem que ela quisesse seria sugada pela privada). Enfim, ela pediu para que eu entrasse antes para verificar. Minha vontade era falar para ela que eu não era faxineiro, nem comissário de bordo, mas seria muita acidez para uma garota que estava criando uma situação para levar vara a 10.000 metros de altitude. Falei para ela ficar tranquilona, pois eu estaria logo ali na porta caso ela ficasse entalada. Deu uma risadinha e entrou sozinha.
Quem diria, após uma séria de viagens malfadadas, cafa finalmente estava dando um fora. Rá.
Bom, por sorte eu não ouvi ruídos flatulentos e pude tomar meu vinho numa boa até ela sair do banheiro. A primeira pergunta que ela fez ao sair foi se eu era realmente brasileiro e morava no Brasil. Afinal, poderia ser a chance de ela arrumar um marido e ganhar cidadania européia (óbvio que o objetivo dela não segue essa sequência). Fui respondendo o questionário que toda piriguete aplica para detectar seu macho até me encher o saco e eu devolver algumas perguntas para detectar uma puta disfarçada.
Ela disse que fazia mestrado em publicidade numa cidade italiana (não falarei o nome, mas essa cidade é conhecida por abrigar a maior comunidade chinesa na Itália e por ter centenas de putas brasileiras), que trabalhava em uma ótica e vivia com o seu “namorado”. Fiz mais algumas perguntas indiretas e descobri que o “namorado” nada mais é que um malandro italiano responsável por ela e por regularizar a sua situação no exterior. Trocando em miúdos, um cafetão. Depois eu fiz mais algumas perguntas pra pegá-la na mentira e deu certo. Por exemplo, perguntei se a pós-graduação dela era muito puxada e ela saiu falando da sua pós, sendo que antes tinha dito mestrado. Já de saco cheio da situação e mentiras, resolvi mudar de assunto e perguntei sobre onde ela passaria carnaval. Salvador, claro.
Disse que seu vôo faria escala em São Paulo e que ficaria 4 horas sem fazer nada e perguntou o que eu poderia sugerir (no mínimo esperando ouvir “vai pra minha casa”). Falei para ela ficar no aeroporto ou redondezas para não perder o vôo no trânsito de São Paulo. Ela insistiu no convite para fazer algo em conjunto e voltei ao tema do carnaval para desconversar. Foi então que tive meu primeiro (e infeliz) contato com a música Rebolation. Não aguentava mais aquela conversa e de me sentir como uma garota difícil e chata. Voltei para a minha poltrona e ela voltou a atacar o judeu ao lado dela.
Ao longo do vôo tiveram outras situações adversas. Como dois travestis me cortejando e uma puta brasileira que trabalha na Espanha e contou sua vida para o vôo inteiro ouvir. Essa última me deixou profundamente incomodado. A mongol está há 10 anos na Espanha e trouxe 2 espanhóis para conhecer no carnaval no Brasil. Fiquei de cara, pois a garota não conseguia formular uma frase simples em espanhol sem cometer um erro grotesco. Quer ser puta no exterior, seja, cada um sabe o que é melhor pra si, mas pelo menos aprende alguma coisa fora da cama.
Desembarcando do avião, fiz amizade com uma velhinha que tinha ido estudar italiano em uma cidade italiana (óbvio) e já na fila da alfândega começamos a falar sobre a quantidade de puta e travesti no vôo. Sim, não é um tema muito bacana pra conversar com uma velhinha fina, mas eu precisava desabafar com alguém. Comentei em particular da garota que foi atrás de mim no avião e a velhinha começou a descer a lenha nela. Ela tinha prestado atenção na garota e disse que ficou com vergonha na condição de mulher e brasileira diante de tanta vulgaridade. De garota difícil e chata, eu virei uma velha reclamona e fiquei tricotando com a minha “nova” amiga na fila da alfândega.
Foi então que ao dobrar a fila, vi que a oxigenada-salto-alto-barriga-de-fora-masca-chiclete estava atrás da gente e escutou todo nosso diálogo. Morri de medo de um barraco, mas pelo menos nesse momento ela ficou quieta e eu com pena. Dei uma enrolada no Dutyfree para evitar um encontro fora do saguão e ao sair para retirar dinheiro no caixa eletrônico, vi a garota no guichê ao lado junto com dois italianos. Mais uma brasileira fazendo nossa fama.
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P.s Não consegui pensar em nada criativo para a promoção, mas nessa semana ainda posto.
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Essa última viagem que fiz foi um pouco diferente das que eu estava habituado. Isso porque, como vocês já sabem, eu estou namorando e ir para o exterior compromissado nunca esteve nos meus planos. O que não quer dizer que eu só viajava com o único intuito de comer uma gringa, mas digamos que era algo que me atraia. Agora nessa viagem, eu aproveitei o meu “estado civil” para aprofundar minha análise como espectador e não ator.
Bom, antes de viajar para Budapeste, uns amigos que moram lá e que me abrigaram em sua casa já tinham cantado a bola, “Cafa, se prepara que isso aqui é uma Babilônia”. Achei que fosse mais um daqueles tantos “alertas” que eu recebia antes de viajar para fora, mas que ao chegar ao local era tudo balela. Porém, não foi o caso.
Assim que cheguei na sexta-feira a noite, eles já me colocaram em um esquenta e começaram a contar as histórias de putaria. Por incrível que pareça, as húngaras e gringas em Budapeste são muito mais fáceis e acessíveis que as brasileiras, mas eu ainda acreditava que aquilo era conversa de brasileiro, eu precisava ver pra crer. E vi.
Fomos a uma balada que fica embaixo do prédio deles. Eram 6 brasileiros e sempre que algum colava em uma húngara ou gringa e falava que era brasileiro, ouvia-se uns gritinhos e risos maliciosos. O grande truque não era iniciar uma conversa ou falar frases bonitas, era chegar encoxando, mostrando virilidade e jogo de cintura, isso adido ao fato de ser brasileiro, já garantia 80% de sucesso na empreitada. 3 dos brasileiros se engraçaram com duas irlandesas e de repente sumiram do lugar. Eu e mais dois ficamos mais um tempo bebendo e resolvemos voltar para o apartamento. Ai eu vi a Babilônia.
Vou poupar vocês de cada detalhe, mas em linhas gerais, um dos brasileiros levou uma irlandesa para o quarto e ficou por lá. Sim, a matemática não fecha. Sobraram 2 brasileiros e uma irlandesa. Digamos que os 3 se entenderam no meio da sala e ao chegar pude observar de camarote que a garota parecia um ama de leite sentada na mesa e amamentando dois homenzarrões. Eu e os outros 2 brasileiros caímos na gargalhada com a cena e ela ainda nos convidou para participar, mas ignoramos.
No dia seguinte, a única coisa que eu pensava era, essa garota deve estar morrendo de vergonha e vai se jogar da janela quando se lembrar o que fez. Mas que nada! As duas tomaram café da manhã com a gente na sala e rasgaram elogios para os brasileiros, “Olha o corpo de vocês, olha os olhos, vocês tem pegada, tem sensualidade”. Apesar de eu não ter pegado, nem preciso dizer que depois de tantas viagens malfadadas, senti uma pontinha de felicidade e orgulho de macho bobo brasileiro.
No mesmo dia fomos ao shopping e mais massagem de ego estava por vir. Não quero bancar o gostosão e achar que sou uma parada, mas estava impossível. Juro para vocês, de 10 garotas que passavam, 8 olhavam com cara de safada e desejo e 5 mexiam ou seguiam. Um dos caras que mora lá me disse que não era incomum ele conhecer uma garota na rua e já levar pra casa para finalizar. Ai eu quis entender essa mecânica e o motivo das mulheres serem tão fáceis lá (sendo que são maravilhosas) e alguns lugares (como no Brasil) as mulheres serem tão difíceis (e muitas vezes meia boca).
Percebi que os homens lá são lerdos, não carinhosos e sem pegada, quase não chegam nas mulheres. E por isso, elas precisam ser mais ativas (e segundo os brasileiros, são ativas até na cama) e ai ficam todas derretidas quando chega um cara com mais pegada e gentil. Já no Brasil, grande parte dos homens vai com sangue nos olhos na mulherada, a concorrência e disputa são grandes e ai aquela garota que não é tudo isso, é mais exigente com os homens que se aproximam.
Outro ponto que me chamou a atenção é que muitas mulheres “fáceis” lá, são extremamente inteligentes e articuladas. Em uma das noites teve uma festa de despedida de um cara lá e em um determinado momento ficamos conversando (homens e mulheres) na cozinha. Fiquei impressionado. A maioria das “piriguetes húngaras” tinha cérebro e sabia conversar desde política até assuntos do cotidiano internacional. Eu ficava pensando comigo, quando que no Brasil isso seria possível. Piriguete aqui no máximo vai saber discutir sobre o último eliminado do BBB.
E por falar em mulheres no exterior, tive um gostinho do que são algumas mulheres brasileiras vivendo na Europa e porque a fama delas cresce lá. O meu vôo de volta de Milão para São Paulo foi um circo. Havia uma dezena de travestis e mulheres vulgares embarcando. Uma delas parecia um outdoor ambulante brasileiro vestindo do tênis ao gorrinho roupas com a bandeira do Brasil, outras com os peitos pulando para fora do decote em uma cidade que fazia -2 graus Celsius, sem contar a imensa massa de oxigenadas-salto alto-barriga de fora-masca chiclete.
Já dentro do avião, como estava friozinho, coloquei um casaco bonitão que comprei na Eslováquia. Ao sentar na poltrona percebi uma movimentação irrequieta na poltrona ao lado. Tinha um judeu na ponta e ao lado dele uma oxigenada-salto alto-barriga de fora-masca chiclete. A garota tentava puxar assunto com o coitado, mas como ele parecia ortodoxo, não dava muita bola. Logo, percebi que ela queria me incluir na conversa, mas eu não estava com o mínimo saco de falar sobre o carnaval em Olinda (onde ela iria passar) e demais assuntos banais de um cérebro atrofiado.
Infelizmente se tornou impossível a não comunicação com ela, pois devido ao meu casaco, ela achou que eu fosse gringo e começou a tentar falar inglês (sofrível) comigo. Ao perceber que eu era brasileiro, ela me passou o seu Ipodre para ouvir uma música especial “I got a feeling”, dando a entender que a noite seria “a good good night” cantada safada, mas bem sacada. Levantei para tomar um vinho atrás do avião e ela veio atrás…
(continua no próximo post, com promoção!)
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Pela história da leitora do post anterior, percebi que algumas mulheres ainda têm aquele ranço da imagem de um cafa como alguém desprovido de sensibilidade, bruto, ignorante e burro. Cafas são bem diferentes disso e a intenção desse post é desmistificar mais uma vez alguns destes preconceitos.
A qualidade de ser “fofo” geralmente é atribuída ao gordinho boa praça ou aquele carinha feinho que a amiga compromissada quer apresentar para formar par no sábado a noite. Só que é possível ser “fofo” sem se enquadrar em um destes quesitos, nem parecer uma boneca de porcelana, muito menos perder Sex Appeal, pois geralmente “fofos” são tidos como semi-irmãos ou sem sal.
E como se enquadra um Cafa fofo? Listarei alguns pontos.
1-) Não se denomina como tal – O cara que fala “ai, uma das minhas qualidades é ser fofo”, ou é um abobado ou uma boneca de porcelana;
2-) Gosta de crianças e animais – 85% das mulheres adora um bebezinho-bonitinho ou um cachorrinho. O cara que mostra afeição por esses dois seres, já ganha alguns pontos com elas. É batata, basta mudar um pouco a voz (sem parecer um retardado) pra falar com o cachorro que está do lado ou mexer com o bebê que está no colo da mãe no elevador para as mulheres ficarem mais suscetíveis. Rola aquele pensamento, se ele é “sensível” com um cachorro, vai ser comigo também e com o bebê a parada é mais de instinto materno.
3-) Trata a mulher como se fosse única – Esse caso é ilustrado no post anterior em que o cara andou de mãos dadas, fez carinho, se preocupou com os pezinhos dela, etc. A garota pode até desconfiar que aquele relacionamento não vai pra frente, mas tratando-a como se fosse única, como se o carinho com que ele despende é algo exclusivo, não há mulher que resista.
4-) Elogios estratégicos – O fofo sabe elogiar pontos estratégicos sem ser óbvio ou comum. As mulheres gostam de saber que o perfume que usam é gostoso, que são bonitas, que possuem um sorriso bacana, mas um comentário do tipo “Você emagreceu, né?” ou “Está bonito seu cabelo” conquista muitos corações.
5-) Lembrancinhas / surpresinhas – Que mulher não gosta de ganhar um presentinho? Aliás, quem não gosta de ganhar presente? O cara fofo sempre lembra dos seus principais contatos e os presenteia esporadicamente. Não é necessariamente algo de alto valor agregado, um alfajor, um hidratante mais bacanudo já resolvem. As vezes a lembrança pode não ser tangível, mas um parabéns mais personalizado, uma mensagem despretensiosa em um dia aleatório, uma ligação para apenas saber como a pessoa está ajudam bastante.
6-) Atenta-se a alguns cuidados de etiqueta – Tai algo que hoje se perdeu. Etiqueta virou sinônimo de coisa de fresco e retro. É óbvio que não há necessidade alguma de seguir a risca uma cartilha da Claudia Matarazzo, mas alguns pequenos cuidados fazem toda a diferença para as mulheres (pelo menos para as educadas). Uma coisa pequena é abrir a porta do carro sempre que possível. O cara não precisa dar uma de valet e sair abrindo todas as portas, mas em momentos chave, pega muito bem. A etiqueta aqui não é mostrar que é fino, e sim educado.
7-) Faz o sexo virar segundo plano – Para as mulheres que saem com o fofo, sexo parece nunca ser o seu objetivo final, vira uma consequência. A verdade é que poucas mulheres sairiam com um cara que as tratam como um buraco ou depositário de esperma. A mulher que se sentir atraente e desejada, mas respeitada e é assim que ele a conquista.
8- ) Lembra-se de detalhes – Essa uma característica inerente ao sexo feminino, mas o cara que consegue gravar detalhes-chave de uma garota, já está anos luz a frente da concorrência. É até uma forma de puxar assunto sem forçar a barra e demonstrar que possui consideração pela garota. Por exemplo, se em uma conversa aleatória você mencionou que comprou um presente x para o seu pai, no próximo encontro ele vai perguntar o que seu pai achou do presente.
Essas situações ajudam a entender que não é porque o cara te trata bem, que possui uma certa sensibilidade ao seu lado e te trata com exclusividade que ele vai te pedir em namoro dali uma semana. As vezes pode até ser o caso, as vezes você encontrou um cafa fofo.
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Cafa está indo viajar de férias na quinta-feira (28/01) e volta inteirinamente depois do carnaval. Deixarei posts programados nesse período e tentarei sempre que possível aprovar e replicar os comentários. Na volta trarei presentinhos para sortear por aqui.
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Confesso que ultimamente o nível das histórias da Sexta das Leitoras tem deixado a desejar. Porém, não vou postar histórias românticas e com final feliz aqui por dois motivos.
Primeiro, aqui não é novela. Se você quer ler coisas fofas e bonitinhas que não doem os olhos, assista a novela das 18:00.
Segundo, meu intuito aqui é por meio de erros (seja das mulheres e/ou dos homens) apontar caminhos para ter um relacionamento bacana e não quebrar a cara.
Outro problema é que grande parte das histórias são mal escritas, grandes e bobas. O mesmo roteiro, “gosto dele, ele não gosta de mim, o que faço?”
As melhores histórias chegam via Cafa Responde, mas grande parte das garotas que manda histórias para lá pede confidencialidade. Ontem, porém, a leitora Berenice permitiu que eu postasse sua história aqui. Eu achei bacana, pois foge da vulgaridade, foi bem escrita e é uma situação bastante recorrente.
Vamos à história de uma leitora envolvida com um cafa profissional:
(introdução)
Cafa > Olha só, vou ser bem realista com base nas informações que você está me apresentando e na vivência e conhecimento que tenho dos homens e cafas (categoria na qual essa cara parece ter mestrado).
“Querido, acredito 100% qdo vc diz que anda beeem difícil encontrar uma menina legal, mas tenha certeza de que a recíproca também é verdadeira. Me considero bonita com um corpo legal, dizem que sou inteligente e simpática também, gosto de boa musica, comida, programas culturais, tenho um trabalho legal… será que é muito difícil conseguir no mínimo a mesma coisa??? Não to pedindo um Brad Pitt milionário e cavalheiro perfeito, mas nem um nível equiparável parece que existe… Apenas um desabafo, mas nem por isso totalmente fora do propósito deste email.
Cafa > Será que não é fora do propósito? Você exige tanto de uma pessoa que acaba se encantando com um andarilho sem perspectiva profissional. Não tem coerência isso. Pelo menos essa introdução.
Passei este Natal em Cambury, São Sebastião, com a família (pais e irmã) como tem ocorrido nos últimos anos. Adoro lá, a praia, os restaurantes, tudo!
Logo nos primeiros dias percebi um cara bem bonitinho (não no sentido pejorativo da palavra de feio arrumadinho… ele realmente me atraiu) que estava trabalhando na recepção de lá. Tá, achei o cara bonito, mas digamos que um caiçara local que trabalhava em uma pousada não seria muito meu ideal, apesar de achar que ele não tinha aparência nenhuma de alguém local.
Cafa > Que diferença faz ele ser local ou não? O cara pode ser local, formado em adm hoteleira na federal do PR e ser filho do dono da pousada ou ser um ilustre viajante paulista sem rumo tomando aulas de surf na praia.
Uns 2 dias depois (ele sempre muito sério e eu, sinceramente, nem aí) fui pegar a chave do meu quarto e na hora de ele me entregar rolou aquele olho-no-olho acidental por uns 2 ou 3 segundos. Fiquei sem graça e saí… no dia seguinte ele nem olhava para mim, evitava qualquer tipo de interação, mas confesso que depois daquela olhada eu fiquei meio balançada de uma forma estranha. Falei para minha irmã até que tinha achado ele atraente, mas ela reforçou a possibilidade de ele ser um cara local trabalhando numa pousada no litoral… verdade… deixei para lá de novo, mas confesso que ele não me saia da cabeça.
*Obs.: To me sentindo uma adolescente retardada contando essas coisas desse jeito… RS
Cafa > Se você seguisse o pensamento masculino, eu acharia normal toda essa história. Homem é muito prático nesse quesito. Ele fica na pousada, tem uma puta gostosa na recepção. O que ele faz? Dá em cima da gostosa, tenta comê-la e no dia seguinte volta pra sua cidade e no máximo coloca a gostosa na sua geladeira pra quando voltar ter alguém pra comer. Ele não se envolve com ela, pois sabe que aquela relação não tem futuro.
Eis que o dia seguinte ao da olhada é véspera do meu aniversário, e minha irmã e eu decidimos comemorar na única balada de lá (que estava bem vazia, diga-se de passagem). Deixo minha chave com o colega dele (o tal sujeito mal se manifestou) com todo o ar de Julia Roberts saindo do elevador em “Uma linda mulher” (nunca pensei nessa cena até agora escrevendo isso), e fomos.
O lugar estava vazio, ficamos no bar batendo papo com o barman e bargirl e bebi um pouco além… umas 2 horas depois, quando a fase aérea já estava acabando, eis que chegam 2 caras, 1 deles falando oi, bem do meu lado. Qdo me viro, é o próprio! Ele começa a puxar papo (já devia ter bebido bastante pq estava bem alegrinho e me confirmou isso até quando perguntei), pede para o amigo ir ao banheiro uma hora que o outro que estava ao meu lado (como se não desse p/ perceber o toque…), encostava no meu braço ou costas qdo falava algum coisa, enfim, parecia que tinha interesse.
Inclusive o cara sabia que era meu aniversário…. disse que olhou no cadastro e qdo viu nós 2 saindo àquela hora, imaginou que estávamos indo p/ lá. Quando saiu do trabalho foi para lá imaginando que poderia nos encontrar.
Cafa > Esse é dos bons.
O fato é que o cara realmente não era local. É de São Paulo, fazia facu de relações internacional e trancou para conhecer o mundo. Morou 1 ano na India, 1 ano em Londres (essa parte eu pude comprovar pq minha irmã mora lá desde setembro e eles ficaram falando sobre a cidade, além dos pontos turísticos típicos), e que agora estava morando em Cambury aprendendo a surfar. Sabe que gostei disso tudo? To bem de saco cheio da mentalidade industrial da minha cidade, e não agüento mais papo de engenheiro… gostei de encontrar alguém diferente.
Cafa > Tá. Então você está sendo incoerente. Qual o perfil de homem que você procura? Alguém com os mesmo gostos e cultura que você ou alguém que leva a vida na flauta e a curte sem compromisso? Para conhecer o mundo você precisa parar a faculdade e viver em subempregos? Se o cara tem 18 anos, ok, agora com mais de 24 já fica estranho. Maaas, repito, se o seu objetivo e ter um passatempo de veraneio ok.
Já era umas 4:30 qdo minha irma falou que estava com sono e que queria voltar para dormir. Fiquei, ele falou de irmos para a pista dançar e, obviamente, nos beijamos… até acenderem as luzes! rs Ele bem que tentou passar a mão, mas eu realmente queria ir com calma… e segurei mesmo o tempo td. Pode parecer cafonice mas eu realmente não gosto de liberar logo e com ele não era diferente. Me conheço, esquento bem rápido então prefiro não deixar muita coisa pq sei que não conseguiria segurar por muito tempo.
Saindo de lá ele era todo carinhoso segurando minha mão (parece idiota mas qdo o cara não está muito a fim ele não se dá ao trabalho de fazer essas coisas). Fomos para a praia mas antes ele comprou um energético (blz, entendi qual era a intenção, mas continuei segurando). Mas nesse meio tempo rolou simples abraços longos, carinhos inocentes, olhares para o sol nascendo. Ele tentou algumas vezes, eu segurei…. depois que ele ficou nitidamente de saco cheio de só receber não, disse que eu era uma menina legal, diferente. Nos beijamos até o sol nascer, mais precisamente foi pouco depois que o sol nasceu quando os borrachudos começaram a atacar rs.
Cafa > “parece idiota mas qdo o cara não está muito a fim ele não se dá ao trabalho de fazer essas coisas”, tá. E essa conclusão você tirou da onde? Do último livro de fadas que leu ou da Capricho? Esse cara é um Cafa profissional. Ele não precisa estar apaixonado pra te tratar bem, basta estar com tesão e querer te levar pra cama (o que ele tentou a noite inteira).
Na volta ele pediu meu cel, se preocupou que eu estava machucando o pé nas pedras, me mostrou onde morava (era caminho), me deixou na porta na pousada, perguntou se podia entrar só para dormir comigo (é óbvio que não!) e nos beijamos mais um pouco. Ali ele não me deixou ir embora muito rápido, ficou enrolando um pouquinho, depois ficou parado na porta… entrei! Entre ele pedir meu cel e eu entrar, me perguntou umas 3 ou 4 vezes se podia mesmo me ligar, eu disse que sim. Inclusive ele ligou no meu telefone na hora para registrar o número dele.
Cafa > Opa, aumentando o estoque da geladeira.
Chegando no meu quarto, recebo uma msg no cel: “Muito bom beijar vc adorei!!! Boa noite com carinho”. Quis dar uma de durona difícil e não respondi…. claro que não consegui nem dormir! De manhã acabei respondendo dizendo que tb tinha gostado e que estava indo p/ a praia, caso ele estivesse a fim. Não recebi resposta…
Cafa > Paixonite instantânea de bêbado. Releva.
Fizemos check-out mais cedo pq íamos almoçar p/ comemorar meu niver e de lá fomos embora… isso foi antes do horário de entrada dele no trabalho, então não consegui falar tchau. Chegando em casa envio uma msg perguntando se ele havia recebido minha resposta, mas não chega nada de volta (calma, meu cel começou a dar erro e imaginei que talvez não tivesse recebido já que não tinha respondido).
Cafa > ahhahahahahahahahha. Adoro essas mensagens de confirmação de recebimento. Mulher adora isso, claro, sempre é o celular que está com problema, como se não existisse a opção de relatório de entrega no cel.
Fiquei triste… e comecei a ficar agoniada… não posso ficar assim, eu sei… afinal de contas ficamos apenas 1 noite.
Dois dias depois um amigo meu vem reclamar que eu não tinha respondido a msg q ele tinha me mandado no meu niver… Aquela esperança se acendeu instantaneamente… fiquei feliz por meu amigo não ter recebido minha resposta… se eu estava tendo problemas com mensagens de texto, enviar outra seria arriscado. Resolvi ligar, afinal de contas ele tinha me ligado só para o número ficar registrado… ninguém atende… deixo recado… nenhum retorno.
Cafa > Da próxima vez aprende. Não troque telefone, peça o MSN.
Puxa vida, achei aquela noite tão legal e achei que ele tinha achado também…. fiquei apaixonadinha sim… odeio dizer isso mas é verdade. Mas o que fazer se ele não me retornou? Será que ficou bravo por eu não ter respondido a msg dele naquela noite???
Cafa > Que ficar bravo o que…não tem essa.
Cansei de ser passiva. Não vou correr atrás do cara, mas pq não dar uma “mãozinha”? Ele planejava ficar lá até o carnaval… quero ir p/ Cambury antes do carnaval “encontrar” ele mas não sei o que faço… não consegui amiga ainda para ir, então é possível que eu vá sozinha… vou aproveitar para relaxar. Não vou ficar na pousada onde ele trabalha, até posso pagar, mas lá vai ficar pesado no bolso, ainda mais sozinha… Um amigo meu sugeriu ir até o trabalho dele e observar a reação… se positiva, ótimo; se negativa, desencana.
Cafa > Cara, o garoto sumiu e só você não se ligou que tem cobra nesse mato. Você já não deixou recado na secretaria? Se ele estivesse tão a fim de você, mesmo tendo perdido o cel, ele ligaria para a caixa postal pra pegar o seu recado ou bolaria um esquema com o telefone do seu pai ou mãe para chegar até você (afinal ele tem esses dados). Mas não, você vai se dar o trabalho de ir até lá para, ou ser sumariamente ignorada por ele ou pra ele tentar te comer de novo.
O fato é que, sendo eu imbecil ou não por isso tudo, acho que rolou interesse da parte dele sim, mas o que eu poderia fazer para estimular isso? E pq não me procurou como disse tanto que ia? Queria conversar mais com ele, conhecê-lo melhor, enfim. Quero ser a “conquistada”, mas o que eu posso fazer para me aproximar dele sem parecer grudenta ou desesperada?”
Cafa > Vamos aos fatos. O cara não faz faculdade, há pouco estava viajando pelo mundo sem rumo e agora resolveu ser recepcionista em uma praia e aprender surf. Se um cara desse leva sua vida pessoal com a barriga o que você acha de um relacionamento? Quantas garotas bonitinhas do interior de São Paulo / Minas / Paraná não passam por lá e ficam babando por um cafa bom de lábia e que sabe tratar bem uma mulher? Várias!
Por que você tem a pretensão de ser A escolhida? Como eu disse, se ele quisesse, ele te achava. Ia ver o sobrenome do teu pai e te procurar no Orkut, forjar que é seu amigo e que tinha perdido seu tel e ligar pra sua mãe pra pegar. Há n formas dele te achar, mas ELE não quer e quanto a isso não há nada o que você possa fazer. Quer dizer, há sim. Fazer uma surpresinha pra ele e virar mais uma bonitinha do interior papada pelo wannabe surfista andarilho.
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Semana passada, recebi um par de ingressos para assistir Sherlock Holmes. O filme é muito bom e recomendo a todos que gostam de ação e de tentar adivinhar os finais de filmes. Antes de assistir o filme, eu já tinha lido algumas críticas sobre ele. Em uma delas havia uma insinuação que o Sherlock tinha uma relação além da profissional com o Dr. Watson. E de fato, no filme tem uma parada estranha no ar, apesar do Dr. Watson estar em vias de se casar.
Após a sessão, comentando a parada estranha com a Sra. Cafa, ela me disse que conhece 3 garotas que ficavam / namoravam com caras heteros e depois de um tempo descobriram que os respectivos viraram / eram gays. Buscando na minha memória, lembrei também de alguns casos de conhecidas que tiveram a mesma decepção.
Com base em algumas características em comuns desses caras enrustidos, resolvi fazer um post com dicas que te ajudarão a identificar se aquele homenzarrão faz coco grosso. Vamos lá:
1-) Vaidade – Antigamente, o perfil “homens-das-cavernas”, aquele a la Toni Ramos, todo peludão e rústico era o ideal de beleza masculino. O tempo mudou e hoje a maioria das mulheres prefere um cara sem muito pêlo e menos ogro. Só que os garotos “parada estranha” exageram no culto a vaidade e aproveitam essa onda metrossexual para liberar a mulher que existe dentro deles. Além de depilar o tórax, raspam o sovaco, passam gilete no saco, máquina na perna, fazem a sobrancelha e costumam lixar a unha (em alguns casos críticos passam base). Costumam cultuar o deus cabelo, sempre o deixando com algum creme / gel / pomada / qualquer coisa que modele;
2-) Egocentrismo / egoísmo – Geralmente um gay enrustido é extremamente egocêntrico e egoísta. Tudo deve girar em torno dele. Os programas de lazer, o sexo, viagens, etc são decididos por ele. A vontade de sua parceira é irrelevante. Se a sua vontade não é atendida, ele fica de bico e mal humorado;
3-) Tara por sexo anal – O gay enrustido não se assume como tal devido ao temor de ser repreendido pela sociedade. Porém, ele precisa satisfazer suas vontades sexuais de alguma forma. E sobra pra quem? Pra namorada / lanchinho. O cara até come a frente (dificilmente chupa), mas o grande tesão dele é o rabo. As vezes ele prefere até chupar o rabo a chupar a frente. Uma amiga da Sra Cafa confessou a ela que o seu ex (hoje gay) certa vez estava mandando brasa atrás dela e ela começou a gemer. O cara pediu que ela calasse a boca, ela não o fez e na sequência ele enfiou uma meia na boca dela. Traduzindo, o cara estava sonhando que comia o Marcos Frota e a namorada o broxava com gritinhos femininos sendo necessária uma intervenção sonora para que ele gozasse;
4-) Fetiches estranhos – Todo mundo tem seu fetiche diferente e o enrustido dá sinais da sua opção sexual neles. Podem me chamar de careta e retro, mas homem que curte tomar uma dedada no rabo (o famoso Fio-Terra), é boiola. Tem tantas formas de potencializar o tesão, pra que enfiar algo na bunda? Não tem justificativa. Outra tara é comer a namorada / lanchinho vestida com sua camisa de trabalho. Não tem nada de sexy nisso e se depois de um mês o cara pedir para que você se vista de jogador de futebol, ai não restam dúvidas;
5-) Gosto por esportes de contato – O cara curte homem, mas não pode sair chegando em qualquer um por ai. Qual a solução? Buscar situações em que ele fique atracado com um ser do mesmo sexo ou que o veja pelado. Por isso, Jiu-Jítsu, Futebol, Musculação e Natação são os esportes prediletos de homens que escondem o jogo;
6-) Ausência de referência masculina – Aqui é um campo mais da psicologia. Lá na fase infantil, um garoto precisa de uma referência masculina para guiar suas atitudes. Caso a figura paterna seja ausente, omissa ou escrota e ele não tenha nenhum homem na família ou próximo para tomar como referência, ele guiará suas atitudes com base num figura feminina que admira, ai já viu;
7-) Preconceito sexual – Geralmente os enrustidos possuem uma grande mágoa interna por ter que repreender suas vontades e morrem de medo que alguém descubra sua orientação sexual. Como forma de mascará-la e para extravasar essa mágoa, eles são pessoas extremamente preconceituosas e vivem tirando sarro de gays assumidos. E o mais engraçado é que muitas pessoas compram isso e de fato acreditam no cara, “Fulano? Nossa, se um dia um gay chegar nele, acho que ele o enche de porrada” quando na verdade gostaria de enchê-lo de beijos;
8 -) Imitações femininas – Como forma de ridicularizar o gay e fazer com que as pessoas o encarem como um grande machão, ele adora imitar gay. Força a voz, imita trejeitos e faz piadinha imitando gay escandaloso. Ele adora o carnaval, oportunidade em que pode colocar peruca, passar batom e se vestir de mulher fingindo que é um grande folião.
9-) Dificuldade em relacionamento fixo – Não tem jeito. O cara não gosta da fruta. Ele sai com mulheres apenas para que a sociedade veja que ele é hetero. Porém, ele sempre buscará um defeito na garota para não seguir em frente no relacionamento. Ela pode ser bonita, inteligente, bem humorada, independente e blablabla, que o cara vai cismar com o formato do pé dela.
10-) Falta de apetite sexual – Se você não curte sexo anal, ele vai transar bem pouco com você. Se não curte fazer sexo oral nele, ele não vai transar com você. Não dá, o cara não curte o que você tem entre as pernas e se você não fizer as coisas que ele sente tesão, ele bodeia.
Veja bem, antes que apareça algum GLBT levantando bandeira e dizendo que estou sendo preconceituoso, este post não é uma crítica aos gays. Respeito a orientação sexual de cada um, é apenas uma forma de fazer com que as mulheres reconheçam enrustidos e não caiam numa arapuca.
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“Namorei durante 5 anos com um carinha que jurava que ia ser o meu marido e pai dos meus filhos, mas nos últimos meses de namoro percebi que realmente ele poderia até se casar comigo e ser o pai dos meus filhos, mas eu estaria longe de ser feliz de verdade. A única coisa que havia nos restado era o amor, havia acabado o respeito.
Assim, decidi acabar e hoje me encontro há um pouco mais de um ano solteira e a cada dia tenho mais certeza que não irei encontrar “o cara”, e olhe que nem sou exigente essas coisas todas, só precisa me deixar apaixonada, ser companheiro e me respeitar; mesmo assim (pasme) não conheci ninguém que junte os 3 requisitos simultaneamente.
Cafa > Então a situação está preta pra você mesmo. Eu sou muito mais exigente que isso e encontrei alguém bacana. Demorou, mas encontrei. Tem que ver também que as vezes o problema não está no outro e sim em você, mas vamos à história.
Por vezes achei que o problema era comigo, depois achei que não, mas logo depois começo a achar novamente que o problema é comigo. Não sei se eu tenho cara de metida, de piriguete, se é porque eu era morena, se é porque sou loira, ou seja lá o que for, só sei que “o cara” não se aproxima.
Cafa > Opa opa…seu radar está aguçado.
Sei que tenho uma personalidade forte, adoro dançar d+ (funk então, nem se fala) sou moleca pra caramba e tenho 5 grandes amigas mulheres e 4 grandes amigos homens (estes me acompanham onde vou; pelo menos 1 deles sempre está por perto), tenho uma bunda enorme e definitivamente acho que o conjunto disso tudo afasta “o cara”.
Cafa > As mulheres sempre sabem onde está o problema, o ponto é que sempre fecham os olhos ou fingem que não o vê. Nada contra seu gosto musical e creio que se você for do Rio, funk é algo super “hype e cool”. Eu particularmente acho uma bosta e boa parte (se não todas) as pessoas que eu conheço em São Paulo que curte o gênero, não servem nem pra andar de mão dada no shopping (o mesmo acontece para micareteiras).
Sobre ter amigos e amigas, normal. A merda é que tem mulher que só falta sentar no colo dos amigos e levar as amigas para acompanhá-la no motel, perdem completamente a noção de amizade e privacidade. E ai querem que o rolo ache normal convidar a turma inteira para ir ao barzinho no primeiro encontro dos dois e o cara ser obrigado a uma socialização cansativa e chata.
Sobre a bunda, incluo no tópico peito e barriga de fora. Você acha bonito um cara de shortinho no meio da coxa e regata colada no corpo? Se gosta, relaxa, pois em breve você arrumará um namorado. Se acha o corpo dele bonito, mas um horror o traje, reflita sobre você. Será que não está super valorizando a sua “bunda enorme” e dando muito destaque a ela nas roupas que usa? Volto a esse ponto mais pra frente.
Tenho a impressão que todo carinha sempre só querem me fazer de lanchinho (isso porque minha bunda é enorme). Caramba, será que não dá pra vocês (homens “-” cafa, rsrsrsrsrsrsrs) tirarem isso da cabeça ou pelo menos fingir que não é só que isso que vocês querem? Sinto-me de verdade uma dessas mulheres frutas, comidas, bunda ou qualquer coisa prestes á ser devorada, basta dar bobeira.
Cafa > Se você se posiciona como uma mulher-fruta, vai querer ser vista como? Simone de Beauvoir? Esperto é o cara que vê que você se comporta como uma mulher-melancia, faz você acreditar que é muito inteligente, tira uma casquinha e cai fora na sequência.
Até já conheci uns carinhas legais, não chegavam a ser “o cara”, mas logo deixava de rolar, até porque quando não vale à pena prefiro não insistir (não tenho paciência de ficar tentando dar certo, até porque passei 5 anos fazendo só isso).
Tenho a impressão que só quem se interessaria por mim seria um cara que nunca tivesse me visto na vida e de preferência de outro Estado! Ninguém mais me quer, soou meio melodramátoica né?! Mas é isso que penso
”
Cafa > Ou seja, um cara que não conhece nada do seu gosto e passado, né?
Como devo agir para achar “o cara”? Tenho que parar de dançar, sorrir mais feito uma doida ou dar uma de emburrada e não sorrir nunca? Não liberar nunca, não liberar jamais,liberar de vez em quando? Ser menos moleca… Aish! Dúvidas cruéis.
Cafa > Bom, vamos lá. O que é “o cara” pra você? Seguindo 75% do desejo das mulheres, acredito que deva ser Inteligente, bonito, com pegada, trabalhador, independente e educado, certo? O que você acha que esse perfil de homem procura / gosta? Alguém que coloca a bunda em destaque, que trata seus amigos como se fosse um rolinho e convide o cara para ir ao baile funk? Se você faz parte dos outros 25%, como eu disse, relaxa. É questão de tempo pra encontrar “o cara”.
Seria hipocrisia eu falar que homem não gosta de bunda. Ainda mais o brasileiro. Eu particularmente adoro e prefiro mais uma bundona a um peitão. Mas há dois pontos aqui.
Primeiro, homem que “escolhe” uma namorada pela bunda, tem o cérebro de um galináceo. Quando a garota só tem bunda é uma cabeça de empada, ela serve pra dar umazinha de vez em quando, sem envolvimento (de preferência de costas). Esse tipo de garota é aquela que todos os homens gostariam que virasse uma pizza depois da transa.
O segundo ponto, é que muitas mulheres dão um destaque exagerado a essa parte do corpo. Se a genética te presenteou com uma bela bunda, parabéns! Mas saiba usar esse diferencial no momento oportuno e não banalizá-lo como se a todo tempo fosse necessário mostrar ao porteiro do prédio, aos funcionários da empresa e a amiga da vó que você tem um belo traseiro.
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Quer tentar participar da Sexta das Leitoras? Envie sua história para cafa@manualdocafajeste.com. Quer ter a certeza que sua história será comentada pelo cafa? Conheça a coluna Cafa Responde.
p.s. – Iniciativas solidárias e úteis devem ser divulgadas. Tenho uma amiga que está com um projeto bem bacana de adoção de animais, dêem uma olhada http://adoteanimais.wordpress.com. Outra ação legal é a de adoção de cartas pro Papai Noel que o Correios organiza. Já garanti a minha. Conheçam o projeto clicando aqui.
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Uma pergunta muito recorrente que me fazem a respeito do Manual é por que um blog com um layout fraquinho, pouco atualizado e sem recursos visuais nos posts é tão acessado e comentado considerando que há milhares de blogs do gênero por ai.
Acredito que são 3 os principais motivos. O primeiro é a participação das leitoras que por meio dos comentários ajudam a enriquecer os textos e geram uma relação escritor / leitor raramente vista em blogs. A segunda é a eterna busca feminina em saber o que os homens pensam. E a terceira (que está diretamente relacionada com a segunda) é a transparência e objetividade com que exponho os temas. Não me preocupo em agradar determinado grupo de mulheres ou em ser politicamente correto em temas mais delicados. Procuro sempre passar uma visão fria e racional dos assuntos, a visão de boa parte dos homens.
Só que relacionamento, amizade, amor, etc não são uma ciência exata. Por mais que eu queira procurar a objetividade e racionalidade nos temas, tudo pode mudar. Além do que, e por mais clichê que isso possa parecer, sou humano. As vezes pela forma como exponho os assuntos, parece que sou uma pessoa que não erra, uma máquina, que tenho a resposta na ponta da língua e firmeza em todos os assuntos abordados. Mas não sou assim.
Faço toda essa introdução porque esse período em que estive afastado da minha namorada me ajudou a repensar algumas atitudes e rever a forma de encarar os relacionamentos.
Como eu havia falado, dei um tempo, sai com os amigos solteiros, segui as 6 dicas para me manter afastado da minha ex e estava decidido no meu propósito.
Só que em uma bela sexta-feira, a saudade bateu. Ainda assim me mantive firme, pois poderia ser um sentimento de posse que estava me tomando ou apenas algo físico. Fui ao supermercado comprei um vinho, pistache e decidi passar a noite inteira bebendo, comendo porcaria e trabalhando para tirar a ex da cabeça. Só que ao chegar em casa me deparei com uma carta dela.
Não quis abri-la. Pensei em queimá-la sem ler. Mas tomei banho, jantei e decidi abrir de uma vez. Não entrarei no detalhe do conteúdo da carta, mas digamos que me tocou profundamente. Não tinha pieguices, lugar-comum, perfume ou demais patetices que mulher apaixonada enfia em carta romântica. Tinha rasuras, letra torta e alguns erros, mas o conteúdo era sincero e de alguém que havia reconhecido seus erros, apontado os meus e mostrado que a vida / um relacionamento não é uma fórmula matemática. Pensei, repensei e decidi que deveria dar “uma chance” pra nós.
Sim, eu sei que pode parecer incoerente, pois há dois posts eu disse que não acreditava em chances. Mas, como eu mencionei nesse post, é muito fácil tomar uma decisão apenas pensando racionalmente, seguir uma fórmula e esquecer a emoção.
Talvez amanhã eu possa ver que errei, que deveria ter queimado a carta e partido para outra. Só que eu também poderia olhar pra trás e falar “eu deveria ter dado uma chance”. E o que fazer? Não sei vocês, mas eu prefiro relevar alguns dos meus princípios e pecar por ter tentado a ter desistido na primeira dificuldade.
