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	<title>Manual do cafajeste (para mulheres) &#187; Mulher Boba</title>
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	<description>Blog destinado às mulheres. Trás dicas sobre relacionamento, como pensa um homem, e dá conselhos para você não ser enganada por um cafajeste.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jul 2010 04:05:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sexta das leitoras &#8211; Amor de pica</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 04:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade HxM]]></category>
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		<description><![CDATA[A leitora Jocileide traz uma história bem comum entre as mulheres, o famoso amor de pica, que faz com que os valores, o bom senso e o amor próprio sejam postos de lado em prol de uma boa pegada. Vamos ao causo: &#8220;Conheci o Durval numa festa. O cara é gente boa, sabe conversar, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A leitora Jocileide traz uma história bem comum entre as mulheres, o famoso amor de pica, que faz com que os valores, o bom senso e o amor próprio sejam postos de lado em prol de uma boa pegada. Vamos ao causo:</p>
<p>&#8220;Conheci o Durval numa festa. O cara é gente boa, sabe conversar, é engraçado, bonito, independente e  veio pra cá a trabalho. Nós ficamos no dia que nos conhecemos. Não dei meu  telefone pq eu havia perdido meu celular, mas peguei o dele. Não liguei, claro. No  entanto, cerca de um mês dps (um dia após a compra do aparelho novo), ele me  liga. Confesso que levei um susto. Pensei que o cara tivesse me esquecido, que  fosse uma daquelas pessoas que a gente conhece, fica e dps some. Aliás, para conseguir meu nº., ele teve que ligar p/ um amigo dele, pedir o telefone  de uma amiga minha e dps pedir o meu, pq, como dito alhures, eu sequer tinha  dado o meu telefone p/ ele.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Normal. Ele te curtiu, viu que tinha chance de rolar algo a mais e foi atrás de você <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></p>
<p>Ficamos uma semana trocando mensagens. Até q numa sexta ele me mandou mensagem dizendo q tava  com saudade e queria me ver. Achei estranho&#8230; Como é possível sentir saudade de alguém a gente viu uma  vez? Mas tudo bem, acho q o Durval estava com saudade de algo que ainda não  tinha acontecido hahaha. Sugeri que fossemos comer algo, mas ele  disse que tinha tirado dois cisos e que estava de repouso. Tendo em vista a impossibilidade do cara sair (eu já tirei o ciso. Fiquei de cama por  isso), bem como o fato de morarmos próximo um do outro, fui lá fazer uma visita.</p>
<p><strong>Cafa  &gt; Geralmente homens falam que estão com saudade para a mulher achar que é especial e se sensibilizar com o cara, ficando assim mais suscetível a investidas. Sobre o siso, espertinho. Já  usei o mesmo truque (quando eu tirei os meus) para receber visitinha em casa.</strong><strong> </strong></p>
<p>Rolou  o maior amasso, os pontos da cirurgia quase abriram, mas não transamos. No  dia seguinte (sábado) ele me ligou e eu estava locando um filme. Resolvi ir  lá ver com ele. Claro que a única coisa q não fizemos foi assistir o filme . Eu  tava afim mesmo, então acabamos transando.</p>
<p>Aqui  em Pirapora a gente tem um certo problema qnto a transar com um cara que mal se conhece, visto que a cidade é  pequena <span style="text-decoration: underline;">e o risco de ficar taxada de piriguete é altíssimo. </span>Pra  ser honesta, ele foi o primeiro cara q fui pra cama sem ter uma certa relação. Não que todos fossem meus  namorados, mas eu fiquei bastante tempo com o rapaz nas duas vezes que isso  aconteceu.</p>
<p>Com  o Durval foi diferente. Não o conhecia direito, queria experimentar algo novo, uma aventura, talvez =D.  Aproveitei que ele não é daqui e não teria muito que falar, digo, para quem falar.</p>
<p><strong>Cafa &gt;  Será? Como ele conseguiu o seu telefone mesmo? :p Pelo menos esse  contato dele já sabe que você deu pra ele</strong></p>
<p>Ocorre  que o negócio foi mais sério que eu planejei. Chegarei lá&#8230;</p>
<p>O  sexo foi incrível, rolou “muita química entre nós” (palavras do próprio Durval). Ele não quis que eu virasse  uma pizza, pediu p/ eu n ir embora e dormiu abraçado cmg (q lindo! Hahah)  Mas, a partir daí o príncipe virou um sapo e minha ‘super aventura’ não teve um  final muito feliz.</p>
<p>Eis  que no dia seguinte eu descubro que o cara tem namorada ¬¬. Adivinha p/ onde eu o quis mandar naquela hora&#8230;  Tudo bem, só eu estava curtindo, mas pq ele ficou cmg se tá namorando? Dps eu descobri q ela não mora aqui. Deu vontade de ligar e falar um monte de  coisas, mas, como vc mesmo diz, não havia uma relação para se discutir. O cara  só estava curtindo tb. Então, resolvi sumir.</p>
<p><strong>Cafa &gt;  “mas pq ele ficou cmg se tá namorando?” Porque ele não vale nada. E  você não tem nada que ligar mesmo. Mal conhecia o cara. Pensa que poderia ser  pior se você descobrisse que ele tem namoradO.</strong></p>
<p>Eu  estava super chateada, mas, p/ ser sincera, acho q era pq não poderia mais ficar com ele (Cafa, rolou mta  química mesmo). Td ia bem até o dia q eu resolvi atender uma ligação do Durval e  o cara veio com uma papo de q estava chateado cmg pq eu tinha sumido e n  atendia mais as ligações. Na boa, n agüentei e falei um monte coisas, entre elas  q sabia da namorada. A conversa ficou por aí mesmo.</p>
<p>Ocorre  que encontrei o Durval num barzinho dias dps e o cara veio se justificar, disse q a namorada mora longe,  enfim, meio q pediu desculpas com outras palavras. Daí eu amoleci. Ele pediu  carona, eu dei. Ele pediu p/ eu entrar p/ pegar um brinco meu q tinha ficado lá,  eu entrei. Daí não precisa falar mais nada. Ficamos d novo. Só q não foi  tão bom qnto da primeira vez. Não sei, mas acho q foi pq eu ainda estava meio  chateada. Ainda n conheci uma mulher q consiga deixar de lado os sentimentos.</p>
<p><strong>Cafa &gt;  Aqui a imagem que você passou pra ele é de uma pessoa sem firmeza, que  não acredita nos próprios valores e facilmente influenciável. Se o cara é inteligente, dificilmente isso evolui para algo sério. Você faz um  showzinho depois que descobre que ele namora, mas no dia seguinte já ta se  deitando com ele de novo. ”Ainda n conheci uma mulher q consiga deixar de lado os sentimentos”, eu também não, mas nessa história eu conheci uma que deixa  de lado os seus valores.</strong></p>
<p>Dps  disso td ele resolveu dar em cima de uma amiga minha, na minha cara. Fiquei sabendo hrs dps, qndo vi uma mensagem  no celular dela. Daí sumi de novo e prometi p/ mim mesma q n ia ficar mais  com ele. Maaas, quebrei a promessa ¬¬.</p>
<p><strong>Cafa &gt;  Pelo menos o cara é coerente com a sua canalhice. Trai a namorada e  agora dá em cima da sua amiga. Nenhuma surpresa, né? Eu ficaria mais admirado  se ele tivesse te pedido em namoro. E você mais uma vez acumulando pontos com  ele. :p</strong></p>
<p>O Durval me ligou um dia, eu só atendi pq n sabia quem era (tinha apagado o nº dele ) e me pediu perdão. Sério,  ele falou “me perdoa pela safadeza (&#8230;) q fiz cntg”. Não se contentando em pedir desculpas pelo tel, ele veio aqui em casa.</p>
<p><strong>Cafa &gt;  Esse é profissa.</strong></p>
<p>Idiota  que sou, desculpei. Mas dessa vez não fizemos sexo. Ráá o/\o. hahah</p>
<p><strong>Cafa &gt;  Ahhh agora você mostrou que não é qualquer uma. ¬¬* Sabe, essa tua  frase me lembra uma tirinha chula que vi certo dia na internet. Nela aparecia  um leão comendo outro e ai tinha um balãozinho na cabeça do que tava comendo  “ah, vou contar pra toda floresta que ele é viado”. Qual a moral? As vezes você  acha que está se saindo por cima, que é foda e muito esperto e na verdade está  sendo ingênuo e bobo.</strong></p>
<p>Semana  passada liguei p/ ele pq precisava do e-mail do chefe dele p/ eu mandar  o <em>curriculum </em>de um primo. O Durval disse q precisava ver o <em>curriculum</em> antes, pra saber o e-mail d ql chefe me daria. Salvei o mesmo num <em>pen drive</em> e  fui lá levar.</p>
<p><strong>Cafa  &gt; Ah ta e quem você quer enganar que o motivo para vê-lo era o cv? Afinal, não dá pra mandar um email pra ele  com o cv anexo. Deve ser muito pesado né? ¬¬´ E esse é o tipo de coisa que faz o  cara te ver como um mero buraco que não pensa. Você ganharia muito mais ponto se  fosse honesta com você mesma (e com o cara, claro) do que arrumar essa  desculpa de cv no pen drive.</strong></p>
<p>Indo  logo ao ponto que interessa, transamos  de novo. Dessa vez foi mais ou menos. Sei lá, foi meio estranho. Eu n tava a vontade, n  consegui me soltar. Realmente não tava afim. Por mais não  pareça, queria só resolver essa história do <em>Curriculum</em><em>.</em><em> </em></p>
<p><strong>Cafa  &gt; Como eu disse, era só mandar um e-mail</strong></p>
<p>Sei  q ele achou q só fui lá pq queria sexo. Aliás.. o próprio Durval  disse isso. Mas n foi. Essa é a história. O q vc achou de tudo q aconteceu?</p>
<p><strong>Cafa  &gt; Você só foi atrás de sexo (ou atrás dele) e quer se convencer que não foi isso.</strong></p>
<p>Na  minha opinião, fui burra, esqueci de algo chamado ‘Amor Próprio, ele só queria transar  cmg e conseguiu. Acho até q fui fácil tb. Já vi onde errei, não devia ter  ficado d novo. O problema é que desconfio q possa ter surgido um pequeno  sentimento da minha parte. Q outra forma justificaria o fato de ter ido pra cama desta  última vez?</p>
<p><strong>Cafa  &gt; Sem dúvida, amor de pica, quando bate, fica.</strong></p>
<p>Qro  pular fora dessa antes q a situação piore e/ou eu me apaixone. Por outro lado,  não queria me afastar completamente pq eu e minhas amigas no aproximamos dos  amigos dele. Os meninos são mto gente boa. Será q é possível virarmos apenas  amigos (colegas)?? Hahah.</p>
<p><strong>Cafa  &gt; Der. Sabe o que vai acontecer se você continuar amiga dele para não perder a amizade dos outros amigos? Vai  ser sempre a comidinha de final de balada. O cara não pegou ninguém, ta  chapadão, você também e ai vai te levar pra casa, dar umazinha meio boca e no dia seguinte torcer pra você acordar mais cedo e ir embora de fininho da  casa dele pra  não ter que fazer social contigo pela manhã.</strong></p>
<p>Dá  pra desfazer essa imagem q eu deixei? Querendo ou não, perdi meu valor, né?  Ele deve está achando q sou fácil, q pode ficar cmg a hora que quiser (??).  Como a gente faz, Cafa, p/ mudar uma imagem deixada pra um cara? Sei q ele vai  me ligar de novo, até pq disse q falaria com o chefe a respeito do <em>curriculum </em>e me daria uma resposta. O q faço qndo ele ligar? Se ele me chamar p/ ir à casa dele, eu digo q não  vou pq? Falo q não qro mais ficar com ele?&#8221;</p>
<p><strong>Cafa  &gt; Vamos lá. Qual é o seu objetivo nessa relação? Para mim não ficou claro, desconfiei no começo que você queria  ter algo sério com ele, mas no final você disse que não. Decida-se. </strong></p>
<p><strong>Se  for um relacionamento fixo, você já começou mal. E não pelo fato de transar relativamente cedo (o que para alguns caras  perde ponto), mas por ter descoberto que ele namorava, deu em cima de sua  amiga e ainda assim continuar dando pra ele. Homens (com cérebro) não suportam  mulheres sem amor próprio. Essas serão eternamente buracos. </strong></p>
<p><strong>Agora  se o seu objetivo é ter um pau amigo que sempre que bater a vontade você terá a opção de chamá-lo, não precisa  mudar nada, segue como está e continua amiguinha dele. </strong></p>
<p><strong>No  seu lugar eu resolveria essa questão do cv por email ou tel, o riscaria da agenda e se ele fizesse um <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2007/11/26/fazendo-um-booty-call-pra-chamar-uma-mulher-lanchinho/" target="_blank">booty call</a>,  falaria que não ia rolar mais e abraço. É simples, basta sumir. </strong></p>
<p><strong>O problema é que  poucas mulheres conseguem se manter firmes com amor de pica.</strong></p>
<p><em>Quer tentar participar da Sexta das Leitoras? Envie sua história  para cafa@manualdocafajeste.com. Quer ter a certeza que sua história  será comentada pelo cafa? Conheça a coluna <a href="../category/category/pergunte-ao-cafa/">Cafa  Responde</a>.</em></p>
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		<title>Não fui eu, foi meu amigo lá embaixo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 03:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tai uma desculpa que seria muito plausível de um homem dar pelas cagadas que fez se ela não fosse tão absurda. Porém, não deixa de ter um fundo de verdade. Explico. Bom, obviamente vocês nunca saberão o que é ter um troço pendurado entre as pernas, mas devem acreditar que é algo muito simples e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tai uma desculpa que seria muito plausível de um homem dar pelas cagadas que fez se ela não fosse tão absurda. Porém, não deixa de ter um fundo de verdade. Explico.</p>
<p>Bom, obviamente vocês nunca saberão o que é ter um troço pendurado entre as pernas, mas devem acreditar que é algo muito simples e até cômodo. Afinal, dá pra mijar em qualquer canto, é auto limpante depois de umas balançadinhas (nojento? É, mas 90% dos homens não passam papel) e não cospe sangue uma vez por mês. É, pensando por esse lado até é, mas as vantagens param por aqui. E não digo que as desvantagens são aquelas do senso comum (cosquinhas que volta e meia dão no saco ou ter que mijar em mictório sob o risco de aparecer um boiola na privadinha do lado bisgolhando o meninão alheio, por exemplo). A questão é um pouco mais profunda.</p>
<p>Digamos que o pau tem vida própria. E excetuando-se o cara nerd que o utiliza como enfeite ou em um monólogo por assim dizer,  os homens tem que conviver com um jovem rebelde, incontido e inconsequente todos os dias. É uma eterna e árdua luta entre duas cabeças, uma agida pela razão e outra pela emoção. E ao contrário das mulheres, a cabeça que age pela emoção não quer saber de amor, só de tesão.</p>
<p>Quando o cara já desenvolve um pouco mais o cérebro, ele até consegue ter um domínio um pouco maior sobre o camarada lá embaixo e isso explica em partes o motivo pelo qual um peão de obra é tão chulo e vulgar diante do sexo feminino. Só que após determinado período sem dar entretenimento para o garoto ali embaixo, até o cara mais inteligente que há começa a perder o controle sobre o bicho e ai&#8230;shit happens.</p>
<p>Ai temos a justificativa para as mulheres que não se conformam de ver homens lindérrimos (ficou gay, mas blz) pegando altas jabiracas (que dão de primeira), homens que frequentam puteiro, se masturbando vendo filmes pornôs vagabundos e por ai vai. Comigo não é diferente, mas como eu não curto filme pornô, detesto puteiro e evito jabiracas, me resta recorrer a geladeira em busca do lanchinho a tiracolo. Foi o que rolou essa semana.</p>
<p>Estava uma pilha pela quantidade de trabalho que surgiu ao mesmo tempo, mal tive tempo de ir ao boxe, comendo mal pra cacete e pra colaborar uma dor no peito sinistra que apareceu do nada. Resumindo, meu corpo estava pedindo arrego, mas o adolescente lá embaixo obviamente que não. E não se pode ignorá-lo, pois do contrário faz mal criações a noite (a polução noturna). </p>
<p>Mas por outro lado, o adolescente quando fica ansioso costuma perder o controle nas horas mais inapropriadas. E ai ou queima a larga e mal chega inteiro pra festa (o famoso broxar) ou então faz cagada logo que entra na festa (a ejaculação precoce). E assim foi.</p>
<p>Entrei em contato com uma garota que eu conheci há uns 2 anos e meio em uma viagem que havia feito ao Rio de Janeiro. Ela se mudou pra São Paulo há alguns meses e junto com a mudança trouxe um par de silicones de 300 ml, o que obviamente interessou muito ao pimpolho. Troquei meia dúzia de ideia fraca e ela topou me visitar para &#8220;manter o papo em dia&#8221;.</p>
<p>Ao chegar em casa, percebi que além dos 300 ml no peito, ela trouxe mais 5 kilos no resto do corpo e aquilo deu uma leve desanimada no adolescente que ficou de birra e murcho. Para contornar a situação, servi umas doses de whisky (não tinha vinho), mas acabei excedendo na dosagem e fiquei bêbado. A pegação começou e o jovem lá embaixo já estava todo todo. Botei a camisinha no garoto e assim que ela sentou&#8230;..eu gozei. Juro, foi ridículo. Há anos que eu não tinha uma trepada tão rápida e zuada. </p>
<p>Minha vontade era de transformá-la em pizza logo depois do gozo, mas meu orgulho de macho me impedia parar por ali. Eu tinha que contornar a situação. Dei uns 5 minutinhos e retomei os esforços, dessa vez o ser lá embaixo colaborou  e tudo estava indo bem, mas não pra garota. Ela simplesmente broxou e pediu pra parar no meio. Foi a minha deixa para sugerir que a levasse de volta para a sua casa.</p>
<p>No caminho tive vontade de falar: Veja bem, não fui eu, foi meu pau. Porém, o argumento cairia no ridículo e eu seria motivo de chacota posteriormente. Resolvi ficar no silêncio mortal e deixar o jovem de castigo. Porém, como todo pai coruja, já estou com pena dele.</p>
<p>_________________________________</p>
<p>Não deixem de acompanhar<a href="http://www.leilaodeblogueiros.com.br/"> o Leilão de blogueiros no site</a> e votar na candidata mais bonita pra ganhar o prêmio <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Rapidinha do cafa &#8211; Piores namorados do mundo</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2010/06/27/rapidinha-do-cafa-piores-namorados-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 22:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Boba]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas mulheres parecem que foram criadas por chocadeiras. No cafa responde volta e meia recebo umas histórias de mulheres sem auto-estima, submissas e se anulando em função de um cara. E fora do blog, frequentemente vejo homens humilhando (seja fisicamente ou moralmente) a namorada ou esposa. Posto isso, recentemente vi no blog Lista 10 um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas mulheres parecem que foram criadas por chocadeiras. No cafa responde volta e meia recebo umas histórias de mulheres sem auto-estima, submissas e se anulando em função de um cara. E fora do blog, frequentemente vejo homens humilhando (seja fisicamente ou moralmente) a namorada ou esposa.</p>
<p>Posto isso, recentemente vi no blog Lista 10 um vídeo que mostra os 10 piores namorados do mundo em situações &#8220;engraçadas&#8221; sacaneando as suas companheiras. Em algumas não há nada de absurdo, são só sustos (aliás, adoro dar sustos), mas outras passam do bom senso.</p>
<p>Olha só:</p>
<p><object width="466" height="283"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/F4TkDTIbg0s&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/F4TkDTIbg0s&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="466" height="283"></embed></object></p>
<p>Brincadeiras fazem parte de um relacionamento bacana, humilhação não.</p>
<p>______________________________</p>
<p><em>Na quinta-feira entrará a promoção no blog que eu havia mencionado. Fiquem ligadas!</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Percalços de um fim de semana agitado</title>
		<link>http://www.manualdocafajeste.com/2010/06/20/percalcos-de-um-fim-de-semana-agitado/</link>
		<comments>http://www.manualdocafajeste.com/2010/06/20/percalcos-de-um-fim-de-semana-agitado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 04:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Homem]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse fim de semana acabei indo para Santos, que como muitas de vocês já sabem, é onde meus pais moram e sempre que possível vou para lá visitá-los. O problema é que apesar de ser uma cidade bastante agradável e tranquila, não há 1/10 das opções de lazer de São Paulo e a mentalidade provinciana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse fim de semana acabei indo para Santos, que como muitas de vocês já sabem, é onde meus pais moram e sempre que possível vou para lá visitá-los. O problema é que apesar de ser uma cidade bastante agradável e tranquila, não há 1/10 das opções de lazer de São Paulo e a mentalidade provinciana é algo que incomoda bastante. Por isso, não curto muito sair por lá, mas nesse fim de semana eu não tive muita opção.</p>
<p>Não tive opção, pois minha mãe insistiu para que eu fosse numa festa do filho do amigo da irmã dela me dizendo que nessa festa teria um pessoal bonito, bacana e interessante. Traduzindo o que ela queria, &#8220;Cafa, vai nessa festa arrumar uma garota bom partido para você&#8221;. Tá, não fui só por causa do pedido dela, mas também porque quis mostrar o novo cafa móvel para meus amigos de lá.</p>
<p>Bom, antes de sair para a festa estava conversando com uma leitora de Santos no MSN. Papo vai, papo vem ela me chamou para ir até sua casa, pois estava sozinha. Topei, claro. Porém, com a condição que fôssemos dar uma volta e não que eu subisse para o seu apto (uma sábia decisão). Chegando próximo a casa dela, me deu um vontade doida de ir no banheiro (fazer o número 1) e acabei parando em uma padaria para tirar água do joelho (uma sábia decisão 2). Ai quando eu estava chegando no apto dela pensei em descer do carro e tocar o interfone, mas por preguiça acabei ligando do celular (uma sábia decisão 3).</p>
<p>Ao encostar o carro em frente ao prédio, vi que um veículo também tinha parado só que do outro lado. Até ai normal. Ai saiu um cara e foi até o interfone do prédio. Tudo bem. Só que quando a garota atendeu o telefone, ela me perguntou se era eu quem tinha interfonado. Eu disse que não. E quem era o rapaz? O namorado dela. Desliguei o telefone meio que puto, mas agradecido por ter sido difícil, torneira furada e preguiçoso. Se uma das 3 sábias decisões não tivessem sido tomadas, daria merda.</p>
<p>Só que a noite não estava perdida. Fui com o meu amigo para a tão famigerada festa. Porém, antes de entrarmos ele sugeriu que esperássemos um tempinho na entrada para verificar a qualidade dos frequentadores (sábia decisão 4). Primeiro que só entrava homem. Segundo que as vestimentas eram lastimáveis. Não no sentido de humildes, mas de cafonice mesmo. Não sou um estilista, mas um lugar aonde 85% dos frequentadores vão com gel no cabelo, corrente de prata, regata com calça jeans e sapato skatista, boa coisa não deve ter dentro (do lugar e da cabeça). Ainda assim resolvi esperar mais um pouco, pois de repente a tal bom partido poderia aparecer. Só que quem apareceu foram dois amigos solteiros do meu pai. Sério. Quando eu vi os dois entrando no lugar, recebi o golpe de misericórdia e sai voando dali.</p>
<p>Decidimos dar uma olhada em outra baladinha e que a julgar pelo som, estava muito boa. E de fato estava. Som bom, sem fila e gente (mais ou menos) bonita. O problema é que eu já estava empanturrado de cerveja pelo aquece que fiz com o meu amigo e não gostaria de tomar destilado pra não dar PT. Qual a opção? Vinho.</p>
<p>O lorde aqui ficou apenas nas tacinhas de vinho e olhando o movimento. Identifiquei uma garota interessante, não precisou de muito esforço para conseguir beijá-la, nem para bodiar dela no segundo seguinte. Ao perguntar o que ela fazia a garota respondeu &#8220;manicure&#8221;. Nada contra essas profissionais, mas a garota era especialmente acéfala e beijava mal pra cacete. Acabei abrindo fora e fui procurar algo melhor e encontrei.</p>
<p>Era uma morena fenomenal. Gata, elegante e não tirava o olho de mim. Cheguei. Na conversa descobri que ela também trabalhava em sampa,  que era independente e estava solteira. Perfeito. Pois bem, mas não para o sortudo aqui. Primeiro ela veio com um papo de que eu era &#8220;muito forte&#8221; pra ela, depois falou que não costumava sair com &#8220;homem de balada&#8221; e por fim arrematou com um &#8220;não fico com homem que toma vinho&#8221;. Bom, se ela gosta de homem franzino, reduz uma pessoa dentro de um estereótipo ao qual ela pertence (&#8220;de balada&#8221;) e gosta de homem que toma cachaça, realmente não é para o meu bico, mas então que não fique olhando.</p>
<p>Revoltas a parte, resolvi curtir a bandinha, o meu vinho vagabundo e trocar ideia com o meu amigo. Justamente no exato momento que a vocalista tocou uma música que marcou o início do meu antigo namoro. Apesar de estar com a situação bem resolvida, as músicas tem um poder incrível de dar aquela nostalgia doída mas bacana de algo ou momento que passou, só que digamos que balada não é o melhor lugar para sentirmos isso. Fiquei reflexivo e bodiei do lugar.</p>
<p>Foi então que tive o melhor momento daquela noite, passei na esquina da esfiha e comprei 3 bem gordurosas. Acordei as 11:00 da manhã de domingo com os mimos da minha mãe e apesar dos pesares agradeci por estar sozinho.</p>
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		<title>Os perigos de um encontro às cegas (parte II)</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 03:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(continuação do post anterior) Chegamos na cafa-house e apesar de saber que eu precisaria de muita paciência para adentrar com o meninão na garota, confesso que estava ansioso pra saber como seria quando rolasse, pois como eu disse nos comentários do post passado, só tentei uma vez desvirginar uma garota e não entrou nada. Bom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(<a href="http://www.manualdocafajeste.com/2010/05/05/os-perigos-de-um-encontro-as-cegas-parte-1/" target="_blank">continuação do post anterior</a>)</p>
<p>Chegamos na cafa-house e apesar de saber que eu precisaria de muita paciência para adentrar com o meninão na garota, confesso que estava ansioso pra saber como seria quando rolasse, pois como eu disse nos comentários do post passado, só tentei uma vez desvirginar uma garota e não entrou nada.</p>
<p>Bom, começamos a ver um filme na sala e a beber vinho. O negócio esquentou, pegação, mão aqui, mão ali e de repente zupt! Nos pirulitamos para a cama. Novamente pegação, aquece e tal. No meio do aperto a garota lançou no meu ouvido &#8220;Como sou virgem, coloca sem a camisinha&#8221;. Nessa hora o Bino berrou no meu ouvido &#8220;É cilada cafa, é ciladaaa&#8221;. Inventei uma desculpa qualquer, falei que passaria KY na camisinha para não machucar tanto e boa. Peguei a arma e fui para o ataque e no momento que achei que haveria resistência no campo inimigo, zupt! O negócio entrou na maior moleza. Veja bem, não sou insensível nem tenho pitoco, sei quando está fechadinha e sei quando já está mais &#8220;alargada&#8221;, o que era o caso da garota.</p>
<p>Apesar disso, ao penetrá-la ela começou a gritar. Fiquei assustado e um tanto broxado. Falei para ela vir por cima e assim controlar a intensidade. Novamente, zupt! O negócio entrou na maciota. A dramatização continuou e a transa também. Eu já estava de saco cheio daquilo, me concentrei pra gozar rápido e fui. Deitei pra dar aquela relaxada e ouvi que ela estava choramingandozinha. Eu sabia que aquilo fazia parte do teatro e puxei um assunto qualquer para descontrair. Não satisfeita, ela colou a cara no meu ombro e apertou os olhos nele para mostrar que estava chorando. ¬¬´.</p>
<p>Ai eu não aguentei e tive que falar o que pensava, que ela não era virgem. A garota ficou puta, disse que era um absurdo eu achar aquilo e blabla. Bom, acendi a luz, fui recolher camisinha e embalagem no quarto e trocar o lençol. E&#8230;nada de sangue. Fomos dormir.</p>
<p>Dia seguinte o primeiro assunto da garota foi, &#8220;nossa, minha calcinha estava cheia de sangue&#8221;. Tive que retrucar, &#8220;Como você viu se estava com uma calcinha preta?&#8221;. Silêncio.</p>
<p>Eu não tinha como dispensá-la afinal a menina veio do sul (deixo com vocês a repetição da piada) e ia embora somente no domingo. Não restava outra opção a não ser passeiozinho por sampa. Bom, em um dos papos a garota falou algo curioso. Disse que era vítima de um stalker que ligava pra ela todas as noites e ficava mudo do outro lado. Eu pensei comigo, &#8220;esse cara deve ser um coitado&#8221;, mas ok, deixei pra lá e seguimos no papinho bobo de amenidades.</p>
<p>Transamos aquela noite e novamente mais um teatrinho. Dia seguinte eu já estava puto e fiquei a tarde inteira no computador trabalhando para recuperar o tempo perdido. Deixe-a na rodoviária e por mim aquilo estava encerrado.</p>
<p>Como toda mulher pentelha, na segunda=feira veio puxar assunto no MSN. Eu não estava nem um pouco a fim de conversar, além de estar completamente atolado de trabalho. E na segunda pergunta que ela fez e eu não respondi, recebi uma saraivada de DR. Tive que bloqueá-la. Fim (ou pelo menos parecia).</p>
<p>Bom, passaram alguns os dias e uma leitora x me adicionou no MSN. Era uma tremenda gostosa, mas com uma cabeça de empada. Veio com uns papos estranhos que iria morar em sampa, que gostaria que eu apresentasse a cidade pra ela e blabla whyskas sache. Como eu já sei que se tiver uma chuva de Xuxa no meu colo cai Pelé, aquilo ali não podia ser verdade. E não era.</p>
<p>Foi só questão de tempo para descobrir que a tremenda gostosa era a &#8220;a virgem&#8221; do sul. Bloqueei novamente e isso se repetiu mais uma vez até eu me ligar e passar a pedir orkut de quem fala comigo. Achei que meus problemas tinham acabado, mas não.</p>
<p>Comecei a receber todo dia ligações anônimas no meio da madrugada. Era uma coisa absurda. De 10 a 15 ligações e quando eu atendia a pessoa ficava em silêncio e depois parava de ligar. Isso começou a gerar um incômodo,  pois ou me acordava ou tocava no meio da transa. Sem alternativa, passei a desligar meu celular a noite. E? As ligações começaram a ocorrer na parte da tarde.</p>
<p>Liguei na porcaria da Claro e nenhum dos amebas que me atendeu sabia me auxiliar sobre como identificar o número anônimo. Resolvi procurar na internet e achei a solução que compartilho com vocês caso alguém seja vítima dessa peraltice.</p>
<p>Quando alguém te liga privado geralmente é um macete que a pessoa faz no celular para ele não enviar id de chamada. Se ela te ligar normal, atende e deixa o(a) babaca perder dinheiro. Porém, geralmente o ordinário que faz essa palhaçada não quer gastar e ai liga a cobrar. E qual o truque? Quando alguém te liga a cobrar, o número do sovina  aparece na sua conta de celular independentemente se colocou a chamada  como privada, afinal você tem que saber o número que debita na sua  conta.</p>
<p>Munido dessa informação, aguardei ansioso a ligação. E em um belo esquenta de sábado me ligaram, a cobrar. Atendi e deixei a pessoa ouvindo um pouco da música. Desliguei o som, falei algumas palavras bonitas e desliguei o cel. Dia seguinte descobri o número da pessoa. Foi ai que descobri que era a &#8220;virgem&#8221; do sul me atormentando novamente.</p>
<p>Hoje, estou com medo de um dia chegar em casa e aparecer um carro de som na porta com uma palhaço de bexigas na mão berrando meu nome e lendo um telegrama, ou pior, cruzar a esquina da minha casa e ver meu nome colocado na cabeça de um bode com velas para exu.</p>
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		<title>Narradora de foda, não!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 02:57:44 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Se há algo que pesa muito em um momento pós-namoro é o entrosamento sexual. Difícil saber do que a pessoa que você meio que acabou de conhecer gosta. Você faz algumas suposições com base no perfil dela, mas às vezes pode errar e ai rola aquele desconforto e frustração. Como saber se é pra bombar rápido, se é pra ficar mais lento, se ela gosta de tomar tapa, se gosta de algo mais romântico? Não dá pra fazer uma entrevista durante a foda. Essas coisas você só consegue acertar com convívio e intimidade. Raras vezes a primeira vez é perfeita.</p>
<p>Maaas, se por um lado há o cuidado em não tornar a foda um talkshow, há mulheres que perdem a mão e viram verdadeiras narradoras de foda a ponto de dar vontade de enfiar uma meia (ou outra coisa) dentro da boca da pentelha.</p>
<p>Eu não sei da onde vem a referência para essas mulheres acharem que é prazeroso ficar como uma matraca na cama. Suspeito que seja de filmes pornôs, que fazem um belo desserviço para as pessoas que estão iniciando a vida sexual. Ainda faço um post específico sobre isso, mas quem achar que aquele teatro possui o script da transa perfeita, precisa abrir um pouco mais a cabeça.</p>
<p>Esse assunto veio a tona após duas situações. Uma, obviamente conheci uma matraca; duas, ao compartilhar a história com o meu amigo não sobraram causos (e risadas) para exemplificar esse mal.</p>
<p>A garota em questão tinha o disco arranhado. Era uma narradora de duas frases, só sabia repetir &#8220;faz gostoso&#8221; e uma que me incomodava demais, pois me remetia ao Chaves (e o rosto dele vinha na minha mente), a frase profunda  &#8220;isso, isso&#8221;. O primeiro &#8220;faz gostoso&#8221; já pintou quando empacotei o meninão e suspendi a perna da garota e o &#8220;isso isso&#8221; quando penetrei. Eu tentei fingir que não escutei para não broxar. Até que deu certo, mas logo depois tomei um combo de faz-gostosos e isso-issos e tive que me concentrar pra gozar logo e me livrar daquilo. <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2007/07/06/mal-habito/" target="_blank">Essa pelo menos não cantou quando terminei</a>.</p>
<p>Meu amigo contou umas boas também. Disse que a que mais incomoda é o &#8220;goza gostoso&#8221; . Concordo. Porra. Qual a finalidade de falar isso? Dá vontade de responder, &#8220;Não, não quero que seja gostoso&#8221; ou então &#8220;Ufa, ainda bem que você falou, já ia me esquecer de gozar gostoso&#8221;. Há também aquelas que gostam de pedir feedback, &#8220;E ai, tá gostando?&#8221;, &#8220;É bom me comer, é bom?&#8221;. Aff. Isso sem falar daquelas que incorporam uma criança safada, fazem voz de bobo e usam expressões no diminutivo &#8220;humm..qui gostusinhu&#8221;, &#8220;Come minha b*tinha&#8221;, &#8220;Ai queridinho, ai queridinho&#8221;. Aff[2], deixa eu parar por aqui porque dá vergonha até de escrever isso.</p>
<p>Veja bem, antes que eu seja atacado por alguma narradora ou narrador, não prego aqui a uniformidade de opiniões, gostos e atitudes. Emito opinião com base no que eu considero o bom senso e nas experiências que tive. Deve ter homem que curta mulheres matracas, só garanto que não é a maioria.</p>
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		<title>Mulher bem resolvida&#8230;puff</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 05:21:52 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há mulheres que batem no peito e falam cheias de orgulho &#8220;Sou bem resolvida, ham!&#8221; e mal sabem que aos olhos dos homens passam por patéticas, pedantes e são os alvos mais fáceis para uma trepada rápida e na sequência um sumiço. Nesse fim de semana fui vítima de uma bem resolvida e tive que agir feito uma garota difícil para escapar da cilada que me meti.</p>
<p>Bom, tudo começou no sábado a noite em Santos. Eu estava bem tranquilo, não queria ir pra putaria, mas também não queria ficar em casa e ser vítima das piadas de salão do Zorra Total ou então de convites da minha mãe para ver os lindos ppt´s com mensagens de Jesus que ela recebeu da minha tia. Foi então que meu primo apareceu no MSN e sugeriu que déssemos uma voltinha para tomar umas cervejas, jogar conversa fora e ver o que o sábado revelaria para nós.</p>
<p>Estávamos dando uma volta pela cidade, quando meu primo sugeriu que buscássemos um amigo dele para se juntar a gente. Pegamos o cara e depois de alguns quarteirões o sinal fechou e do meu lado parou um Monza com uma loira que parecia ser interessante dentro. Por instinto eu virei a cabeça para o lado (para o lado da garota, claro) e soltei um beijinho. Ela ficou cheia de gracejos e abriu o vidro do carona. Ao descer o vidro, vi que de interessante ela não tinha nada.</p>
<p>Ela perguntou onde que nós estávamos indo e eu disse que até um postinho para tomar umas cervejas (típico programa que nenhuma mulher toparia fazer com um desconhecido). Para despistar, eu falei para ela passar o telefone dela que eu ligaria mais tarde, assim me livraria daquele inferno. Aqui apareceu o primeiro indício de bem resolvice.</p>
<p>A garota falou que não passaria o telefone dela, pois disse que eu não ligaria. Tive que dar risada de tamanha audácia e na sequência ela me intimou para que eu desse o meu para ela. Muito mongol, eu passei meu telefone certo e acabei pagando o preço por isso.</p>
<p>Já no postinho, eu e meus amigos vivenciamos algumas cenas estranhas. Primeiro, só tinha pirralha no lugar. Porém, o mais curioso era o circo que se formava ali. Posso parecer um velho com essa mentalidade, mas se o tamanho da roupa das mulheres for diminuindo como está, ao passar das décadas, lá em 2020 vai ter mulher indo só de tapa-sexo pra balada. Enfim, depois de uns 10 minutos a loira do monza ligou no meu cel.</p>
<p>Ela veio com um papinho que ia dar uma passada no posto, eu fiquei meio desesperado, disse que ia ver, que estava complicado e tal, mas que eu retornaria pra ela. Desliguei. 5 minutos depois colou um monza no estacionamento do posto. Desespero [2]. Já estávamos dispostos a sair correndo caso elas aparecessem. Só que ninguém saiu do Monza. Meu telefone tocou. Desespero [3]. Por motivos óbvios não atendi.</p>
<p>Foram mais 4 ligações e todas não atendidas. Saímos do posto de fininho, mas por sorte o Monza não era o da garota. Decidimos colar em uma baladinha mais tranquila da cidade, mas ela era tão tranquila que nem cartão aceitava e como não tínhamos dinheiro em cash na carteira, abortamos a missão. Fomos para um barzinho.</p>
<p>Cerveja vai, cerveja vem e qual foi a pedida da noite? &#8220;Ah, cafa. A garota não é tão feia assim e a amiga pode ser mó gatona, dá um toque nelas&#8221;. Resolvi ouvir meus amigos e ligar pra garota. Desespero [4].</p>
<p>A garota além de ser um tribufu, era amiga da Fiona. Elas acabaram sentando na nossa mesa. O papo estava chatíssimo e a amiga Fiona nem agradável era. Ficou com cara de bunda a noite inteira. A loira deu umas investidas em mim, mas fiz questão de falar pra ela que estava com a minha ex no postinho e que ainda não estava muito bem, por isso não queria sair com outras garotas. Eu estava incomodadíssimo por fazer um papel de mulherzinha e queria sumir dali.</p>
<p>Um dos nossos amigos ainda insistiu para que apostássemos a ficha ali, pois geralmente essas bem resolvidas pagam boquete sem compromisso. Mas sei lá, minha fase boca de porco passou e o desgaste de gozar e ficar com alguém insuportável do lado é algo terrível. Me despedi das duas e ainda tive que virar o rosto para não tomar um selinho da jabiraca. </p>
<p>Bom, cheguei em casa e o que aconteceu? Tcharam&#8230;SMS no meu celular, claro! A garota elogiou minha consideração pela ex, mas que poderia me fazer esquecer dela se eu permitisse. ¬¬´</p>
<p>Qual será o objetivo dessas garotas &#8220;bem resolvidas&#8221; ? Mostrar que podem desempenhar o papel do homem e ser mais foda por isso? Imaginem que maravilha seria a garota ligar para o cara na madrugada de sexta e falar pra ele &#8220;vamos sair?&#8221;, na sequência ela embica o carro em um drive-in, dá para o cara, paga a conta, o deixa em casa e some no dia seguinte. Seria uma maravilha, não?</p>
<p>Ah pa porra, o dia que eu fizer papel de mulher para conquistar uma garota, vou mudar de lado, não vai ter graça.</p>
<p>________________</p>
<p><em>Pessoal, a Visa está com uma campanha bem legal e inovadora. Se eles conseguirem 2000 amigos no msn juntospelodescontovisa@gmail.com , o dvd do Up &#8211; Altas Aventuras (um puuta filme) será vendido por 19.90. Se quiserem dar uma forcinha, é só add o email no seu msn <img src='http://www.manualdocafajeste.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Cafa ficará feliz.</em></p>
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		<title>Descompressão do namoro</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 03:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre após um namoro relativamente longo, há o período de descompressão. Nesse período o cara fica meio atordoado em relação a vida de solteiro. Perde um pouco da malícia do approach nas mulheres, da mecânica dos relacionamentos instantâneos e não raro costuma cometer uma série de deslizes por isso. E como não poderia deixar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre após um namoro relativamente longo, há o período de descompressão. Nesse período o cara fica meio atordoado em relação a vida de solteiro. Perde um pouco da malícia do approach nas mulheres, da mecânica dos relacionamentos instantâneos e não raro costuma cometer uma série de deslizes por isso. E como não poderia deixar de ser, aconteceu comigo.</p>
<p>Dia desses fui a um barzinho com alguns amigos, não estava atrás de um lanchinho a tira a colo. Queria mais era beber, falar merda e ter aquela sensação de liberdade, sem hora pra voltar, sem cobranças e sem satisfações que a vida solteira proporciona. Bom, depois de algumas muitas cervejas colou uma amiga em comum na roda e ai o cafômetro depois de meses desativado começou a apitar. Tentei acalmá-lo, mas o nível etílico e a carência estavam latentes.</p>
<p>Me segurei até onde pode só que o inevitável aconteceu. A garota ficou cheia de graça, riso fácil, esperando para ser xavecada e acabei chegando. Não precisou de muita conversa pra convencê-la a ir para a cafa-house. E não precisou de muita conversa depois para eu me arrepender da decisão.</p>
<p>Já no carro a garota criticava tudo que via pela frente. Uma nuvem negra pairava sobre a cabeça dela. Tudo bem que eu não sou a pessoa mais alto-astral que existe, mas aquilo ali era um azedume. Fui absorvendo aquilo e segurando, acumulando.</p>
<p>Chegou em casa, mais crítica, mais pessimismo. Até a cebolinha de estimação que eu tenho na cozinha foi alvo da nuvem negra. E a alegria que eu estava com os meus amigos há 30 minutos passados deu passo para o aborrecimento. Eu não podia falar um &#8220;ah&#8221; que ela retrucava &#8220;ah, o que?&#8221;, &#8220;O que tem esse ah?&#8221;, &#8220;Por que está falando ah?&#8221;. Decidi tomar um banho antes de começar a fazer qualquer coisa, pois sabia que broxaria na primeira oportunidade diante de tantas palavras de carinho e incentivo.</p>
<p>Tomei um banhão e esperava que ela fizesse o mesmo. Não o fez. Cheirosão, comecei uns amassos e senti que tinha algo vencido nela que não conseguia identificar ao certo. Era uma mescla de cheiro marinho com bodum. Pedi gentilmente que ela fosse ao banheiro dar um tapa na peteca (não com essas palavras). Nisso, minha libido já tinha parado lá no carpete.</p>
<p>Ela voltou e recomeçamos os amassos. Eu estava frio, agindo como se fosse uma máquina. Buscava um estímulo para aquecer e não achava. Não estava com vontade de fazer oral e ela também não mostrava sinais que queria conversar com o amigão. Depois dos amassos básicos, decidi encapar o garoto. Pausa aqui.</p>
<p>Não sei se vocês sabem, mas recentemente eu ganhei um kit de preservativos da <a href="http://www.blowtex.com.br/home_clara.php">Blowtex</a> muito bacana. Entre uns desses preservativos, teve um que me chamou a atenção por ser &#8220;<a href="http://twitpic.com/16m8ip">Extra fino super</a>&#8220;. Porém, como vocês podem ver pela foto, ele vem em uma caixinha plastificada, toda bonitinha, mas não muito funcional. Fim da pausa.</p>
<p>Como ela é ultra master mega fina, decidi experimentá-la. Só que, no escuro, bêbado, sem saco, sem estímulos orais, a camisinha se torna uma daquelas fases de videogame com tempo, que você fica todo atrapalhado pra fazer as coisas rápido antes que morra, no meu caso, broxe. E ai quando eu fui abrir a caixinha, não achava o picote, tentei arrebentá-la, não deu, tentei morder, não cedeu. Sai correndo para o banheiro atrás de uma tesoura, cena patética. Quando finalmente consegui abri-la, o amigão já tava a 50%.</p>
<p>Puto e arrependido de ter iniciado aquilo simplesmente deitei na cama, pedi que ela fosse dormir e adormeci.</p>
<p>Enfim, o período de descompressão de um namoro leva um tempo. Intimidade, cumplicidade e carinho não se encontram com qualquer uma que aparece no bar e para um recém solteiro essas qualidades são bem importantes.</p>
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		<title>Dia dos leitores &#8211; Ela não paga a conta</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 03:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como perder seu homem]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos leitores]]></category>
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		<category><![CDATA[pagar a conta]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos comentários do post passado, o tema &#8220;pagar a conta&#8221; voltou a aparecer. E vasculhando os e-mails dos leitores, encontrei uma história que ajuda as mulheres a entenderem um pouco a mentalidade masculina quando o assunto é &#8220;pagar a conta&#8221;. Vamos à história do Sidney:</p>
<p>&#8220;Em um dos encontros que tive frutos da internet (acho que foram uns cinco, na época do mIRC), ocorreu algo que serve para ilustrar, hoje, um tema polêmico: dividir ou não a conta.</p>
<p>Ela me pareceu interessante e marcamos de ir ao cinema. No dia, atrasada, ela ligou pedindo para que eu já comprasse os ingressos. Comprei  e ela, muito atrasada, não chegou a tempo  de assistirmos ao filme. OK, ela era bem gatinha, então podíamos gastar aquele tempo de forma, digamos, mais produtiva. O problema começou quando percebi que hora alguma a mocinha lamentou o fato de eu ter comprado as entradas à toa. Totalmente, indiferente. Enfim, ela tinha que me pagar de alguma maneira. Peguei.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Quando eu era mais novo e liso, usava estratégia parecida com a da garota. Enquanto eu ia comprando o ingresso do cinema para os dois eu falava “Vai comprando a pipoca para não nos atrasarmos” (só uma vez uma chinela pediu dinheiro tal qual uma mendiga, mas foi exceção). </strong></p>
<p><strong>Estou de acordo com o seu pensamento. Quando não temos consideração pela garota (é apenas um one night stand ou uma diversão), o custo-benefício é levado em conta. Tem mulheres que são mais caras e exigem um restaurante mais invocado, outras se contentam com um dog da morte, mas o importante é ter o retorno sobre o investimento</strong>.</p>
<p>O primeiro beijo rolou em um restaurantezinho, onde tomamos algo e ela pediu algo para comer que não me lembro. Até que chegou a conta. Aí já podem estar pensando: “Jura que o Cafa deu espaço a ele só porque a menina não pagou por um ingresso de cinema e uma continha no restaurante?”. Não foi por causa disso, mas pela postura da garota. Tenho uma percepção aguçadíssima. Quando a conta foi posta na mesa, ela virou o rosto e resolveu ficar admirando a paisagem ao lado. Na sequência, nenhuma menção sobre o que foi pago até ali. Saímos dali e ficamos “namorandinho” frente a um dos belos cartões- postais do Rio. Ficamos assim à tarde quase toda.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Você pagou a conta e ela não te pagou em favores sexuais, certo? Leitoras, esse é um cálculo que os homens fazem por instinto. Funciona assim &gt; Levo a garota para um lugar bacana $ + Sou fofo + Finjo que posso ser um namorado = Você tem que dar pra mim. A maioria sempre cai.</strong></p>
<p>No fim da tarde, ela disse estar com fome e perguntou se podíamos ir a algum lugar comer algo. Nesse momento, ela não havia se mostrado muito mais que uma garota bonita. Então confesso que concluí, lembrando uma alcunha usada pelo meu avô: “Não vou pagar mais nada para esta ‘morta de fome’!!”. Sabem o que fiz? Nessa época, meus avós tinham uma casa de suco em Copacabana. E lá, foi 0800 (de graça). E, por opção minha, essa é a história do meu único encontro com ela.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Ou seja, você foi o famoso paga-lanches. Se você abrisse um pouco mais a carteira e a levasse para uma suíte fodástica de um motel de renome ou um restaurante mais refinado, o desfecho seria diferente. Essas mulheres que se atentam ao dinheiro são facilmente manipuláveis quando em contato com pequenos luxos. Você gasta um pouco mais, mas consegue levá-la pra cama. É a famosa puta de escambo</strong> <strong>ou a feminista modernosa</strong>.</p>
<p>Particularmente, taí uma hora que gosto de ser enganado pela mulher: quando ela ao menos finge que quer dividir a conta. Não precisa nem querer de verdade, mas ficar indiferente quando ela (a conta) chega é terrível. Pra mim, passa um certo ar de abuso. E não venham falar em gentileza, porque vocês sabem que os tempos são outros. Lutam, com justiça, pelos mesmos cargos, salários, reconhecimento, mas na hora do “racha” voltam a ser super retrô. É o que sempre chamei de “feminismo de conveniência”. Afinal, é muito conveniente cobrar esse cavalheirismo – percebam também como esta palavra soa antiga – com o dinheiro dos outros. Na boa, mas para mim ser gentil é muito mais que isso. Só que já vi muita mulher aguentar desaforos, porque o homem paga as suas contas.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Concordo. Já abordei <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2007/09/26/pagar-a-conta-ou-nao/" target="_blank">esse tema por aqui</a>. É muito bacana ser A moderninha e falar “eu também posso me deitar com quem eu quiser e peidar na cara das minhas amigas”, mas ai quando você fala em dividir a conta, voltam para a época de nossas avós. O argumento que eu mais vejo é “gasto horas de depilação, acessórios, maquiagem, cabelo, etc, etc em função dele e ainda tenho que pagar a conta? Um absurdo!”. Como se homem não tivesse que cortar o cabelo, malhar, comprar roupa e presentinhos para agradar os lanchinhos.<br />
</strong></p>
<p>Não concluam que sou um pão-duro inveterado, acontece que para  gastar o meu dinheiro com alguém eu tenho que querer, achar que vale a pena; e não porque é uma convenção social. Na história supracitada, mal conhecia a garota e a total indiferença dela com as contas não me estimularam a outros gastos. Inclusive, romancei com uma garota por quem nutria uma grande admiração, entre outros motivos, por ela ter o discurso “faço questão de pagar a minha parte. Trabalho para isso”. E sabia o que eu fazia? Insistia para pagar algumas contas, pois era uma satisfação para mim. Ela merecia, por sua postura&#8221;.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Essa questão de atitude faz toda a diferença. Quando eu era mais novo, um cinema com pipoca, um barzinho com porções e um restaurante bacanudo pesavam bastante no final do mês. Se todas as garotas com quem eu saia não ajudassem com alguma parte, eu teria que passar metade do mês dentro de casa. </strong></p>
<p><strong>Depois, quando comecei a fazer um pé de meia a coisa que mais me incomodava era o descaso da garota com o meu dinheiro. Eu me revoltava quando a ordinária esquecia sua carteira de estudante em casa e não fazia a menor expressão de desculpa. Pior ainda quando ela vinha com sugestões de programas caríssimos, que obviamente ela não dava nem a gorjeta do flanelinha.</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Se um jantar compra o seu carisma pelo rapaz, não entrarei nesse mérito. Ao menos tenha a delicadeza de se oferecer para pagar.</strong></p>
<p><strong>________________________________<br />
</strong></p>
<p>p.s Você tem uma história bacana, engraçada ou curiosa com o sexo feminino? Envie para o <a href="mailto:cafa@manualdocafajeste.com">cafa@manualdocafajeste.com</a>, se ela realmente for boa virará um post.</p>
<p>p.s 2 Feliz dia internacional das mulheres! :*</p>
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		<title>Sobre mulheres ingênuas e malas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 03:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como perder seu homem]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia desses estava assistindo um dos únicos programas que presta na tv aberta, o 1 contra 100, quando fui fisgado pelo programa que veio na sequência, o SBT repórter (que a despeito da apresentação fúnebre do César Filho, tem matérias interessantes). Fui fisgado, pois a temática era sexualidade feminina e a chamada do programa antecipou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses estava assistindo um dos únicos programas que presta na tv aberta, o 1 contra 100, quando fui fisgado pelo programa que veio na sequência, o SBT repórter (que a despeito da apresentação fúnebre do César Filho, tem matérias interessantes). Fui fisgado, pois a temática era sexualidade feminina e a chamada do programa antecipou algumas cafonices da matéria que eu não poderia deixar de assistir.</p>
<p>O ponto máximo foi quando o repórter visitou uma espécie de templo feminino onde mulheres infelizes, reprimidas, algumas encalhadas e outras jabiracas se expunham ao ridículo para &#8220;encontrar a sua feminilidade perdida&#8221;.</p>
<p>O conceito do lugar é até interessante e já o abordei aqui algumas vezes. Basicamente, eles pregam que as mulheres após a revolução feminina se perderam com a liberdade que conquistaram e quiseram se igualar aos homens, quando na verdade deveriam se diferenciar. Muito bacana a idéia do templo, se não pecassem na venda do resgate de feminilidade de uma forma tão esdrúxula.</p>
<p>Olha, eu não sei quanto aquelas mulheres pagam para brincar naquele templo, mas a julgar pela localização e pelo jeito de perua da dona, deve ser uma bica. Vou tentar resumir mais ou menos a mecânica do lugar.</p>
<p>Determinada mulher foi orientada desde pequena a ser bem-sucedida na vida (leia-se mercado de trabalho) e em função disso acabou se anulando como mulher e virou um homenzinho de sucesso. Ai ela se vê no auge dos seus 30 anos, sem nenhum relacionamento fixo decente, cheia de idéias fixas sobre homens, com o corpo todo esculhambado e com dinheiro sobrando no banco. O que ela faz? Recorre aos orixás, ou melhor, ao templo que liberta a deusa de dentro das mulheres para torrar o seu dinheiro e encontrar uma forma de atrair os homens.</p>
<p>No templo, a dona se veste com umas asinhas brancas, balangandãs no corpo e mantém uma pose de a deusa suprema do templo da libertação feminina. A coitada do parágrafo anterior toda r(d)eprimida recebe algumas aulinhas para seguir a deusa mor e se libertar. Ai ela passa umas maquiagens cafonas na cara com alguns strass vagabundos colados na testa e faz algumas odes ao além. Há diversas &#8220;dinâmicas de grupo&#8221; onde as outras coitadas se unem, dão as mãos e começam a passear pelo bosque com o vestido ao vento, pés na terra deixando a natureza possuí-las. Um lance bacana é que há também um momento em que elas compartilham frustrações, uma espécie de psicologia em grupo. Porém, falta um elemento fundamental nesse teatro, o homem. Como elas vão saber que tipo de merda tão fazendo se só tem mulher para avaliá-las?</p>
<p>Algumas vezes não é necessário ter a presença masculina para encontrar algumas respostas. Ler um livro ou simplesmente assistir um filme já ajuda bastante e não é preciso gastar rios de dinheiro. Só que para isso é necessário paciência e/ou capacidade de interpretação, qualidades que parte das mulheres hoje em dia não tem. E quando tem, muitas vezes interpretam de forma errada. Lêem o livro ou assistem um filme (a la &#8220;Ele não está a fim de você&#8221;) e acham que estão &#8220;imunes&#8221; aos homens, como se homem fosse uma doença.</p>
<p>Se vocês repararem nos meus posts, quase todos têm uma coisa em comum, o uso do bom senso. Não se transforme de garota ingênua enrolada pelos homens, em uma <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2008/02/28/voce-e-uma-mala/" target="_blank">mulher mala</a> desconfiada dos homens.</p>
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