Já dei algumas dicas aqui sobre sexo oral (que foram chupinhadas pelo iG), dicas de sexo anal, de como perder seu homem em algumas noites, do que não fazer na primeira vez, entre outras. Quando eu penso que já esgotou esse tipo de post, surgem pedidos de dicas sobre outros assuntos. Dessa vez foi sobre masturbação.

Ao contrário do que muitas pensam, há sim alguns cuidados a serem tomados ou macetes a serem utilizados para melhorar o prazer do cara. Separei os principais:

1-) Controle a velocidade > Caso você queira que o cara goze rápido, bata rápido. Do contrário, alterne batidas lentas com rápidas (porém, não abuse muito dessas). Lembre-se, para grande parte dos homens, quanto mais você ficar masturbando mais rápida poderá ser a transa uma vez que ele já foi bastante estimulado.

2-) Cuidado com os cabeludos > Para homem que dá uma aparada na moita e os circuncidados isso não acontece, mas para os que cultivam uma muda lá embaixo, sim. Quando você for masturbar esses, certifique-se que não há nenhum pêlo perto da glande, do contrário, quando você for fazer o movimento de subida, vai descabelar o palhaço e consequentemente a cabeça ficará cheia de pêlos grudados (que provavelmente irão parar na sua boca).

3-) E o saco? > Pobre coitado, sempre esquecido por 75% das mulheres. Se você quer dar uma aquecida na masturbação, enquanto bate com uma mão, faça massagem no saco do cara com a outra. Porém, cuidado! Não ache que o saco são bolas de fisioterapia, manere na pressão.

4-) Polegar na cabeça > Depois de um tempinho batendo é normal que saia aquele líquido incolor pelo meninão do cara. Quando isso ocorrer, pare um pouco a batida e esfregue (devagar!!!) o polegar na ponta da cabeça espalhando o líquido pela glande. A ponta da glande é cheia de terminação nervosa, essa esfregadinha dá uma estimulada.

5-) Pressão > Pegue no meninão do cara com firmeza, mas sem apertar muito. Não sei por que, mas já conheci umas cinco garotas que ficavam apertando o meu amigão como se ele fosse aquele instrumento do médico de tirar pressão. Nada a ver.

6-) Sem afobação > Tem mulheres que são muito afoitas, mal o cara começa a beijar e ela já enfia a mão no meninão ainda borrachudo. Antes de pegar direto, pega por fora da calça, dê uma esfrega. Depois, abra a calça, pegue por fora da cueca. Atice! Ai sim, depois vá direto pra pele com pele.

7-) A masturbação não se encerra no pênis - Enquanto masturba o cara, beije-o, dê umas chupadas (de leve!!!!) no pescoço dele, dê uns gemidinhos mudos daqueles que não precisa falar, é só “uh uh uh” pelo nariz (difícil explicar por texto isso..rs).

8 -) Empunhadura - A leitora Raphaella Reis tocou num ponto importante nos comentários desse post que eu não havia me atentado, a Empunhadura. O ponto certo para pegar no meninão é no meio com a mão inteira (só use três dedos se você estiver manipulando um cotoco). Se pegar muito no começo pode vir alguns pêlos junto e consequentemente uma dor enorme, se pegar muito próximo da cabeça também é incômodo. Quanto a posição da mão, sempre no sentido de “joinha positiva”, a “joinha negativa” não é muito bacana por que as vezes a palma da mão raspa na cabeça. Ao bater faça movimentos completos, subindo até a pele fechar a glande (desconsidere aqui os circuncidados) e descendo até abri-la. Só faça movimentos curtos para dar uma variada, eles não devem prevalecer.

9 -) Ajude a colocar a camisinha - Já falei uma vez aqui, e torno a repetir. A maior incidência de brochadas acontece na hora de colocar a camisinha. Depois de masturbar ajude o garoto ou coloque para ele a camisinha. Se não sabe, aprenda com uma banana, é quase a mesa coisa.

Em relação a alguma dúvidas que surgiram nos comentários sobre “Por que ele quer parar a masturbação no meio?”. Em 90% dos casos são dois motivos. Ou por que você está batendo errado e o negócio está incomôdo ou porque ele simplesmente não quer gozar na sua mão. Ao contrário das mulheres que depois de gozar ainda podem continuar transando numa boa, há alguns homens que dão uma bela adormecida depois de gozar, logo eles não querem ficar com o meninão a meia bomba para a penetração.

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Dia do Orgasmo

4.Aug
2008

É engraçado como as pessoas e políticos adoram instituir dia para comemorar as coisas mais idiotas e que acabam caindo no esquecimento anos depois. As únicas datas que eu me apego são obviamente os feriados e aquelas para comprar presentes, como o dia dos pais e das mães (pelo menos sempre escapo do dia dos namorados). A última data estranha que tive notícia foi de quinta passada, o Dia do Orgasmo.

Como sou muito abelhudo, fui dar uma fuçada para saber como se originou essa comemoração e tive algumas surpresas interessantes. No Brasil a data oficial é 9 de maio, mas pelo visto só é comemorada na cidade natal do político que a criou (Esperantina - PI). Ela ficou internacionalmente famosa em 31 de julho, quando um grupo de Sex shop ingleses se uniu para sensibilizar as inglesas a gozarem mais (talvez dando um consolo). Foi uma manifestação bonita, pois na Inglaterra 80% das mulheres não gozam numa relação e 30% nem sabem o que é o orgasmo. Creio que no Brasil esse número deva ser um pouco menor devido a nossa falta de inibição e maior pegada nas preliminares.

Se há mulheres que mal sabem se atingiram o orgasmo, imagine para os homens identificar se a garota gozou. É praticamente impossível a menos que ele esteja com a boca ou o dedo na botija. Isso faz com que as mulheres possam fingir orgasmo e agradar seu parceiro que achou que é o cara por ter conseguido fazer com que sua mulher tenha chegado lá.

Coloco isso, pois vivi experiência relacionada ao tema há algumas semanas quando conheci uma garota num evento boca-livre. Eu tinha bebido muito e já estava chamando urubu de meu bem quando começamos a trocar olhares e decidimos ir para a cafa house continuar a festa por lá. Trocamos uns amassos na sala e depois fomos para o quarto chegar nos finalmentes.

As garotas mais experientes sabem como funciona quando o cara está muito bêbado, ou broxa ou demora horrores pra chegar lá. Esse último é meu caso. Depois de um tempo transando a garota falou que já tinha gozado e que quando quisesse eu poderia ir também. Só que eu não poderia. Já não aguentava mais bombar, pois além de cansado meus joelhos estavam completamente esfolados, já tive que transar no chão (minha cama tem emitido um barulho broxante quando eu transo, então ou é sofá ou chão ou escrivaninha). Ai ela pegou no meu ponto fraco, o oral, e consegui chegar lá. Só que fiquei na dúvida, será que ela realmente gozou?! Ou fez isso para tirar o peso de cima dela? Na manhã seguinte ela jurou que tinha chegado lá. Não acreditei, mas dei o assunto por encerrado.

Depois, lendo o blog da minha amiga Rachel, percebi que algo parecido tinha ocorrido com ela, só que na situação inversa. Ela disse que tinha chegado lá e que o cara não acreditou, pois ela não emitiu nenhum sinal.

Ai fiquei pensando, po, está certo que o orgasmo cada um sente e curte de uma forma, ma se a pessoa ficar parada feito uma múmia paralítica, como o parceiro vai saber que ela chegou lá? Imaginem o rolo/namorado/caso de vocês quando for gozar fica ali paradinho e só sai gosminha do meninão. Não tem graça nenhuma. Você quer sentir que está propiciando prazer pra pessoa, e ficar mudinha não vai ajudar. Portanto, fingindo ou não, DEMONSTRE que o cara conseguiu te dar tesão. Não precisa ficar uivando feito uma atriz pornô de quinta categoria, mas uns gemidinhos, mordidinhas e apertadas ajudam um bocado.

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Você sabe beijar?

27.Jul
2008

Já dei algumas dicas aqui sobre sexo oral, pois percebi que muitas mulheres não tinham muito conhecimento sobre como fazer um oral bem feito. Depois desse fim de semana vi a necessidade de dar algumas dicas sobre beijo também. Alguém vai falar “ahh, mas isso não existe regra, é coisa de encaixe”, sim é verdade, mas tem coisas que podem ser evitadas ou aprimoradas. Explico.

Apesar de preferir mulheres na casa dos 20, no fim de semana conheci uma mulher balzaca interessante. Ela é bem gostosa, gata e inteligente. Eu estava crente que por ser mais velha e ter mais experiência, me daria trabalho naquela noite. E como deu! O beijo da mulher era um horror, além de não colocar a língua, ela mordia a minha. Eu tinha que ficar beijando com cautela pra não ter uma lesão na língua. Falei que ia ao banheiro e abri fora.

Por isso, resolvi fazer uma listinha com algumas dicas para vocês não cometerem gafes na hora do beijo. Como eu falei lá em cima, é importante destacar que não existe o beijo certo. Enfim, vamos a lista:

Velocidade da língua - Tem mulheres que são uma verdadeira metralhadora, a língua se movimenta tão rápido que mal dá pra acompanhá-la. Esse tipo de beijo as vezes acontece com maior frequência na hora do sexo, pois o tesão é tamanho que a movimentação da língua é intensa, ai normal. Agora em outra situação é um saco. Antes um beijo tartaruguinha ao metralhadora.

Língua tímida - As vezes a mulher tem língua curta, ai não tem jeito. Agora em outros casos a mulher não põe pra fora não sei por que. Terrível isso. Você com maior vontade de senti-la e a linguinha lá toda encabulada. Eu prefiro que a língua seja daquelas desentupidoras de pia que chegam até o meu siso a língua ser tímida. Aqui uma observação, se você tem a língua curta, não a force pra fora. Faça você mesmo um teste, ponha a língua pra fora o máximo que puder como se estivesse beijando (sei que é ridículo isso, mas ninguém está te olhando, dane-se), ela fica rígida, isso também não é legal.

Mordidas - Tem gente que gosta, outros que detestam. A língua é sensível e geralmente as pessoas não tem controle sobre os dinas a ser aplicado, conclusão: machucado. Uma mordidinha de leve (eu disse de leve!) no lábio é até interessante agora na língua eu acho nada a ver.

Excesso de confiança - Conforme você vai ficando mais experiente, acha que o seu beijo é perfeito só por que seu ex-namorado achava o máximo. Essa garota que eu conheci devia ser uma dessas. Lembre-se, nem sempre aquilo que agrada um, corresponde a maioria.

Abre e fecha - O abrir e fechar da boca é algo normal no beijo, mas é umas das principais causas de o beijo não dar encaixe. Quando o cara está empolgado no beijo, a garota fecha a entrada ou vice e versa.

Cuidado com o bafo - O bafo é um vilão terrível. Ao contrário do CC, pum e chulé, o bafo não é auto identificável. Além disso, a pessoa está ali com a boca na imundice e fica complicado escapar de um ataque frontal. Pergunte pra uma amiga, mãe, irmão, etc se você está com o hálito bacana. E por favor, sempre uma balinha e chiclete de hortelã no bolso.

Apetrechos para dividir na boca - Dividir na boca do parceiro uma balinha ou um chiclete é bacaninha. Agora pára por ai, já conheci uma maluca que quis dividir um pedaçinho de maria-mole. Ah, e também divida uma vez só a bala, não é legal ficar nessa brincadeira até o drops acabar.

Beije a boca, não as bochechas - O lábio é o limite do beijo de língua. Se você não está fazendo sexo, não tem por que deixar o queixo e as bochechas do cara cheias de bába.

Use as mãos - Nada de mãozinha dormindo na cintura. Passe a mão pela nuca e pescoço do rapaz, faça um carinho, deslize pelo braço, costas ou peitoral.

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Não me canso de agradecer as leitoras pelo sucesso do blog e agora com um motivo especial. Nessa semana o Manual bateu mais de 13.000 views diários e o Google me ranqueou com pagerank 5 (para vocês terem uma idéia, o Kibe Loco tem 4 e o Jacaré Banguela 3). Estou ao lado de gigantes como o Google Discovery e Te Dou um Dado e abaixo somente dos mestres, Pensar Enlouquece e Ueba (aliás, o agradeço pelo último link que me deu). Mais uma vez, obrigado!!

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A receita do cafa

8.Jul
2008

A maioria das vozinhas que eu conheço sempre tem um padrão para definir a nora ideal ou a namoradinha do neto ideal (o meu caso). Ela precisa ser garota de família, estudiosa e principalmente prendada. Esta última qualificação inclui basicamente saber cuidar da casa (lavar, passar e cozinhar).

Apesar do termo ter caído em desuso devido à inclusão da mulher no mercado de trabalho, eu acho bacana mulher que sabe cozinhar. Quando eu namorava, sempre procurava ajudar minha namorada no preparo de alguns pratos. E após ficar solteiro percebi que esta é uma excelente tática para trazer garotas pra casa, preparar o meu prato especial e depois….bem, a sobremesa é por conta delas.

Brincadeiras a parte, eu acho que toda mulher deveria ao menos aprender a cozinhar um prato com maestria. Isso não quer dizer que você será uma Amélia ou retrocederá nas conquistas alcançadas (como algumas feministas apontariam), mas é algo diferente para fazer em conjunto ou surpreender seu rolo, namorado e etc. No meu caso, é uma forma de quebrar o gelo com garota que eu não conheço.

Minha dica para as leitoras que querem preparar aquele prato especial pra dividir com seu caso, é tomar cuidado com alguns ingredientes. Repolho, feijão, grão de bico, ovo, etc devem ser evitados, pois não será muito bacana os gases surgirem bem na hora da sobremesa. Também não sou muito a favor de pratos pesados, como carne vermelha, lasanha, frituras, etc.

Minha dica é um fruto do mar acompanhado de um bom vinho branco (nada de cervejas, além de estufar a barriga, dá gases). No caso das naturebas, uma limonadinha.

O intuito do blog não é ser a cozinha maravilhosa da dona Ofélia, mas como tem a ver com o post de hoje, deixo a sugestão de uma receita ensinada pela minha mãe e muito bem aprendida por mim. Os únicos ingredientes que eu reduzo são a cebola e alho (por motivos óbvios).

Arroz com Lula

2 xícaras de arroz
2 xícaras de água
½ xícara de azeite
¼ xícara de salsa
1 Kilo de Lula limpa cortadas em anéis de 1 cm
5 dentes de alho amassado
2 cebolas médias picadas
1 pimentão vermelho sem sementes picado
1 tablete de caldo Knorr de legumes
Sal a gosto
Molho de pimenta a gosto

Preparo

1 – Numa panela refogue o alho e a cebola no azeite em fogo médio até ficarem macios. Acrescente o pimentão e refogue por mais alguns minutos.
2 – Junte o arroz e refogue mexendo de vez em quando até começar a dourar. Acrescente a lula e refogue por mais cinco minutos.
3 – Adicione a água com o caldo Knorr dissolvido, tempere com sal e molho de pimenta a gosto, mexa bem, tampe e cozinhe em fogo baixo acrescentando mais água se necessário por cerca de 25 minutos ou até o arroz ficar ao dente (adoro essa expressão). Junte a salsa e mexa delicadamente. Sirva a seguir.

Por fim, a dica mais importante: Treine antes de preparar o prato pro cara. Veja com as suas amigas se está no ponto, se o tempero está equilibrado e se o arroz não está papudo. Ter que engolir comida mal-feita não é muito agradável e pode estragar a sobremesa.
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Aproveitando a oportunidade, a Knorr está com uma promoção bacana e pediu que eu convidasse minhas leitoras para colaborar (e obviamente servirá para aumentar o livro de receitas do cafa). Se você possui uma receita tão infalível quanto a minha, que por trás há um história romântica ou engraçada ou curiosa, coloque-a no comentário deste post. As 12 leitoras com as melhores receitas selecionadas entre 12 blogs participantes (sim, graças a vocês o Manual do Cafa foi um dos escolhidos) farão parte de um programa e serão veiculadas no hotsite www.receitamilionaria.com.br. Inscreva-se lá, se a sua receita for a mais bacana, ainda pode ganhar um milhão de reais!!! Mas o melhor é que você vai ganhar um jantar com o cafa! (hehehe, brincadeira). Só lembrando que as receitas deverão conter o ingrediente Knorr e de colocar a cidade e estado em que vive.

Blogs participantes:

http://www.culinariamasculina.com.br
http://www.pratofundo.com
http://www.homemnacozinha.com
http://www.interney.net/blogs/guloseima/
http://www.rainhasdolar.com
http://decarapralua.zip.net/
http://www.eucapricho.com/
http://www.interney.net/blogs/inagaki/
http://www.papodehomem.com.br
http://www.substantivolatil.com/
http://www.quemmatouatangerina.com/

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Algumas leitoras têm me questionado sobre a quantidade de vezes necessária para que o homem consiga se satisfazer sexualmente. É uma pergunta não muito simples de responder, pois o desempenho varia muito da situação que o casal se encontra (por exemplo, se eu transar com uma garota no elevador não dá pra dar a segunda, é uma rapidinha mesmo) e da aptidão física do rapaz. Porém, com todas as experiências que já vivi e ouvi arrisco alguns palpites:

Quando só rolou uma vez – Em boa parte delas eu não tinha muito tesão na garota. Ou por que ela era múmia, ou por que fazia besteira ou simplesmente por que a química não rolava. Outras vezes eu estava bêbado (e é oito ou oitenta, ou não sobe ou demora anos pra gozar) ou caindo de sono. Tirando as exceções do parágrafo acima, quando só rola uma vez geralmente não é bom sinal.

Quando foram duas – Aqui é bem provável que a química ocorra. Quando o encaixe acontece, o meninão nem chega a ficar borrachudo, está pronto pra outra. A segunda é bacana, pois geralmente a primeira tende a ser mais rápida (não é uma regra, mas falo pela média) e a segunda por demorar mais dá pra curtir melhor.

Três ou mais – Nessas vezes o encaixe é perfeito. Desconheço homens que deram três ou mais (com exceção dos que tomaram Viagra ou que trabalham no ramo) e não curtissem a garota. Há um ditado famosinho que “A primeira é do homem, a segunda do homem e da mulher e a terceira é só da mulher”, em parte é verdade, pois se a primeira é rápida, só o cara curte; na segunda o cara goza e a garota geralmente tem o orgasmo; já a terceira ou mais o cara está no pó da rabiola ao gozar, quase não sai mais nada, mas a garota está lá firme e forte pronta pra outra.

Para ilustrar o quadro, no fim de semana retrasado eu vivencie a primeira e terceira experiência.

Na sexta eu fui pra um barzinho em sampa e conheci uma garota bem interessante na pista de dança. Ela era bem atirada e depois de tomar várias Capiroskas juntos decidimos ir pra minha casa “ouvir uma música”. O problema é que bebi pra caramba e demorou muito pra conseguir chegar ao final. E quando cheguei, eu cai duro na cama. Queria dormir sozinho e estirado, mas tive que pagar o preço de dividi-la com a garota e sua insistência de ficar me abraçando.

No sábado foi à vez de sair com a loirinha do parque novamente. Como já vamos para a terceira ou quarta vez de saída (traduzindo, que transamos), o negócio está ficando bem entrosado. E neste dia consegui emendar três. Minha cota do fim de semana estava encerrada. (E por favor, não estou apaixonado por ela, nem vai rolar namoro).

Eu fiquei um bagaço. Levei a loirinha pra casa dela, com muito custo voltei pra minha, e planejei que meu domingo seria me isolar em casa embaixo da coberta, assistir filmes, ler um livro e esquecer de mulheres por um dia. Só que, a garota que eu conheci no carnaval (não é a da Vila da Penha, nem a bafuda) tinha um curso em São Paulo. E sem me avisar antecipadamente, ligou as 10:00 da madrugada de domingo dizendo que queria me ver. Como ela é toda carente e se eu dissesse “não” perderia esse lanchinho, falei que eu tinha uma festa de criança as 14:00 e que não teríamos muito tempo para ficarmos juntos. Para garantir que eu não precisaria transar mais de uma vez, coloquei só uma camisinha na carteira (o velho pretexto, “ahh que pena..só tem uma”). Transei burocraticamente e quase chorando (estava esfolado), mas cumpri a missão.

Agora o cafa devolve a pergunta para vocês. Sei que muitas mulheres não chegam ao orgasmo, outras sim. E você? Chega? Quantas vezes por noite?

___________________________________________________________________

Pessoal, fui convidado a ser um dos embaixadores do site de relacionamento S2. Apesar de nunca ter me inscrito em sites de relacionamento, me cadastrei nele, pois achei um bom canal para conhecer mais mulheres e ganhar uns prêmios. E o que você ganhará com isso? Bom, se você se acha uma pessoa bem relacionada, cheia de amigas e amigos faça seu cadastro lá (diga que foi convidada pelo Cafa) e envie um e-mail para S2@riot.com.br dizendo que também quer ser embaixadora. Toda semana a pessoa que levar mais amigos para o site ganha R$200,00 em bônus do Submarino. Como o site é novo, suas chances de ganhar são bem grandes. Além do mais, poderá ser amiguinha do Cafa.

P.s. Se estiver com medo de ser seqüestrada por mim, não faça o cadastro. As leitoras que ganharam sabonetinhos na promoção passada agradecem.

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A pegada feminina

19.Feb
2008

Posts atrás algumas leitoras pediram que eu falasse sobre o que seria a “pegada feminina” e quando uma mulher consegue me atrair. Nesse fim de semana tive a oportunidade de sair com duas garotas que me ajudaram a atender os pedidos e postar sobre o assunto.

A primeira foi aquela garota que eu conheci numa balada em Santos que eu acabei deixando de lado pra pegar uma piriguete. Bom, confesso que o principal motivo para sair com ela no sábado foi a cirurgia plástica que ela fez pra colocar silicone, já que conversando com ela pela net logo vi que a garota não tinha assunto além de ser uma tremenda xarope. A coitadinha até que se esforçou pra ser simpática, mas não são 250 ml de silicone que deixam uma garota com pegada e agradável. No primeiro abraço dado logo senti um cheiro de perfume sem-vergonha, extremamente nauseante. O beijo dela era duro e mecânico (tinha esquecido como era), daqueles que o lábio fica rígido e a língua tímida só segue dois movimentos curtos. No barzinho quis saber um pouco sobre ela, só que os assuntos eram tão enfadonhos que eu me pegava em diversos momentos olhando pras garotas das mesas ao lado. O auge do aborrecimento foi quando ela falou sobre construir família e que gostaria de ter filhos em breve (ela tem 28 anos e padece da síndrome “ficarei-pra-titia”). Paguei a conta e fomos embora.

Perto da casa dela voltei a beijá-la pra ver se engrenava, mas estava tão desinteressante que o meninão nem se manifestava na cueca. Já estava com a cabeça na balada. Ela deve ter sacado minha intenção e me deu uma bronquinha por cair na noite depois de ter saído com ela. Nem pra geladeira essa vai.

Apesar de estar um pouco cansado de baladas e com uma geladeira respeitável, precisava sair um pouco pra aliviar o stress da semana. Fui numa balada meio baixo nível no Guarujá, a Lucky Scope, que também é famosa por ter mulheres que liberam sem compromisso. Nesse sábado estava um horror o lugar, muita mulher feia, descuidada e homem a dar de rodo. No meio da selva, avistei uma loirinha que faz meu tipo. Como não valorizo número e sim qualidade, fiquei um tempo observando-a pra saber se eu iria beijar muitos homens por tabela. Depois que um cara até que boa-pinta tomou um fora, parti pro ataque. Fiz uma gracinha puxando assunto sobre a tatuagem que ela tinha nas costas (não na lomba) e passamos a conversar. Ao invés de beijar logo de cara a garota ficou provocando, só liberou um abraço (nessa hora o meninão já estava a ponto de bala), depois um beijo no rosto e assim foi indo até finalmente conseguir beijá-la. Além de usar um perfume ótimo, o beijo dela era envolvente, beijava o pescoço, colocava a mão na minha nuca e deslizava perfeitamente pelas costas e ela sabia me elogiar sem dar na cara que estava caída por mim. Infelizmente, ela foi no esquema perueira pra balada e o after-night não rolou. Adicionando-a no Orkut dias depois fui descobrir que a garota tem namorado. Fiquei frustrado. Mas a garota tem uma pegada tão boa, que dificilmente pularei fora. Essa terá um lugar VIP na geladeira.

Olha, eu acho bem difícil uma pessoa aprender a ter pegada depois de velha. De qualquer forma listo abaixo as principais características de uma mulher com pegada:

1-) Tem personalidade – Não é aquele tipo de mulher topeira que só sabe dizer “sim”, “que legal”, “hummm” e não faz perguntas, nem contraria o homem.

2-) Beijo envolvente – Acho errado dizer que fulana beija mal, por que geralmente o que rola é um encaixe de bocas, têm umas que dão certo outras não. Ainda assim, a mulher com pegada tem uma boca macia, molhada (não é redundância), a língua oscila entre diversos movimentos e velocidades diferentes sem virar um desentupidor de pia ou uma metralhadora.

3-) Sensualidade – Muitas mulheres confundem sensualidade com vulgaridade. Há garotas que ficam muito mais interessantes com um vestido justo ao corpo a uma safada de shortinho enfiado na bunda. Até um simples movimento de cabelo ou forma de andar já chama a atenção.

4-) Vaidosa, mas não xiita – Ela sabe se vestir bem, as unhas são impecáveis, não deixa pêlo em lugares estranhos e usa um perfume / cremes cheirosos. Por mais que cuide da aparência, em quatro paredes ela não se importa se está suando ou se seu cabelo despenteou. Ela se entrega e dificilmente ficará com encanações pequenas na cabeça.

6-) Humorada / inteligente – Pra ser bem humorada, tem que ser inteligente. Geralmente mulheres burritas, por mais que sejam gostosas, incomodam depois da transa, ai bate aquela depressão-pós sexo. Quando bem humorada ela faz você dar risada do nada com uma tirada inteligente.

7-) Independente – O sentido que emprego aqui não é somente o financeiro, mas também o comportamental. Ela não precisa ligar todos os dias pro cara que ela está afim, pois sabe que é especial e ele vai procurá-la. Sabe identificar quando o cara está enrolando-a e não hesita em preteri-lo e sair com suas amigas.

P.S. I - Hoje o Manual é capa do Vírgula na aba “Interativo”. Vale a pena conferir! :)

P.S. II - Domingo tive uma experiência sem explicação racional. Assim que a história tiver um desfecho eu relato aqui.

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Neste feriado fui ao Rio de Janeiro (dessa vez não fiquei na “Laranjeiras”) descansar um pouco e conhecer algumas mulheres cariocas. No final das contas não fiz nem um nem outro, pois não descansei um minuto e todas as mulheres que conheci moravam em outro estado. Porém, valeu muito a pena. Fez sol todos os dias, praia maravilhosa, comi aquele frango oleoso bom pra c* do KFC (que só tem no Rio), recebi cortesia para experimentar o novo Milk Shake do Bob’s de maçã com canela (que é ótimo) e fui numa balada perfeita. O único contratempo foi a parada gay que ocorreu domingo na praia de Copacabana, pois acabei ouvindo gracejos de bichas-velhas, por outro lado, analisando a quantidade de garotas novas com namoradinhas indo ao evento e a guria que conheci no sábado a noite, veio a idéia pra fazer esse post.

No sábado fui numa excelente casa noturna chamada Melt (minha única reclamação vai pra hostess e seguranças do local que são de uma má-educação sem tamanho). Lá acabei conhecendo uma garota bem interessante, gata, gostosa, inteligente e… bissexual. Eu só fiquei sabendo desse último atributo por que ela mesma me disse que estava com a “namorada” no lugar e que de lá iam para uma boate gay. Resumindo a história, ela me convidou para acompanhá-las , só que eu teria que ir até essa balada GLS, depois ir até a Barra da Tijuca pra depois voltar pra Copa (pra quem não conhece o Rio, é chão pra caramba). Como estava sem dinheiro vivo, bêbado, com fome (de comida) e muito cansado, acabei não pagando pra ver. Confesso que ontem me bateu um leve arrependimento, mas como a garota me disse que costuma vir pra São Paulo (ela é de Brasília), fiquei mais confortado.

Para todos os meus amigos que conto essa história (e acredito para os leitores homens daqui) a indignação é geral, pois a maioria deles idealiza transar com duas mulheres ao mesmo tempo e não perderia essa oportunidade. Só que como toda fantasia sexual, a pessoa tem que estar preparada para realizá-la. Eu tenho certeza que meu desempenho com aquelas garotas seria pífio, e como ela me passou seu telefone (aliás, ligou hoje :) ) eu senti que outras oportunidades surgiriam.

 

Algumas mulheres não entendem esse fetiche masculino, mas o motivo é simples, a estimulação sexual é dobrada. Não só pelo contato físico, mas também pelo voyerismo de ver duas mulheres se beijando. Homem desde pequeno se masturba vendo porcariada (como fotos e filminhos pornôs), e de todos aqueles estímulos que ele vê a maioria ele consegue realizar mais velho (sexo anal, gozar na boca, no rosto, etc), mas o grupal é o mais difícil deles.

Peço desculpas se eu não respondi alguém por e-mail ou msn. Tento responder todos os e-mails que recebo ou conversar sempre que possível no MSN, mas durante a semana é praticamente impossível por causa do meu trabalho. :)

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Uma leitora me pediu para dar umas dicas de como atrair homens bacanas na balada.

Bom, antes de mais nada, eu sou um pouco incrédulo sobre encontrar um(a) parceiro(a) interessante na balada. Geralmente, as pessoas estão lá pra encher a cara, se divertir com os(as) amigos(as) e fazer contatos que possam render uns beijos ou uma transa casual.

É claro que há algumas pessoas que valem a pena conhecer nestes lugares. Mas, são bem poucas e por isso você precisa ficar atenta para encontrá-las. Segue 5 breves dicas que facilitarão essa busca:

1-) Não beije de cara. Um dos maiores prazeres de ficar com uma garota (que vale a pena) na balada é a conquista. Se a garota for meia boca e não me beijar de cara eu abro fora. Agora se for interessante, vale a pena a conversa. Então, fala pro cara que você achou ele interessante, mas que ainda é cedo pra beijar (se ele sair fora, você não vale a pena pra ele) prolongue o assunto e ai sim o beije.

2-) Ele esqueceu seu nome? Acontece. O álcool tem o incrível poder de fazer com que o nome das pessoas seja a primeira coisa a ser esquecida. Não encane com isso, a não ser que você veja que o cara mal consegue parar em pé, ai sai fora por que ele nem vai lembrar do seu rosto no dia seguinte.

3-) Chave-de-braço não. O cara pode ser o mais gato da balada, se ele chegou em você guindando, caia fora. Lembre-se, essas dicas são pra achar pessoas interessantes na balada. Se o cara não tem a capacidade de lhe convencer a dar um beijo pela conversa, só deve ter abobrinha ali dentro.

4-) Não seja pedante. Como eu falei anteriormente, na balada as pessoas vão para se divertir com os amigos, se surgir alguém interessante pode rolar de os dois ficarem juntos. Agora, se o cara ficou com você e resolveu voltar à roda de amigos dele, não fique circulando o coitado ou soltando frasezinhas inconvenientes do tipo “já me esqueceu?”, “e ai, curtindo muito?”. Curta a sua noite, se você mexeu com ele, ou ele não te abandona ou ele volta.

5-) Não ande em bando. No máximo vá com 3 amigas para o lugar. Se não for possível, dividam-se em grupos. Muitas mulheres juntas intimidam o cara a chegar junto por dois motivos. O primeiro diz respeito àquelas amigas barangas que não beijam ninguém e na hora que o cara chega pra falar com sua amiga, querem ir ao banheiro com todo mundo junto ou pede pra irem pra outro lugar. O segundo é a vergonha mesmo, apesar do álcool quebrar um pouco isso é meio constrangedor chegar numa garota e 8 ficarem analisando até o fio de cabelo que está fora do lugar.

Boa sorte!

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Sábado estava conversando com a minha mãe sobre as garotas que eu tinha apresentado a ela desde que comecei a assumir alguns relacionamentos mais sérios. E todas que ela simpatizou são aquelas meninas “de família”, simpáticas, educadas, com bons modos, delicadas, e demais adjetivos bonitinhos. E foram justamente as que despertaram menos interesse em mim.

As que eu mais gostei foram às consideradas “despirocadas”, que tinham poucas qualidades mencionadas acima, mas que na intimidade deixavam as “de família” no chão. Isso não quer dizer que eu seja um cafajeste imprestável, não. Mas, pra mim o entendimento na cama é 75% de uma relação. Ao falar isso minha mãe resumiu com a célebre frase, “é não tem jeito, homem gosta mesmo de uma puta na cama e uma dama na sociedade”.

Ok, “puta” é muito pejorativo e a frase um pouco simplista, mas o sentido dela é excelente.

O que eu vejo acontecer hoje em dia é o prevalecimento dos dois opostos, quando na verdade eles deveriam ocorrer em conjunto. Explico. Mulheres que pra não serem taxadas de vulgares ou por terem sido criadas numa família muito conservadora assumem papéis de santa e esquecem de abandoná-lo em 4 paredes, ai fica aquela coisa insuportável de ficar n meses com a garota e ela nada de transar, de tentar um sexo oral e ela vir com “tenho nojo”, ou então ter vergonha de determinadas posições sexuais (sendo que jamais as experimentou, pois acham vulgar ficar de 4, por exemplo.); e na contramão aquelas mulheres que em nome da igualdade de sexo, do feminismo burro e pra mostrar uma pseudo-independência tendem só pro lado da despirocação, dão pro primeiro que aparece, acham que lavar uma louça é descer no patamar das “conquistas feministas”, enfiam um shortinho cavado no útero e um decote “vejam meus peitos”, afinal são livres para isso.

Eu acho muito mais fácil uma garota “de família” se converter em quatro paredes a uma despirocada virar dama. Aliás, se alguém conhecer uma mulher que apresente as duas características, me apresente, por favor ;)

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Esse é um lema que todo bom cafajeste leva consigo. Não que mentir seja algo terrível, mas homens têm uma dificuldade imensa em manter uma mentira, sempre caem em contradição ou pecam pelo excesso. Logo, é melhor se esquivar de determinadas questões a ficar inventando fatos.

Por outro lado, mulheres sabem mentir melhor que homens, mas algumas confiando demais nesse “dom” acabam chutando o pau. O melhor (ou pior) exemplo que eu tenho disso foi quando conheci uma garota no carnaval de Ouro Preto em 2006.

Ela era um tesão, loirinha, gostosa, carioca e simpática (apesar de ser uma porta). Mas, pensei, “bom eu não vou querer conhecer minha futura esposa num carnaval babilônia como esse, logo vou investir pra garantir minha noite”. Foi o que fiz.

Depois de um tempo de show passamos a conversar. Fiquei sabendo que a garota morava em Laranjeiras (fui saber depois que é um bairro bacana do Rio), que era filha de um almirante e que tinha uma mansão (sic) no Guarujá.

Ao ouvir tudo isso fiquei até constrangido em levar a guria pra casa que eu tinha alugado, pois ela estava imunda, com cheiro de budum e no meu quarto estavam hospedados mais quatro cuecas . Porém, como o tesão era tamanho, engoli a vergonha e levei-a para o pulgueiro.

Minha surpresa foi que a garota transou comigo ali no meio de 4 caras (tudo bem que estavam todos capotados) e sem qualquer inibição ou receio ela fez barba cabelo e bigode. De manhã fiquei mais constrangido ainda, pois eu tinha que levá-la na república que estava hospeda e o meu carro digamos que não é dos mais apresentáveis (apelidado carinhosamente por meus amigos de “trem-fantasma”). Mas ok, passei por todas as inibições e marcamos de nos encontrar no próximo feriado.

Ela pediu que eu fosse visitá-la no Rio de Janeiro que ela providenciaria transporte e hospedagem na cidade maravilhosa. Não curto ser chupim, mas como ela fez questão que eu fosse, acabei topando. Para impressionar, sai do trabalho em sampa e fui direto ao aeroporto, logo estava todo social e bem apresentável. Para não ter erro, um dia antes eu pedi a ela que me confirmasse onde morava, ela disse tudo certinho, mas o bairro curiosamente mudou para Vila da Penha, pensei “ah, deve ser um bairro adjacente ao das Laranjeiras, blz”. Pobre cafa, ai começou o perrengue.

Chegando no aeroporto ela realmente me recepcionou, só que com mais duas pessoas, seu pai e sua mãe! Bom, o pai dela era bem gente boa, mas não tinha aparência alguma de militar .

Quando o pai dela entrou na linha amarela pra chegar ao bairro, me deu um frio na espinha, pois o carro não parava de avançar pra dentro do Rio. Como era noite, não me atentei aos detalhes da redondeza, a surpresa me aguardava de manhã quando acordei com o alto-falante do carro que vende cândida (?!).

Olha, eu não tenho nada contra bairros periféricos, pois quando eu era pequeno eu morei num em sampa. Agora eu não fui preparado psicologicamente, muito menos nos meus trajes para aquela situação. Fui cair na real quando perguntei de irmos à praia e ela falou que era preciso pegar o metro (que confesso, desconhecia sua existência no Rio). Nome da estação? Irajá (ai me lembrei da música de funk do Claudinho e buchecha, “Nosso Sonho” que cita várias favelas do Rio e essa é uma delas). Bom, ai as mentiras começaram a cair uma por uma. Entre elas que seu pai é professor, e que não tinha mansão no Guarujá (óbvio).

A merda é que por mais que eu seja cafa eu tenho meus princípios e ali tava nítido que a garota tinha mentido pros pais dizendo que eu era seu namorado e cheio da grana, pois eu fui muito bem tratado além da conta (a ponto do pai dela me comprar uns presentinhos e emprestar o carro para darmos um “rolé”).

Não quero dizer que não se deve mentir, mas evite ao máximo procurando sempre omitir. Se for inevitável, fale mentirinhas, coisas que não lhe comprometerão mais pra frente. Essa garota que eu conheci achou que nossa relação ia morrer ali no carnaval, por isso ficou contando mil vantagens, só que não teve a sensibilidade de desmenti-las depois ou de simplesmente sumir do mapa.

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