Hoje estava conversando com o aprendiz de cafa sobre algumas passagens engraçadas vivenciadas por nós ou por amigos. Na maioria delas a garota nem se ligou que estava cometendo um mico e dando material para conversas de bar (e post no Manual). Selecionei as mais curiosas:

1-) O óleo estimulante exclusivo – Depois de alguns meses que terminei com a minha ex, combinei de ir até a casa dela pra “jantar” (vocês devem saber qual seria a sobremesa) e conversar sobre a vida. Quando começou a pegação ela me disse: “Espera um pouquinho que eu comprei um creminho estimulante ontem no Sexyshop para usarmos”. Bom, eu acho meio escroto esses cremes de Sexyshop, pois a grande maioria tem cheiro de motel barato ou de perfume vagabundo, mas ok, legal a atitude dela de pensar em algo para apimentar a noite. Porém, assim que ela tirou o creme da bolsa percebi que ele estava na metade. Po, imaginei quantas picas por tabela eu ia receber no meu corpo com aquilo. Não broxei, mas foi um balde d’água na cabeça e a última vez que transamos. Difícil manter ex como lanchinho.

2-) Nunca fui nesse motel – Certa vez o aprendiz de cafa estava nos amassos com uma garota no carro. Depois de muita pegação ele sugeriu de irem a um motel. A garota ficou de manha, pois disse que só tinha ido em motel uma única vez e em outra cidade. Bom, depois de muito sexo eles beberam um pouquinho e caíram no sono. O aprendiz acordou pelas tantas da madrugada preocupado por causa do per noite e avisou à garota que precisava ligar pra o rapaz trazer a conta. No que ela disse, “Desencana, vamos nos trocar e descer por que aqui só dá pra pagar lá embaixo”. Sábio ditado, a bebida entra, a verdade sai.

3-) A queimada na roda – Onde eu trabalhava havia uma garota que se achava a santa. Já tinha dado pra grande parte dos funcionários e pra cada um deles fazia questão de frisar que ele era o primeiro na empresa (como se homem não conversasse entre si). Para vocês verem como homem é maldoso, certa vez um deles chamou o pessoal e avisou que tinha descoberto outro cara que tinha saído com ela. Foi feita uma brincadeira. Abriram um chat no MSN e todos deveriam escrever quem eles sabiam que já tinha transado com a garota e ao final da contagem regressiva deveriam apertar enter. Resultado: 7 rapazes (porém, o sétimo ninguém acertou).

4-) A porquinha – Quando eu era mais novo, eu não tinha tanto critério e bom senso como tenho hoje. Certa vez eu estava numa feijoada (em Sampa é comum alguns bares oferecerem feijoada e depois ter um sambinha) e conheci uma loirinha bem interessante no final da noite. Ficamos por um bom tempo e resolvi leva-la ao motel. Eu já estava meio chapado e fui logo para as preliminares. Ela pediu que fizéssemos um 69. Péssima escolha. Quando ela colocou sua amiguinha na minha cara, consequentemente meu nariz foi pro seu botão. Só que a garota deve ter exagerado na fejuca e largado um barro no banheiro da balada. E como ela só usou papel higiênico, consequentemente o negócio ficou sujo. O cheiro era de matar. Tentei mudar de posição, mas ela disse que estava gostoso e a cada tentativa que eu dava pra afastar o rosto ela pressionava a cintura e consequentemente o botão na minha cara. Lição básica, todo mundo faz cocô, mas se for transar depois usa o chuveirinho, papel higiênico não limpa, espalha.

5-) A sovina – Tenho um amigo que é bem revoltado com mulheres que trabalham e não se propõe a rachar nada, como se fossem uma “acompanhante de luxo” (sic). Certa vez ele já estava saturado de uma garota que nunca levava bolsa nem carteira ao saírem. Puto da vida ele armou uma pegadinha. Foi num restaurante relativamente caro. Como de costume ela pediu um dos pratos mais caros e uma garrafa de vinho. No final da janta foi solicitada a conta. Quando ele foi tirar a carteira do bolso…”Ixi!!Devo te-la perdido!” (era mentira, ele tinha a deixado no carro). E solicitou a garota: “Você poderia pagar a conta que depois eu te dou o dinheiro?”. E adivinhem?! Ela não tinha um puto. Ele fez uma ceninha e pediu para o garçom e a moça aguardarem enquanto ele ia ver se não tinha a deixado no carro. Só que ele apelou, mandou por meio de um outro garçom o dinheiro da conta e mais uma quantia para a garota voltar de táxi pra casa.

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Pessoal, fui convidado a ser um dos embaixadores do site de relacionamento S2. Apesar de nunca ter me inscrito nesse tipo de site , me cadastrei nele, pois achei um bom canal para conhecer mais mulheres e ganhar prêmios. E o que você ganhará com isso? Bom, se você se acha uma pessoa bem relacionada, cheia de amigas e amigos faça seu cadastro lá (no campo “Quem te indicou, diga que foi convidada pelo “Cafa”) e envie um e-mail para S2@riot.com.br dizendo que também quer ser embaixadora. Toda semana a pessoa que levar mais amigos para o site ganha R$200,00 em bônus do Submarino. Como o site é novo, suas chances de ganhar são bem grandes. Além do mais, poderá ser amiguinha do Cafa na comunidade.

P.s. Se estiver com medo de ser seqüestrada, não faça o cadastro. As leitoras que ganharam sabonetinhos na promoção passada agradecem. :)

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Hoje estava lendo um artigo bem legal que comentava sobre a revolução dos estudantes parisienses em Maio de 68. Pra quem nunca ouviu falar, um resumo, foi quando parte da população jovem francesa se revoltou contra o governo e os “velhos valores” da sociedade e promoveu uma série de greves. A partir de então foram quebrados vários tabus entre eles da sexualidade e prazer. E ai foi o início da abertura para a mulherada gozar dos mesmos privilégios do homem nessa área. Só que hoje muitas mulheres confundem essa liberdade conquistada com putaria e ai surgem situações como a citada abaixo.

Sexta passada um amigo de Santos resolveu me visitar em São Paulo para que eu o levasse sábado de manhã ao Brás. Para quem não conhece, o Brás é um bairro em São Paulo famoso pelas lojas de roupas baratas. E sabe como funciona a fórmula, roupa barata + dia das mães = muita gente. Eu nunca tinha ido para aquela região, e fiquei impressionado pelo trânsito em pleno sábado e pela quantidade de gente (feia) nas ruas. Como não havia lugar para parar o carro, decidi encostá-lo em frente a uma entrada de prédio e aguardar meu amigo comprar o maldito vestido para sua mãe. O problema é que o cabeça de vento estava sem bateria no celular e esqueceu o lugar onde eu estava o aguardando. Depois de 2 horas dando volta por aquele mar de exus, sem sequer uma bonitinha para trocar olhares, um número de celular desconhecido me ligou. Era meu amigo pedindo que eu fosse buscá-lo numa rua x.

Chegando ao local, o bonitão convidou “duas amigas” dele pra entrar no carro. Elas eram horríveis. Dei uma olhada de relance e duas coisas ficaram registradas na minha mente, o rosto repleto de espinhas de uma e o cabelo fiz-chapinha-não-posso-lavar de outra. Além disso, estavam usando um perfume vagabundo que empesteou o carro todo. Como se não bastasse, pareciam duas retardadas falando. Alternavam erros grotescos de gramática (”ele mim disse que era perto”) com o uso abusivo de gírias (”eu gosto, tipo assim, de fazer compras” / “a carol briga, tipo assim, de ficar mim esperando”). Olha, sendo bem sincero, uma mulher com capacidade de articular frase igual a de uma criança de 10 anos é tão (se não mais) broxante quanto um cabelo ensebado.

Irritado pela espera de 2 horas no local, pelo trânsito infernal e com a surpresinha trazida pelo meu amigo, meu humor ficou lá embaixo. Fiquei com a cara fechada e monossilábico. Cada vez que ouvia “tipo assim” minha cara franzia e eu dava uma bufada. Para me deixar mais feliz, as garotas não tinham a mínima idéia de como chegar na casa delas de carro. Impaciente, eu disse que estava indo pra Santos que se a casa delas fosse no caminho, ótimo, do contrário eu as deixaria num ponto de ônibus (o que acabou acontecendo).

Assim que elas saíram do carro tive outra surpresa. Meu amigo havia conhecido os exus na rua ao pedir informação sobre lojas. Como ele é muito caridoso, resolveu convidá-las pra dar uma voltinha no meu carro e elas toparam sem hesitar.

Agora imagina se eu sou um sem-vergonha que faz o que o cara aprontou com minha amiga. Ou pior, se sou um tarado e decido levar as garotas para um matagal e forçar elas a transar? Posso ser repetitivo, mas vou sempre bater nesta tecla, antes de sair dando por ai conheça o cara. Aproveite a liberdade alcançada lá atrás para progredir.

Quem foi ao evento do Pangea Day, depois comenta a respeito. Quero saber o que acharam. Quanto ao kit banho, falei com o responsável e ele disse que está sendo enviado.

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Sexta-feira passada, meu aniversário foi como o dos últimos 5 anos, fico na expectativa de uma festa surpresa, curioso sobre as lanchinhos que lembrarão desta data e ansioso pelo e-mail de felicitação que um antigo caso da adolescência sempre me envia. Como de costume o primeiro não se concretizou; com o Orkut, o segundo ficou banalizado; mas por outro lado recebi o e-mail da garota.

Esse rolo antigo é uma história bem longa, porém vou tentar minimizá-la ao máximo para poder transmitir à vocês a idéia geral do post.

Há uns anos, eu tinha uma encanação devido a quantidade de piriguetes que conheci. Quando eu começava a ficar com mais freqüência com uma determinada garota sempre ficava na dúvida, “será que ela é vagabunda?” E passava a tentar esmiuçar o passado dela pra identificar algo que a desqualificasse e partir pra outra. Com essa garota não foi diferente.

Depois de meses ficando, boa química, estávamos quase namorando. Até que certa vez eu enviei pra ela um teste de internet com o tema relacionado a sexo. Eram várias perguntas que iam desde quantas vezes você faz sexo ao dia até sobre a maior tara. Só que o site é uma farsa, depois de preenchido ele envia as respostas para a pessoa que o indicou. Logo, eu fiquei sabendo tudo sobre a garota. A coisa mais chocante que vi foi “A coisa mais ousada que já fiz: SEXO GRUPAL”. Foi como um balde d’água na cabeça e desde aquele momento nunca mais ficamos.

Depois disso comecei a refletir melhor sobre essa encanação com o passado e descobri que há muitos homens/mulheres como eu que tem a mesma preocupação. Por exemplo, tenho um amigo que possui bloqueio com mulher separada, pois diz que o marido “já comeu ela de todos os jeitos, que nem o buraco do ouvido é virgem”.

O fato é que a maioria de nós tem algum podrinho no seu passado ou muita bagagem mesmo. O que não quer dizer que somos mal caráter ou imprestáveis. Valorize o que a pessoa é pra você. Por ficar olhando pra trás, já deixei passar batido várias coisas bacanas na minha frente.

Pessoal, esse é o famoso teste que tantas leitoras pediram > http://testesexy.meuquiz.com/

Por favor, pense um milhão de vezes antes de usá-lo. As consequências podem ser terríveis.

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Neste fim de semana li um artigo interessante no caderno feminino do Estadão comentando sobre as mulheres e como a sua relação com o sexo mudou na última década, principalmente entre aquelas na faixa dos 20 anos pra menos. Em linhas gerais, a repórter comentou que com a independência financeira e a chegada de anticoncepcionais sem grandes efeitos colaterais, as mulheres passaram a ter mais relações casuais muitas vezes sem apego emocional.

Acho legal essa conquista da mulher, afinal imagina um coitada que casa virgem com um cara que é péssimo de cama. Ou no caso do homem, casar com uma mulher virgem, que não tem malícia/experiência alguma e mal sabe fazer um oral. Os dois acabavam perdendo.

Só que essas relações superficiais numa hora saturam. Nesse fim de semana tive uma boa prova de como elas começam a pesar em mim.

Bom, quem leu o blog recentemente sabe que a garota que eu estou curtindo resolveu sair com as suas amigas pra ir numa balada. Como não estava no apetite de casa noturna, resolvi visitar minha geladeira e sair com uma mulher-lanchinho. Fomos eu, ela e mais um amigo beber num posto (hábito muito comum em São Paulo) e jogar conversa fora. Como Santos é um ovo, a garota que estou afim apareceu por lá. Disfarcei ao máximo para ela não perceber que eu estava pegando a lanchinho, cumprimentei-a, demos uma trocada de olhar e depois de uma meia hora ela foi pra balada e eu com a garota pra casa.

Fiquei com peninha da lanchinho. A garota ficou toda encantada por que abri um vinho e coloquei uma música de fundo, deve estar acostumada com aqueles homens que mal beijam a garota e já empurram a cabeça dela na direção do meninão. Bom, depois de muito amasso começamos a transar, ai começou a maluquice. Ela estava por cima e do nada parou de sentar, e perguntou se eu tinha gostado (!!!), disse a ela que eu nem tinha gozado, ela fez um cara de sonsa e eu tive um acesso de riso devido a situação constrangedora. Ficou um clima chato, mas com álcool na cabeça, logo retomamos a transa. De repente a garota incorporou uma atriz pornô e passou a falar umas frases meio absurdas pra quem nunca teve intimidade, são chulas, mas eu tenho que reproduzir: “Vai, goza….goza na minha b*cetinha…vai quero sentir esse p* gostoso lá dentro”, “Vai, vai, vai seu safado depois de me comer, me chupa de 4”, “Isso fode gostoso, assim, fode gostosinho” e foi daí pra baixo. O.o

Não sou muito adepto do uso de frases longas na transa, mas isso é uma coisa que só com a intimidade você descobre, por isso sempre falo pra não inventar na primeira vez.

A transa foi mais ou menos, nem tanto pelo fato das frases, mas por que desde que eu cheguei em casa com ela, minha cabeça estava na outra garota. É bom transar sem compromisso e pra dar uma aliviada. Mas a falta de intimidade, entrosamento, etc numa hora incomodam. O que é melhor, relação superficial e dinâmica ou séria e rotineira? A primeira eu conheço bem, a segunda as vezes me dá um certo receio.

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Domingo pela manhã fui dar uma volta na praia e meu ânimo passou a melhorar com a troca de olhares com algumas mulheres. Na parte tarde, como bem observado pelo leitor Marco, acontecia o bloco da Pracinha, só que como esqueci minha peruca e vestido em casa acabei indo de homem mesmo.

Brincadeiras à parte, o bloco era uma pegação geral. Logo de início eu catei uma garota (que até hoje não sei o nome) e convidei-a pra ir pra um lugar mais tranqüilo (a tática “filminho em casa” não estava disponível). Como no hotel não podia entrar pessoas estranhas, achei que valeria estrear o cafamóvel que ainda estava com cheiro de carro novo. A transa foi normal, mas teve uma cena engraçada, a garota era daquelas que gosta de ser chamada de puta, que puxe o cabelo e dê tapa na bunda. Apesar de me sentir um pouco constrangido com esse tipo de pedido e não ser muito adepto, eu sentei a mão na nela. O problema é que tenho a mão um pouco pesada e a garota ganhou um belo vergão na bunda, além de soltar um baita berro. Se bem que mereceu por ser piriguete.

Dispensei a garota e voltei ao bloco. Porém, meus amigos tinham evaporado do lugar. Fiquei vagando a noite inteira a procura deles e posteriormente da piriguete quebra-galho, só que todos tinham sumido. Beijei algumas garotas na avenida pra cumprir tabela, mas depois da maior conquista dos homens no carnaval, fui dar uma dormida.

Dia seguinte na praia houve mais troca de olhares. O problema é que infelizmente meu nível de cafajestagem não chegou a ponto de abordar mulheres na praia e a pegação só rolava a noite mesmo. Ainda chego lá.

A maior alegria do carnaval, porém, foi na terça-feira. Antes de falar dela cabe uma explicação. Pra quem nunca foi à Laguna, o carnaval de lá tem dois momentos / lugares, o primeiro é a avenida principal onde passam os blocos e o pessoal coloca os carros com som alto pra mulherada dançar; o segundo é um palco armado na areia. O primeiro dá uma mulherada alto nível, enquanto o segundo é uma baixaria só (apelidado pelos meus amigos de “cidade baixa”).

A tática que utilizávamos para manter nosso ego alto era ficar na avenida chegando nas melhores e quando o nível de foras ficava alto, íamos até a cidade baixa pegar umas barangas e ficar com mais moral.

Numa dessas investidas peguei uma loirinha local bem safada. Depois de masturbar a garota no meio da areia, fomos ao banheiro químico dar uma rapidinha. Foi rapidinha mesmo por que a garota já estava esfregando a lâmpada há meia hora, ai não demorou muito pro gênio aparecer. Mas ai veio a recompensa, quando eu sai do banheiro quem aparece rebolando no palco num concurso de rebolado masculino? Um dos amigos carioca faço-jiu-jitsu-e-tenho-um-pitbull. Meu desgosto por eles até passou. 1 paulista x 0 carioca.

Tiveram outras histórias que aconteceram, mas nem todas tão interessantes. O que me deixa cada vez mais impressionado é como as mulheres se comportam como os homens no Brasil. Além da experiência que tive fora, dia desses estava conversando com uma angolana leitora do blog. Ela me disse que ficou chocada com os meus relatos e as novelas que assiste da Rede Globo. Não quero dar uma de falso moralista e retrógrado, mas insisto em bater na mesma tecla: grande parte das mulheres aqui não se valorizam. E valorizar não é não fazer sexo, mas não virar um objeto.

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Esse fim de semana era mais um daqueles que eu não tinha grandes planos e que no final acabou sendo bem produtivo. Como de costume, estava na casa dos meu pais em Santos. Era sábado a noite e não queria pegar balada, logo fui à internet ver o que poderia me render. Apareceram 3 contatos interessantes de mulheres-lanchinho.

O primeiro era uma garota que conheci em Porto Seguro na minha formatura de colegial. Vez ou outra ela vem pra minha casa em sampa a pretexto de ver um filminho e no final é só sexo mesmo. Como estava no litoral, a chamei pra pegar uma praia comigo no domingo. Ela estava bem afim de ir, mas precisava inventar uma boa desculpa pra mãe dela, pois já eram 23:00. Tentei ajudá-la, mas nada criativo surgiu e acabou não rolando. Parti pra segunda.

A segunda era a garota de tatuagem na lomba que conheci na balada. Depois de ver as novas fotos que ela postou no Orkut, digamos que me reacendeu a vontade de “revê-la”. Nem preciso dizer que ela topou na hora o convite, mas disse que iria demorar uma hora pra se aprontar e que gostaria de comer em algum lugar antes. Fiz as contas e não valeria a pena. Já tinha transado com ela, em casa não dava pra eu levar, pois meus pais estavam lá, logo teria que pagar um motel. Ai veio a conta na cabeça “Restaurante + motel + figurinha repetida = muito desgaste. Bom, não dispensei, deixei no modo de espera e parti pra terceira.

Essa terceira eu conheci na época da faculdade, mas nunca tivemos muito contato. Ela namorou durante 3,5 anos e depois de terminar, nesta semana voltou a conversar comigo. Já era uma da manhã e eu perguntei se ela não gostaria de ir até minha casa em sampa ver um filme (técnica-clichê, mas infalível). A garota é inteligente e logo se ligou das minhas intenções e disse que aquilo estava cheirando a bootty call. Eu não tinha a menor idéia do que isso se tratava, então consultei o oráculo Google. Resumidamente, booty call é uma palavra que surgiu num seriado americano na década de 90 e se popularizou por lá, nunca vi essa expressão por aqui, mas gostei do seu emprego devido a sutileza. Booty call é quando você liga (agora no século 21 pode ser também pelo contato na internet) para uma pessoa conhecida no meio da madrugada com o único intuito de fazer sexo (sexo real). Em alguns casos essas pessoas têm parceiros fixos (problemáticos) ou então terminaram recentemente e devido a seu estado de carência utilizam esse recurso para saná-la (foi o caso da garota).

Enfim, depois de muita conversa ela topou. Fui pra São Paulo as 2 da matina. Já em casa, como não tinha vinho, servi whisky mesmo. Acho engraçado quando as mulheres tentam se passar por castas e falam “olha, mas não vai rolar nada viu”, pô não deu 3 rodadas de whisky pra começar os amassos quentes. Não vou entrar em detalhe do ocorrido (só digo que foi ótimo), porém não aconselho muito usar whisky nessas ocasiões. A bebida sobe muito rápido, quando fui “içá-la” no meu colo pra levá-la ao quarto acabei caindo em cima da mesinha de centro da sala, nada que tenha broxado, mas foi uma situação um pouco constrangedora.

Na minha opinião esse “conceito” de botty call tende cada vez mais a se popularizar, a demanda e oferta de mulheres-lanchinho é cada vez maior.

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Sei que estou devendo dois posts a vocês, mas como fim de semana aconteceu um fato inusitado, tive que fazer esse de oportunidade.

Ontem fui na xxxperience (uma das festas raves mais famosa do Brasil). Apesar de não curtir tanto tempo dançando, nessa eu estava mais empolgado e aproveitei bastante até começar a cair o mundo e o lugar virar um verdadeiro charco (evento muito mal organizado por sinal, só os Dj’s que prestavam).

Como a pista não tinha nenhum abrigo pra chuva, passei a caçar que nem doido um lugar para poder me refugiar. Me enfiei num quiosque que tinha um toldo comprido. Estava um rebu só, todo mundo amontoado. Do meu lado tinha uns 8 moleques filhinhos-de-papai aloprando todas as mulheres que entravam ou passavam pelo lugar. Eram xingamentos absurdos sobre o físico das garotas e condição financeira.

Numa hora entrou uma guria bem gatinha e gostosa, e ficou parada na minha frente. Como eu estava no pó e sem vontade de falar com ninguém, nem ataquei. Já os caras do meu lado passaram a chamar ela de gostosa, abraçá-la, elogiar peito e bunda, etc. Eu não entendi como ela ainda ficava ali até que um deles a beijou. Os outros também tentaram pegar, mas ela não quis. Nisso, um deles que estava atrás dela começou a cuspir nas suas costas e pra finalizar deu uma catarrada no cabelo (ela não percebeu). Detalhe que o cara que a tinha beijado viu tudo e deu risada.

Fique indignado e tentando entender de quem era a culpa, pois nunca vi algo tão escroto em anos de cafajestadas. Os caras são uns merdas por natureza. No mínimo na casa deles a mãe é tratada como um lixo pelo pai ou não passa de uma perua com cérebro de minhoca. Só que a maior culpa nessa história é da garota. Não que eu defenda o que os caras fizeram, mas o que faz uma mulher se sujeitar a isso? Ela nem sabia o nome do cara, idade, cidade onde mora, e por ai vai. E essa garota não é um caso isolado. Canso de ver por ai mulheres que não se valorizam, que abrem as pernas e depois perguntam o nome. Mulheres medianas, merecem homens medianos.

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Neste feriado fui ao Rio de Janeiro (dessa vez não fiquei na “Laranjeiras”) descansar um pouco e conhecer algumas mulheres cariocas. No final das contas não fiz nem um nem outro, pois não descansei um minuto e todas as mulheres que conheci moravam em outro estado. Porém, valeu muito a pena. Fez sol todos os dias, praia maravilhosa, comi aquele frango oleoso bom pra c* do KFC (que só tem no Rio), recebi cortesia para experimentar o novo Milk Shake do Bob’s de maçã com canela (que é ótimo) e fui numa balada perfeita. O único contratempo foi a parada gay que ocorreu domingo na praia de Copacabana, pois acabei ouvindo gracejos de bichas-velhas, por outro lado, analisando a quantidade de garotas novas com namoradinhas indo ao evento e a guria que conheci no sábado a noite, veio a idéia pra fazer esse post.

No sábado fui numa excelente casa noturna chamada Melt (minha única reclamação vai pra hostess e seguranças do local que são de uma má-educação sem tamanho). Lá acabei conhecendo uma garota bem interessante, gata, gostosa, inteligente e… bissexual. Eu só fiquei sabendo desse último atributo por que ela mesma me disse que estava com a “namorada” no lugar e que de lá iam para uma boate gay. Resumindo a história, ela me convidou para acompanhá-las , só que eu teria que ir até essa balada GLS, depois ir até a Barra da Tijuca pra depois voltar pra Copa (pra quem não conhece o Rio, é chão pra caramba). Como estava sem dinheiro vivo, bêbado, com fome (de comida) e muito cansado, acabei não pagando pra ver. Confesso que ontem me bateu um leve arrependimento, mas como a garota me disse que costuma vir pra São Paulo (ela é de Brasília), fiquei mais confortado.

Para todos os meus amigos que conto essa história (e acredito para os leitores homens daqui) a indignação é geral, pois a maioria deles idealiza transar com duas mulheres ao mesmo tempo e não perderia essa oportunidade. Só que como toda fantasia sexual, a pessoa tem que estar preparada para realizá-la. Eu tenho certeza que meu desempenho com aquelas garotas seria pífio, e como ela me passou seu telefone (aliás, ligou hoje :) ) eu senti que outras oportunidades surgiriam.

 

Algumas mulheres não entendem esse fetiche masculino, mas o motivo é simples, a estimulação sexual é dobrada. Não só pelo contato físico, mas também pelo voyerismo de ver duas mulheres se beijando. Homem desde pequeno se masturba vendo porcariada (como fotos e filminhos pornôs), e de todos aqueles estímulos que ele vê a maioria ele consegue realizar mais velho (sexo anal, gozar na boca, no rosto, etc), mas o grupal é o mais difícil deles.

Peço desculpas se eu não respondi alguém por e-mail ou msn. Tento responder todos os e-mails que recebo ou conversar sempre que possível no MSN, mas durante a semana é praticamente impossível por causa do meu trabalho. :)

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Eu nunca curti coisas do tipo fist-fucking, sado-masoquismo, lama negra, chuva dourada e demais nojeiras que algumas pessoas costumam se excitar, mas se há consentimento dos envolvidos, digamos que é até aceitável.

Além destas citadas, grande parte das fantasias sexuais digamos que têm um certo risco seja ele legal ou social, por exemplo, ser pega transando na praia ou ter suas fotos íntimas expostas na internet pelo ex.

Nesse fim de semana recebi uma proposta da garota sem-tato. Ela quer realizar sua fantasia de fazer um ménage à trois (vulgarmente conhecido como sexo grupal) comigo e com meu primo. Detalhe, ela continua namorando. O que me deixou mais impressionado, porém, não foi o seu estado civil (aliás, isso ultimamente já nem me espanta mais, tamanho o número de mulheres que traem o seu parceiro) e sim que o convite partiu dela sem eu falar nada.

Eu a questionei por que ela não realiza a fantasia com seu namorado e mais alguém, a resposta foi “ahh, o P. é muito careta se eu falo isso pra ele, vai querer terminar. E outra você é cachorro tem mais jeito pra coisa”. Não vou entrar no mérito da parte que me toca, por que a partir do momento que eu resolvi sair com ela, eu me sujeitei a pecha de “cachorro”. Mas, a questão é, se a fantasia é tão cabeluda a ponto de não ser realizada com o próprio parceiro , será que vale a pena concretizá-la? Ou então, você confia no seu parceiro pra fazer algo mais ousado?

Uma ex-psicóloga me disse certa vez uma coisa óbvia, mas que ninguém para pra pensar. Fantasia sexual quando realizada, não é mais fantasia, é um fato consumado. É bacana ficar idealizando aquela coisa inusitada, meio que intangível e excitante, mas é bom pensar no depois também. Não há limites para imaginação, nem para as conseqüências.

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Sábado estava conversando com a minha mãe sobre as garotas que eu tinha apresentado a ela desde que comecei a assumir alguns relacionamentos mais sérios. E todas que ela simpatizou são aquelas meninas “de família”, simpáticas, educadas, com bons modos, delicadas, e demais adjetivos bonitinhos. E foram justamente as que despertaram menos interesse em mim.

As que eu mais gostei foram às consideradas “despirocadas”, que tinham poucas qualidades mencionadas acima, mas que na intimidade deixavam as “de família” no chão. Isso não quer dizer que eu seja um cafajeste imprestável, não. Mas, pra mim o entendimento na cama é 75% de uma relação. Ao falar isso minha mãe resumiu com a célebre frase, “é não tem jeito, homem gosta mesmo de uma puta na cama e uma dama na sociedade”.

Ok, “puta” é muito pejorativo e a frase um pouco simplista, mas o sentido dela é excelente.

O que eu vejo acontecer hoje em dia é o prevalecimento dos dois opostos, quando na verdade eles deveriam ocorrer em conjunto. Explico. Mulheres que pra não serem taxadas de vulgares ou por terem sido criadas numa família muito conservadora assumem papéis de santa e esquecem de abandoná-lo em 4 paredes, ai fica aquela coisa insuportável de ficar n meses com a garota e ela nada de transar, de tentar um sexo oral e ela vir com “tenho nojo”, ou então ter vergonha de determinadas posições sexuais (sendo que jamais as experimentou, pois acham vulgar ficar de 4, por exemplo.); e na contramão aquelas mulheres que em nome da igualdade de sexo, do feminismo burro e pra mostrar uma pseudo-independência tendem só pro lado da despirocação, dão pro primeiro que aparece, acham que lavar uma louça é descer no patamar das “conquistas feministas”, enfiam um shortinho cavado no útero e um decote “vejam meus peitos”, afinal são livres para isso.

Eu acho muito mais fácil uma garota “de família” se converter em quatro paredes a uma despirocada virar dama. Aliás, se alguém conhecer uma mulher que apresente as duas características, me apresente, por favor ;)

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