Já dei algumas dicas aqui sobre sexo oral (que foram chupinhadas pelo iG), dicas de sexo anal, de como perder seu homem em algumas noites, do que não fazer na primeira vez, entre outras. Quando eu penso que já esgotou esse tipo de post, surgem pedidos de dicas sobre outros assuntos. Dessa vez foi sobre masturbação.

Ao contrário do que muitas pensam, há sim alguns cuidados a serem tomados ou macetes a serem utilizados para melhorar o prazer do cara. Separei os principais:

1-) Controle a velocidade > Caso você queira que o cara goze rápido, bata rápido. Do contrário, alterne batidas lentas com rápidas (porém, não abuse muito dessas). Lembre-se, para grande parte dos homens, quanto mais você ficar masturbando mais rápida poderá ser a transa uma vez que ele já foi bastante estimulado.

2-) Cuidado com os cabeludos > Para homem que dá uma aparada na moita e os circuncidados isso não acontece, mas para os que cultivam uma muda lá embaixo, sim. Quando você for masturbar esses, certifique-se que não há nenhum pêlo perto da glande, do contrário, quando você for fazer o movimento de subida, vai descabelar o palhaço e consequentemente a cabeça ficará cheia de pêlos grudados (que provavelmente irão parar na sua boca).

3-) E o saco? > Pobre coitado, sempre esquecido por 75% das mulheres. Se você quer dar uma aquecida na masturbação, enquanto bate com uma mão, faça massagem no saco do cara com a outra. Porém, cuidado! Não ache que o saco são bolas de fisioterapia, manere na pressão.

4-) Polegar na cabeça > Depois de um tempinho batendo é normal que saia aquele líquido incolor pelo meninão do cara. Quando isso ocorrer, pare um pouco a batida e esfregue (devagar!!!) o polegar na ponta da cabeça espalhando o líquido pela glande. A ponta da glande é cheia de terminação nervosa, essa esfregadinha dá uma estimulada.

5-) Pressão > Pegue no meninão do cara com firmeza, mas sem apertar muito. Não sei por que, mas já conheci umas cinco garotas que ficavam apertando o meu amigão como se ele fosse aquele instrumento do médico de tirar pressão. Nada a ver.

6-) Sem afobação > Tem mulheres que são muito afoitas, mal o cara começa a beijar e ela já enfia a mão no meninão ainda borrachudo. Antes de pegar direto, pega por fora da calça, dê uma esfrega. Depois, abra a calça, pegue por fora da cueca. Atice! Ai sim, depois vá direto pra pele com pele.

7-) A masturbação não se encerra no pênis - Enquanto masturba o cara, beije-o, dê umas chupadas (de leve!!!!) no pescoço dele, dê uns gemidinhos mudos daqueles que não precisa falar, é só “uh uh uh” pelo nariz (difícil explicar por texto isso..rs).

8 -) Empunhadura - A leitora Raphaella Reis tocou num ponto importante nos comentários desse post que eu não havia me atentado, a Empunhadura. O ponto certo para pegar no meninão é no meio com a mão inteira (só use três dedos se você estiver manipulando um cotoco). Se pegar muito no começo pode vir alguns pêlos junto e consequentemente uma dor enorme, se pegar muito próximo da cabeça também é incômodo. Quanto a posição da mão, sempre no sentido de “joinha positiva”, a “joinha negativa” não é muito bacana por que as vezes a palma da mão raspa na cabeça. Ao bater faça movimentos completos, subindo até a pele fechar a glande (desconsidere aqui os circuncidados) e descendo até abri-la. Só faça movimentos curtos para dar uma variada, eles não devem prevalecer.

9 -) Ajude a colocar a camisinha - Já falei uma vez aqui, e torno a repetir. A maior incidência de brochadas acontece na hora de colocar a camisinha. Depois de masturbar ajude o garoto ou coloque para ele a camisinha. Se não sabe, aprenda com uma banana, é quase a mesa coisa.

Em relação a alguma dúvidas que surgiram nos comentários sobre “Por que ele quer parar a masturbação no meio?”. Em 90% dos casos são dois motivos. Ou por que você está batendo errado e o negócio está incomôdo ou porque ele simplesmente não quer gozar na sua mão. Ao contrário das mulheres que depois de gozar ainda podem continuar transando numa boa, há alguns homens que dão uma bela adormecida depois de gozar, logo eles não querem ficar com o meninão a meia bomba para a penetração.

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Nunca fui muito fã do programa “leva um amigo que eu levo uma amiga”, principalmente quando eu era o amigo a ser levado. Isso por que, no geral, uma das partes não agrada muito a outra. Para evitar isso eu sempre procuro ver a foto da amiga antes, porém nem sempre dá certo (dentes encavalados não são revelados nas fotos do Orkut).

Fiz essa introdução por que umas das exigências que a loirinha do parque impôs para sairmos foi que eu levasse um amigo para fazer companhia a sua amiga que já possui carta de motorista (a loirinha fez 18 anos semana passada). Só que quando minha peguete enviou o Orkut da dita cuja, foi um espanto. A garota era um exu. Para não perder a saída com a minha nova aquisição, fiz um filtro das melhores fotos e enviei ao meu amigo que acabou achando-a interessante.

A amiga além de feinha era meio chupim. Falou para eu buscá-la quase perto de sua casa, pois deixaria o carro num estacionamento baratinho (para não ter que gastar com gasolina e manobrista que é bem caro na Vila Madalena). Bom, fui até o local buscar as duas e evitei olhar para meu amigo para não cair na risada. A amiga-chupim já foi urubuzando pra cima dele e notei pelo retrovisor que ele estava um pouco assustado (ele é tímido). Não chegou a atacá-la.

O intuito de ir ao barzinho era tomar umas e outras e em seguida ir pra casa-house mais descontraídos e fazer o que realmente interessava. Só que a amiga-chupim já estava no cardápio de comida, louca pra jantar no local, mas como os outros três integrantes da mesa estavam mais preocupados com a bebida ela teve um pouco de bom-senso e desistiu da idéia.

Além de toda a chupinhança, a garota era meio porta e aliada a loirinha de 18 anos que não possui muita bagagem de vida o papo não evoluiu muito. Em um dado momento as garotas decidiram ir ao banheiro juntas (mulher adora isso, como eu gostaria de ouvir os papos de banheiro feminino). Ai meu amigo aproveitou para destilar sua indignação (e claro, eu a minha) sobre as aberrações da noite. Depois de passar um tempinho falando mal da amiga-chupim, ele me apontou a bolsa da garota que estava na mesa. Eu não havia reparado, mas era uma bolsa ridícula, de um extremo mal gosto. A gente chorava de rir e isso foi o estopim para nos soltarmos, abstrairmos as adversidades e reduzir nosso senso crítico para entrar no mundo delas.

Depois de bem alegrinhos, sugerimos ir até a casa-house ver um filminho. Claro, a amiga-chupim topou desde que pedíssemos uma pizza. Pedi, comemos, tomamos vinho e ai começou a pegação. Um num sofá e o outro no do lado. Eu já estava com a camisinha no meninão quase pegando a garota de ladinho quando ela sugeriu irmos ao quarto (realmente não seria muito agradável o casal ao lado nos ver transando, mas a minha cabeça de cima já não funciona muito bem nessas horas).

Obviamente que ao chegarmos ao quarto o meninão já estava meio borrachudo ou como alguns dizem “a 75% da capacidade”. Porém, quando a garota tem a pegada, ao mais leve toque já fica rijo. Pronto para iniciar as preliminares, tive um probleminha. Não possuía mais nenhuma camisinha (tinha somente duas na carteira e uma eu havia emprestado ao meu amigo). Puto da vida e impaciente com a situação, fui pelado mesmo até a sala buscar uma camisinha na carteira do meu amigo. Dei uma espiada no sofá e pra minha surpresa meu amigo dormia com a garota como se fossem dois namorados. Vasculhei a carteira inteira e não encontrei o preservativo. Tive que me contentar com o 5 contra 1 da loirinha e providenciar no dia seguinte um estoque de camisinha no meu armário.

Não deu pra chegar aos finalmentes, mas as piadas daquela noite e toda as situações engraçadas por que passamos valeram a pena. Nem sempre o sexo é o ator principal de um encontro.

Haverá um evento neste sábado (10/05) de Pangea Day (patrocinado pela Nokia) no Morro da Urca no Rio de Janeiro. Quem visitar o site e se interessar pelo evento, me add no MSN, pois possuo convites a serem distribuídos para algumas leitoras (é um evento fechado, só entra com convite). Ah, e não vou seqüestrar ninguém.

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Antes de inciar o post aviso que quando digo “primeira vez” não me refiro somente a garota que perde a virgindade, mas principalmente a primeira vez entre duas pessoas que nunca transaram.

Bom, sempre considerei a primeira vez meia boca, pois são duas pessoas que não possuem intimidade, desconhecem o que agrada o outro ou não, há uma preocupação excessiva em ter um bom desempenho, entre outras encanações. Isso tudo junto faz com o sexo não flua tão bem quando já se tem aquele entrosamento. O que não quer dizer que ele não ocorra na primeira vez, mas não é tão comum.

Tendo em vista isso, listei 10 dicas para tentar minimizar essas preocupações e você aproveitar a transa da melhor forma:

1 -) Tire o foco do assunto principal. Como eu falei anteriormente, um dos motivos para a primeira vez ser ruim é por que ambos estão tensos e não conseguem se soltar. Se você é maior de idade, sugiro comprar um vinho (o ideal é o cara comprar), conversar um pouco ou quem sabe ver o bom e velho filminho antes de transar. O álcool (consumido moderadamente) ajuda a relaxar e a conversa/filme tira o foco central do encontro que é o sexo. Quando vocês forem ver, já estão trocando uns amassos no meio do filme como se fossem dois conhecidos.

2-) Não invente. Primeira vez não é hora de querer inovar. Se você comprou aquela cinta liga vermelha com um micro fio dental e plumas, guarda para outra ocasião. Você mal conhece as preferências do cara (e nem ele as suas), qualquer coisa que foge do padrão vai ser oito ou oitenta, ou ele vai ficar amarradão ou você vai cair no ridículo.

3 -) Seja paciente. Ao invés de tentar ser pro-ativa e ir tirando a roupa na frente do cara, espera ele tomar a iniciativa. Alguns homens ficam apavorados na primeira vez e demoram pra “aquecer o motor”. Se vocês mal começam a beijar e tu já quer ficar pelada e por a mão no meninão, as chances do coitado broxar são altas.

4 -) Minimize o efeito pijaminha. Depois que os amassos engrenaram, e os dois estão a ponto de bala é hora de botar a camisinha. 85% das mulheres acham que esse momento é exclusivo do homem, que o seu papel é só ficar olhando o coitado de bunda de fora se virando pra colocar o negócio da forma correta. Alguns ficam constrangidos com a situação, botam o pijaminha no meninão e ai ele dorme, outros ficam com ele meio borrachudo. Faça parte do processo, por mais que você não saiba colocar, faça massagem nas amigas do meninão enquanto ele bota, e/ou dê uns beijos no pescoço dele.

5 -) E oral? Bom, eu considero o sexo oral muito mais íntimo que o ato em si. Porém, se você não liga muito pra isso e está afim de cair de boca, ótimo! O cara vai adorar, mas não espera ele retribuir seu gesto. E o mais importante, se você não gosta de fazer, nem vai lá pra baixo. Oral feito pra cumprir tabela é dispensável.

6 -) Dose os ruídos. Tem mulheres que gostam de ser muminha e ficam quietinhas na hora do sexo, por outro lado há malucas que berram alto só pra dar uma de “selvagem”. O ideal é ficar no meio termo, dar umas gemidinhas, elogiar o parceiro, falar umas besteirinhas, etc Você tem que ter tato, se sacou que o cara gosta de dar tapas na sua bunda (e você é conivente com isso), significa que ele curte um sexo mais selvagem, ai você pode soltar os bichos.

7-) Jamais faça comparações com seu ex. Têm mulheres que acham que falar pro cara na hora H “nossa você é bem melhor que meu ex” vai deixá-lo mais excitado. No sexo você está curtindo o cara e tem que estar com a cabeça nele. Aliás comparação ou citação do ex em qualquer momento é péssimo.

8 -) Liberte-se do vício cartilha Claudia. Essa é mais para as balzacas. Algumas mulheres só por que possuem muitas horas de cama, acreditam que sabem tudo sobre sexo e ai criam o vício cartilha Claudia “Sei tudo o que fazer para enlouquecer um homem”. Peguei uma vez uma balzaca que tinha mania de chupar meu peito, porra, até tem cara que se excita com isso, eu não curto. O problema é que toda vez ela seguia o mesmo ritual, e não adiantava dar uma empurradinha na cabeça dela que ela não se tocava. Não pense que o que um homem gosta, o outro também vai curtir.

9-) Não peça feedbacks. É muito chato depois da transa a garota vir com aquela cara de boba perguntar: “Você gostou?”. Se o cara curtiu não precisa solicitar resposta, numa hora ele vai dizer, se não disser e te procurar novamente pra “sair’ significa que ele gostou. Agora se o cara ficou mudo e sumiu do mapa, desista, ele achou uma bosta.

10 -) Ele sumiu, e agora? Siga sua vida. É raro encontrar homem que abandona uma mulher se a transa foi boa. Se ele curtiu e não for comprometido, ele vai te procurar. Do contrário parte pra outro, e por favor não ligue para o cara!

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As maçãs

15.Jan
2008

Não sou muito fã de correntes de e-mail, principalmente daquelas fru frus de amor, pois a maioria é uma tremenda baboseira. Porém, tem uma que eu acho bacana que faz uma analogia interessante entre maçãs e mulheres. Resumidamente, a historinha diz que os homens preferem comer as maçãs podres que caem no chão por serem as mais fáceis. Não arriscam subir na árvore e apanhar aquela maçã vistosa que está no topo. Só que não podemos generalizar, há homens que prestam e estão dispostos a buscá-las, tudo depende do momento e caráter do sujeito. Nesse domingo vi na prática essa analogia.

Bom, como vocês já devem saber a minha viagem à Europa foi um pouco frustrante em relação as mulheres. Para me recuperar do atraso fui a famosa balada santista da pegação, o Moby Dick. Como seria a primeira garota do ano eu tinha que escolher bem, e por sorte acabei pegando uma beem gata, gostosa e simpática. O problema é que ela não deixava avançar o sinal, e como estava alcoolizado e doido por um amasso, peguei o contato dela e dei um perdido. No outro canto da balada fiquei na espreita da próxima vítima, só que dessa vez teria que ser uma mais safada, ai vi uma garota que não tirava o olho de mim, cheguei perto dela e apenas estiquei o braço, e sem saber o nome dela já comecei a beijá-la. A garota era uma doida, começou a me beijar que nem louca no meio da pista, lambendo meu pescoço, meu queixo, bochecha, mordendo meu ombro, entre outras maluquices. Como já estavam abrindo um espaço na pista pro casal bizarro, chamei a garota pra ir pra outro lugar mais reservado (um eufemismo pra motel), só que ela estava de perueira, ou seja, responsável por conduzir as suas amiguinhas pra casa. Peguei também seu contato.

Claro, ainda não posso dizer com 100% de certeza que a primeira garota é a maçã do topo, mas comparando as duas que conheci, ela é. Qual vai ser o desfecho dessa história? Bom, a primeira é uma garota que eu tratarei com mais respeito, vou convidá-la pra ir num bom restaurante ou talvez pegar um cineminha. A segunda vou tratar como cachorra, levarei pra um barzinho sem vergonha só pra não ser muito direto e de lá vou pro motel ou talvez drive-in (que ela deve topar na hora).

Muitas de vocês devem ter se colocado num dos dois papéis. Para aquelas que ficam indignada pelo cara ter dado um perdido, não façam o caminho inverso, ou seja, se tornar uma maçã podre pra apanhar mais homens, se o cara te merece ou te curtiu ele volta ou do contrário você parte pra outro. Para as segundas, não tenho conselho a dar, pois grande parte de vocês sabem que são cachorras e não se incomodam com isso, mas só não reclamem depois de só terem urubus aos seus pés.

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Esse fim de semana era mais um daqueles que eu não tinha grandes planos e que no final acabou sendo bem produtivo. Como de costume, estava na casa dos meu pais em Santos. Era sábado a noite e não queria pegar balada, logo fui à internet ver o que poderia me render. Apareceram 3 contatos interessantes de mulheres-lanchinho.

O primeiro era uma garota que conheci em Porto Seguro na minha formatura de colegial. Vez ou outra ela vem pra minha casa em sampa a pretexto de ver um filminho e no final é só sexo mesmo. Como estava no litoral, a chamei pra pegar uma praia comigo no domingo. Ela estava bem afim de ir, mas precisava inventar uma boa desculpa pra mãe dela, pois já eram 23:00. Tentei ajudá-la, mas nada criativo surgiu e acabou não rolando. Parti pra segunda.

A segunda era a garota de tatuagem na lomba que conheci na balada. Depois de ver as novas fotos que ela postou no Orkut, digamos que me reacendeu a vontade de “revê-la”. Nem preciso dizer que ela topou na hora o convite, mas disse que iria demorar uma hora pra se aprontar e que gostaria de comer em algum lugar antes. Fiz as contas e não valeria a pena. Já tinha transado com ela, em casa não dava pra eu levar, pois meus pais estavam lá, logo teria que pagar um motel. Ai veio a conta na cabeça “Restaurante + motel + figurinha repetida = muito desgaste. Bom, não dispensei, deixei no modo de espera e parti pra terceira.

Essa terceira eu conheci na época da faculdade, mas nunca tivemos muito contato. Ela namorou durante 3,5 anos e depois de terminar, nesta semana voltou a conversar comigo. Já era uma da manhã e eu perguntei se ela não gostaria de ir até minha casa em sampa ver um filme (técnica-clichê, mas infalível). A garota é inteligente e logo se ligou das minhas intenções e disse que aquilo estava cheirando a bootty call. Eu não tinha a menor idéia do que isso se tratava, então consultei o oráculo Google. Resumidamente, booty call é uma palavra que surgiu num seriado americano na década de 90 e se popularizou por lá, nunca vi essa expressão por aqui, mas gostei do seu emprego devido a sutileza. Booty call é quando você liga (agora no século 21 pode ser também pelo contato na internet) para uma pessoa conhecida no meio da madrugada com o único intuito de fazer sexo (sexo real). Em alguns casos essas pessoas têm parceiros fixos (problemáticos) ou então terminaram recentemente e devido a seu estado de carência utilizam esse recurso para saná-la (foi o caso da garota).

Enfim, depois de muita conversa ela topou. Fui pra São Paulo as 2 da matina. Já em casa, como não tinha vinho, servi whisky mesmo. Acho engraçado quando as mulheres tentam se passar por castas e falam “olha, mas não vai rolar nada viu”, pô não deu 3 rodadas de whisky pra começar os amassos quentes. Não vou entrar em detalhe do ocorrido (só digo que foi ótimo), porém não aconselho muito usar whisky nessas ocasiões. A bebida sobe muito rápido, quando fui “içá-la” no meu colo pra levá-la ao quarto acabei caindo em cima da mesinha de centro da sala, nada que tenha broxado, mas foi uma situação um pouco constrangedora.

Na minha opinião esse “conceito” de botty call tende cada vez mais a se popularizar, a demanda e oferta de mulheres-lanchinho é cada vez maior.

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A arte da conquista

19.Oct
2007

Algumas leitoras imaginam que por eu ser um cafajeste sou insensível, bruto, que não estou nem ai para relacionamento sério. Claro, não sou do tipo de cara que envia flores em datas comerciais, que liga todo dia, que manda poemas, enfim, que fica no senso-comum. Porém, isso não quer dizer que eu nunca me envolva com alguém. O que acontece é que devido a uma série de relacionamentos frustrados, de muitas vivências e aprendizados, eu acabei criando um bloqueio (como bem citado anteriormente pelo Harry Porker) e ficando muito mais criterioso pra me envolver com alguém. Só que como vocês bem sabem, nem sempre a gente escolhe racionalmente uma pessoa, quando a química rola não tem jeito.

Digo isso por que eu sempre idealizei ter uma namorada inteligente, bonita, gostosa e determinada, mas eu sempre me envolvia com alguém que não tinha pelo menos duas dessas características. Hoje, não é diferente. Depois de anos só aproveitando os relacionamentos passageiros, mulheres remédios, etc comecei a sentir uma forte atração por uma conhecida. Não vou dizer que estou apaixonado, por que minha atração por enquanto é física. Mas, como é bom ter esse sentimento! Não no sentido piegas de ficar todo amolecido pelos cantos suspirando, mas no sentido da conquista. Você olhar pra pessoa e ver que ela lhe retribui o olhar, perceber que ela tem interesse nas coisas que você fala e prolonga a conversa, mas ao mesmo tempo ver que ela permanece distante, que deixa na dúvida se ela está afim ou não.

Costumo dizer que assim como na natureza, nenhum animal gosta de bicho que está capengando. Se um leão vê uma zebra toda caindo no seu pé e vê uma mais saudável correndo, vai atrás dessa. Caso ele não consiga alcançar esta, ele come aquela. Homens não são diferentes. Enche o saco mulher que fica pegando no pé, correndo atrás, fazendo cobranças, não tem graça por que na hora que o cara quiser ela vai estar ali prontinha pra ele.

É a arte de saber conquistar. Tem mulheres que acham que ficar secando o cara toda vez que o vê, que mandar recadinhos pros amigos em comuns dizendo que está apaixonada, ou até mesmo se atirar é ser direta. Cuidado, é bem tênue a linha entre ser direta e oferecida. Eu não recuso esse tipo de mulher, faço a minha parte. Porém, o prêmio da conquista é muito melhor que o da entrega.

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Para algumas mulheres isso pode até soar estranho, mas abortar a transa não é algo tão incomum assim para os homens (é difícil, mas não impossível). Digo isso, pois li em alguns blogs do gênero “vamos falar mal dos homens” histórias de caras que nas preliminares ou até mesmo na hora “H” abortaram a ação, uns dando uma desculpa bem bolada, outros mais cara-de-pau.

E você deve estar se perguntando, “Como assim?! Homem recusando sexo?! Duvido!”. Explicarei.

Há dois motivos para o cara não conseguir transar e inventar as desculpas, quando o problema é nele e quando é com você. O primeiro é mais comum (e muitas mulheres acreditam ser o único), encontrado em homens que não conseguem transar com desconhecidas por terem vergonha de ficarem nus, ou devido à camisinha e seu efeito pijaminha (colocou dormiu), ou a garota ser muito areia pro caminhão dele e o coitado não ter ereção de tão nervoso por ter que fazer um belo trabalho, e por ai vai. Já o segundo problema, “você”, é um pouco mais complexo.

Apesar de cafajeste, confesso que já tive que abortar algumas transas. A primeira que eu me recordo se passou em Jundiaí (interior de São Paulo) no sítio de um amigo. Tínhamos acabado de voltar de uma balada (eram 5 homens e 6 mulheres) e eu tinha ficado com uma das garotas. Chegando na casa todo mundo capotou e eu fui pra sala colher os frutos da noite, quando estávamos no início da pegação e eu fui masturbá-la senti uma coisa muito grande lá embaixo (confesso que por uns instantes achei que a garota fosse hermafrodita), a garota tinha um clitóris enorme! Olha, se mulher não é chegada em homem de pau pequeno, mulher com clitóris-pênis também é foda. Eu tirei a mão na hora, não sabia o que fazer direito, mas quando a garota falou “vai continua, quero sentir agora sua boca lá embaixo” eu já emendei “meu, não to passando bem…bebi demais, preciso ir no banheiro”, ai lá eu forjei um vômito e consegui me livrar dessa.

Outra tragi-cômica foi de uma amiga mais liberal. Como ela não consegue atrair homens pela aparência física muito menos pelo papo, ela o faz pela putaria. Era carnaval, estava eu com mais 3 amigos e ela curtindo a noite numa balada no interior de sampa. Lá pro final da noite ela me aparece com um cara completamente bêbado, mas boa-pinta. Desconfiei. Ela estava toda pomposa e disse que não precisaria de carona pra voltar, pois ele iria deixá-la na casa que alugamos. Quando estávamos no meio da estrada retornando à casa toca o telefone, a garota em prantos dizendo que estava perdida em alguma padaria da cidade! Depois ela nos contou que eles ficaram trocando uns amassos dentro carro no estacionamento da casa noturna e que depois de umas preliminares, o cara começou a passar mal, dizendo que precisava de um doce. O que ele fez? Encostou o carro numa padaria, pediu que ela comprasse um Halls e enquanto a esperta foi comprar, ele se mandou (no mínimo ele foi ficando sóbrio até perceber a garota que estava do seu lado e ai arrumou uma forma de se safar).

Bom, conheço dezenas de outras histórias desse tipo, como o cara que programou o celular pra tocar em cinco minutos para ele atender como se fosse uma urgência e assim se livrar da garota, um que a guria estava com bafo de bosta, outro que se deparou com pelos (grandes) entre os peitos da mulher, e por ai vai.

Porém, minha intenção aqui não é defender os homens, mas que as mulheres entendam que muitas vezes a culpa pelo coito na ter ocorrido não está relacionada apenas a problemas eréteis do rapaz, mas algo em você que o cara só foi identificar depois da bebedeira passar ou nos momentos de intimidade.

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Esse é um lema que todo bom cafajeste leva consigo. Não que mentir seja algo terrível, mas homens têm uma dificuldade imensa em manter uma mentira, sempre caem em contradição ou pecam pelo excesso. Logo, é melhor se esquivar de determinadas questões a ficar inventando fatos.

Por outro lado, mulheres sabem mentir melhor que homens, mas algumas confiando demais nesse “dom” acabam chutando o pau. O melhor (ou pior) exemplo que eu tenho disso foi quando conheci uma garota no carnaval de Ouro Preto em 2006.

Ela era um tesão, loirinha, gostosa, carioca e simpática (apesar de ser uma porta). Mas, pensei, “bom eu não vou querer conhecer minha futura esposa num carnaval babilônia como esse, logo vou investir pra garantir minha noite”. Foi o que fiz.

Depois de um tempo de show passamos a conversar. Fiquei sabendo que a garota morava em Laranjeiras (fui saber depois que é um bairro bacana do Rio), que era filha de um almirante e que tinha uma mansão (sic) no Guarujá.

Ao ouvir tudo isso fiquei até constrangido em levar a guria pra casa que eu tinha alugado, pois ela estava imunda, com cheiro de budum e no meu quarto estavam hospedados mais quatro cuecas . Porém, como o tesão era tamanho, engoli a vergonha e levei-a para o pulgueiro.

Minha surpresa foi que a garota transou comigo ali no meio de 4 caras (tudo bem que estavam todos capotados) e sem qualquer inibição ou receio ela fez barba cabelo e bigode. De manhã fiquei mais constrangido ainda, pois eu tinha que levá-la na república que estava hospeda e o meu carro digamos que não é dos mais apresentáveis (apelidado carinhosamente por meus amigos de “trem-fantasma”). Mas ok, passei por todas as inibições e marcamos de nos encontrar no próximo feriado.

Ela pediu que eu fosse visitá-la no Rio de Janeiro que ela providenciaria transporte e hospedagem na cidade maravilhosa. Não curto ser chupim, mas como ela fez questão que eu fosse, acabei topando. Para impressionar, sai do trabalho em sampa e fui direto ao aeroporto, logo estava todo social e bem apresentável. Para não ter erro, um dia antes eu pedi a ela que me confirmasse onde morava, ela disse tudo certinho, mas o bairro curiosamente mudou para Vila da Penha, pensei “ah, deve ser um bairro adjacente ao das Laranjeiras, blz”. Pobre cafa, ai começou o perrengue.

Chegando no aeroporto ela realmente me recepcionou, só que com mais duas pessoas, seu pai e sua mãe! Bom, o pai dela era bem gente boa, mas não tinha aparência alguma de militar .

Quando o pai dela entrou na linha amarela pra chegar ao bairro, me deu um frio na espinha, pois o carro não parava de avançar pra dentro do Rio. Como era noite, não me atentei aos detalhes da redondeza, a surpresa me aguardava de manhã quando acordei com o alto-falante do carro que vende cândida (?!).

Olha, eu não tenho nada contra bairros periféricos, pois quando eu era pequeno eu morei num em sampa. Agora eu não fui preparado psicologicamente, muito menos nos meus trajes para aquela situação. Fui cair na real quando perguntei de irmos à praia e ela falou que era preciso pegar o metro (que confesso, desconhecia sua existência no Rio). Nome da estação? Irajá (ai me lembrei da música de funk do Claudinho e buchecha, “Nosso Sonho” que cita várias favelas do Rio e essa é uma delas). Bom, ai as mentiras começaram a cair uma por uma. Entre elas que seu pai é professor, e que não tinha mansão no Guarujá (óbvio).

A merda é que por mais que eu seja cafa eu tenho meus princípios e ali tava nítido que a garota tinha mentido pros pais dizendo que eu era seu namorado e cheio da grana, pois eu fui muito bem tratado além da conta (a ponto do pai dela me comprar uns presentinhos e emprestar o carro para darmos um “rolé”).

Não quero dizer que não se deve mentir, mas evite ao máximo procurando sempre omitir. Se for inevitável, fale mentirinhas, coisas que não lhe comprometerão mais pra frente. Essa garota que eu conheci achou que nossa relação ia morrer ali no carnaval, por isso ficou contando mil vantagens, só que não teve a sensibilidade de desmenti-las depois ou de simplesmente sumir do mapa.

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Sexo casual

10.Jul
2007

As opiniões são bem diversas quanto a esse tema. Apesar de já ter visto e vivido as coisas mais bizarras relacionadas ao sexo, ainda hoje eu me espanto com a atitude de algumas mulheres.

Quem é meu leitor(a) sabe da seca e dos apuros que tenho passado ultimamente quando o assunto é sexo. Esse feriado, porém foi a vez do caçador.

Decidi ir para uma balada em Santos famosa pela pegação que ocorre aos domingos véspera de feriado. Como ela é frequentada por um público mais velho, “descolado” e na maioria das vezes independente é comum as pessoas entrarem sozinhas e saírem acompanhadas.

Na fila da balada algo curioso aconteceu. Passou por mim e meus amigos uma garota com uma borboleta tatuada na lomba. Um amigo meu que possui mais horas de cama que urubu de vôo comentou, “Vocês sabem né? Mulher com tatuagem na lomba, gosta de dar de costas”. Demos risada de tamanha asneira, mas a prova empírica viria no fim da noite.

Dentro da boate comecei a tomar umas e outras para ficar mais alegrinho, engraçadinho e mais a vontade para ir ao ataque. Como já passei da fase do pega-pega, prefiro selecionar a mulher que dará possibilidade de estender a festa pra um motel. Bom, não tinha nem dado meia hora que entrei e percebi uma garota me secando. Como ela tinha uma cara de sapeca, e o mais importante, estava só com uma amiga (afinal mulher em grupo dificilmente vai sair sozinha com um cara) resolvi chegar. O xaveco não durou muito tempo, fiz o que a regra manda, consegui com que ela sorrice (sem fazer careta ou dançar) e dali 1 minuto já estava beijando-a.

Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que a garota era aquela que tinha uma tatoo nas costas (afinal de contas na fila eu só tava olhando pra bunda dela). Bom, fiquei lá a noite inteira conversando, dançando, beijando, amassando, etc. No fim da balada perguntei se ela não gostaria de ir comer um cachorro quente nos quiosques da praia que na sequência eu deixaria ela na casa dela (aham).

Estávamos lá terminando de comer o hotdog quando eu perguntei se ela lembrava meu nome (não que estivesse bêbada, mas ela só me chamava de “ou”e “viu”). Minha surpresa foi que ela não lembrava. “Pensei, pqp uma mina que não lembra nem meu nome, não vai querer se deitar comigo”. Mas que nada!

Depois de comer o hot-dog fui pro motel comer outra coisa (ok, não teve graça, mas a piadinha é inevitável). Acabei indo no mais caro de Santos (motel Anonimato) pela falta de quartos nos outros medium cost. Mas, como eu já mencionei num post aqui, quando a transa é boa qualquer sacrifício tá valendo. Mal cheguei no quarto a garota já foi me atacando…bom pouparei os detalhes por que essa não é minha intenção aqui. O que vale a pena registrar só é que a garota além de transar muuuito bem realmente adorava por trás.

Tipo, a transa foi ótima, rolou química e nós demos bem. Porém, no dia seguinte cada um voltou pro seu dia-a-dia sem mais nem menos.

Na época da minha vó beijar na boca era uma loucura, só namorando mesmo e olhe lá. Vejo que hoje coisa parecida acontece com o sexo. Será bom ou ruim? Não tenho uma opinião formada, claro, na hora eu acho ótimo. Mas, refletindo bem, e daqui há 10 anos? O que vai ser casual?

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Mal hábito

6.Jul
2007

Algumas mulheres (ok, homens também, mas esse não é o foco do blog) têm algumas manias que acreditam ser agradáveis ao seu parceiro e que na verdade acabam sendo insuportáveis. Vou citar dois exemplos, que aconteceram mais de uma vez, e que servem de aprendizado a vocês leitoras.

O primeiro diz respeito a apelidinhos-carinhosos que algumas mulheres têm mania de dar. Há dois anos atrás conheci uma garota durante um feriado em Santa Catarina. Só rolou uns beijos lá. Mas, ai quando ela veio pra Sampa as coisas ficaram mais quentes, pois ela veio morar sozinha. O problema é que a garota tinha mania de me chamar de “amor” e de “bem” (!!!!). Como ela era toda sensível e meiga eu ficava sem jeito de falar pra ela que não gostava de ser chamado assim. Tentei dissuádi-la dessa mania ridícula fazendo cara de bunda quando ela usava esses termos, mas não adiantou.

O pior é que ela era daqueles tipos tagarelas na transa, ai toda vez que tránsavamos era um “isso amor, assim amor” pra cá, um “ai bem, que delícia bem”, “mais rápido bem, mais rápido bem” pra lá. Porra, era muito broxante, ainda mais que a transa era meia boca. Ai quando eu arrumei uma garota mais interessante pulei fora, por que simplesmente se tornou insuportável.

A outra história foi mais breve, mas não menos esdrúxula. Ano passado passei o carnaval em Ouro Preto (Olha, sem palavras pro carnaval lá, recomendo a todos!). Na porta do show do Jammil eu avistei uma loirinha maravilhosa (carioca ainda por cima!) me dando mole, ai colei nela. Bom, ficamos o show inteiro juntos, por que eu sabia que a festinha não ia terminar ali.

Eu detesto axé, só que ela adorava e eu como bom cafajeste tive que entrar na onda (imaginem que sacrifício dançar com uma garota que rebola feito a Carla Perez e eu com a desenvoltura de uma passista alemã). Bom, ao término do show acabamos indo pra república onde eu estava. Ai começamos a transar. O problema é que sempre depois da foda ela começava a cantar axé no meu ouvido (!!!²). “Como assim?!?!”, eu me indagava. E ela lá disparando um combo de Asa de Águia, Chiclete com banana e dai pra baixo. Pensei, “Das duas uma, ou a mina ta bêbada e deve ter se empolgado com o show ou está querendo que eu despache ela logo”. Pois é, nenhum nem outro. A transa tinha sido ótima, repetimos todas as noites e em todas elas ela vinha com uma capela de axé.

A lição que eu tirei é que quando a química rola, a mulher pode cantar forró, axé e pagode num pout-porri frenético ou pode me chamar de “paixão”, de “tesouro”, de “minha vida” que eu não vou ligar (claro que jamais namoraria alguém assim). Mas, quando a química não é lá essas coisas, isso é mais um agravante.

Agradeço a todas as citações que tive devido aos tópicos passados (Top 10, Papo de homem, SublimeSucubus, Tarja Preta, Muneo, Epaper, Legumes em geral e Fluidez). A audiência do blog está cada vez maior. Em breve, deixarei o layout mais bacana.

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