Semana passada estava em um barzinho com dois colegas de trabalho e no meio da conversa surgiu o assunto “como terminar com a namorada”. Calma, não fui eu quem iniciou o assunto. É que um deles está de saco cheio da namorada e cada dia vem com uma história diferente de putaria que fez com alguma garota x por ai. O outro companheiro de mesa já tinha passado pela mesma situação e contribuiu para que eu me desse conta de um tema que nunca fez parte da minha realidade.
Nunca fez parte porque meus namoros duraram no máximo 4 meses. Quando começava a encher o saco era simplesmente “não dá mais, abraço” e dia seguinte estava tranquilão na balada. Só que quando o tempo junto com uma pessoa entra no período de anos, ai complica. Você cria um hábito, um vínculo que vai muito além do sexo e atração carnal, é meio que uma forte amizade. Complicado falar “acabou” e tocar a vida numa boa.
Esse meu amigo namora há 3 anos e me contou que desde o começo desse ano nunca havia traído a namorada. Não por falta de oportunidade, mas de vontade mesmo. Porém, no reveillon ele acabou traindo e esse foi o primeiro passo para muitas outras traições. Perguntei a ele qual tinha sido o motivo, ele deu algumas voltas, enrolou, e no final filosofou colocando a culpa no tempo que deixa as relações desgastadas e sem graça (se isso procedesse ninguém falaria com seus pais e odiaria seus irmãos). Não insisti.
Após o quarto chifre, ele ficou com pena, decidiu terminar e ai vocês conhecem bem o script. A garota chora, diz que mudará, que o ama muito e mimimi´s. O cara se vê numa situação constrangedora e maçante e acaba voltando. Ai passam quinze dias, surge uma nova gostosa na faculdade dando mole e o looping de traições retorna. Nesse momento os homens apertam o botão do “foda-se” e caem de vez na traição e passam a ser frios e destratar a namorada. Eles gostariam que nessa hora terminar fosse tão simples como o jogo “Imagem e ação”, o cara dá as dicas, faz macacadas, a garota adivinha e ai termina. Mas a vida não é tão simples.
A coitadinha tenta realmente mudar como se de fato ela sempre fosse a responsável pelo desencanto. Passa a ser mais flexível, deixa o cara mais “solto” e se dedica a agradá-lo, enfim, vira uma tonta sem personalidade. Não há muito que fazer. O cara já está em outra e vai enrola-lá e sacanea-lá até ela abrir o olho, decidir recuperar o amor próprio e tomar uma atitude.
Só que boa parte das mulheres apaixonadas é boba. A garota quando finalmente consegue terminar ainda dá umas recaídas. Um belo dia o cara está na seca, não tem opções na geladeira e quem vai procurar? A boba apaixonada para petiscar. Ela fica toda feliz achando que voltaram, mas ele volta para o looping de traições e assim segue o ciclo.
No meu ponto de vista, brigas e desentendimentos sempre vão existir em um relacionamento. As vezes eles serão fraquinhos e as vezes pesados. O problema é eles se tornarem constantes. Como homem não suporta DR e dramas, quando eles começarem a ser recorrentes ou ele vai pular fora, ou vai fazer com que você termine, ou sua cabeça vai coçar.
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Pelo menos a cada quinze dias eu recebo e-mail de alguma garota virgem perguntando se homem possui preconceito contra esse tipo de mulher. Coisa engraçada, pois há 30 anos ser virgem era inquestionavelmente uma virtude. Poucos homens gostariam de ficar com uma mulher que já tinha transado com alguém.
Só que hoje isso mudou bastante. Claro, não vou dizer que os homens adoram mulheres que já abriram mais pernas que porta, mas raros curtem virgens (veja bem, falo de homens de 21 anos pra cima).
Isso porque é um saco ter que ensinar tudo pra mulher, ter que colocar devagar, tirar, parar, ensinar a rebolar, ensinar a chupar, enfim, o cara se preocupa tanto em ter que ajudar a garota que mal curte o sexo. Além disso, se ele não é namorado da garota, ainda corre o risco de ser vítima do amor de pica.
Mas, a minha principal aversão a virgens não é nem tanto por causa dos motivos citados acima. O meu maior receio sempre foi a base de comparação. Por exemplo, como eu posso dizer que determinada comida é ruim se eu nunca provei a boa? Se eu sempre comi merda, a merda pra mim é a coisa mais gostosa do mundo. Ou, se eu sempre comi filet mignon, como eu posso dizer que é a melhor carne se eu nunca comi carne de segunda?
Trazendo esse pensamento à temática “virgens”, como uma mulher que perdeu a virgindade comigo vai saber que eu sou O cara se nunca deu pra outros? Ai mora o perigo e é com a história da leitora Veruska que eu ilustro a Sexta das Leitoras de hoje.
“Então, tenho 22 anos e há 1 ano comecei em um trabalho novo e conheci um cara, inicialmente só nos falávamos por telefone, coisas de trabalho, até que chegou o dia em que nos vimos pessoalmente. Sabe quando você olha para uma pessoa e pensa “putz, esse que é fulano?”, senti uma atração instantânea, o que pareceu ser recíproco, pelo modo como ele me tratava.
Nisso, passamos a nos vêr eventualmente, em razão do trabalho, e era sempre aquele clima, os abraços de despedida diziam a atração que um sentia pelo outro.
Acontece que, existiam algumas coisas, muito relevantes, eu diria, que impediam que algo acontecesse:
Ele é 24 anos mais velho que eu (O que pra mim não era nenhum impedimento);
Conhecido do meu padrasto;
Casado!!
E eu… noiva!
Cafa > As leitoras mais antigas sabem da minha aversão à traição. Sou da seguinte opinião, se é pra sair comendo / dando pra todo mundo, fique solteiro(a) com os seus lanchinhos, mas não faça de idiota uma pessoa que gosta de você. Não vamos ser hipócritas, é óbvio que mesmo as pessoas que tem compromisso sério acham outras pessoas bonitas, gostosas e atraentes, mas uma coisa é ACHAR a outra é PROVAR. Traição não ocorre no ato sexual, ela inicia assim de forma boba, em um abraçinho prolongado, em um bilhetinho trocado, em um e-mail.
Passaram-se 5 meses, e nós não nos vimos nesse período, nenhum contato, quando aconteceu de, em razão do trabalho, eu ter que ir vê-lo novamente. Nisso nos conhecíamos há uns oito meses, os hormônios já estavam à flor da pele, e ele começou a me falar coisas que nunca tinha falado, algumas indiretas… enfim, nesse mesmo dia teve uma confraternização e ele foi (segundo ele somente por minha causa), papo vai, papo vem, ele jogou a real comigo, fiz um docinho… não passava pela minha cabeça trair meu noivo (1º namorado e até então o único homem que tinha me levado pra cama), nunca cogitei isso. Resumindo, na hora de ir embora ele me puxou e beijou, fiquei um pouco resistente, aquela situação meio que me assustuva… mas foi muuuiito bom! Ficamos conversando por algum tempo depois disso, e ele demonstrava muito interesse em mim, como se eu mexesse com ele mesmo, falou que tava se apaixonando, achei que ele me achasse especial.
Cafa > “não passava pela minha cabeça trair meu noivo” você quer enganar quem? A sua moralidade? Por favor, né? Se os seus hormônios já estavam a flor da pele, você estava louca pra dar pra ele e ponto. Sem puritanismo de que o cara foi muito sedutor e que você foi pega de surpresa.
Na semana seguinte ele viajou de férias com a família, eu pensei bastante e cheguei a seguinte conclusão: caso daqui alguns meses, só dei pro meu noivo, preciso de um parâmetro, o que eu não fizer agora não faço nunca mais… mandei um e-mail pra ele falando que quando voltasse tinha uma surpresa.
Cafa > Ai está o motivo pelo qual eu jamais curti ser o primeiro da garota. Essa leitora não é um caso isolado. Já vi vários relatos de mulheres se questionarem a respeito do desempenho do namorado / marido. Só que pra mim não tem essa “ah, quando eu casar não poderei fazer isso, vou pra putaria agora que ainda sou noiva”, é um pensamento bem pequeno.
Já tinham se passado 3 dias da data prevista para a chegada dele, e nada de resposta do e-mail… já fui começando a me sentir mal “como assim? Eu mando e-mail pra um cara de 46 anos dizendo que quero dar pra ele e ele nem responde?” Uma semana depois ele liga aqui no trabalho e a gente marca de se encontrar pra conversar. Fui logo perguntando qual o problema, e ele disse que ficou assustado, com medo de me prejudicar, de eu desistir de casar… falei que não era o caso, queria apenas a mesma coisa que ele, sexo, nos pegamos no carro. Marcamos de ir pro motel no dia seguinte, foi muito bom porque a vontade já estava acumulada há muito tempo, o encaixe foi perfeito, apesar de não ter sido tudo que eu esperava…o cara nem pra cair de boca. Então, sem que eu perguntasse o que ele tinha achado, ele disse que eu ia ser muito feliz no casamento porque eu era muito fogosa e coisa e tal. Nesse dia, meio que combinamos de nos encontrar de novo na mesma semana.
Cafa > Não satisfeita em dar uma vez para “ter como parâmetro”, ainda marcou uma segunda. Pior, ainda reclama que o cara “não chupou”. Porra, se queria ter como parâmetro e viu que não era tudo o que esperava, pra que continuar? Eu não vejo outro nome pra isso a não ser piranhice.
Agora que vem a parte ruim, mas também, o que que eu fui fazer me metendo com homem casado. Caí na besteira de mandar um sms bem safado pra ele, que não respondeu, insisti no erro e mandei outro perguntando o que tava acontecendo, já que ele tava estranho… e para minha surpresa, as mensagens dele foram as seguintes:
” Fulaninha, não é com vc, acontece que estou ligado em outra pessoa e não acho certo fazer isso (com quem?), vc entende (Não, não entendo, o que pode ser pior do que vc ser casado seu fdp)? Paixão recente, coisas do coração.”
Seguida desta:
“Vou mesmo viajar amanhã, vou passar o fim de semana com ela. Infelizmente as coisas acabaram acontecendo com vc nessa época da minha vida. Desculpa. Beijos.”
Cafa > Mandar sms cobrando feedback?! Isso pra garota solteira já é reprovável, pra uma noiva então….Não satisfeita em querer fuder o próprio casamento, quer fuder com o do outro. Essas mulheres…
Eu me senti péssima, mega usada, isso por causa da mentira, porque não me falou? Pow, sabia que o homem era casado, o que me importa por quem ele é apaixonado? Eu achei que sabia onde estava pisando, e não sabia… fiquei muito puta pelo engano, principalmente por ter traído meu noivo com um bosta desse, queria que fosse algo que eu me lembrasse como uma aventura que valeu à pena. Sem contar que ele feriu meu ego, não acreditava que tava levando um fora de um homem bem mais velho que dificilmente tem um oportunidade assim.
Cafa > Ohhh tadinha. Uma lágrima correu pelo meu rosto agora. Sentiu péssima e com o ego abalado, que feio esse cara não? Acorda, po! Tu foi a comidinha dele por uns tempos, um aperitivo enquanto ele estava longe do prato principal. Mais bosta que ele, me desculpe, é você que ainda ficou abalada e por baixo. #vaidamares
Semanas depois nos encontramos para conversar, eu precisava muito desabafar, queria dizer muita coisa pra ele, e disse. Falei que não gostei da mentira, que talvez eu até tivesse dado, mesmo sabendo, mas que eu tinha falado pra ele que queria uma aventura, e não foi o que ele me deu, pois duas horinhas de uma manhã pra mim não era uma aventura, disse que minha situação era confortável, pois eu tinha um noivo e não estava desesperada atrás de ninguém, logo eu podia exigir, e devia existir gente muito mais disposta do que ele por mim. Só que o cara me dava um tesão muito grande, e, nesse mesmo dia fomos pra dentro do carro e demos uns amassos muito fortes, ele queria mais, falei que outro dia e fui embora.
Cafa > Hahhahahahahaha quanto mais história eu leio nessa coluna, mais eu me surpreendo com a cara de pau e audácia de algumas mulheres. Vamos lá, conceitue “aventura” pra mim. É você dar quantas vezes para um cara casado? É humilhar até que nível o seu noivo? Me explica, porque pra mim essa é nova. Mas, gostei da sua coerência nas atitudes, logo após encher o saco do cara vai fazer uma putaria dentro do carro.
Fiquei muito mal com essa situação toda, tava muito vulnerável, confusa com a idéia de casar (não por causa dele, mas é que qndo as coisas aconteceram entre a gente, eu já estava assim)…foi muito difícil até eu me libertar totalmente do que eu sentia por ele, porque foram meses de envolvimento até que algo acontecesse, e eu achava que ia ser só sexo e eu não ia nem ligar, mas como diz o ditado: “Amor de pica quando bate fica”. Tudo isso prejudicou muito meu relacionamento, eu fiquei fria, não sentia mais tanto tesão pelo meu noivo, mas só de pensar no cara ficava molhadinha. Ignorei a existência dele e depois de um tempo vi que ele já não despertava mais nada em mim, fiquei até com repúdia dele, desencantou. Consegui restaurar meu relacionamento com o homem que eu amo, caso daqui a três semanas e estamos super bem, mas hoje eu tenho que, eventualmente falar com outro, seja por telefone ou e-mail, e ele tem a cara de pau de dar em cima de mim, me trata como no começo, quando queria me ganhar, só que eu não dou papo, se ele soubesse o mal que essa história me causou.
Cafa > “muito difícil até eu me libertar totalmente do que eu sentia por ele” pra mim o problema não está no que você sente pelo cara, e sim em você mesma. O cara foi apenas um canal onde você extravasou suas frustrações. Eu não ficaria admirado se daqui a um ano aparecer outro cara que “mexa” com você de novo.
É isso, traição não vale à pena, principalmente porque você corre grande risco de ficar presa pelo sexo, eu dei muito mole e ele deitou e rolou. Fica aí minha experiência, péssima por sinal, para que não cometam os mesmos erros, apesar de ser algo que a gente não planeja acontecer, então, é melhor evitar desde o começo”
Cafa > Concordo, mas você mais parece aquelas carolas de igreja que adoram pregar o bem e quando saem da igreja começam a fofocar e atazanar a vida alheia. Se realmente você tivesse aprendido ou teria terminado esse noivado ou riscaria o amante da sua lista.
Antes que me acusem aqui de fazer apologia contra virgens, vamos ter bom senso. Ninguém precisa terminar com o carinha que está ficando só pra ter mais experiências no currículo. Se o seu namorado, marido, etc dá conta do recado, não precisa procurar confirmação em outros. Agora se não está legal, dê um tempo e vai pesquisar, mas não faça como a Veruska.
No caso dela, além do elemento “falta de base de comparação”, há o “falta de caráter”. O primeiro é perfeitamente gerenciável, o segundo ou nasce com ele ou nunca terá.
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Quer tentar participar da Sexta das Leitoras? Envie sua história para cafa@manualdocafajeste.com. Quer ter a certeza que sua história será comentada pelo cafa? Conheça a coluna Cafa Responde.
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Depois da enquete passada que apontou que 48% das mulheres já traíram, resolvi fazer um post relacionado ao tema. Não vou entrar no mérito da questão, pois já falei sobre o assunto diversas vezes aqui no blog. Hoje terei outro foco.
É meio senso comum que mulher quando quer trair o faz melhor que homem. Isso por que homens cometem pequenos deslizes ou não se atentam a pequenas coisas que são facilmente identificáveis pelas mulheres, um ser curioso e apegado a detalhes por natureza.
Por ser quase que totalmente contra a traição, resolvi fazer esse post com 5 dicas para ajudar a outra metade das leitoras que são contra a perfídia a identificar seus sinais. Na verdade serve também para aquelas que não namoram a reconhecer se o seu rolo/lanchinho/caso, etc está sendo dividido por outras mulheres. Segue:
1-) Cabelos – O cabelo feminino é uma praga terrível para homens adúlteros. Os lugares que ele mais gosta de se instalar são no banco de carro (sem couro), no sofá da sala e no ralo do banheiro. Se o cara não mora com a família e aparece um fio de cabelo comprido preso no ralinho do box, salvo raras casos vai ser de algum amigo cabeludo que resolveu se banhar na casa dele.
2-) Camisinha – Com exceção da camisinha que o governo dá em postos de saúde, nunca vi a venda unitária delas. Geralmente são vendidas em pacotes de 3. Portanto, é bom ficar de olho se o cara aparecer com uma ou duas avulsas da Jontex. Uma ou outra pode ter ficado no armário, mas se ele estiver em casa, dificilmente as outras foram usadas para fazer balãozinho.
3-) Adereços femininos pequenos – Assim como o cabelo, os adereços femininos pequenos adoram se esconder pela casa. As vezes eles se perdem, porque a pegação começou na sala, as roupas foram ficando pelo caminho e ai puff! A xuquinha de cabelo repousa no cantinho do sofá, pronta pra outra mulher encontrá-la. Agora se a garota for da classe das piriguetes impregnantes, ela faz questão de esquecer sem querer o objeto do crime pelo apartamento pra queimar o cara.
4-) Travesseiro – Como mulher adora passar um treco na cabeça, hidrantes pelo corpo, rosto, loções mil e perfume, qualquer superfície que ela encostar a cabeça por mais de algumas horas vai reter o cheiro. E o nosso amigo travesseiro é um dos principais retentores de odores (seja ele bom ou ruim). Sendo assim, o travesseiro pode ser um ótimo delator para identificar odores femininos.
5-) Paninho do carro – As mulheres mais observadoras já devem ter notado que no carro de quase todos os homens há um paninho no portaluva ou mais frequentemente na porta do motorista. Acredito que a grande maioria acredita que aquele pano serve para desembaçar o vidro do carro quando ele embaça, certo? Errado. Na década de 80 isso até procedia, mas hoje qualquer carro tem um arzinho pra tirar a nuvem do vidro. Posso afirmar com muita convicção que no carro de 8 em cada 10 homens solteiros (e alguns compromissados) aquele pano tem a função de um papel higiênico. E a sua função nem sempre é para assoar o nariz. Deixo no ar. Apenas dou a dica de tempos em tempos tentar dar uma analisada no conteúdo desse pano.
É bom deixar claro que isso são algumas formas de tentar identificar outra ou se o cara está pulando a cerca. Isso não quer dizer que se você abrir o paninho do carro do cara e tiver tudo branco e colado, você deva fazer um escândalo e terminar tudo. Aquilo de repente pode ser um ranho mesmo. A única forma de ter certeza de uma traição é o flagrante ou alguém te contar (mesmo essa algumas vezes pode não ser 100% confiável).
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Peço desculpas pela ausência da semana passada, mas meu trabalho tem tomado um tempo absurdo e fim de semana eu tirei pra viver um pouco. Como eu tinha dito a vocês, a Sexta das leitoras foi um projeto piloto. Quero saber agora se sigo adiante com ela. Minha idéia não é torná-la fixa toda sexta, mas enfim, a enquete está ao lado para votação.
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Uma queixa muito comum entre meus amigos do trabalho e de alguns colegas é a Síndrome do Bom Partido. Essa patologia acomete aqueles homens que possuem estabilidade financeira, independentes, boa-pinta, saudáveis, etc. Nela, as mulheres (em sua grande parte as piriguetes) vêem que o cara é um “partidão”, que pode ser um bom namorado (e por que não um marido?) e ai querem pagar de santa para que o cara não perceba que ela não vale nada e assim assuma um compromisso sério. Algumas vezes eu já fui vitimado por essa moléstia, porém dessa última vez quase fui pra UTI. Explicarei.
Após a viagem de Cancun, eu voltei literalmente quebrado e tive que passar o restante das férias na casa dos meus pais no litoral para me recompor financeira e fisicamente. Por consequência, evitei sair de balada e programas muito dispendiosos. O problema é que minha geladeira litorânea estava bem escassa e como os hormônios estavam a flor da pele, precisava encontrar uma solução pro impasse. Ai pensei na fórmula, sem grana + preciso conhecer gente nova = barzinho. Lá fui eu com o meu primo.
No local só tinha casal, velha e coroa encalhada. Tomei algumas cervejas para melhorar o ânimo e depois de ficar mais alegrinho e com o cafômetro ligado, me dei conta que uma garota estava olhando pra mim, porém com o namorado ao lado. Eu tentava disfarçar pra ficar flertando (palavra velha, não achei uma melhor), mas toda hora que nossos olhos se encontravam o namorado dela olhava pra minha cara. E sabem como é isso, é que nem quando tem uma pessoa deficiente ou com alguma roupa ridícula em determinado lugar, você tenta não olhar, mas toda hora o teu olho te leva pra pessoa. A situação já estava meio embaraçosa e então resolvi dar um fim naquele impasse.
Fui ao caixa pagar a conta, peguei um guardanapo e pedi ao garçom uma caneta. Anotei meu nome e telefone. Fiz uma bolinha de papel e ao sair do lugar sutilmente eu arremessei no colo da garota. Dei uma olhada pra trás (pois caso o namorado dela visse eu já me pirulitava num instante) e ela ficou me olhando com cara de paisagem. Fiquei desanimado, pois achei que ela tinha pensado que eu havia arremessado lixo nela.
Isso foi numa sexta. Já tinha desencanado da garota quando no domingo recebi uma mensagem no celular pedindo para que eu a adicionasse no MSN. Adorei.
Ficamos conversando um tempão, fui um pouco amador e falei algumas coisas da minha vida que deveria ter guardado pra mim. Ok. O papo era bem agradável, mas o fato dela ter namorado e dar em cima de mim deixava claro que dali eu só poderia extrair sexo. Foi o que eu providenciei. Combinamos de ela passar em casa no dia seguinte e ela disse que era só para conversamos pessoalmente (aham).
Já em casa ficamos conversando, o clima esquentou e começou a pegação. A garota tem a pegada e ainda sabia me elogiar, o que só aumentava meu tesão. Quando eu ia avançar pra cima da amiguinha dela, ela me segurou. Disse que estava naqueles dias e que não achava certo dar assim logo de cara para um estranho. Insinuei para ela cair de boca (veja bem, insinuei, não empurrei a cabeça dela), mas disse que ia sair com o namorado e não achava certo ele beijar uma pica por tabela. Apesar de frustrado, deixei quieto e ainda nutri uma ponta de esperança de achar que valeria a pena.
Conversamos nos dias seguintes e combinamos de sair novamente hoje. Só que ela disse que estávamos avançando muito o sinal e que deveríamos ir a um barzinho ao invés de cafa-beach-house. Achei aquilo meio incoerente, pois como uma garota que namora e sai com um cara estranho quer pagar de santa? Mas ok, achei que seria um pretexto para terminarmos em um motel. Ai tive algumas revelações que fizeram com que eu percebesse que tinha sido vítima da Síndrome do Bom Partido.
Caipirinhas, papo vai, papo vem no bar e ai comecei a perguntar sobre namoro, traição e casos. Foi então que ela acabou revelando que já tinha chifrado o namorado em outras ocasiões e que tinha transado logo de cara. Fiquei indignado com a revelação e principalmente pela sinceridade. Ao perguntar pra ela por que comigo estava sendo diferente, ela disse que não queria que nosso relacionamento se resumisse a sexo. Ah pra pqp, queria casar? Pulei fora. Com piriguete não se deve conversar muito, o lance é agir, do contrário corre-se o risco de ser acometido pela Síndrome.
Acho assim, tem hora que a mulher piriguete cansa da sua posição e decide sossegar a periquita com um homem só, mas convenhamos que traindo o namorado não é um bom começo.
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É comum nos comentários de posts que faço sobre garotas que eu tive um relacionamento mais “intenso” aparecerem leitoras românticas dizendo “ahhh, cafa está apaixonado” ou “Ihh estou sentindo que agora o cafa começa a namorar”. Acredito que seja comum, pois grande parte das mulheres torce para ver um cafa todo apaixonado e babando por uma garota. Só que a vida não é assim tão fácil.
Ao longo dos meus relacionamentos e bottie-calls da vida, tenho ficado cada vez mais calejado em relação a sossegar o facho e começar a namorar. E antes que apontem que eu só pego piriguete, não é verdade, saio com garotas normais também e elas ajudam a alimentar minha opção pela solteirice. No post passado mencionei por que esse tema voltou à tona, e hoje resolvi contar o que aconteceu no fim de semana.
Bom, depois daquele encontro bizarro no Rio com a carioca, a gente se viu mais umas duas vezes em São Paulo, eu me enjoei dela (ficou chiclete), ela por sua vez começou a namorar e em seguida sumiu do mapa. Um alívio.
Os anos passaram, e sexta-feira passada recebi um e-mail de um remetente estranho. Era ela no e-mail de uma amiga perguntando se eu estava em Santos. Confesso que fiquei curioso em vê-la novamente (pois além de ser meu número, o sexo era bom e o enjôo tinha passado) e assim marcamos de nos encontrar na praia. Tomei um susto.
Apesar da retaguarda e barriga continuar em cima, o quadril tinha alargado e os peitos estavam grandes, mas parecendo um limão-na-meia. Jogamos conversa fora e acabei descobrindo que ela ainda estava namorando com o mesmo cara de antes (só que ela tinha viajado sem ele). Ai veio a fórmula na minha cabeça > viagem sem namorado + contato a sós com um homem solteiro = quer chumbo (ai acidez). Apesar do limão-na-meia entrar como subtração na fórmula, quis pagar pra ver.
Depois de conduzi-la pela praia até a direção da minha casa, perguntei se ela não gostaria de uma carona até o lugar onde ela estava hospedada (afinal, sou muito bonzinho). Inventei uma desculpa que eu tinha que tomar banho antes de entrar no meu carro e a convidei para subir. Ela topou sem cerimônia. Já no elevador eu avancei pra cima, ela esboçou uma reação como se fosse muito puritana, mas acabou cedendo.
Tomamos banho juntos trocando aquele amasso e depois…..nada! Ela disse que não curtia mais fazer oral (e não era desculpa, pois eu estava com os pêlos do amigão aparados e ele limpo) e que não iria transar comigo em respeito ao namorado (sendo que no carnaval ela tinha feito barba, cabelo e bigode). Uma palhaçada, pra variar. Ela só tocou uma e eu fiquei com cara de bolinho.
Despachei o engodo no hotel e ela me disse para combinarmos de ir a praia novamente no dia seguinte. Ela ligou umas cinco vezes e eu obviamente não atendi nenhuma. No domingo a noite recebi uma mensagem dela por e-mail dizendo que “Hoje resolvi não te procurar para que da próxima vez que sairmos, a gente avance mais um pouquinho”. Eu tô fora, além de continuar mentirosa, não existe prestação de foda com (ex) piriguete.
Enfim, acho que ainda não estou preparado para namorar (enquanto eu tiver controle sobre isso).
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Quando me perguntam por que o blog cada vez mais ganha destaque na blogosfera brasileira sem postar (quase) nenhuma foto ou vídeo, não dispor de várias seções e ser atualizado apenas 2x por semana, sempre repito que são dois os principais fatores. O primeiro é a participação das leitoras nos comentários, pois ajudam a enriquecer o post e criar proximidade entre blogueiro e leitor; o segundo é o boca-a-boca que as leitoras fazem indicando o blog e posts para suas amigas.
Digo isso, pois estes dois fatores serão fundamentais para ajudar o blog a ganhar o prêmio do Best Blog Brazil. E antes que perguntem, não vou ganhar um centavo pelo prêmio, nem qualquer outro presente material. A conquista do primeiro lugar garante maior visibilidade e consequentemente maiores chances do cafa aparecer em outros canais.
Os concorrentes do Manual começaram a fazer campanha também e atualmente estamos praticamente empatados (eles ligeiramente na frente). O mais interessante dessa disputa é que o blog concorrente é lido predominantemente por homens, ou seja, a disputa vai além dos blogs e fica entre homens e mulheres. Apesar de na minha infância sempre torcer pelos meninos no programa da Xuxa (e odiar que ela torcesse pelas meninas), hoje estou no time rosa.
Portanto, peço para deixarem a preguicinha de lado e votarem no blog na categoria Universo Masculino e Sexo. Vamos virar o jogo!
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Ano passado fiz um post sobre traição. Nele defendia que se as pessoas se gostam, não há motivo para buscar outro(a) parceiro(a) na surdina. Redigi-o baseado nos meus antigos relacionamentos e valores apreendidos pela convivência desde pequeno com trocentas mulheres ao meu redor.
Porém, tenho recebido de várias leitoras um e-mail do Arnaldo Jabor (se a autoria for do próprio escritor, quem escreve o Manual do Cafa é o Paulo Coelho) que apesar de uma ortografia escabrosa, revela algo que tenho observado ultimamente entre meus amigos e conhecidos comprometidos e que nem sempre é fácil de engolir, a traição masculina justificada.
Vou citar cinco exemplos para ilustrar algumas situações:
Salvar o casamento – Estava conversando com o Aprendiz de Cafa sobre traição e ele me contou a história do seu amigo balzaco. Em linhas gerais, o cara é bem de vida, boa-pinta e blábláblá. Ele casou com sua esposa ainda jovem e hoje eles têm dois filhos. Acontece que depois da gravidez a mulher se descuidou, virou um bucho, glutona, sedentária e largou o trabalho. Como ele perdeu a atração física na mulher, mas não o afeto, ele toda semana vai a um puteiro para dar uma aliviada e transa burocraticamente com a mulher para cumprir tabela.
Variar o cardápio – Essa é a mais comum entre os homens mais novos. Posso afirmar com muita segurança que oito em cada dez amigos que eu conheço já traíram sua namorada. Isso não quer dizer que eles não gostam mais delas, mas segundo o que eles alegam, depois de um tempo de namoro fica meio sem graça jantar só em casa. Por isso, procuram comer uma coxinha pelos botequins da vida, mas jamais abandonarão a comidinha caseira.
Insegurança – Não é tão comum, mas ocorre. Há mulheres que por serem tão desencanadas e independentes nos relacionamentos dão insegurança ao homem sobre estar ou não gostando dele. Como muitos são orgulhosos, partem da premissa “vou trair primeiro antes que ela me traia”.
Genética – Essa é terrível, mas já foi comprovada por alguns estudos científicos. Segundo pesquisas, a traição é genética. Se o pai do cara é um sem-vergonha e mulherengo que vive chifrando a sua mulher e vice-versa, a chance do seu pimpolho herdar esse presente é bem alta.
Circunstância – Essa é bastante comum. Quando o cara percebe que está numa área de atuação que sua namorada não tem a mínima possibilidade de saber o que está ocorrendo, a traição surge. Alguns exemplos, viagens internacionais, viagens de formatura e uma saída sozinho com os amigos solteiros (que muitas vezes acabam num puteiro ou casa de piriguete).
Sei que esse post pode ser um banho de água fria em parte das mulheres que está toda apaixonadinha com seu arranjo de rosa ou bichinho de pelúcia que ganhou quinta-feira passada, mas é algo que vejo acontecer cada vez com mais freqüência.
Como eu disse anteriormente, por toda a formação que tenho e pelo meu histórico de relacionamentos (curtos), nunca trairia. Porém, imagino aqueles casais com dois anos de namoro ou mais, é preciso muita química e imaginação para inovar nos pratos e manter o cliente comendo em casa.
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No último mês recebi 4 e-mails sobre mulheres que são amantes e acabaram se apaixonando pelo carinha, e ai querem saber minha opinião sobre o que fazer.
Bom, a partir do momento em que elas escolheram ser amantes, elas já sinalizaram pro cara que elas se contentam em ser o estepe. Não recrimino isso, por que há mulheres que não ligam em ser a segunda. Gostam daquela coisa do carnal, dar umazinha sem compromisso e abraço.
Se apaixonar não é algo que escolhemos, as vezes tentamos criar uma defesa, mas quando a coisa bate, não tem jeito (principalmente mulheres que são mais emotivas). Ai se apaixonam pelo cara casado/compromissado e alimentam a falsa esperança de que o cara vai terminar com a garota que ele está para ficar com a amante.
Olha, exceções podem até existir, mas eu jamais vi um cara “que preste” terminar com a namorada/mulher pra ficar com a amante. Se ele pode tirar casquinha das duas, por que vai terminar com a que ele está pra ficar com a segunda? E mais, ela não é a única mulher do mundo que aceita ser amante. Se um dia aparecer uma mulher tão interessante quanto ela e der mole pra ele, ela vai tomar o seu lugar (ou então ele fica com as duas).
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Já abordei esse tema uma vez no blog. Mas, observando os termos de busca do MC (as palavras que as pessoas utilizaram pra chegar aqui) vi que é um dos temas mais recorrentes e acho que vale mais um post.
Bom, tai uma coisa que eu penso sempre. O que leva um cara ou uma mulher a trair seu parceiro(a)? Será um relacionamento desgastado? Influência dos amigos? Pura safadeza? Troco?
A primeira justificativa não se mantém. Porra, se um não sente mais tesão pelo outro, se o parceiro(a) virou amigo ou só brigam, por que não terminar?! Ok, “tenho medo de perder um pessoa que eu confio e acho que ainda gosto”, então pra que trair? Ora, pede um tempo, e ai sim procura outras pessoas. Mas, não desrespeite alguém que já foi importante na sua vida.
Influência de amigos é uma das principais causas das traições masculinas. Isso eu não sei explicar, mas álcool + amigos solteiros + mulheres bonitas X namorada ausente = pulada de cerca. Portanto, por mais que você confie no seu rolo, namorado, etc fica sempre de olho quando esse tipo de combinação for acontecer. O velho truque de amigas detetives ajuda muito.
A terceira justificativa é a que mais abomino. Uma pessoa que trai por natureza só por que não consegue se manter com uma pessoa só, não é somente safada, mas é sem moral. Será tão difícil ficar solteiro(a) e comer (dar) pra todo mundo? Tem que fazer alguém de bobo? Só pra ter uma transa “segura”?
A quarta é a única defensável. Mas, ela deve ser usada de forma estratégica. Seu namorado te chifrou? Não chora na frente dele, nem dá xilique! Fica com um conhecido dele, é a melhor resposta.
Eu, como um bom cafajeste, já fui coadjuvante na traição alheia, mas nunca trai. Por que se eu gosto da pessoa com quem estou, vou querer ficar só com ela, afinal ela me satisfaz. Acho que é por isso que meus namoros duraram só 3 meses =/
Agora o mais importante, se o carinha que você conhece já traiu alguém, cuidado. A chance de fazer o mesmo com você é bem grande (senão inevitável).
=)
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Ontem eu dava o sábado como perdido, estava um dia chuvoso, frio, sem nada pra fazer, bem sem graça mesmo. Eis que recebo a ligação de uma amiga de faculdade (aquela que namorava e saia com dois caras da mesma classe que o namorado dela) me convidando para dar uma volta.
Fui com a cabeça cheia de segundas intenções (“vou pegá-la, fazer um agrado e ir pra um motel”, “beijar cada canto daquele corpo”, “sexo, sexo, sexo” ). No fim das contas acabamos indo na livraria do shopping comprar um livro pra vó da amiga dela e conversar tomando um café na Kopenhagen. Foi uma das conversas mais agradáveis que tive no ano com uma pessoa do sexo oposto que não terminasse em sexo.
Entre as novidades, ela me contou que havia terminado o noivado com o rapaz da faculdade(depois de vestido, apartamento e moto comprados) ao descobrir que ele a tinha traído. Em seguida conversamos sobre profissão, faculdade, amigos, etc. Fiquei surpreso, a garota está super bem (com apto próprio, ajudando nas contas dos seus pais e dando entrada pra comprar um carro) e tudo isso com 23 anos.
Em momento algum, porém, a garota mencionou das traições que cometia com o garoto. Simplesmente abstraiu isso. Só reclamava de como pode se enganar tanto tempo pelo o carinha e bla bla bla. Poxa, a garota não é nenhuma desmiolada. Pelo contrário, é uma das mulheres da minha idade mais inteligentes que conheço. Porém, fiquei cheio de questionamentos na cabeça. Por que ela fazia isso com o carinha? Ela tem todas as qualidades que um homem valoriza numa mulher, precisa disso? Por que se incomodou quando ele fez o mesmo?
Enfim, deixei ela em casa (na dela) e fui alugar um filme. Acabei pegando sem pretensão alguma o filme “Janela indiscreta” (Alfred Hitchcock). E ai encontrei algumas explicações. Apesar de ser um filme do gênero suspense, ele trabalha bem com a questão de você observar/saber tudo sobre a vida alheia e mal compreender o que se passa na sua.
Entendi que buscamos muitas explicações de por que não encontramos uma pessoa x, ou porque o namorado não é y, e na verdade esquecemos de olhar pra nós mesmo e tentar descobrir se o “erro” não está em nós. Essa minha amiga, apesar de todas as suas qualidades (ou justamente por causa delas), achou que o problema estava no outro, quando na verdade esta(va) nela.
Bom, ninguém é perfeito, mas com uma pessoa assim eu prefiro manter distância. O risco de se envolver é enorme, maior ainda o de ter uma decepção.
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Navegando num dos maiores blogs sobre homens, “Homem é tudo palhaço” (que nome! bem que as mulheres não ficam sem ir ao circo né), me deparei com esse post “Se você é sensível, não leia o post abaixo “.
Vamos à análise:
O casal não tinha nenhum vínculo que não permitisse a “traição”, apenas um mero acordo de não torná-la conhecida ao outro. Ela queria compromisso sério? Deixasse claro ao cara. Não o fez.
O rapaz, muito justo, foi curtir o fim de semana no litoral com sua turma de amigos (com certeza todos solteiros). Numa balada acabou beijando uma qualquer, que no mínimo não representa nada pra ele. Se a garota tivesse afim, ia assim que o viu no local conversar com ele e tal. Não o fez.
O que fez foi o cara que ela curte “lamber porra” (sic) de um outro, alegando que ele tinha prometido ser discreto.
E isso não é um caso isolado. Já ouvi vários assim. Uns até piores.
Enfim, o que faz o sexo feminino ser mais cafajeste que o homem é sua capacidade de dissimulação. Homem pode ser cachorro, cafajeste, só pensar em sexo, etc mas deixa claro suas intenções, por mais que tente esconder, nunca consegue.
Ela sabe que o cara beijou uma mina, mas certamente ele nunca saberá que beijou semên por tabela. Quem sofreu mais? Acho que ela.
