(continuação do texto anterior)

Fiquei conversando com o conhecido e meio que fingi não notar a garota do meu lado. Só que de repente, do nada, eu tomo uma bundada. E não foi aquelas bundadas de sedução, mas tip0 um chega pra lá que nem o Nhô-Nhô dava no Chaves com a barriga, no meu caso com a bunda. Dei uma derrapada no chão e por um triz não caio. Dei uma risada amarela para o cara que conversava e a garota fingiu que nada aconteceu.

Tomei uma segunda bundada. Fiz cara feia e ela nem tchum. Nessa hora meu conhecido inventou uma desculpa qualquer e fugiu dali. No mínimo ele estava pensando que eu ia dar um fatality na garota, só que minha real vontade era virar o Gim Tônico na cabeça dela. Tomei uma terceira bundada.

Puto e cansado de levar surra de bunda, pedi pra ela deixar de ser retardada e dançar como uma pessoa normal. Ela ficou meio puta, mas quieta. Achei que o assunto estava resolvido. Ledo engano. Virei para o outro lado pra dar uma olhada na pista e de repente…nhac! Tomei uma mordida! Pelo menos não foi na minha bunda, mas no ombro. Só que doeu pra cacete. Era motivo pra jogar água na cachorra louca, mas achei melhor manter a calma e ir para o outro canto da pista.

No outro canto da pista avistei uma garota sensacional. Apesar do vestido periguetoso, ela tinha um corpo bem interessante e uma lataria impecável. Depois de observar ela dando fora em 3 caras, ganhou mais alguns pontinhos. Como eu estava de boa, preferi não atacar, mas ela não tirava o olho de mim e se eu pelo menos não puxasse assunto com ela, acordaria dia seguinte me sentindo um frouxo. E fui.

Não bastaram 2 minutos de conversa para eu ser banhado pelo tédio e impaciência. A garota era uma pequena anta, dei uma acelerada no papo pra dar um vazare e percebendo que eu estava querendo dar uma volta ela pediu para que anotasse seu telefone. Peguei meu cel e…a bateria tinha morrido. Era uma excelente desculpa, mas não pra ela. A garota sacou seu celular da bolsinha (brega) que carregava e pediu para que anotasse o meu, obviamente que passei o errado. E fui.

Lá pelas tantas vi no meio da pista uma garota que eu sempre observava na praia e sabia por conhecidos que ela tinha um CV bacana. Troquei alguns olhares e resolvi bater um papo. Foi um papo mecânico, bobo, horroroso, me senti um mongolóide de 17 anos de idade chegando na garotinha bonita da balada. Pra piorar, percebi que a louca das bundadas estava por perto. Parei no meio do papo e resolvi curtir a noite sozinho, sem desgaste, sem risco. Só que ela não estava perdida.

Lá pelas tantas recebi um sms* por engano de uma garota x dizendo que estava com um ingresso sobrando para o show do Bon Jovi e gostaria de saber se eu estava a fim de ir (acreditando que eu fosse a amiga dela). Bom, só que isso é outra história e mais pra frente conto ela melhor aqui.

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Feriado estou indo para Manaus. Já peguei ótimas dicas de passeio e balada. Se alguém soube de alguma festa ou algo diferente na cidade, me avise! cafa@manualdocafajeste.com

* Vi que já perguntaram como eu recebi sms se o cel estava sem bateria. Na verdade estava com bateria, mas como está com bug, esporadicamente ele apaga e reinicia sozinho. “Smart”phone ¬¬*

Como vocês devem ter reparado, ultimamente não tenho muito saco para conhecer mulheres em baladas (ou “nights”) e me arriscar em um after night perigoso. Além desse risco de acordar com uma tremenda jabiraca do lado, já não tenho mais paciência para ficar pensando em um approach engraçadinho, ter que me preocupar em ser descolado, perguntar nome, idade, ocupação, ahhh cansa só de pensar. Talvez seja a  idade, talvez seja porque conheci uma pessoa bem bacana, independentemente do que for, o soldado não vai mais à guerra. Quer dizer, até vai ao campo de batalha, porém não com o intuito de atacar o inimigo.

Ainda saio com os meus amigos, e apesar de estar tranquilão, sempre acabo presenciando e vivenciando situações peculiares.

Nessa última, estava na minha cidade natal batendo um papo com meus pais em uma bela tarde ensolarada de sábado (ai como sou poeta), quando um dos meus amigos disse que naquela noite haveria um festa incrível em uma balada x e que iria um monte de mulher gata com ele. Abro parênteses aqui.

Sempre quando alguém da minha cidade natal fala que está levando “amigas gatas” junto eu volto ao meu passado, quando eu tinha um Gol roxo pé de boi e todas essas “amigas gatas” mal cumprimentavam o pé-rapado que acabara de ser apresentado na roda. Fecho parênteses.

Como a festa tinha uma temática anos 80/90, o tiozão aqui se animou e resolveu topar e ver também qual é que era dessas “amigas gatas”. Falaram que era pra chegarmos cedo no local, pois queriam jantar na balada. Achei bizarro ficar com restos de comida entre os dentes e depois ir pra pista, mas ok.

Já no postinho para o aquece,  uma das garotas só faltou pular no meu colo. Me chamou pela primeira sílaba do meu nome (o que eu detesto) e veio toda soltinha comentar que ficou sabendo (?!) que eu gostava do som e que ia me amarrar no lugar e blablabla whykas sache. Até que era uma garota bonita e com um corpo ajeitado, mas tinha um cérebro de minhoca e síndrome de fantasminha camarada (quer ser meu amiguinho?).

Na entrada da balada rolou um pequeno fuzuê. Não tinham colocado nossos nomes na lista e a fantasminha camarada começou a destratar a coitada da hostess. Fiquei preocupado, pois pensei que sem os nomes na lista não poderíamos entrar. Porém, só depois descobri que na verdade sem o nome na lista os R$20,00 de entrada pra mulher não seriam consumíveis (o que em São Paulo é nada). A camarada não satisfeita com o barraco, quis dar uma carteirada vagabunda falando que conhecia o fulano Y que é promoter do lugar (¬¬). Constrangido, meu amigo disse que pagaria a entrada.

Na fila de entrada observei um pouco da estrutura interna e comentei com o pessoal que achava aquela balada um avanço, pois não tinha a bobagem de área vip. Nisso a barraqueira surgiu com ares de imponência falando que sim, que o camarote era logo ali. Dei uma olhada e realmente em um sala minúscula ficava amontoada as pessoas VIP´s, disse que aquilo parecia um chiqueirinho e a garota me olhou com desprezo.

Quando sentamos na mesa ai entendi porque elas queriam jantar no lugar. O nosso amigo em comum marcou todos os pratos na comanda dele e parece que sempre o faz para impressionar as mulheres. Durante a janta o papo não andava, a garota só falava groselha e era extremamente fútil. Fiquei de saco cheio daquilo e resolvi interagir com um conhecido que estava em pé do lado da nossa mesa. 20 minutos depois ela veio atrás.

(continua no próximo post)

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Concedi uma entrevista para a Revista Vip desse mês (tem a Leticia Spiler na capa) e a matéria ficou bem bacana. Vou tentar escaneá-la para colocar o link aqui (o nome que saiu é fictício).

Para mim não era novidade que existisse algumas mulheres que nunca gozaram na vida. Porém eu acreditava que elas seriam cerca de 10%, mas com a enquete que fiz no blog, vi que o número chega a 30% (e considerando que a amostra abrange 8.000 leitoras, já é estatístico). Coisa pra cacete.

Não sou médico, sexólogo ou coisa do tipo. Falo sobre o assunto com base em experiência prática e observação e na minha cabeça nunca compreendi por que uma garota não consegue chegar lá. Falo isso, pois de todas as mulheres que conheci e gozavam, das duas uma, ou a parada era automática ou rolava um artifício.

A parada automática é o feijão com arroz. Você está ali no bem bom transando por um tempo e de repente começa a baixar o exu na mulher e pum! Gozou; Já a parada com artifício é necessário algum truque para que a garota chegue lá. E ai isso pode variar de mulher pra mulher, algumas só gozam de 4, outras só com oral, outras tomando tapa, algumas chupando o cara e sendo masturbada ao mesmo tempo e por ai vai.

Posto isso, retomo o raciocínio anterior, não compreendo como algumas mulheres não chegam lá. Mete a mão na amiguinha, fuça, veja onde que dá um arrepio, a intensidade que agrada, qual pressão, muita ou pouca fricção, enfim explora o negócio e tenha domínio dela. Como eu disse, talvez eu possa estar falando uma grande besteira e alguma coisa química ou psicológica (como repressão da família) evite que a garota relaxe e goze, mas na minha opinião é algo relativamente simples.

De qualquer forma, não gozar não é o fim e em alguns casos até garotas que gozam podem ter seus problemas sexuais. Foi o que aconteceu comigo dia desses.

Estava no final do expediente, morto de cansaço (pra variar) e desanimado por passar mais uma noite fria e sem companhia (minha geladeira estava indisponível). Já na saída do trabalho recebi um sms. Eu jurava que era mais um spam do Torpedão Campeão (que em um ataque estúpido eu aderi), mas não. Era um convite para uma noite de filme e vinho. Topei, pois era uma garota que rola um encaixe bom. Só que sempre rolava um lance estranho e que eu fui descobrir o segredo nessa noite.

O lance é que sempre quando ela estava por cima, no meio do bem bom, ela mudava de posição repentinamente e ia para alguma bizarra e pouco confortável. Dessa vez ia acontecer o mesmo e como estava pegando fogo o negócio e em um ritmo bom, eu travei a perna dela, comecei a estocar com mais força e rápido, de repente….shhhhh.

Não, ela não pediu silêncio e dessa vez eu não fiquei na paumolência (como disse uma fina e culta leitora). Simplesmente veio um riacho no meu colo. Fiquei meio sem reação. A primeira coisa que me veio à cabeça foi uma incontinência urinária, mas depois lembrei que algo parecido tinha ocorrido com a loirinha do parque, mas em bem menor intensidade.

Segundo a garota aquilo era um orgasmo múltiplo, mas até onde eu sei uma coisa não tem muita relação com a outra. De qualquer forma tive um mix de sentimento, um pouco de aversão por não possuir tanta intimidade com ela e estar naquela situação “todo babado” e um pouco de pompa por ter sido responsável por tamanha excitação.

Independentemente do que seja, a garota ficou bastante constrangida e ficou se desculpando toda hora. Fiquei com pena. Coitada das mulheres, quando não gozam reclamam e quando gozam em excesso, se constrange.

Enfim, gozar é bom pra cacete, mas não deveria ser o único objetivo para as mulheres. Mesmo para nós homens, as preliminares, beijos, pegação e o sexo em si são muito bons, o gozo é apenas o gran finale que dura lá seus 5/10 segundos.

Se ele fosse tão importante assim, todo homem ficaria satisfeito em gozar em 30 segundos de sexo. Sexo é como um bom jantar. A graça não está apenas na sobremesa. A entrada, a bebida, o prato principal e o clima são mais importantes que a sobremesa. Ela finaliza com chave de ouro um bom jantar, mas sem ela não se pode dizer que você comeu mal.

Antes de continuar a história, agradeço todas as brasileiras e brasileiros que contribuíram com o seu ponto de vista e experiência fora do Brasil. Muito bacana os comentários e saber que tenho leitores em vários países :)

(Continuando…)

A parte onde ficam os vinhos, água e refri é na traseira do avião e logo ao lado da mesinha fica um dos banheiros. Ao chegar nessa parte, a garota disse que iria ao banheiro, mas que estava receosa, pois os banheiros de avião costumam ser sujos e perigosos (uma grande baboseira, pois nem que ela quisesse seria sugada pela privada). Enfim, ela pediu para que eu entrasse antes para verificar. Minha vontade era falar para ela que eu não era faxineiro, nem comissário de bordo, mas seria muita acidez para uma garota que estava criando uma situação para levar vara a 10.000 metros de altitude. Falei para ela ficar tranquilona, pois eu estaria logo ali na porta caso ela ficasse entalada. Deu uma risadinha e entrou sozinha.

Quem diria, após uma séria de viagens malfadadas, cafa finalmente estava dando um fora. Rá.

Bom, por sorte eu não ouvi ruídos flatulentos e pude tomar meu vinho numa boa até ela sair do banheiro. A primeira pergunta que ela fez ao sair foi se eu era realmente brasileiro e morava no Brasil. Afinal, poderia ser a chance de ela arrumar um marido e ganhar cidadania européia (óbvio que o objetivo dela não segue essa sequência). Fui respondendo o questionário que toda piriguete aplica para detectar seu macho até me encher o saco e eu devolver algumas perguntas para detectar uma puta disfarçada.

Ela disse que fazia mestrado em publicidade numa cidade italiana (não falarei o nome, mas essa cidade é conhecida por abrigar a maior comunidade chinesa na Itália e por ter centenas de putas brasileiras), que trabalhava em uma ótica e vivia com o seu “namorado”. Fiz mais algumas perguntas indiretas e descobri que o “namorado” nada mais é que um malandro italiano responsável por ela e por regularizar a sua situação no exterior. Trocando em miúdos, um cafetão. Depois eu fiz mais algumas perguntas pra pegá-la na mentira e deu certo. Por exemplo, perguntei se a pós-graduação dela era muito puxada e ela saiu falando da sua pós, sendo que antes tinha dito mestrado. Já de saco cheio da situação e mentiras, resolvi mudar de assunto e perguntei sobre onde ela passaria carnaval. Salvador, claro.

Disse que seu vôo faria escala em São Paulo e que ficaria 4 horas sem fazer nada e perguntou o que eu poderia sugerir (no mínimo esperando ouvir “vai pra minha casa”). Falei para ela ficar no aeroporto ou redondezas para não perder o vôo no trânsito de São Paulo. Ela insistiu no convite para fazer algo em conjunto e voltei ao tema do carnaval para desconversar. Foi então que tive meu primeiro (e infeliz) contato com a música Rebolation. Não aguentava mais aquela conversa e de me sentir como uma garota difícil e chata. Voltei para a minha poltrona e ela voltou a atacar o judeu ao lado dela.

Ao longo do vôo tiveram outras situações adversas. Como dois travestis me cortejando e uma puta brasileira que trabalha na Espanha e contou sua vida para o vôo inteiro ouvir. Essa última me deixou profundamente incomodado. A mongol está há 10 anos na Espanha e trouxe 2 espanhóis para conhecer no carnaval no Brasil. Fiquei de cara, pois a garota não conseguia formular uma frase simples em espanhol sem cometer um erro grotesco. Quer ser puta no exterior, seja, cada um sabe o que é melhor pra si, mas pelo menos aprende alguma coisa fora da cama.

Desembarcando do avião, fiz amizade com uma velhinha que tinha ido estudar italiano em uma cidade italiana (óbvio) e já na fila da alfândega começamos a falar sobre a quantidade de puta e travesti no vôo. Sim, não é um tema muito bacana pra conversar com uma velhinha fina, mas eu precisava desabafar com alguém. Comentei em particular da garota que foi atrás de mim no avião e a velhinha começou a descer a lenha nela. Ela tinha prestado atenção na garota e disse que ficou com vergonha na condição de mulher e brasileira diante de tanta vulgaridade. De garota difícil e chata, eu virei uma velha reclamona e fiquei tricotando com a minha “nova” amiga na fila da alfândega.

Foi então que ao dobrar a fila, vi que a oxigenada-salto-alto-barriga-de-fora-masca-chiclete estava atrás da gente e escutou todo nosso diálogo. Morri de medo de um barraco, mas pelo menos nesse momento ela ficou quieta e eu com pena. Dei uma enrolada no Dutyfree para evitar um encontro fora do saguão e ao sair para retirar dinheiro no caixa eletrônico, vi a garota no guichê ao lado junto com dois italianos. Mais uma brasileira fazendo nossa fama.

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P.s Não consegui pensar em nada criativo para a promoção, mas nessa semana ainda posto.

“Namorei durante 5 anos com um carinha que jurava que ia ser o meu marido e pai dos meus filhos, mas nos últimos meses de namoro percebi que realmente ele poderia até se casar comigo e ser o pai dos meus filhos, mas eu estaria longe de ser feliz de verdade. A única coisa que havia nos restado era o amor, havia acabado o respeito.

Assim, decidi acabar e hoje me encontro há um pouco mais de um ano solteira e a cada dia tenho mais certeza que não irei encontrar “o cara”, e olhe que nem sou exigente essas coisas todas, só precisa me deixar apaixonada, ser companheiro e me respeitar; mesmo assim (pasme) não conheci ninguém que junte os 3 requisitos simultaneamente.

Cafa > Então a situação está preta pra você mesmo. Eu sou muito mais exigente que isso e encontrei alguém bacana. Demorou, mas encontrei. Tem que ver também que as vezes o problema não está no outro e sim em você, mas vamos à história.

Por vezes achei que o problema era comigo, depois achei que não, mas logo depois começo a achar novamente que o problema é comigo. Não sei se eu tenho cara de metida, de piriguete, se é porque eu era morena, se é porque sou loira, ou seja lá o que for, só sei que “o cara” não se aproxima.

Cafa > Opa opa…seu radar está aguçado.

Sei que tenho uma personalidade forte, adoro dançar d+ (funk então, nem se fala) sou moleca pra caramba e tenho 5 grandes amigas mulheres e 4 grandes amigos homens (estes me acompanham onde vou; pelo menos 1 deles sempre está por perto), tenho uma bunda enorme e definitivamente acho que o conjunto disso tudo afasta “o cara”.

Cafa > As mulheres sempre sabem onde está o problema, o ponto é que sempre fecham os olhos ou fingem que não o vê. Nada contra seu gosto musical e creio que se você for do Rio, funk é algo super “hype e cool”. Eu particularmente acho uma bosta e boa parte (se não todas) as pessoas que eu conheço em São Paulo que curte o gênero, não servem nem pra andar de mão dada no shopping (o mesmo acontece para micareteiras).

Sobre ter amigos e amigas, normal. A merda é que tem mulher que só falta sentar no colo dos amigos e levar as amigas para acompanhá-la no motel, perdem completamente a noção de amizade e privacidade. E ai querem que o rolo ache normal convidar a turma inteira para ir ao barzinho no primeiro encontro dos dois e o cara ser obrigado a uma socialização cansativa e chata.

Sobre a bunda, incluo no tópico peito e barriga de fora. Você acha bonito um cara de shortinho no meio da coxa e regata colada no corpo? Se gosta, relaxa, pois em breve você arrumará um namorado. Se acha o corpo dele bonito, mas um horror o traje, reflita sobre você. Será que não está super valorizando a sua “bunda enorme” e dando muito destaque a ela nas roupas que usa? Volto a esse ponto mais pra frente.

Tenho a impressão que todo carinha sempre só querem me fazer de lanchinho (isso porque minha bunda é enorme). Caramba, será que não dá pra vocês (homens “-” cafa, rsrsrsrsrsrsrs) tirarem isso da cabeça ou pelo menos fingir que não é só que isso que vocês querem? Sinto-me de verdade uma dessas mulheres frutas, comidas, bunda ou qualquer coisa prestes á ser devorada, basta dar bobeira.

Cafa > Se você se posiciona como uma mulher-fruta, vai querer ser vista como? Simone de Beauvoir? Esperto é o cara que vê que você se comporta como uma mulher-melancia, faz você acreditar que é muito inteligente, tira uma casquinha e cai fora na sequência.

Até já conheci uns carinhas legais, não chegavam a ser “o cara”, mas logo deixava de rolar, até porque quando não vale à pena prefiro não insistir (não tenho paciência de ficar tentando dar certo, até porque passei 5 anos fazendo só isso).

Tenho a impressão que só quem se interessaria por mim seria um cara que nunca tivesse me visto na vida e de preferência de outro Estado! Ninguém mais me quer, soou meio melodramátoica né?! Mas é isso que penso :(

Cafa > Ou seja, um cara que não conhece nada do seu gosto e passado, né?

Como devo agir para achar “o cara”? Tenho que parar de dançar, sorrir mais feito uma doida ou dar uma de emburrada e não sorrir nunca? Não liberar nunca, não liberar jamais,liberar de vez em quando? Ser menos moleca… Aish! Dúvidas cruéis.

Cafa > Bom, vamos lá. O que é “o cara” pra você? Seguindo 75% do desejo das mulheres, acredito que deva ser Inteligente, bonito, com pegada, trabalhador, independente e educado, certo? O que você acha que esse perfil de homem procura / gosta? Alguém que coloca a bunda em destaque, que trata seus amigos como se fosse um rolinho e convide o cara para ir ao baile funk? Se você faz parte dos outros 25%, como eu disse, relaxa. É questão de tempo pra encontrar “o cara”.

Seria hipocrisia eu falar que homem não gosta de bunda. Ainda mais o brasileiro. Eu particularmente adoro e prefiro mais uma bundona a um peitão. Mas há dois pontos aqui.

Primeiro, homem que “escolhe” uma namorada pela bunda, tem o cérebro de um galináceo. Quando a garota só tem bunda é uma cabeça de empada, ela serve pra dar umazinha de vez em quando, sem envolvimento (de preferência de costas). Esse tipo de garota é aquela que todos os homens gostariam que virasse uma pizza depois da transa.

O segundo ponto, é que muitas mulheres dão um destaque exagerado a essa parte do corpo. Se a genética te presenteou com uma bela bunda, parabéns! Mas saiba usar esse diferencial no momento oportuno e não banalizá-lo como se a todo tempo fosse necessário mostrar ao porteiro do prédio, aos funcionários da empresa e a amiga da vó que você tem um belo traseiro.

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p.s. – Iniciativas solidárias e úteis devem ser divulgadas. Tenho uma amiga que está com um projeto bem bacana de adoção de animais, dêem uma olhada http://adoteanimais.wordpress.com. Outra ação legal é a de adoção de cartas pro Papai Noel que o Correios organiza. Já garanti a minha. Conheçam o projeto clicando aqui.