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	<title>Manual do cafajeste (para mulheres) &#187; mulheres</title>
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	<description>Blog destinado às mulheres. Trás dicas sobre relacionamento, como pensa um homem, e dá conselhos para você não ser enganada por um cafajeste.</description>
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		<title>Cafa tranquilo em Manaus</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 04:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafa em apuros]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
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		<description><![CDATA[Como vocês sabem, passei o feriado passado em Manaus. A experiência foi bastante positiva no quesito &#8220;conhecer coisas novas&#8221;. E não digo no sentido sexual (como muitas devem estar pensando) e sim comidas, lugares e cultura. Porém, é óbvio que nessa jornada involuntariamente o contato com o sexo feminino acaba ocorrendo. Vou contar brevemente como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como vocês sabem, passei o feriado passado em Manaus. A experiência foi bastante positiva no quesito &#8220;conhecer coisas novas&#8221;. E não digo no sentido sexual (como muitas devem estar pensando) e sim comidas, lugares e cultura. Porém, é óbvio que nessa jornada involuntariamente o contato com o sexo feminino acaba ocorrendo. Vou contar brevemente como foi o feriado.</p>
<p>Antes de tudo, o lugar que eu considero um dos mais bacanas para conhecer alguém interessante é o aeroporto. Óbvio que é preciso fazer um filtro de quem está lá viajando a trabalho e de quem está indo para um rave de micareta na Bahia (nada contra quem gosta, mas eu prefiro uma boa distância). Tirando esse grupo, grande parte das pessoas que viaja a trabalho geralmente são maduras, independentes, sérias e sabem o que quer da vida. Por isso, sempre que viajo gosto de chegar com certa antecedência no aeroporto e ficar de flertes com algumas incautas. Só que na sexta o trânsito em sampa estava ridículo e cheguei no aeroporto a 20 minutos do avião decolar, ou seja, não tive tempo do meu lazer aeroportuário favorito (além de comer Pizza Hut com chopp Brahma..nham).</p>
<p>Ao chegar no avião fiquei caçando a leitora que disse fazer parte da tripulação daquele vôo. Só que muito esperto, eu não perguntei o nome da garota e todas as aeromoças que eu cruzava,  lançava um sorriso maroto com uma piscadela e era correspondido com um frio &#8220;boa noite, bem vindo&#8221; (¬¬).</p>
<p>Tinha esperança de sentar na poltrona do meu lado alguma garota bacana, mas sentou uma mulher com um cachorro (até que simpático) que se afeiçoou a mim e queria toda hora ir para o meu colo ou lamber meu braço. Como ele não parava quieto, a comissária pediu para que eu trocasse de lugar com a garota (eu estava na janela). Só que detesto viajar no corredor, pois não sei o que está passando lá fora e se o avião vai pousar bem. Enfim, passei certo perrengue no vôo e sudorese nas mãos até a aterrissagem.</p>
<p>Ao desembarcar no saguão do aeroporto fui brindado por um festival de gente feia. Achei que estava em um pedaço do inferno e ao sair do aeroporto quase tive certeza ao tomar uma lufada quente e uma umidade de 90% na cara.</p>
<p>Chegando no hotel, tudo o que eu queria era um banho e pedir uma pizza (o que não rolou, pois depois da meia-noite não existe delivery em Manaus). Comi uma batata horrorosa e cara do frigobar e fui com o meu amigo para uma baladinha de rock. Eu achava que teria outro dissabor, mas estava enganado.</p>
<p>A entrada da balada não parecia como tal e sim uma churrascaria pseudo chique. Por isso, estava esperando para ouvir um rock tipo Charlie Brown, Pitty, etc mas fui positivamente surpreendido ao entrar no lugar e ouvir logo que cheguei um ACDC e outras dezenas de clássicos do rock. Eu e meu amigo acabamos fazendo amizade com duas garotas que estavam no espaço externo da balada, uma era feiota, a outra até que bonitinha. Ficamos uns 10 minutos conversando e assim que a banda terminou de tocar, descobrimos que a bonitinha era comida do guitarrista e lá foram eles embora. A feiota se mostrou uma pessoa bem inteligente e tivemos uma aula de cultura manauara com a garota. Fim da noite.</p>
<p>Dia seguinte fomos fazer o passeio do Encontro das Águas, onde o Rio Negro encontra o Solimões (sim, surge dai o nome cafona dessa banda). O tour é bem agradável, mas o que eu queria mesmo era ver de perto  jacaré, a Sucuri (sem piadinhas de tiozão, por favor) e pegar o bicho-preguiça no colo que dizem que é todo simpático e abraça quem o segura. Quando os indiozinhos trouxeram os animais, veio um jacarezinho minúsculo muito do borocoxô e uma cobra que tentou se enrolar no meu pescoço. Minha esperança residia na Preguiça, mas de preguiça ela não tinha nada e ficou toda ligeira quando eu a peguei e queria voltar para o colo do indiozinho. Bom, de resto não tinha muita coisa pra apreciar no passeio além da flora, pois grande parte dos visitantes eram chineses e/ou população ribeirinha.</p>
<p>Voltamos para o hotel e decidimos dar um pulo na piscina para ver o que tinha de bom por lá. Tinha uma vovó fazendo alongamentos estranhos e um gordinho andando descalço na esteira. Ou seja, nada de bom por lá a não ser uma piscina bacana e espreguiçadeiras. Nessa noite resolvemos conhecer a balada mais &#8220;chique&#8221; do lugar.</p>
<p>Era realmente bacana a música e espaço, mas parece que o povo escroto das baladas top de São Paulo foi literalmente exportado pra lá. Pra variar, tinham os camarotes-zoológicos ao lado da pista para abrigar os pavões e galinhas que gostam de aparecer para o público pagante e ser alimentados com champagne e pulseiras. Eu estava bem tranquilo de chegar em alguém, mas meu amigo investiu em uma loira. A garota era de São Paulo e fazia medicina lá, segundo ele, a o papo estava fluindo bem, mas a garota começou a fazer umas perguntas meio estranhas (do tipo, o que seu pai faz, em que bairro mora em São Paulo, etc), ao perceber que ele não era da mesma casta que ela, a garota voltou pra gaiola e foi tomar sua champagne. Curtimos mais um pouco o lugar e vazamos para o hotel, pois dia seguinte tinha passeio pra cachoeira.</p>
<p>Fomos ao passeio, foi bacana e tal. Na volta, meu amigo disse que agora não queria saber de balada &#8220;finura&#8221;. Queria conhecer um forró risca-faca e pra lá fomos. Fiquei com medo. O lugar dava um povo BEM estranho e nós estávamos meio que bem arrumados (e bem cuidados) em relação a média. Não somos um galã de cinema, mas a coisa ficou bem tensa. As mulheres olhavam descaradamente e puxavam pra dançar. Recusei por dois motivos, um que detesto forró e outro que não curto mulher com bigode. Meu amigo se engraçou com uma gigante, mas resolveu não finalizar com medo de ter alguma surpresa. Voltamos para o hotel.</p>
<p>Dia seguinte foi dia de fazer city-tour pelo centro da cidade. Novamente o inferno nos deu as boas vindas junto com as suas capetas. Era uma sensação térmica de 40 graus e andando pelas ruas tínhamos a sensação de ser uma celebridade , várias mulheres (feias) olhando e mexendo. Pelo menos valeu para dar uma inflada no ego. Aliás, toda mulher reclama de cantada de pedreiro, mas aposto que acha o máximo se sentir desejada.</p>
<p>Era o último dia na cidade, resolvemos fazer um esquenta no lobby do hotel e ver como estava o movimento por ali. Um horror. Só tinha homem de terno, militar (?!), velho e famílias. E creio que na visão deles estava um casal gay ali no saguão enchendo a cara e caçando homem. Fomos pra balada.</p>
<p>Fazia tempo que não ia para um lugar tão animado, com um público bacana e uma banda boa. Estávamos lá curtindo  e de repente passou uma garota por mim e falou &#8220;você se chama clodoaldo*?&#8221;. Tinha acabado de encontrar uma leitora do blog na balada. Ficamos conversando por um tempo, estava ela e mais uma amiga. As garotas eram muito simpáticas e agradáveis. Depois de um tempo,  fui até o banheiro e sai um pouco na área externa para tomar um ar (é, coisa de velho). Lá fora, uma garota deu um grito &#8220;Cafa!!!&#8221;, morri de vergonha e fingi que não era comigo. Ela insistente foi atrás toda feliz e ficou pedindo para que eu contasse histórias &#8220;proibidonas&#8221; do blog. Disse a ela que não queria bancar o story-teller, mas que agradecia o carinho. Enfim, tomei o ar e vergonha suficientes lá fora, chamei meu amigo e decidimos ir para o aeroporto.</p>
<p>Chegando lá, já bem alterado, quis mandar uma mensagem para a garota bacana que mencionei há alguns posts, mas (in)felizmente  a bateria do celular tinha ido para o saco. Melhor assim, cafa tranquilo em Manaus e sem avançar o sinal.</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>* nome fictício</p>
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		<title>Dia dos leitores &#8211; Ela não paga a conta</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 03:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cafa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como perder seu homem]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos leitores]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Boba]]></category>
		<category><![CDATA[Tipo de mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[pagar a conta]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos comentários do post passado, o tema &#8220;pagar a conta&#8221; voltou a aparecer. E vasculhando os e-mails dos leitores, encontrei uma história que ajuda as mulheres a entenderem um pouco a mentalidade masculina quando o assunto é &#8220;pagar a conta&#8221;. Vamos à história do Sidney: &#8220;Em um dos encontros que tive frutos da internet (acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos comentários do post passado, o tema &#8220;pagar a conta&#8221; voltou a aparecer. E vasculhando os e-mails dos leitores, encontrei uma história que ajuda as mulheres a entenderem um pouco a mentalidade masculina quando o assunto é &#8220;pagar a conta&#8221;. Vamos à história do Sidney:</p>
<p>&#8220;Em um dos encontros que tive frutos da internet (acho que foram uns cinco, na época do mIRC), ocorreu algo que serve para ilustrar, hoje, um tema polêmico: dividir ou não a conta.</p>
<p>Ela me pareceu interessante e marcamos de ir ao cinema. No dia, atrasada, ela ligou pedindo para que eu já comprasse os ingressos. Comprei  e ela, muito atrasada, não chegou a tempo  de assistirmos ao filme. OK, ela era bem gatinha, então podíamos gastar aquele tempo de forma, digamos, mais produtiva. O problema começou quando percebi que hora alguma a mocinha lamentou o fato de eu ter comprado as entradas à toa. Totalmente, indiferente. Enfim, ela tinha que me pagar de alguma maneira. Peguei.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Quando eu era mais novo e liso, usava estratégia parecida com a da garota. Enquanto eu ia comprando o ingresso do cinema para os dois eu falava “Vai comprando a pipoca para não nos atrasarmos” (só uma vez uma chinela pediu dinheiro tal qual uma mendiga, mas foi exceção). </strong></p>
<p><strong>Estou de acordo com o seu pensamento. Quando não temos consideração pela garota (é apenas um one night stand ou uma diversão), o custo-benefício é levado em conta. Tem mulheres que são mais caras e exigem um restaurante mais invocado, outras se contentam com um dog da morte, mas o importante é ter o retorno sobre o investimento</strong>.</p>
<p>O primeiro beijo rolou em um restaurantezinho, onde tomamos algo e ela pediu algo para comer que não me lembro. Até que chegou a conta. Aí já podem estar pensando: “Jura que o Cafa deu espaço a ele só porque a menina não pagou por um ingresso de cinema e uma continha no restaurante?”. Não foi por causa disso, mas pela postura da garota. Tenho uma percepção aguçadíssima. Quando a conta foi posta na mesa, ela virou o rosto e resolveu ficar admirando a paisagem ao lado. Na sequência, nenhuma menção sobre o que foi pago até ali. Saímos dali e ficamos “namorandinho” frente a um dos belos cartões- postais do Rio. Ficamos assim à tarde quase toda.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Você pagou a conta e ela não te pagou em favores sexuais, certo? Leitoras, esse é um cálculo que os homens fazem por instinto. Funciona assim &gt; Levo a garota para um lugar bacana $ + Sou fofo + Finjo que posso ser um namorado = Você tem que dar pra mim. A maioria sempre cai.</strong></p>
<p>No fim da tarde, ela disse estar com fome e perguntou se podíamos ir a algum lugar comer algo. Nesse momento, ela não havia se mostrado muito mais que uma garota bonita. Então confesso que concluí, lembrando uma alcunha usada pelo meu avô: “Não vou pagar mais nada para esta ‘morta de fome’!!”. Sabem o que fiz? Nessa época, meus avós tinham uma casa de suco em Copacabana. E lá, foi 0800 (de graça). E, por opção minha, essa é a história do meu único encontro com ela.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Ou seja, você foi o famoso paga-lanches. Se você abrisse um pouco mais a carteira e a levasse para uma suíte fodástica de um motel de renome ou um restaurante mais refinado, o desfecho seria diferente. Essas mulheres que se atentam ao dinheiro são facilmente manipuláveis quando em contato com pequenos luxos. Você gasta um pouco mais, mas consegue levá-la pra cama. É a famosa puta de escambo</strong> <strong>ou a feminista modernosa</strong>.</p>
<p>Particularmente, taí uma hora que gosto de ser enganado pela mulher: quando ela ao menos finge que quer dividir a conta. Não precisa nem querer de verdade, mas ficar indiferente quando ela (a conta) chega é terrível. Pra mim, passa um certo ar de abuso. E não venham falar em gentileza, porque vocês sabem que os tempos são outros. Lutam, com justiça, pelos mesmos cargos, salários, reconhecimento, mas na hora do “racha” voltam a ser super retrô. É o que sempre chamei de “feminismo de conveniência”. Afinal, é muito conveniente cobrar esse cavalheirismo – percebam também como esta palavra soa antiga – com o dinheiro dos outros. Na boa, mas para mim ser gentil é muito mais que isso. Só que já vi muita mulher aguentar desaforos, porque o homem paga as suas contas.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Concordo. Já abordei <a href="http://www.manualdocafajeste.com/2007/09/26/pagar-a-conta-ou-nao/" target="_blank">esse tema por aqui</a>. É muito bacana ser A moderninha e falar “eu também posso me deitar com quem eu quiser e peidar na cara das minhas amigas”, mas ai quando você fala em dividir a conta, voltam para a época de nossas avós. O argumento que eu mais vejo é “gasto horas de depilação, acessórios, maquiagem, cabelo, etc, etc em função dele e ainda tenho que pagar a conta? Um absurdo!”. Como se homem não tivesse que cortar o cabelo, malhar, comprar roupa e presentinhos para agradar os lanchinhos.<br />
</strong></p>
<p>Não concluam que sou um pão-duro inveterado, acontece que para  gastar o meu dinheiro com alguém eu tenho que querer, achar que vale a pena; e não porque é uma convenção social. Na história supracitada, mal conhecia a garota e a total indiferença dela com as contas não me estimularam a outros gastos. Inclusive, romancei com uma garota por quem nutria uma grande admiração, entre outros motivos, por ela ter o discurso “faço questão de pagar a minha parte. Trabalho para isso”. E sabia o que eu fazia? Insistia para pagar algumas contas, pois era uma satisfação para mim. Ela merecia, por sua postura&#8221;.</p>
<p><strong>Cafa &gt; Essa questão de atitude faz toda a diferença. Quando eu era mais novo, um cinema com pipoca, um barzinho com porções e um restaurante bacanudo pesavam bastante no final do mês. Se todas as garotas com quem eu saia não ajudassem com alguma parte, eu teria que passar metade do mês dentro de casa. </strong></p>
<p><strong>Depois, quando comecei a fazer um pé de meia a coisa que mais me incomodava era o descaso da garota com o meu dinheiro. Eu me revoltava quando a ordinária esquecia sua carteira de estudante em casa e não fazia a menor expressão de desculpa. Pior ainda quando ela vinha com sugestões de programas caríssimos, que obviamente ela não dava nem a gorjeta do flanelinha.</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Se um jantar compra o seu carisma pelo rapaz, não entrarei nesse mérito. Ao menos tenha a delicadeza de se oferecer para pagar.</strong></p>
<p><strong>________________________________<br />
</strong></p>
<p>p.s Você tem uma história bacana, engraçada ou curiosa com o sexo feminino? Envie para o <a href="mailto:cafa@manualdocafajeste.com">cafa@manualdocafajeste.com</a>, se ela realmente for boa virará um post.</p>
<p>p.s 2 Feliz dia internacional das mulheres! :*</p>
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