Algumas leitoras têm me questionado sobre a quantidade de vezes necessária para que o homem consiga se satisfazer sexualmente. É uma pergunta não muito simples de responder, pois o desempenho varia muito da situação que o casal se encontra (por exemplo, se eu transar com uma garota no elevador não dá pra dar a segunda, é uma rapidinha mesmo) e da aptidão física do rapaz. Porém, com todas as experiências que já vivi e ouvi arrisco alguns palpites:

Quando só rolou uma vez – Em boa parte delas eu não tinha muito tesão na garota. Ou por que ela era múmia, ou por que fazia besteira ou simplesmente por que a química não rolava. Outras vezes eu estava bêbado (e é oito ou oitenta, ou não sobe ou demora anos pra gozar) ou caindo de sono. Tirando as exceções do parágrafo acima, quando só rola uma vez geralmente não é bom sinal.

Quando foram duas – Aqui é bem provável que a química ocorra. Quando o encaixe acontece, o meninão nem chega a ficar borrachudo, está pronto pra outra. A segunda é bacana, pois geralmente a primeira tende a ser mais rápida (não é uma regra, mas falo pela média) e a segunda por demorar mais dá pra curtir melhor.

Três ou mais – Nessas vezes o encaixe é perfeito. Desconheço homens que deram três ou mais (com exceção dos que tomaram Viagra ou que trabalham no ramo) e não curtissem a garota. Há um ditado famosinho que “A primeira é do homem, a segunda do homem e da mulher e a terceira é só da mulher”, em parte é verdade, pois se a primeira é rápida, só o cara curte; na segunda o cara goza e a garota geralmente tem o orgasmo; já a terceira ou mais o cara está no pó da rabiola ao gozar, quase não sai mais nada, mas a garota está lá firme e forte pronta pra outra.

Para ilustrar o quadro, no fim de semana retrasado eu vivencie a primeira e terceira experiência.

Na sexta eu fui pra um barzinho em sampa e conheci uma garota bem interessante na pista de dança. Ela era bem atirada e depois de tomar várias Capiroskas juntos decidimos ir pra minha casa “ouvir uma música”. O problema é que bebi pra caramba e demorou muito pra conseguir chegar ao final. E quando cheguei, eu cai duro na cama. Queria dormir sozinho e estirado, mas tive que pagar o preço de dividi-la com a garota e sua insistência de ficar me abraçando.

No sábado foi à vez de sair com a loirinha do parque novamente. Como já vamos para a terceira ou quarta vez de saída (traduzindo, que transamos), o negócio está ficando bem entrosado. E neste dia consegui emendar três. Minha cota do fim de semana estava encerrada. (E por favor, não estou apaixonado por ela, nem vai rolar namoro).

Eu fiquei um bagaço. Levei a loirinha pra casa dela, com muito custo voltei pra minha, e planejei que meu domingo seria me isolar em casa embaixo da coberta, assistir filmes, ler um livro e esquecer de mulheres por um dia. Só que, a garota que eu conheci no carnaval (não é a da Vila da Penha, nem a bafuda) tinha um curso em São Paulo. E sem me avisar antecipadamente, ligou as 10:00 da madrugada de domingo dizendo que queria me ver. Como ela é toda carente e se eu dissesse “não” perderia esse lanchinho, falei que eu tinha uma festa de criança as 14:00 e que não teríamos muito tempo para ficarmos juntos. Para garantir que eu não precisaria transar mais de uma vez, coloquei só uma camisinha na carteira (o velho pretexto, “ahh que pena..só tem uma”). Transei burocraticamente e quase chorando (estava esfolado), mas cumpri a missão.

Agora o cafa devolve a pergunta para vocês. Sei que muitas mulheres não chegam ao orgasmo, outras sim. E você? Chega? Quantas vezes por noite?

___________________________________________________________________

Pessoal, fui convidado a ser um dos embaixadores do site de relacionamento S2. Apesar de nunca ter me inscrito em sites de relacionamento, me cadastrei nele, pois achei um bom canal para conhecer mais mulheres e ganhar uns prêmios. E o que você ganhará com isso? Bom, se você se acha uma pessoa bem relacionada, cheia de amigas e amigos faça seu cadastro lá (diga que foi convidada pelo Cafa) e envie um e-mail para S2@riot.com.br dizendo que também quer ser embaixadora. Toda semana a pessoa que levar mais amigos para o site ganha R$200,00 em bônus do Submarino. Como o site é novo, suas chances de ganhar são bem grandes. Além do mais, poderá ser amiguinha do Cafa.

P.s. Se estiver com medo de ser seqüestrada por mim, não faça o cadastro. As leitoras que ganharam sabonetinhos na promoção passada agradecem.

Posts Relacionados

Uma noite perfeita

1.Jun
2008

Várias leitoras me pedem para fazer post sobre como seria uma noite perfeita ou que eu contasse sobre alguma que tive. Até hoje não o fiz por dois motivos, primeiro porque uma “noite perfeita” pra mim pode ser uma bomba para outras pessoas e segundo por que faz bastante tempo que não tenho uma noite assim. Porém, como neste fim de semana foi uma dessas raras vezes, resolvi postar.

Sábado combinei com a garota que conheci no parque de assistirmos um filminho em casa. Apesar de morarmos na mesma cidade (São Paulo), a casa dela fica quase meia hora da minha, só que como eu estava com um bom presságio e ela é “meu número”, resolvi fazer a viagem e buscá-la. No caminho a garota sugeriu irmos a um restaurante, pois estava com fome. Achei legal a atitude dela de propor rachar a conta, e por isso resolvi pagá-la inteira. Já ganhou uns pontos.

O ponto baixo da noite foram as constantes referências ao seu ex nas conversas. Até chegar à quinta vez e eu estourar com ela pra parar de falar do cara. Ela pediu desculpas e disse que como namorou três anos e só terminou há dois meses, grande parte das suas experiências tinha o fulano no meio. Ok, boa explicação, mas mulheres, evitem isso! É extremamente desagradável.

Já na Cafa-House sugeri um vinho e para minha surpresa a garota não gostava da bebida (¬¬). Tudo bem, servi um suco de laranja, fiz pipoca e tomei o vinho sozinho. Como está muito frio em São Paulo ficamos no sofá embaixo da coberta. Ai começou os amassos e em minutos já estávamos na minha cama. Não vou entrar nos detalhes do ocorrido. Em suma, a garota quis pular a etapa das preliminares por ser a primeira vez que faria com alguém “estranho”, mas nem por isso a transa foi ruim. Pelo contrário, teve um encaixe perfeito. Depois da primeira, o meninão estava bem animado para a segunda e só não fui para a terceira por que ela disse não estar acostumada. Senti-me o cara. E ao contrário do comum, a depressão pós-sexo não bateu e dormirmos abraçados.

Coincidentemente, hoje estava lendo uma matéria numa dessas revistas femininas escritas por gays e mulheres justamente sobre como tornar a noite perfeita. Lá tinha um monte de dicas, entre elas: espalhar velas pela casa, colocar um som de fundo, borrifar perfume pelo ambiente, usar uma lingerie sexy, lambuzar o parceiro de doce, etc, etc ,etc. Só que eles sempre esquecem de mencionar o fundamental, a bendita química.

Minhas melhores transas geralmente fugiram de todas essas “dicas” sugeridas. Algumas foram dentro do carro, no sofá da minha ex com os pais dela no quarto, algumas (como essa passada) não tiveram preliminares, e por ai vai.

De nada adianta você fazer um grande teatrinho na sua casa com o figurino mais impecável se os atores não conseguem se entender no palco. E pra isso não há dica que resolva.

Posts Relacionados