Já dei algumas dicas aqui sobre sexo oral, pois percebi que muitas mulheres não tinham muito conhecimento sobre como fazer um oral bem feito. Depois desse fim de semana vi a necessidade de dar algumas dicas sobre beijo também. Alguém vai falar “ahh, mas isso não existe regra, é coisa de encaixe”, sim é verdade, mas tem coisas que podem ser evitadas ou aprimoradas. Explico.
Apesar de preferir mulheres na casa dos 20, no fim de semana conheci uma mulher balzaca interessante. Ela é bem gostosa, gata e inteligente. Eu estava crente que por ser mais velha e ter mais experiência, me daria trabalho naquela noite. E como deu! O beijo da mulher era um horror, além de não colocar a língua, ela mordia a minha. Eu tinha que ficar beijando com cautela pra não ter uma lesão na língua. Falei que ia ao banheiro e abri fora.
Por isso, resolvi fazer uma listinha com algumas dicas para vocês não cometerem gafes na hora do beijo. Como eu falei lá em cima, é importante destacar que não existe o beijo certo. Enfim, vamos a lista:
Velocidade da língua - Tem mulheres que são uma verdadeira metralhadora, a língua se movimenta tão rápido que mal dá pra acompanhá-la. Esse tipo de beijo as vezes acontece com maior frequência na hora do sexo, pois o tesão é tamanho que a movimentação da língua é intensa, ai normal. Agora em outra situação é um saco. Antes um beijo tartaruguinha ao metralhadora.
Língua tímida - As vezes a mulher tem língua curta, ai não tem jeito. Agora em outros casos a mulher não põe pra fora não sei por que. Terrível isso. Você com maior vontade de senti-la e a linguinha lá toda encabulada. Eu prefiro que a língua seja daquelas desentupidoras de pia que chegam até o meu siso a língua ser tímida. Aqui uma observação, se você tem a língua curta, não a force pra fora. Faça você mesmo um teste, ponha a língua pra fora o máximo que puder como se estivesse beijando (sei que é ridículo isso, mas ninguém está te olhando, dane-se), ela fica rígida, isso também não é legal.
Mordidas - Tem gente que gosta, outros que detestam. A língua é sensível e geralmente as pessoas não tem controle sobre os dinas a ser aplicado, conclusão: machucado. Uma mordidinha de leve (eu disse de leve!) no lábio é até interessante agora na língua eu acho nada a ver.
Excesso de confiança - Conforme você vai ficando mais experiente, acha que o seu beijo é perfeito só por que seu ex-namorado achava o máximo. Essa garota que eu conheci devia ser uma dessas. Lembre-se, nem sempre aquilo que agrada um, corresponde a maioria.
Abre e fecha - O abrir e fechar da boca é algo normal no beijo, mas é umas das principais causas de o beijo não dar encaixe. Quando o cara está empolgado no beijo, a garota fecha a entrada ou vice e versa.
Cuidado com o bafo - O bafo é um vilão terrível. Ao contrário do CC, pum e chulé, o bafo não é auto identificável. Além disso, a pessoa está ali com a boca na imundice e fica complicado escapar de um ataque frontal. Pergunte pra uma amiga, mãe, irmão, etc se você está com o hálito bacana. E por favor, sempre uma balinha e chiclete de hortelã no bolso.
Apetrechos para dividir na boca - Dividir na boca do parceiro uma balinha ou um chiclete é bacaninha. Agora pára por ai, já conheci uma maluca que quis dividir um pedaçinho de maria-mole. Ah, e também divida uma vez só a bala, não é legal ficar nessa brincadeira até o drops acabar.
Beije a boca, não as bochechas - O lábio é o limite do beijo de língua. Se você não está fazendo sexo, não tem por que deixar o queixo e as bochechas do cara cheias de bába.
Use as mãos - Nada de mãozinha dormindo na cintura. Passe a mão pela nuca e pescoço do rapaz, faça um carinho, deslize pelo braço, costas ou peitoral.
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Não me canso de agradecer as leitoras pelo sucesso do blog e agora com um motivo especial. Nessa semana o Manual bateu mais de 13.000 views diários e o Google me ranqueou com pagerank 5 (para vocês terem uma idéia, o Kibe Loco tem 4 e o Jacaré Banguela 3). Estou ao lado de gigantes como o Google Discovery e Te Dou um Dado e abaixo somente dos mestres, Pensar Enlouquece e Ueba (aliás, o agradeço pelo último link que me deu). Mais uma vez, obrigado!!
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É comum eu ver muita mulher se queixando, seja no Cafa Responde ou pessoalmente, de rolo que ela tem há meses, que é super “fofo”, atencioso, rola química, blablabla, porém o negócio não evolui para algo mais sério. Não posso dizer por todos os homens, mas algo que ocorre com bastante freqüência nesses casos é a Paixão Instantânea.
Fazia tempo que eu não era acometido por esse sentimento e pude identificá-lo no sábado quando novamente eu sai com a loirinha do parque (aliás, que péssima alcunha que eu dei não?). É engraçado como as mulheres são, pois no segundo ou terceiro post que escrevi comentando sobre ela já havia leitora dizendo “ahh, cafa está apaixonado”, “Hum, vai rolar namoro”, “O cafa vai sair dessa vida” (como se eu fosse uma meretriz), e por ai vai. Só que o quê eu sinto por ela, hoje classifico como uma Paixão Instantânea. Pelas minhas experiências eu acredito que há duas formas de manifestação, a “única” e a “oscilante”.
A “única” acontece quando eu fico com alguma garota de balada e há um encaixe perfeito, quando entra uma garota nova no trabalho que é meu número, uma mulher interessante apresentada por um amigo, etc Quando ela acontece dá uma vontade de ver a pessoa todo dia, de conversar com ela, de sair, enfim, de estar junto. Porém, conforme eu vou conhecendo a pessoa, começam a aparecer os defeitos. Aquela garota da balada que beijava bem tem a inteligência de uma ostra, a garota do trabalho é interesseira, e aquela linda mulher apresentada pelo amigo possui cheiro marinho na vagina. E ai aquela Paixão Instantânea vai embora tão rápido quanto ela veio.
Já a “oscilante” é a que mais intriga as mulheres. Acho que aqui está uma grande diferença entre os sexos, pois mulher não consegue entender que o cara pode gostar dela, mas não a ponto de evoluir para um relacionamento sério. Para ilustrar este tipo, cito o que aconteceu comigo neste fim de semana.
Sábado acordei e fiquei deitado na cama pensando na loirinha e morrendo de vontade de vê-la. Liguei pra ela e combinei de sairmos à noite. Fomos até minha casa, ficamos bastante tempo juntos conversando, vendo televisão, transamos, conversamos depois da transa (não deu vontade que ela virasse uma pizza) e depois a deixei em sua casa. Só que de volta à minha casa, toda aquela vontade tinha passado. Acordei domingo feliz por estar sozinho e poder fazer minhas coisas à vontade. E isso tem se repetido todas as vezes que saímos. Durante a semana raramente lembro da sua existência. Gosto dela, mas é um sentimento instantâneo e oscilante. Para as leitoras que já estão acostumadas com a expressão, digamos que esse tipo de garota tem uma gaveta especial na geladeira, mas sempre será um lanchinho.
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Agradeço a todas as leitoras que responderam minhas perguntas no post passado. Tiveram muitas respostas bacanas, algumas estranhas e outras totalmente fantasiosas. Deu pra aprender algumas coisas e me divertir. Obrigado! :*
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Algumas leitoras têm me questionado sobre a quantidade de vezes necessária para que o homem consiga se satisfazer sexualmente. É uma pergunta não muito simples de responder, pois o desempenho varia muito da situação que o casal se encontra (por exemplo, se eu transar com uma garota no elevador não dá pra dar a segunda, é uma rapidinha mesmo) e da aptidão física do rapaz. Porém, com todas as experiências que já vivi e ouvi arrisco alguns palpites:
Quando só rolou uma vez – Em boa parte delas eu não tinha muito tesão na garota. Ou por que ela era múmia, ou por que fazia besteira ou simplesmente por que a química não rolava. Outras vezes eu estava bêbado (e é oito ou oitenta, ou não sobe ou demora anos pra gozar) ou caindo de sono. Tirando as exceções do parágrafo acima, quando só rola uma vez geralmente não é bom sinal.
Quando foram duas – Aqui é bem provável que a química ocorra. Quando o encaixe acontece, o meninão nem chega a ficar borrachudo, está pronto pra outra. A segunda é bacana, pois geralmente a primeira tende a ser mais rápida (não é uma regra, mas falo pela média) e a segunda por demorar mais dá pra curtir melhor.
Três ou mais – Nessas vezes o encaixe é perfeito. Desconheço homens que deram três ou mais (com exceção dos que tomaram Viagra ou que trabalham no ramo) e não curtissem a garota. Há um ditado famosinho que “A primeira é do homem, a segunda do homem e da mulher e a terceira é só da mulher”, em parte é verdade, pois se a primeira é rápida, só o cara curte; na segunda o cara goza e a garota geralmente tem o orgasmo; já a terceira ou mais o cara está no pó da rabiola ao gozar, quase não sai mais nada, mas a garota está lá firme e forte pronta pra outra.
Para ilustrar o quadro, no fim de semana retrasado eu vivencie a primeira e terceira experiência.
Na sexta eu fui pra um barzinho em sampa e conheci uma garota bem interessante na pista de dança. Ela era bem atirada e depois de tomar várias Capiroskas juntos decidimos ir pra minha casa “ouvir uma música”. O problema é que bebi pra caramba e demorou muito pra conseguir chegar ao final. E quando cheguei, eu cai duro na cama. Queria dormir sozinho e estirado, mas tive que pagar o preço de dividi-la com a garota e sua insistência de ficar me abraçando.
No sábado foi à vez de sair com a loirinha do parque novamente. Como já vamos para a terceira ou quarta vez de saída (traduzindo, que transamos), o negócio está ficando bem entrosado. E neste dia consegui emendar três. Minha cota do fim de semana estava encerrada. (E por favor, não estou apaixonado por ela, nem vai rolar namoro).
Eu fiquei um bagaço. Levei a loirinha pra casa dela, com muito custo voltei pra minha, e planejei que meu domingo seria me isolar em casa embaixo da coberta, assistir filmes, ler um livro e esquecer de mulheres por um dia. Só que, a garota que eu conheci no carnaval (não é a da Vila da Penha, nem a bafuda) tinha um curso em São Paulo. E sem me avisar antecipadamente, ligou as 10:00 da madrugada de domingo dizendo que queria me ver. Como ela é toda carente e se eu dissesse “não” perderia esse lanchinho, falei que eu tinha uma festa de criança as 14:00 e que não teríamos muito tempo para ficarmos juntos. Para garantir que eu não precisaria transar mais de uma vez, coloquei só uma camisinha na carteira (o velho pretexto, “ahh que pena..só tem uma”). Transei burocraticamente e quase chorando (estava esfolado), mas cumpri a missão.
Agora o cafa devolve a pergunta para vocês. Sei que muitas mulheres não chegam ao orgasmo, outras sim. E você? Chega? Quantas vezes por noite?
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Pessoal, fui convidado a ser um dos embaixadores do site de relacionamento S2. Apesar de nunca ter me inscrito em sites de relacionamento, me cadastrei nele, pois achei um bom canal para conhecer mais mulheres e ganhar uns prêmios. E o que você ganhará com isso? Bom, se você se acha uma pessoa bem relacionada, cheia de amigas e amigos faça seu cadastro lá (diga que foi convidada pelo Cafa) e envie um e-mail para S2@riot.com.br dizendo que também quer ser embaixadora. Toda semana a pessoa que levar mais amigos para o site ganha R$200,00 em bônus do Submarino. Como o site é novo, suas chances de ganhar são bem grandes. Além do mais, poderá ser amiguinha do Cafa.
P.s. Se estiver com medo de ser seqüestrada por mim, não faça o cadastro. As leitoras que ganharam sabonetinhos na promoção passada agradecem.
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Ano passado fiz um post sobre traição. Nele defendia que se as pessoas se gostam, não há motivo para buscar outro(a) parceiro(a) na surdina. Redigi-o baseado nos meus antigos relacionamentos e valores apreendidos pela convivência desde pequeno com trocentas mulheres ao meu redor.
Porém, tenho recebido de várias leitoras um e-mail do Arnaldo Jabor (se a autoria for do próprio escritor, quem escreve o Manual do Cafa é o Paulo Coelho) que apesar de uma ortografia escabrosa, revela algo que tenho observado ultimamente entre meus amigos e conhecidos comprometidos e que nem sempre é fácil de engolir, a traição masculina justificada.
Vou citar cinco exemplos para ilustrar algumas situações:
Salvar o casamento – Estava conversando com o Aprendiz de Cafa sobre traição e ele me contou a história do seu amigo balzaco. Em linhas gerais, o cara é bem de vida, boa-pinta e blábláblá. Ele casou com sua esposa ainda jovem e hoje eles têm dois filhos. Acontece que depois da gravidez a mulher se descuidou, virou um bucho, glutona, sedentária e largou o trabalho. Como ele perdeu a atração física na mulher, mas não o afeto, ele toda semana vai a um puteiro para dar uma aliviada e transa burocraticamente com a mulher para cumprir tabela.
Variar o cardápio – Essa é a mais comum entre os homens mais novos. Posso afirmar com muita segurança que oito em cada dez amigos que eu conheço já traíram sua namorada. Isso não quer dizer que eles não gostam mais delas, mas segundo o que eles alegam, depois de um tempo de namoro fica meio sem graça jantar só em casa. Por isso, procuram comer uma coxinha pelos botequins da vida, mas jamais abandonarão a comidinha caseira.
Insegurança – Não é tão comum, mas ocorre. Há mulheres que por serem tão desencanadas e independentes nos relacionamentos dão insegurança ao homem sobre estar ou não gostando dele. Como muitos são orgulhosos, partem da premissa “vou trair primeiro antes que ela me traia”.
Genética – Essa é terrível, mas já foi comprovada por alguns estudos científicos. Segundo pesquisas, a traição é genética. Se o pai do cara é um sem-vergonha e mulherengo que vive chifrando a sua mulher e vice-versa, a chance do seu pimpolho herdar esse presente é bem alta.
Circunstância – Essa é bastante comum. Quando o cara percebe que está numa área de atuação que sua namorada não tem a mínima possibilidade de saber o que está ocorrendo, a traição surge. Alguns exemplos, viagens internacionais, viagens de formatura e uma saída sozinho com os amigos solteiros (que muitas vezes acabam num puteiro ou casa de piriguete).
Sei que esse post pode ser um banho de água fria em parte das mulheres que está toda apaixonadinha com seu arranjo de rosa ou bichinho de pelúcia que ganhou quinta-feira passada, mas é algo que vejo acontecer cada vez com mais freqüência.
Como eu disse anteriormente, por toda a formação que tenho e pelo meu histórico de relacionamentos (curtos), nunca trairia. Porém, imagino aqueles casais com dois anos de namoro ou mais, é preciso muita química e imaginação para inovar nos pratos e manter o cliente comendo em casa.
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Várias leitoras me pedem para fazer post sobre como seria uma noite perfeita ou que eu contasse sobre alguma que tive. Até hoje não o fiz por dois motivos, primeiro porque uma “noite perfeita” pra mim pode ser uma bomba para outras pessoas e segundo por que faz bastante tempo que não tenho uma noite assim. Porém, como neste fim de semana foi uma dessas raras vezes, resolvi postar.
Sábado combinei com a garota que conheci no parque de assistirmos um filminho em casa. Apesar de morarmos na mesma cidade (São Paulo), a casa dela fica quase meia hora da minha, só que como eu estava com um bom presságio e ela é “meu número”, resolvi fazer a viagem e buscá-la. No caminho a garota sugeriu irmos a um restaurante, pois estava com fome. Achei legal a atitude dela de propor rachar a conta, e por isso resolvi pagá-la inteira. Já ganhou uns pontos.
O ponto baixo da noite foram as constantes referências ao seu ex nas conversas. Até chegar à quinta vez e eu estourar com ela pra parar de falar do cara. Ela pediu desculpas e disse que como namorou três anos e só terminou há dois meses, grande parte das suas experiências tinha o fulano no meio. Ok, boa explicação, mas mulheres, evitem isso! É extremamente desagradável.
Já na Cafa-House sugeri um vinho e para minha surpresa a garota não gostava da bebida (¬¬). Tudo bem, servi um suco de laranja, fiz pipoca e tomei o vinho sozinho. Como está muito frio em São Paulo ficamos no sofá embaixo da coberta. Ai começou os amassos e em minutos já estávamos na minha cama. Não vou entrar nos detalhes do ocorrido. Em suma, a garota quis pular a etapa das preliminares por ser a primeira vez que faria com alguém “estranho”, mas nem por isso a transa foi ruim. Pelo contrário, teve um encaixe perfeito. Depois da primeira, o meninão estava bem animado para a segunda e só não fui para a terceira por que ela disse não estar acostumada. Senti-me o cara. E ao contrário do comum, a depressão pós-sexo não bateu e dormirmos abraçados.
Coincidentemente, hoje estava lendo uma matéria numa dessas revistas femininas escritas por gays e mulheres justamente sobre como tornar a noite perfeita. Lá tinha um monte de dicas, entre elas: espalhar velas pela casa, colocar um som de fundo, borrifar perfume pelo ambiente, usar uma lingerie sexy, lambuzar o parceiro de doce, etc, etc ,etc. Só que eles sempre esquecem de mencionar o fundamental, a bendita química.
Minhas melhores transas geralmente fugiram de todas essas “dicas” sugeridas. Algumas foram dentro do carro, no sofá da minha ex com os pais dela no quarto, algumas (como essa passada) não tiveram preliminares, e por ai vai.
De nada adianta você fazer um grande teatrinho na sua casa com o figurino mais impecável se os atores não conseguem se entender no palco. E pra isso não há dica que resolva.
