Para mim não era novidade que existisse algumas mulheres que nunca gozaram na vida. Porém eu acreditava que elas seriam cerca de 10%, mas com a enquete que fiz no blog, vi que o número chega a 30% (e considerando que a amostra abrange 8.000 leitoras, já é estatístico). Coisa pra cacete.

Não sou médico, sexólogo ou coisa do tipo. Falo sobre o assunto com base em experiência prática e observação e na minha cabeça nunca compreendi por que uma garota não consegue chegar lá. Falo isso, pois de todas as mulheres que conheci e gozavam, das duas uma, ou a parada era automática ou rolava um artifício.

A parada automática é o feijão com arroz. Você está ali no bem bom transando por um tempo e de repente começa a baixar o exu na mulher e pum! Gozou; Já a parada com artifício é necessário algum truque para que a garota chegue lá. E ai isso pode variar de mulher pra mulher, algumas só gozam de 4, outras só com oral, outras tomando tapa, algumas chupando o cara e sendo masturbada ao mesmo tempo e por ai vai.

Posto isso, retomo o raciocínio anterior, não compreendo como algumas mulheres não chegam lá. Mete a mão na amiguinha, fuça, veja onde que dá um arrepio, a intensidade que agrada, qual pressão, muita ou pouca fricção, enfim explora o negócio e tenha domínio dela. Como eu disse, talvez eu possa estar falando uma grande besteira e alguma coisa química ou psicológica (como repressão da família) evite que a garota relaxe e goze, mas na minha opinião é algo relativamente simples.

De qualquer forma, não gozar não é o fim e em alguns casos até garotas que gozam podem ter seus problemas sexuais. Foi o que aconteceu comigo dia desses.

Estava no final do expediente, morto de cansaço (pra variar) e desanimado por passar mais uma noite fria e sem companhia (minha geladeira estava indisponível). Já na saída do trabalho recebi um sms. Eu jurava que era mais um spam do Torpedão Campeão (que em um ataque estúpido eu aderi), mas não. Era um convite para uma noite de filme e vinho. Topei, pois era uma garota que rola um encaixe bom. Só que sempre rolava um lance estranho e que eu fui descobrir o segredo nessa noite.

O lance é que sempre quando ela estava por cima, no meio do bem bom, ela mudava de posição repentinamente e ia para alguma bizarra e pouco confortável. Dessa vez ia acontecer o mesmo e como estava pegando fogo o negócio e em um ritmo bom, eu travei a perna dela, comecei a estocar com mais força e rápido, de repente….shhhhh.

Não, ela não pediu silêncio e dessa vez eu não fiquei na paumolência (como disse uma fina e culta leitora). Simplesmente veio um riacho no meu colo. Fiquei meio sem reação. A primeira coisa que me veio à cabeça foi uma incontinência urinária, mas depois lembrei que algo parecido tinha ocorrido com a loirinha do parque, mas em bem menor intensidade.

Segundo a garota aquilo era um orgasmo múltiplo, mas até onde eu sei uma coisa não tem muita relação com a outra. De qualquer forma tive um mix de sentimento, um pouco de aversão por não possuir tanta intimidade com ela e estar naquela situação “todo babado” e um pouco de pompa por ter sido responsável por tamanha excitação.

Independentemente do que seja, a garota ficou bastante constrangida e ficou se desculpando toda hora. Fiquei com pena. Coitada das mulheres, quando não gozam reclamam e quando gozam em excesso, se constrange.

Enfim, gozar é bom pra cacete, mas não deveria ser o único objetivo para as mulheres. Mesmo para nós homens, as preliminares, beijos, pegação e o sexo em si são muito bons, o gozo é apenas o gran finale que dura lá seus 5/10 segundos.

Se ele fosse tão importante assim, todo homem ficaria satisfeito em gozar em 30 segundos de sexo. Sexo é como um bom jantar. A graça não está apenas na sobremesa. A entrada, a bebida, o prato principal e o clima são mais importantes que a sobremesa. Ela finaliza com chave de ouro um bom jantar, mas sem ela não se pode dizer que você comeu mal.

Tai uma desculpa que seria muito plausível de um homem dar pelas cagadas que fez se ela não fosse tão absurda. Porém, não deixa de ter um fundo de verdade. Explico.

Bom, obviamente vocês nunca saberão o que é ter um troço pendurado entre as pernas, mas devem acreditar que é algo muito simples e até cômodo. Afinal, dá pra mijar em qualquer canto, é auto limpante depois de umas balançadinhas (nojento? É, mas 90% dos homens não passam papel) e não cospe sangue uma vez por mês. É, pensando por esse lado até é, mas as vantagens param por aqui. E não digo que as desvantagens são aquelas do senso comum (cosquinhas que volta e meia dão no saco ou ter que mijar em mictório sob o risco de aparecer um boiola na privadinha do lado bisgolhando o meninão alheio, por exemplo). A questão é um pouco mais profunda.

Digamos que o pau tem vida própria. E excetuando-se o cara nerd que o utiliza como enfeite ou em um monólogo por assim dizer, os homens tem que conviver com um jovem rebelde, incontido e inconsequente todos os dias. É uma eterna e árdua luta entre duas cabeças, uma agida pela razão e outra pela emoção. E ao contrário das mulheres, a cabeça que age pela emoção não quer saber de amor, só de tesão.

Quando o cara já desenvolve um pouco mais o cérebro, ele até consegue ter um domínio um pouco maior sobre o camarada lá embaixo e isso explica em partes o motivo pelo qual um peão de obra é tão chulo e vulgar diante do sexo feminino. Só que após determinado período sem dar entretenimento para o garoto ali embaixo, até o cara mais inteligente que há começa a perder o controle sobre o bicho e ai…shit happens.

Ai temos a justificativa para as mulheres que não se conformam de ver homens lindérrimos (ficou gay, mas blz) pegando altas jabiracas (que dão de primeira), homens que frequentam puteiro, se masturbando vendo filmes pornôs vagabundos e por ai vai. Comigo não é diferente, mas como eu não curto filme pornô, detesto puteiro e evito jabiracas, me resta recorrer a geladeira em busca do lanchinho a tiracolo. Foi o que rolou essa semana.

Estava uma pilha pela quantidade de trabalho que surgiu ao mesmo tempo, mal tive tempo de ir ao boxe, comendo mal pra cacete e pra colaborar uma dor no peito sinistra que apareceu do nada. Resumindo, meu corpo estava pedindo arrego, mas o adolescente lá embaixo obviamente que não. E não se pode ignorá-lo, pois do contrário faz mal criações a noite (a polução noturna).

Mas por outro lado, o adolescente quando fica ansioso costuma perder o controle nas horas mais inapropriadas. E ai ou queima a larga e mal chega inteiro pra festa (o famoso broxar) ou então faz cagada logo que entra na festa (a ejaculação precoce). E assim foi.

Entrei em contato com uma garota que eu conheci há uns 2 anos e meio em uma viagem que havia feito ao Rio de Janeiro. Ela se mudou pra São Paulo há alguns meses e junto com a mudança trouxe um par de silicones de 300 ml, o que obviamente interessou muito ao pimpolho. Troquei meia dúzia de ideia fraca e ela topou me visitar para “manter o papo em dia”.

Ao chegar em casa, percebi que além dos 300 ml no peito, ela trouxe mais 5 kilos no resto do corpo e aquilo deu uma leve desanimada no adolescente que ficou de birra e murcho. Para contornar a situação, servi umas doses de whisky (não tinha vinho), mas acabei excedendo na dosagem e fiquei bêbado. A pegação começou e o jovem lá embaixo já estava todo todo. Botei a camisinha no garoto e assim que ela sentou…..eu gozei. Juro, foi ridículo. Há anos que eu não tinha uma trepada tão rápida e zuada.

Minha vontade era de transformá-la em pizza logo depois do gozo, mas meu orgulho de macho me impedia parar por ali. Eu tinha que contornar a situação. Dei uns 5 minutinhos e retomei os esforços, dessa vez o ser lá embaixo colaborou  e tudo estava indo bem, mas não pra garota. Ela simplesmente broxou e pediu pra parar no meio. Foi a minha deixa para sugerir que a levasse de volta para a sua casa.

No caminho tive vontade de falar: Veja bem, não fui eu, foi meu pau. Porém, o argumento cairia no ridículo e eu seria motivo de chacota posteriormente. Resolvi ficar no silêncio mortal e deixar o jovem de castigo. Porém, como todo pai coruja, já estou com pena dele.

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Hoje bati um papo bacana com uma leitora sobre sexo e acabei tendo a ideia para esse post de hoje. Calma! Eu não estava fazendo sexo virtual, nem com perversões online. É que as vezes há pequenos detalhes (e não estou usando duplo sentido) que fazem com que uma transa seja arruinada ou uma maravilha em instantes.

Por isso, resolvi compilar 5 detalhes importantes para que você não peque por besteira e consiga ganhar uns pontos com o bonitão. Segue por “fases”:

Masturbação não é tão simples assim – Masturbar um cara não é só fazer joinha pra cima e pra baixo. Altere intensidade. Se o cara estiver te masturbando também, acompanhe o ritmo dele, se começar a te tocar mais rápido, acelere. Isso mostra que vocês estão na mesma sintonia e que está curtindo o estímulo dele. Após um tempo batendo uma, um líquido começa a sair do amigão, passe o polegar (de leve) por cima da cabeça (não da sua) e o espalhe no mastro. Repita esse procedimento no máximo 3 vezes, mais que isso incomoda. Outra coisa, quando o beijo estiver mais intenso, pare de bater, apenas segure com uma pressão um pouco maior e quando passar a intensidade do beijo, volte a bater com vontade.

Oral não é só por o meninão na boca -  Já fiz dois posts bem completos sobre isso. Porém, sempre é bom retomar algumas dicas. Um oral bem feito não se resume a esconder o membro do cara dentro da boca. O olhar, as bufadinhas, a respiração mais pesada no ato e o saco são coadjuvantes que fazem toda a diferença quando bem trabalhados. Porém, minha dica principal para não fazer besteira é tomar cuidado com os dentes. Eles são um dos principais responsáveis pelo oral ser uma merda. Podem ocasionar dois problemas, um no curto prazo e outro no médio. No curto, o cara não vai suportar de dor e irá te puxar lá debaixo para ir logo para a penetração. No médio você não tem ideia do que rolou, mas os homens sim. Basicamente, você não esconde o dente suficientemente e volta e meia um dentinho passa no meninão. Isso não dói, pois o conjunto todo está bacana. Só que essa porra vai esfolando. E ai só dia seguinte sabemos o resultado do desastre. Sexo mal feito dá para tolerar, agora oral e masturbação, não.

Demonstre que está curtindo o oral – Homens precisam de reconhecimento. Não no sentido de você ter que falar “Ai, como você foda”, “Incrível seu desempenho na cama”, quem precisa disso tem baixa auto-estima! O melhor reconhecimento vem por meio de gestos, de expressões. Por exemplo, em um sexo oral, demonstre que está bacana. Quando ele acertar na chupada ou fazer algo prazeroso, corresponda com gemidinhos ou bufadinhas, deslize a mão pela cabeça dele e aperte o cabelo de leve. Você pode ter seu momento de múmia que fica mudinha para curtir do seu modo, mas não se esqueça que tem alguém ali embaixo preocupado em te agradar.

Passar a mão no saco por cima – Tai uma coisa muuito boa e que poucas mulheres que conheci fazem. Quando você estiver por cima do cara, leve a mão lá pra baixo e passe a massagear o saco dele. A sensação é ótima. Apenas dois cuidados aqui. Um, tome cuidado ao colocar a mão para não calcular errado e tocar um lugar errado. Dois, isso é algo que mulheres mais experientes fazem. Há o risco de você passar a impressão para o cara que tem mais horas de cama que urubu de vôo (o ideal é passar esse post para o cara para tirar possíveis desconfianças )

Vai gozar? Então demonstre! – Não é tão fácil assim saber se a mulher chegou lá. Se você não sinalizar de alguma forma, o cara não vai ser obrigado a saber que você já chegou lá e ai ou vai ficar esperando você conseguir ou vai ficar encanado por não ter conseguido fazer com que você goze. (aliás, fiquei surpreso com o resultado da enquete ao lado. Estou pensando em um post a respeito)

Podsexo

12.Jun
2010

Semana retrasada eu gravei um podcast sobre sexo intermediado pelo pessoal do Jovem Nerd que contou com uma caralhada de blogueiro para falar sobre relacionamento, sexo e etc. Minha participação foi mega ultra blaster especial. Quem quiser ouvir minha linda voz vai ter que procurar pelo easter egg.

Clique aqui para o download.

Definitivamente eu prefiro escrever a falar sobre sexo.

Nessa sexta farei o penúltimo post da série “after sex”. Hoje, abordarei o que fazer depois do sexo no sentido mais restrito. Ou seja, se é pra sumir, puxar um assunto inteligente, ficar muda, fazer carinho, etc.

Bom, tudo vai depender do perfil do cara e intimidade. Só que um ponto importante aqui é agir com naturalidade. Aliás, para quase todas as situações. Não tem nada mais brochante do que sair com uma garota e perceber que ela está fazendo um papelzinho (seja de descolada ou de falsa santa). Isso só mostra que falta personalidade e sobra vento dentro da cabecinha.

Em relação ao perfil do cara, eu divido basicamente em dois, o ogro e o fofo. E esses perfis se comportam de maneira distinta quando se tem intimidade. Para deixar algo bem explicativo e visual, farei uma divisão por cada um. Vamos lá:

Ogro, sem intimidade – Para esse cara aqui todas as mulheres são um buraco até que se prove o contrário. Ele te vê de forma bem prática, “vai satisfazer minha vontade”. Depois de gozar vai querer que você se torne uma pizza ou fique quieta. Não gostam de muita interação pós-sexo com desconhecidas. Isso não quer dizer que ele te tratará mal, mas simplesmente não vai te tratar tão bem assim. Será indiferente. Vai parecer até que ele não curtiu, o que não necessariamente corresponde a verdade. É que o ogro não costuma externar os seus sentimentos.

E o que fazer?

Sem querer bancar a amiga. Não precisa puxar assunto por puxar, só para não ficar no clima de velório. No máximo fale algo aleatório e sinta se ele dá continuidade no papo ou solta apenas um “Uhum”. Ele não vai ficar incomodado com o silêncio e sim se você começar a falar um monte de groselhice. Não é necessário convidá-lo para tomar banho contigo, é só deixar a porta do banheiro aberta que se ele tiver vontade, vai invadir o box.

Elogios apenas se forem sinceros. Ai sim serão muito bem recebidos. O ogro por mais bruto que seja, quer manter o seu ego de macho inflado e um elogio cumpre o papel.

Fofo, sem intimidade – Para o fofo toda mulher é única e especial. Trata todas bem e às vezes peca pelo excesso de atenção. Se preocupa com o seu bem-estar e prazer. Depois de gozar vai querer pedir uma pizza ou bater papo com você. Eles precisam de interação pós-sexo, pois sabem que a maioria das mulheres não suporta o silêncio fúnebre. Isso não quer dizer que ele achou a noite o máximo, mas ele não quer que você perceba caso ela tenha sido ruim. Porém, se ela foi boa, ele será bem explícito e falará que você é o máximo, que foi bom, etc.

E o que fazer?

Converse com ele. Pode ser para falar sobre a próxima saída, para dizer como aquela cama é gostosa, que o tempo está maluco, enfim qualquer assunto aleatório. O fofo vai dar sequência em qualquer um deles e prefere falar sobre a chuva que está chegando a ficar mudo. Se você quiser tomar banho com ele, um convite direto pode soar um pouco invasivo. Os fofos muitas vezes são tímidos e não se sentem a vontade tomando banho com o meninão molenga ao lado de uma mulher que não tem intimidade. Se quer um momento de proximidade, ele vai adorar dar uma cochilada de conchinha e ou que você faça uma massagem nas costas dele.

Elogios são fundamentais, mesmo que não sejam do fundo do seu coração. O fofo precisa de estímulo e sentir que conseguiu agradar em algum ponto a garota. Se pra você foi bacana, mas não foi fantástico, faça um elogio superficial. Já vale.

Ogro com intimidade – Por mais ogro que um cara seja, uma vez que tomou a flechada do cupido e começou a namorar, aquela garota que ele escolheu se torna especial e toda aquela frieza inicial se reduz, mas ainda assim evita determinados assuntos. Por exemplo, planos de longo prazo (“vamos comprar um apartamento, casar, ter filho, fazer aquela viagem, etc”). Não quer dizer que ele não tenha objetivos a longo prazo com você, mas sabe que após uma boa noite de sexo, mulher faz plano até de ir morar em uma palafita no meio do mangue.

E o que fazer?

Massagem (e aqui fica a dica para o K-Y 2 em 1, que também é serve como óleo de massagem) é uma boa. Não sabe fazer? Aprenda. Dificilmente um cara (sendo ogro ou não) quando rola intimidade não gosta de uma massagenzinha caprichada nas costas. E dependendo de como for a intensidade, o ogro até se anima em dar mais uma. Ogros não são muito afeitos a conchinhas. Eles podem até iniciá-la porque você gosta, mas em 5 minutos já estão do outro lado da cama todo esparramado e quase te jogando para fora.

Fofo com intimidade – O fofo com intimidade é uma doçura só. Depois do sexo vai querer fazer comidinha pra você, te trará iogurte e pãozinho na cama. Te alimentará com comida e sonhos de longo prazo. Se depender dele, sai dali direto para a agência de viagens. Gostam de fazer massagem também e tudo aquilo para que você se sinta confortável e bem.

E o que fazer?

Massagem é uma das coisas que é aplicável aos dois perfis, ogro e fofo. Quando se tem intimidade, é uma das melhores opções para quebrar a rotina e recuperar o esforço físico. Porém, o fofo muitas vezes vai dormir com a massagem ao invés de se animar. Adoram dormir de conchinha.

E novamente, isso aqui não é uma ciência exata, é óbvio que haverá homens que fogem dos grupos e outros que possuem características presentes em ambos, mas se eu for tratar exceções, eu terei que escrever um tratado sobre os homens.

O próximo e último tema será sobre “uma noite inteira de sexo”.  Se tiver alguma dúvida, pode fazer no widget que se encontra aqui do lado.